Passamos a maior parte de nossa vida tensa e angustiada para manter nosso sustento financeiro, sempre com medo de tudo perder. Porém quando nos aproximamos da velhice, conforme Platão nos ensinava que “o olho do espírito (a experiência) só começa a enxergar claramente quando o olho corporal já começa (na velhice) a perder sua acuidade” percebemos a imaturidade de tais atos. Damo-nos conta do caráter ínfimo, transitório e irrisório de tudo isso. Brigamos por coisas sem nenhuma importância; nos matamos pelas sobras dos ossos debaixo da mesa; perdemos nossa vida alimentando o ilusório ao invés de valorizar o eterno ser espiritual que somos. Tudo isso para depois nada receber; vivemos para tudo conquistar apenas para nos dar conta que breve vamos tudo perder. Sofremos pelas perdas como uma criança chora e se esperneia ao perder sua bola, e quando chega a idade adulta, admite que a perda da bola foi um episódio absolutamente sem valor.
Fonte: https://www.facebook.com/pliniopereiracarvalho/posts/10205996351422668
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