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Papa Francisco preside neste domingo canonização de madre Teresa de CalcutáEPA/Darek Delmanowecz/Agência Lusa/Direitos Reservados
O papa Francisco preside amanhã (4), na praça de São Pedro, no Vaticano, a cerimônia de canonização de madre Teresa de Calcutá. O processo de canonização teve início com um milagre envolvendo o brasileiro Marcílio Haddad Andrino, da cidade de Santos (SP).
Marcílio foi diagnosticado com hidrocefalia e uma infecção rara no cérebro. O brasileiro teria sido curado após sua esposa rezar pedindo a intercessão da madre Teresa.
A religiosa, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, nasceu em uma comunidade albanesa no sul da antiga Iugoslávia. Fez o noviciado e ordenou-se freira na Índia, onde tomou o nome de Teresa. Teve uma revelação em 1946, decidindo abandonar o convento e viver para os pobres.
Hoje (3), o papa Francisco fez uma referência a madre Teresa em sua conta no Twitter. “Imitemos madre Teresa, que fez das suas obras de misericórdia guia de sua vida e caminho para a santidade”, escreveu ele.
Orações pelo Brasil
Também neste sábado, nos jardins do Vaticano, Francisco abençoou um monumento a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Durante a benção, ele pediu orações pelo país.
“Convido-os a rezar para que ela [Nossa Senhora Aparecida] continue protegendo todo o Brasil, todo o povo brasileiro, neste momento triste. Que ela proteja os pobres, os descartados, os idosos abandonados e os meninos de rua”, disse o pontífice.
* Com informações da Rádio Vaticano
O ex-senador Delcídio do Amaral recorreu nesta sexta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir seus direitos políticos. A ação foi motivada pelo julgamento fatiado do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff na última quarta-feira (31). Delcídio foi cassado em maio pelo plenário do Senado.
A defesa quer a regra usada em benfício de Dilma Rousseff também valha para Delcídio do AmaralArquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Na ação, a defesa do ex-parlamentar afirmou que a mesma regra usada pelos senadores para garantir a ex-presidenta Dilma Rousseff habilitação para ocupar cargo público e se candidatar às eleições deve valer para Delcídio.
Os advogados explicaram que o Senado não deliberou sobre a perda dos direitos políticos ao cassá-lo, e, portanto, o STF deve garantir que os direitos estão "hígidos". Dessa forma, Delcídio poderia se candidatar. Com a cassação, o ex-senador foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficou inelegível por oito anos.
“Não é possível, que num Estado Democrático de Direito valham dois pesos e duas medidas: ou bem Delcídio do Amaral foi cassado do mandato, sem a perda dos direitos políticos, dada a isonomia de tratamento com o impeachmentda ex-presidente, ou o impeachment deve ser anulado, porque alguns parlamentares podem ter votado pela cassação do mandato da senhora presidente na perspectiva de não lhe cassar os direitos políticos”, acrescentou a petição.
Cassação
Delcídio foi cassado pelo Senado após tornar-se delator da Operação Lava Jato. O ex-parlamentar foi preso no dia 25 de novembro do ano passado, depois que Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró, entregou ao Ministério Público o áudio de uma reunião na qual Delcídio propunha o pagamento de R$ 50 mil por mês à família e um plano de fuga para o ex-diretor deixar o país. Cerveró estava preso em Curitiba
Delcídio foi solto no dia 18 de fevereiro, sob condição de se manter em recolhimento domiciliar, podendo deixar sua residência apenas para ir ao Senado trabalhar e retornando no período noturno.
Votação fatiada
A inabilitação de Dilma para exercer cargo público seria uma pena acessória à da perda do mandato, aplicada de forma automática. No entanto, após questionamento da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, que conduziu o processo de impeachment, entendeu que a perda do mandato e a inabilitação poderiam ser votadas de forma separada.
Com a decisão, o placar pelo afastamento definitivo foi de 61 votos a favor e 20 contra. No entanto, por 42 votos a 36 o Senado decidiu que Dilma não está inabilitada para exercer cargo público, podendo se candidatar às próximas eleições ou ser nomeada para ocupar uma secretaria de governo ou dar aulas em universidades públicas.
Até o momento, a Corte já recebeu pelo menos pelos oito recursos questionando a votação separada. As ações foram protocoladas pelo PSL, Associação Médica Brasileira (AMB), cidadãos comuns e pelos senadores Álvaro Dias (PV-PR) e José Medeiros (PSD-MT).
Fonte: GLOBO
Após a polêmica em torno do comando da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o Presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, decidiu exonerar em definitivo o diretor-presidente, Ricardo Pereira de Melo, que ocupava o cargo sob poder de liminar. No lugar dele, foi nomeado Laerte de Lima Rimoli. Para isso, o governo teve que publicar uma medida provisória (MP) e um decreto alterando o estatuto da EBC de forma a permitir que o presidente nomeie e exonere a diretoria-executiva, independentemente de mandato.
O nome de Rimoli para o comando da EBC é alvo de polêmica desde que Michel Temer assumiu a interinidade da presidência, com o afastamento de Dilma Rousseff. Tão logo ocupou a Presidência da República, Temer mudou o controle da EBC e exonerou vários servidores. Ligado à Dilma, Melo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e conseguiu se manter no cargo via liminar.
[…]
Em junho, em meio à polêmica sobre a extinção da empresa pública, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, disse que sua proposta de extinção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), revelada pelo colunista Jorge Bastos Moreno, ganhava adeptos dentro do governo e que discutiu a proposta com então presidente interino.
Geddel disse ao GLOBO que a EBC se transformou num “cabide de emprego” e “foco de militância”. O GLOBO já revelou que o projeto dos governos petistas de Lula e Dilma de transformar a EBC em uma instituição pública de comunicação consumiu mais de R$ 3,6 bilhões de recursos diretos do Orçamento do governo federal nos últimos oito anos, conforme levantamento feito pela assessoria técnica do DEM, a pedido do GLOBO.
Melo assumiu o comando da EBC em 3 de maio. Foi nomeado por Dilma uma semana antes da votação do Senado que a afastou da Presidência. Após exonerar o jornalista, no dia 17, Temer indicou o também jornalista Laerte de Lima Rimoli para o cargo. Assim que assumiu, Rimoli demitiu jornalistas contratados pela gestão anterior e proibiu os órgãos ligados à empresa de chamar Dilma de “presidenta” – termo que voltou a ser usado após a volta de Melo. Para o governo de Temer, a TV pública vinha sendo operada pelo PT e era preciso “despolitizar” a programação.
Ao retornar à empresa, Melo chamou de volta muitos dos colaboradores petistas. Segundo o governo, Rimoli, que recebeu a empresa com um déficit no orçamento de 94,8 milhões de reais e dívidas a fornecedores de 20 milhões de reais, estava começando um trabalho de desaparelhamento na EBC e revisão dos cargos criados para acomodar apadrinhados petistas. Verificou a existência de 11 gerentes deles próprios e 30 coordenadores sem coordenados e constatou a elevação do número de funcionários para mais de 2600. Rimoli também suspendeu, por 120 dias, para averiguação, sete contratos que somam quase 3 milhões de reais por ano.
A “polêmica” é, na verdade, uma patota encastelada na estatal tentando resistir às mudanças, para preservar suas boquinhas e o aparelhamento da empresa. Mas a farra acabou! Agora é hora de despetizar a máquina estatal mesmo. O presidente Michel Temer tem que se livrar de cada petista infiltrado no governo, nas estatais, nos fundos de pensão, pois todos são suspeitos, espiões em potencial, sabotadores.
Ricardo Melo é um comuna que usa o jornalismo para fazer campanha partidária e ideológica. O ideal seria mesmo acabar com a empresa estatal. Mas se isso não for possível por enquanto, a segunda alternativa é limpá-la dos petistas infiltrados e contratar um quadro isento. Temer deve ser implacável com essa gente, pois sem dúvida essa turma está lá só para mamar nas tetas estatais enquanto grita “Fora, Temer”.
Que a decisão na EBC sirva como exemplo para todas as estatais e cargos ligados ao governo. Não há porque ser tolerante com os intolerantes do PT…
A ex-presidente Dilma Rousseff considerou "estranhíssima" a votação separada do impeachmentocorrida na última quarta-feira (31) no Senado, que a condenou a perda de mandato por crime de responsabilidade, mas manteve seus direitos políticos. Em entrevista a jornais estrangeiros, ela afirmou que, com o seu impeachment, foi condenada à "morte política" e disse ter a consciência de que a "democracia foi julgada" junto com ela.
Dilma Roussef quando foi ao Senado fazer sua defesa no julgamento do impeachment no Wisom Dias/Agência Brasil
Na entrevista, Dilma declarou que o fatiamento da votação, que permitiu a ela continuar podendo ocupar funções públicas, não "atenua" nem agrava a sua cassação.
"Eu acho que é estranhíssima essa dupla votação. Vota de uma vez de um jeito, vota da outra vez de outro jeito, é no mínimo estranho", afirmou.
Ao falar sobre o placar da votação, sendo 61 senadores a favor e 20 contra, não foi um "passeio". "Nem sempre a estrada dos votos é uma estrada de ferro, retinha. Acho que ela é muito tortuosa", disse.
A ex-presidente disse não ter um projeto eleitoral elaborado no momento, mas anunciou que fará oposição ao governo de Michel Temer.
"Podiam ter feito diferente, podiam ter feito de qualquer forma. O fato gravíssimo é que me condenaram a morte política ao me tirarem da Presidência, que é a maior pena que algum brasileiro ou brasileira pode obter", disse.
No Palácio da Alvorada, residência oficial que desocupará nos próximos dias, Dilma afirmou que irá inicialmente a Porto Alegre, onde reside sua família, mas também planeja passar um tempo no Rio de Janeiro.
Dilma voltou a dizer que não cometeu crime de responsabilidade, que não tem contas no exterior e criticou o deputado afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
"Acho gravíssimo o fato de que um programa que não é o eleito pelas urnas seja executado nos próximos anos. Acredito que a consciência de que a democracia foi julgada junto comigo eu tenho", disse.
STF
Após a divisão do julgamento, PSDB, DEM, PPS e PV entraram com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal questionando a decisão dos senadores de manter os direitos políticos de Dilma.
Na China, o presidente Michel Temer disse que a questão da habilitação de Dilma para funções públicas é jurídica, e não mais política. "O Senado tomou a decisão. Certa ou errada, não importa, o Senado tomou a decisão. Me parece que ela está sendo questionada agora juridicamente. Então ela sai agora do plano exclusivamente político para o quadro de uma avaliação de natureza jurídica”, disse ele a jornalistas. Na primeira viagem oficial após assumir efetivamente da presidência, Temer participará do encontro do G-20, bloco que reúne as 20 maiores economias do mundo, em Hangzhou.
A ex-presidente Dilma Rousseff vai morar na cidade do Rio de Janeiro, onde sua mãe, Dilma Jane, tem um apartamento. A petista, segundo aliados, pretende ter atuação política mais agressiva após o impeachment e, para isso, precisa concentrar suas atividades numa região mais central do país.
A forte presença de correspondentes estrangeiros na cidade também pesou na escolha. A avaliação é que o discurso de que Dilma foi vítima de um golpe tem receptividade no exterior, e ela vai insistir nesse argumento. A ex-presidente vai dividir seu tempo entre viagens internacionais e nacionais, além de estadas em Porto Alegre, onde moram sua filha e os netos.
No Rio, Dilma estará com a mãe, que está doente e vive com a petista no Palácio do Alvorada, em Brasília.
Com a perda do cargo, Dilma não terá direito a salário, residência oficial e avião presidencial, mas manterá benefícios dados a ex-presidentes como dois veículos oficiais, segurança e seis servidores.
A intenção inicial da petista era ir para a sua residência em Porto Alegre já neste fim de semana. A mudança dos objetos pessoais do Alvorada será paga pela Presidência.
Por que o Rio atrai a turma da esquerda caviar? Por que em todo filme o bandido sempre escolhe fugir para o Rio? Será que já não há marginais demais na cidade? Ou será que ela é destino de tantos bandidos justamente porque é leniente demais com a bandidagem, pois tem uma cultura permissiva da malandragem?
Escrevi o seguinte comentário ontem ao ver essa notícia:
Tá de sacanagem?! Os gaúchos não vão parar de mandar o lixo para o Rio não? Já não basta Brizola, tem que ir agora a cópia piorada? Ainda bem que eu me mandei, mas tenho pena dos cariocas decentes, que precisam aturar a “cidade maravilhosa” que é a capital da esquerda caviar nacional, dos artistas engajados, dos funças acomodados, dos sindicalistas mafiosos, dos “intelectuais” de quinta categoria. Pobre Rio. Isso deveria servir de reflexão: por que essa corja se cria no Rio, mas menos em SP? Carioca é otário?
Meus amigos gaúchos logo protestaram: ela é mineira! Eu sei que ela nasceu em Minas, mas é filhote política de Porto Alegre. Terra, aliás, do pior quadro petista, o que não é qualquer coisa (é também terra dos mais aguerridos liberais, diga-se de passagem). Tarso Genro foi outro que escolheu o Rio. Isso quer dizer o que exatamente sobre a cidade? Não deveria ser motivo de reflexão dos cariocas? Alguns leitores tiveram boas sacadas:
Carioca gosta de droga.
A havana do Sul, sempre na vanguarda do atraso…..
Deve ser pq essa terra aqui tem Chico Buarque o Maraja dos esquerdas caviar! Alem de uma tropa de moderninhos pseudo antenados que acham que ser de esquerda é cool!
Pra pedalar na praia?
Luciana Genro, Manuela D’Ávila e assemelhados também disponíveis para exportação. Oferecemos desconto no pacote completo…
Não é atoa que o Rio é o fenômeno do jeitinho brasileiro piorado hahaha
Ir pra Cuba ninguém quer, né! kkkkkkkkkkkkkkk
Cheio de esquerda caviar por aqui… Ela é malandra demais!
Vai morar no Leblon, com certeza. Juntinho com Greg, Chico e artistinhas globais que amam Freixo, esse povo pobre e humilde que luta pela igualdade social e contra o Golpe.
O RJ é, majoritariamente, um antro esquerdista.
De repente ela vem pra Bangu… Temos 12 condomínios de luxo altamente seguros por aqui
Sou carioca, mas reconheço que carioca é otário mesmo. Ainda tem uma turma que parece que saiu de algum castelo mal assombrado vestidos de hippie e acreditando em paz, amor e PT.
Olha, meu caro, temos que admitir que o RGS e o nosso Estado do Rio são os dois maiores bastiões da esquerda. Dura realidade…
Tinha que ser aqui mesmo. O Rio é recheado de lixo político. A esquerda aqui domina. Capital da malandragem e da vagabundagem brasileira. Uma tristeza só.
Rodrigo, se reclamar mais vamos mandar Maria do Rosário, Luciana Genro, Tarso Genro e Manuela D’ávila! Acolhe a Dilma senão vai ser pior!
Atenção srs. bandidos de todas as facções criminosas. Alerta geral pra galera se prevenir pq vem gente perigosa trazendo uma legião de bandidos muito perigosos.
Está sempre de braços abertos para receber criminosos. Grande Rio.
O Rio traz no sangue, como consequência de ter sido capital da colônia, do império e da república, a doença do estatismo. O Rio ama o Estado, suas benesses, suas cortes, o que aduba o canteiro da esquerdismo. Já São Paulo é terra de imigrantes, que sabem que seu sucesso só depende deles e do seu trabalho.
O RJ se transformou no esgoto da política onde as ratazanas tem farta alimentação. No RJ só salva a família Bolsonaro.
Pobres cariocas, como se não bastassem as balas perdidas…
“Capital da esquerda caviar”. Isso precisa se espalhar e pegar
Te cuida comando vermelho
Quando eu falo que o Rio é a capital do crime, dizem que é inveja de paulista, mas me digam invejar o que mesmo???
Muitos não aceitaram a piada. Ficaram ofendidos. Mas atenção: por trás da brincadeira há um fundo de verdade. Por que os dois Rios, do Sul e o de Janeiro, abrigam tantos comunistas? Por que o carioca vota tão mal, a ponto de ter sido a maior proporção relativa de votos para a socialista Heloísa Helena? Por que é a terra onde um Marcelo Freixo da vida se cria?
O Rio é sim a capital nacional da esquerda caviar, eis o fato. Isso se deve à sua história de capital, de funcionários públicos, estatais, ao clima da malandragem que encontrou lá o terreno mais fértil para florescer, aos atores globais que espalham “progressismo” tosco por todo canto, a uma elite culpada e “descolada”, aos “professores” vermelhinhos da UFRJ e UERJ.
O fenômeno é nacional, sem dúvida. Mas escrevi um livro sobre ele com mais propriedade, creio, justamente por ser um “carioca da gema”. No Rio, esse “jeitinho brasileiro”, que recebe tão bem os corruptos, bandidos comuns ou ideológicos, acabou sendo bem nutrido e se tornou um monstrengo e tanto.
Dilma escolheu, infelizmente, certo: estará em um habitat natural de socialistas hipócritas, com as raras e honrosas exceções. E digo mais: ela pode até dar aulas na UFRJ que não será muito diferente de tanta porcaria que já tem por lá, fazendo proselitismo do socialismo e defendendo seu próprio governo indefensável.
PS: Sugiro um leilão nacional para ver qual estado terá a “honra” de receber a ex-presidenta. Quem pagar mais, livra-se dela!
Após reunião da Executiva Nacional, o PT anunciou hoje (2) que vai defender a realização de eleição presidencial direta antecipada no país. A reunião ocorreu durante todo o dia de hoje na sede do partido, no centro de São Paulo, e teve a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
A proposta chegou a ser defendida por Dilma Rousseff durante o processo de impeachment, mas não era unanimidade dentro do partido.
"Se antes havia divergência sobre a proposta de antecipação de eleições presidenciais, agora a situação é outra pois o Estado tem à frente um governo usurpador, ilegítimo, sem votos, com um programa antipopular e antinacional. A recuperação da legalidade e o restabelecimento da democracia, nessas condições, somente se efetivarão quando as urnas voltarem a se pronunciar e o povo decidir os caminhos da Nação”, diz o documento elaborado na reunião, com 24 metas e intitulado Resolução Política sobre o Golpe e a Oposição ao Governo Usurpador.
No documento, o partido não explica como será a proposta de novas eleições. Segundo o presidente do partido, Rui Falcão, pode ser feita, por exemplo, por meio de uma emenda popular, mas ressaltou que a proposta ainda será construída com outros partidos e movimentos sociais e sindicais.
Questionado se a eleição direta poderia ocorrer este ano, Falcão disse que isso só seria possível se o mandato de Michel Temer fosse impugnado ainda em 2016. “Se o TSE impugnar o Temer este ano, isso seria possível [eleições diretas este ano]. Mas se impugnar no ano que vem, o processo constitucional indica eleições indiretas, o que não vamos aceitar também. Não queremos eleição indireta no país e nem mudança do regime político. Queremos que o povo volte a se pronunciar”.
A ideia de plebiscito, segundo Falcão, também não deve ser considerada em princípio, já que o panorama atual mudou.
O documento do PT diz ainda que a legenda fará oposição ao atual governo. “Se eles [do atual governo] vão votar uma lei para aumentar o salário- mínimo, votaremos a favor. Mas vamos votar contra em todos os projetos que cerceiam liberdades e direitos, que violem a soberania e que incitem a repressão. Vai ser mais difícil achar o que nós podemos apoiar”, disse o presidente do PT.
O objetivo da reforma na Previdência é garantir o pagamento de todos os benefícios, diz o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha Arquivo/Agência Brasil
O ministro Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil da Presidência da República, afirmou hoje (2) que o acesso à aposentadoria será garantido aos trabalhadores que têm direito à Previdência. Ao falar sobre a reforma o governo Temer vai fazer na Previdência, Padilha disse que o objetivo é garantir aos trabalhadores o pagamento de todos os benefícios.
“Nós vamos ter que fazer mudanças pontuais preservando os direitos adquiridos por todos. Na Previdência, todos aqueles que têm direitos garantidos, não se preocupem”, diz o ministro, em vídeo divulgado no Twitter.
De acordo com Padilha, o presidente Michel Temer não tirará “um só” dos direitos garantidos na Constituição. “Não se pensa em perda de décimo terceiro [salário], Fundo de Garantia [do Tempo de Serviço, FGTS], direito a auxílio-maternidade. Ninguém vai perder direito nenhum.”
Por Antonio Pinho, para o Instituto Liberal
A era PT acabou. Felizmente acabou a era do dilmês, este idioma estranho, desprovido de sintaxe e semântica coerentes, que poucos entendiam (desconfio que nem Dilma o entendia). O dilmês deu um rico material para os linguistas, os quais tentarão, com extrema dificuldade, desvendá-lo.
A decadência não foi só política. O PT ajudou a destruir a língua. Corroeu seu vocabulário e sua gramática. Palavras ou expressões como “justiça social”, “igualdade”, “democracia”, “liberdade de imprensa” e, por último, “golpe” tiveram seus significados totalmente destruídos pelo PT. Isso me leva a perceber que a decadência política anda de mãos dadas com a decadência cultural.
No histórico dia da queda do governo Dilma, senti meus ouvidos doerem ao ouvir o senador petista Lindbergh falar “presidenta inocenta”. Antes, no dia em que Dilma foi se defender diante do senado, suas palavras só tiveram lógica enquanto lia o texto preparado pelos seus assessores. Quando falou de improviso, logo veio aquela avalanche de frases sem sentido, características do dilmês. A pior delas viralizou na internet: “Não é 30% dos recurso [sic] da exploração. É 30% de 25%, ou 30% de 30%. Portanto, não é 30%, está entre sete e meio ou pouco mais, 12 e meio por cento”. Depois da mandioca, da mulher sapiens, do vento estocado, da criança com o cachorro atrás, veio mais esta pérola do dilmês, graças a Deus, a última grande pérola deste insólito idioma.
Mas a destruição da língua não terminou aí. A coisa é muito mais grave. O dia da votação do impeachment e seu resultado não foram um golpe. O verdadeiro golpe foi do PT contra a língua portuguesa. O ministro do STF, Lewandowski, também desconsiderou completamente a gramática. Dilma teve seu mandato cassado, mas manteve seus direitos políticos. Contudo a Constituição diz claramente, no artigo 52, que a pena do impedimento do mandato deve ocorrer COM a perda dos direitos políticos por 8 anos. Não é necessário ser um sujeito muito erudito, basta ser minimamente capaz de interpretar um texto para saber que a preposição com tem um sentido muito diferente de ou. “X com Y” é completamente diferente de “X ou Y”, até mesmo de “X e Y”. A pena do impeachment ocorre juntamente com a perda dos direitos políticos. O texto deixa claro que as duas punições são inseparáveis. Se o chefe de estado sofre impeachment, logo perde seus direitos políticos. Basta saber o básico do básico de gramática, de interpretação de texto e de lógica. Ou Lewandowski não sabe interpretar um texto, ou foi desonesto ao permitir que Dilma perdesse o mandato, mas mantendo seus direitos políticos. O senador Caiado lembrou uma coisa fundamental. E se Dilma tivesse perdido os direitos políticos, mas mantido o cargo? Isso teria sentido?
Lewandowski demonstra ser um sujeito que domina – e muito bem por sinal – o português, ao contrário de muitos políticos do PT. Isso me leva a deduzir que ele foi sim deliberadamente desonesto, compactuando com o PT e certos setores do PMDB. Lewandowski fez de tudo para ajudar Dilma como pôde, e no fim permitiu que as leis fossem rasgadas e lançadas ao lixo. Lewandowski demostrou sempre sua simpatia por Dilma, pois sempre a chamava de presidentA.
Percebeu-se muito bem que o PT dividiu a nação até mesmo na questão linguística: quem falava a presidenteclaramente demonstrava que não compactuava com o PT; quem preferia a forma a presidenta mostrava na flexão sua simpatia pela Dilma e pelo dilmês.
A era PT foi, de seu início até seu último dia, um verdadeiro golpe a nossa amada língua portuguesa. Data histórica: no dia 31 de agosto de 2016 tivemos um golpe contra as leis, contra a gramática, contra a lógica, contra a nação; enfim, foi um golpe contra a verdade.
* Antonio Pinho é mestre em Linguística e professor de Língua Portuguesa.
Integrante da comitiva de Temer na China, Henrique Meirelles afirmou que há sinais claros de que a economia brasileira está crescendoBeto Barata/PR
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou em Xangai, na China, onde participou doSeminário Empresarial de Alto Nível Brasil-China, sinais de melhoria na taxa de investimento, após a queda registrada nos últimos anos. As informações foram divulgadas há pouco pela assessoria do ministro.
“Agora, tem uma previsão de crescimento substancial. É importante mencionar que o investimento foi o primeiro setor da atividade econômica que reagiu, porque há um sinal claro de que a economia brasileira está crescendo”, disse.
Meirelles apresentou as oportunidades de investimento em infraestrutura no Brasil. Segundo ele, entre 2016 e 2019 o investimento total previsto em projetos de infraestrutura é de aproximadamente R$ 269 bilhões, divididos entre petróleo e gás, energia elétrica, telecomunicações, transporte, estradas, saneamento, estradas de ferro, aeroportos e mobilidade urbana, portos, entre outros. Outro setor citado é o do pré-sal.
O ministro integra a comitiva do presidente Michel Temer em Xangai, China, para participar da Cúpula do G20 e também para negociar a ampliação do comércio bilateral. Durante o seminário, Meirelles mostrou o potencial de crescimento da economia brasileira depois do recente período de retração da atividade.
A assessoria informou também que o ministro demonstrou a evolução dos investimentos estrangeiros diretos no Brasil. O ministro citou ainda indicadores que sinalizam para o processo de recuperação econômica do país, como a previsão do PIB de 1,6% para 2017 e 2,5% em 2018.
Oportunidades de Investimentos
Para o ministro, trata-se da exploração de campos de petróleo, "já que o Brasil tem uma vasta reservaoffshore, que é o chamado pré-sal. É uma perfuração profunda, mas que tem oportunidades, de fato, substanciais.”
Henrique Meirelles disse aos presentes que o Brasil tem espaço na produção de bens e serviços, devido ao mercado de consumo amplo e em expansão, além de potencial agrícola a ser explorado. “O Brasil é hoje um dos grandes exportadores mundiais de grãos. Essa é uma área em que o país tem condições de continuar expandindo. Aqui, há uma complementaridade muito grande entre a economia brasileira e a economia chinesa”, enfatizou.
Citando o processo de substituição do governo no Brasil, o ministro afirmou que o país é seguro e estável, tanto do ponto de vista das instituições quanto para o investidor. “Não há conflitos políticos ou religiosos. Tivemos uma mudança de governo da maior importância, feita em paz e dentro das normas da constituição, segundo ritos definidos pela Justiça. As regras contratuais são sólidas, transparentes e claras. As instituições são estáveis e há movimento livre de capitais.”
Henrique Meirelles concluiu que o Brasil tem um ambiente favorável para cooperação maior entre as empresas brasileiras e chinesas. “Vamos tirar partido desse enorme mercado doméstico, de um lado, e da enorme capacidade de produção e de exportação de produtos agrícolas e minerais de outro.”
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