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Secretário de Segurança descarta convocação da Força Nacional

Wantuir Jacini concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira
Secretário de Segurança concedeu entrevista coletiva | Foto: Samantha Klein / Rádio Guaíba / Especial /CP
Secretário de Segurança concedeu entrevista coletiva | Foto: Samantha Klein / Rádio Guaíba / Especial /CP
Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, o secretário de Segurança do Rio Grande do Sul, Wantuir Jacini, descartou o uso da Força Nacional para reforçar o policiamento e o combate ao crime na Capital, após os incêndios de cinco ônibus e um lotação na zona Sul. Sobre a ordem ter saído de dentro dos presídios, Jacini não acredita que a rebelião na Penitenciária Estadual do Jacuí tenha alguma relação com a queima de ônibus em Porto Alegre. 

Conforme Jacini, um plano de ação é elaborado pela secretaria de segurança em conjunto com a BM e a EPTC. Pelo menos 90 PMs extras serão destacados de pelotões da região Metropolitana, para ampliar a segurança em bairros da zona Sul, por tempo indeterminado. Os militares devem receber horas extras pelo trabalho.

O monitoramento das garagens de ônibus persiste e a investigação já colheu pistas dos suspeitos de realizarem os incêndios. “O modus operandi indica que foram os mesmos autores em todos os episódios, que usaram motocicletas e uma arma longa. Estamos trabalhando para dar tranquilidade à sociedade”, acrescentou.

• Carreata de lotações pede segurança
• Suspeito de participar de incêndios é preso em Porto Alegre

O coronel Paulo Moacyr Stocker garante mais três pelotões da Brigada Militar (90 homens) para atuar por tempo indeterminado em Porto Alegre.

O diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado Marcelo Moreira, diz que queima de ônibus é crime por cópia (de outras cidades e protestos).

Noite violenta na Capital
Um ônibus e uma lotação foram incendiados, no início da noite desta terça-feira, na avenida Oscar Pereira, zona Sul de Porto Alegre. As câmaras da EPTC flagraram grande quantidade de fumaça nos arredores do hospital Divina Providência, por volta das 20h20min. Mais tarde, outros quatro ônibus foram incendiados. Os bombeiros foram acionados, por volta das 22h15min após criminosos atearem fogo em um coletivo na avenida Monte Cristo, perto do cruzamento com a Eduardo Prado, no bairro Cavalhada. Próximo do Hospital da Restinga, outro coletivo foi destruído às 22h40min. Pouco depois, um ataque deixou em chamas outros dois ônibus na rua Ventos do Sul, que fica nos arredores da garagem da Viação Belém Velho.
Rádio Guaíba e Correio do Povo

Jardel diz que vai reassumir seu mandato

Publicado em 2 de dez de 2015
O deputado Mário Jardel (PSD), em entrevista exclusiva ao Correio do Povo disse que não irá abrir do seu mandato.

Créditos: Flávia Bemfica

Jardel critica método do MP: "Fui estuprado"

Deputado pretende permanecer com seu mandato na Assembleia Legislativa
Deputado concedeu entrevista exclusiva ao Correio do Povo | Foto: Paulo Nunes
Deputado concedeu entrevista exclusiva ao Correio do Povo | Foto: Paulo Nunes
O deputado estadual Mário Jardel (PSD) questionou a forma como ocorreram as buscas realizadas na segunda-feira na sua casa. “Fui estrupado (sic)”, resumiu Jardel em entrevista exclusiva ao Correio do Povo, concedida no escritório do advogado Amadeu Weinmann, no Centro, no início da tarde desta quarta-feira. Weinmann está, desde a noite de terça-feira, constituído para defender o deputado das acusações que pesam contra ele.

“Nunca fui tão esculachado na minha vida em comunicação social, e por culpa do MP. E alguém vai ter que se responsabilizar por isso”, promete Jardel. O ex-jogador se refere ao fato de uma equipe de uma emissora de TV foi chamada para acompanhar a chegada do MP em seu apartamento. “Por que só uma TV foi levada? O lar, segundo a Constituição, é inviolável”, completa Weimann. As ações levantaram questionamentos a respeito do método usado pelo Ministério Público. 

Questionado sobre se alguma liderança do PSD o procurou para prestar solidariedade, o deputado foi enfático: “Só se foi para partir a minha cabeça, que foi o que aconteceu.” Jardel também fez queixas a respeito de pessoas que se diziam seus amigos. “Todo mundo sumiu ó. A informação que eu tenho é de que o chefe de gabinete, o Roger, trocou a fechadura. E que as pessoas que chegam lá ele diz: 'Não precisa nem voltar aqui que 99% de chance de ele não ser mais deputado.'

Jardel disse que pretende permanecer com seu mandato na Assembleia Legislativa. “Você acha que eu vou deixar tomarem o meu mandato?Ninguém vai tomar o meu mandato. Desta maneira não. O doutor Amadeu vai provar que eu sou inocente.”

Há uma decisão judicial, concedida pelo desembargador Newton de Leão, do Tribunal de Justiça, determinando o afastamento do parlamentar de suas funções por 180 dias. A determinação ocorreu após solicitação do Ministério Público do RS, que investiga Jardel desde o mês de setembro. O MP reuniu farto material documental e pretende denunciar o deputado por pelo menos quatro crimes: peculato e desvio, falsidade documental, concussão e lavagem de dinheiro.

Nesta tarde Weinmann terá audiências com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Edson Brum (PMDB), e com o corregedor da Casa, deputado Marlon Santos (PDT), para tratar da situação de Jardel. Pela manhã a procuradoria da Assembleia ingressou no Tribunal de Justiça com pedido de reconsideração a respeito da determinação do desembargador Newton de Leão. O Legislativo não está questionando o mérito das denúncias. Mas considera que a suspensão se caracterizou como ingerência entre poderes. 

Confira vídeo:


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