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Alíquota da nova CPMF será de 0,2%
Alemanha e Brasil, por Jurandir Soares
Alerta para os preços da soja
Dia da Juventude do Brasil é data especial
É culpa do Sartori, por Gabriel Souza
O socialismo bolivariano está afundando o Brasil, por Lúcio Machado Borges*
Muitas pessoas, que na minha opinião são verdadeiros analfabetos políticos, devem estar contentes com esta situação em que o Brasil se encontra no momento. Muitas pessoas que sempre defenderam o socialismo e o bolivarismo chavista (aliás, isso é uma coisa que eu nunca entendi, já que Simón Bolívar não tem nada a ver com o socialismo) devem estar contentes, já que nos dias de hoje, passamos as mesmas dificuldades que a Venezuela.
Em primeiro lugar, o socialismo não deu certo em lugar algum. Em todos os países que ele foi implantado ele só gerou pobreza, desgraça e miséria. O Brasil está passando por uma forte recessão técnica, o dólar já ultrapassou a casa dos R$ 4,00.
Como sempre acontece nos países esquerdistas, por causa da roubalheira, da má gestão, os investidores desapareceram dessas republiquetas e acabam migrando para países sérios.
Aqui no Rio Grande do Sul, Tarso Genro do PT, acabou com o Estado, que há muito tempo já estava passando por sérias dificuldades financeiras. O próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy disse que Tarso Genro, que ainda por cima deu um aumento ao funcionalismo estadual acabou dando o “golpe de misericórdia” no Estado, já que ele fez uma péssima gestão. Lógico que isso acaba gerando a revolta de Tarso Genro contra o ministro Levy.
A situação do Rio Grande do Sul hoje é tão crítica que está faltando dinheiro para pagar o salário do funcionalismo público estadual.
Aqui nas escolas públicas estaduais lembram muito o que acontece na Venezuela bolivariana: falta até o papel higiênico!
*Editor do site RS Notícias
Artigo escrito no dia 23 de setembro de 2015.
CRISE EM UM PAÍS DA UNIÃO EUROPEIA E CRISE EM UM PAÍS DA UNASUL!
1. A grande bravata dos presidentes –ditos- de esquerda, da América Latina, foi comemorar como um grande evento terem ficado livres do FMI. Da mesma forma comemoraram como uma grande vitória sobre o imperialismo ianque liquidarem de vez com a ALCA (área de livre comércio das Américas). Da mesma forma liquidaram o Grupo Andino e o Mercosul.
2. No lugar de todos, criaram a ALBA (Aliança Bolivariana dos povos de nossa América), sob a liderança de Hugo Chávez; e a UNASUL, fórum de debates políticos e ideológicos, defensor das teses e ações populistas de seus membros. A América –do Sul e Central- perdeu qualquer elemento de referência que desse cobertura –inclusive política- a situações de crise que exigisse medidas de austeridade e garantisse os financiamentos no caso dessas medidas serem adotadas.
3. A União Europeia enfrentou, desde 2008, uma crise financeira, econômica e até política, de proporções muito maiores do que a enfrentada pela América Latina –Brasil em destaque- nos últimos 4 anos. As medidas de austeridade exigidas pela União Europeia, se por um lado tiraram popularidade dos governos, por outro deram cobertura política aos governos, pois compartilham responsabilidades. E garantem os recursos de cobertura e financiamento e refinanciamento para o caso das medidas serem aplicadas.
4. Hoje, Portugal e Espanha já iniciam um novo ciclo ascendente e nas eleições deste final de 2015, o PSD e o PP entram competitivos na disputa do poder. Grécia optou por ser uma exceção. Um novo partido à esquerda venceu as eleições uns 2 anos atrás afirmando que não aceitaria as medidas de austeridade impostas pela União Europeia. E assim o fez. Foi para o confronto. Ganhou um referendo. E a situação se tornou crítica. O carismático primeiro ministro teve que recolher seu discurso radical e estabelecer um acordo com a União Europeia. Em seguida, renunciou e chamou novas eleições. O grupo mais radical de seu partido rompeu e formou novo partido. Com isso, o Syriza se transformou num partido socialdemocrata e a dita esquerda ficou sem expressão eleitoral nas pesquisas com vistas às eleições deste final de ano.
5. Os países da América Latina –em sua rebeldia populista- ficaram sem referência, sem piso, sem ponto de apoio. Em seu anarco-liberalismo (e não socialismo) gozaram o ciclo expansivo dos preços das commodities. Esse ciclo terminou e, agora, sem lenço e sem documento, sem ter ponto de referência e sustentação, flutuam ao sabor de um tornado que engole o Brasil, a Venezuela e a Argentina, sem ter futuro, sem ter como olhar por dentro do tubo das ondas e ver luz no fim e para onde vão.
“CIDADE DAS ARTES” FOI O PONTO DE PARTIDA PARA PROJETOS DE GRANDES ARQUITETOS INTERNACIONAIS NO RIO!
(Estado de SP, 13) 1. Graças à projeção internacional trazida pelos eventos internacionais, a capital fluminense se credenciou para o rol de cidades globais com construções grifadas há dois anos. A partida foi com a Cidade da Música, desenhada pelo francês Christian de Portzamparc, que também tem um Pritzker. Inaugurada como Cidade das Artes, vencida uma década de edificação, atrasos e auditorias, a casa de espetáculos, na Barra da Tijuca (zona oeste), foi a primeira de uma série de obras estreladas a ficar pronta.
2. A segunda foi o prédio comercial Leblon Offices (Leblon, zona sul), assinado por Meier e entregue em julho. Entre os próximos lançamentos, há dois na Praia de Copacabana (zona sul): o Museu da Imagem e do Som, do escritório norte-americano Diller Scofidio + Renfro, que deve ser finalizado até junho de 2016; e o Residencial Casa Atlântica, na Praia de Copacabana, cujo traçado é de Zaha Hadid. Este só começa a subir em novembro.
3. Três ficam na área portuária: o Museu do Amanhã, projeto do espanhol Santiago Calatrava, prometido para este semestre; o paisagismo e urbanismo da orla da região, coassinado pelo escritório espanhol Alonso Balaguer Riera, que já resultou na reabertura da Praça Mauá, domingo passado; e o Edifício Pátio da Marítima, do escritório de Norman Foster e previsto para 2016. A lista tem ainda o Parque Olímpico, na Barra, planejado pelo grupo inglês Aecom, vencedor do concurso internacional realizado pela Empresa Olímpica Municipal e o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). O parque está sendo construído para os Jogos Olímpicos, em agosto do ano que vem.
ELEIÇÕES EM PORTUGAL: 4 DE OUTUBRO!
1. As eleições legislativas portuguesas, que determinarão a escolha do Primeiro Ministro para próximo quadriênio, serão decididas pelo voto dos indecisos, que perfazem no momento 25% do eleitorado. Hoje há um empate técnico nas pesquisas.
2. Consta que os indecisos tendem a votar nos candidatos que são atacados com mais virulência. Isso beneficiaria Passos Coelho/Paulo Portas, que não vem sendo poupados por ataques de Antônio Costa ("muiê", descendente de goeses...).
3. É por essa interpretação que os seguidores de PSD/CDS admitem a vitória, revertendo um quadro atualmente levemente negativo.
Ex-Blog do Cesar Maia