Sistema de irrigação reaproveita chorume

Projeto é testado no Aterro Sanitário Rincão das Flores, em Caxias do Sul (RS)

Maria Dal Canton Piovesan

mpiovesan@correiodopovo.com.br

Com o objetivo de diminuir o impacto do chorume na natureza, a Secretaria do Meio Ambiente de Caxias do Sul criou um projeto envolvendo resíduos sólido, que está sendo avaliado na Estação de Tratamento de Efluentes. O piloto é testado no Aterro Sanitário Rincão das Flores. A finalidade do sistema é que o produto, após tratado, possa ser uma forma de irrigação da área verde situada no próprio aterro e composta de vegetação rasteira.

O titular da pasta, Adivandro Rech, diz que antes de aspergir o efluente na terra foi feita a análise do solo. “Os mesmos testes ocorreram após e constatou-se que não há poluentes não há resíduos tóxicos. Isso indica que essa é uma das formas de tratamento do efluente”, ressalta. O secretário conta que, além de o município ter um aterro sanitário modelo, criou o projeto de reutilização do chorume tratado com o acompanhamento de uma equipe técnica qualificada. Os testes na Central de Tratamento de Resíduos iniciaram-se no fim de agosto. O projeto foi aprovado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

Sobre o sistema, a gerente de licenciamento da secretaria, engenheira Andressa Pianegonda, explica que foi aberta uma vala de quase 40 mil metros quadrados, em declive, e colocada uma camada de argila. Cobriu-se o local com lona impermeável e foi espalhada mais uma camada de argila de 1 metro de espessura, procedimentos que evitam qualquer tipo d contaminação do solo. Ela diz que o resíduo do lixo é descarregado no local por carretas, enquanto três tratores compactam produto. O chorume, conduzido por tubulação até a Estação de Efluentes, após tratado, é aspergido no solo.

Alessandra diz que o tratamento consiste na adição de produtos fisio-químicos e que periodicamente são realizadas análises do solo. Diariamente são gerados na estação de tratamento 120 metros cúbicos de líquido. Segundo ela, não há previsão de que o chorume, mesmo após ser tratado, possa ser aspergido em outros solos. O Aterro Sanitário Rincão das Flores entrou em funcionamento em 2010. É gerenciado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e operado pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca).

Fonte: Correio do Povo, página 11 de 6 de setembro de 2015.

Aécio quer anexar delação em ação

Advogados da coligação Muda Brasil, do ex-candidato Aécio Neves e do PSDB, pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o corregedor João Otávio Noronha anexe aos autos da ação contra a chapa da presidente Dilma Rousseff o depoimento prestado na sexta-feira pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, ao juiz Sérgio Moro. Pessoa afirmou ter depositado dinheiro de propina da Petrobras direto na conta do PT.


Fonte: Correio do Povo, página 3 da edição de 6 de setembro de 2015.


O menino morto na praia, por Rogério Mendelski

A foto do menino turco que morreu afogado no Mediterrâneo não tem qualquer componente ideológico como a canção “Meu Guri”, do Chico Buarque. O Compositor glamourizou o pivetismo (como no filme “pivete”), numa perigosa associação onde bandido é mocinho e Polícia é bandido. Sabemos todos que a vitimização da bandidagem é um argumento socioesquerdista que tem levado o Brasil à atual situação que estamos vivendo – o lado decente do país encurralado pelos delinquentes e estes protegidos pela mídia amiga, pela sociologia marxista e pelos defensores dos direitos humanos.
Já o garotinho estendido na praia é aquela vítima inocente, mas dolorosamente real, cujas imagens espedaçaram os corações humanos de nosso conturbado planeta colocando-nos dentro daquelas balsas que cruzam o mar Mediterrâneo e vivendo o drama do pai do menino que viu seu filho escapar de suas mãos na tentativa de socorrê-lo.
A foto jés está inserida no painel das grandes tragédias da humanidade onde a violência se transforma na identidade monstruosa que Hanna Arendt definiu como a banalização do mal. Aylan Kurdi, de 3 anos, de braços, ali na praia turca, é também aquele menino judeu de braços erguidos, rendendo-se a m soldado SS, sob a mira de uma metralhadora, no Gueto de Varsóvia, mas pode ser comparado ainda à menina queimada por napalm, chorando e correndo com seus irmãos numa estrada do Vietnã.
A brutalidade humana, seja do fascismo, seja do comunismo, seja fundamentalismo religioso ou seja do confronto racial e tribal sempre se revela mais abjeta quando as vítimas são as crianças.
Não há poesia em ver crianças subnutridas na África, e aquela que foi fotografada com um abutre lhe espreitando, no Sudão, é outra imagem que confirma a banalização do mal de alguns seres humanos com poder de vida e morte de milhões de outras pessoas.
Aquele garotinho sírio – não consigo afastá-lo de meus pensamentos – é a nossa tragédia de todos os dias. Ela está lá no Oriente Médio, mas que garante que estamos imunes à globalização do mal?


O mal banalizado (1)

Hannah Arendt chegou a ser incompreendida quando mostrou o mal banalizado ao acompanhar o julgamento de Adolf Eichmann, em Jerusalém, depois de o nazista ser capturado por um comando israelense na Argentina. Eichmann estava encarregado da “solução final” nos campos de concentração na II Guerra Mundial.


O mal banalizado (2)

Ao analisar o “indivíduo Eichmann”, Hannah constatou que ele não possuía um histórico ou traços antissemitas e não apresentava características de um caráter distorcido ou doentio. Ele agiu segundo o que acreditava ser o seu dever, cumprindo ordens superiores e movido pelo desejo de ascender em sua carreira profissional, nas mais perfeita lógica burocrática. Cumpria ordens sem questioná-las, com o maior zê-lo e eficiência, sem refletir sobre o Bem ou o Mal wur pudessem causar.

O mal banalizado (3)

Para Hannah, o mal que ela constatou em Eichmann não era filosófico, não era uma categoria ontológica nem metafísica. Era político e histórico. Produzido por homens que se manifestam apenas onde se encontram espaço institucional para isso – em razão de uma escolha política. A trivialização da violência corresponde, para Arendt, ao vazio de pensamento, onde a banalidade do mal se instala.


O mal atualizado


Os milhões de refugiados em busca de uma vida decente fora das zonas de conflito são as vítimas do mal banalizado. Como entender o policial que impede uma criança de passar por uma barreira? Como entender um casal com um bebê na linha de trem sendo separado à força? Os policiais “estão cumprindo ordens superiores, na mais perfeita lógica burocrática”.

E aqui?

O mal se banalizou o Brasil através da roubalheira oficial, em nome de interesses de partidos e controle de poder. E o resultado disso é a morte de pessoas nos corredores dos hospitais, nas balas perdidas e na fome que ronda quem recebe salário em conta-gotas.

Fonte: Correio do Povo, página 4 da edição de 6 de setembro de 2015.



José Dirceu: lobista pagou reforma de casa

A arquiteta Daniela Facchini, responsável pela obra da casa do ex-ministro da José Dirceu em um condomínio de luxo em Vinhedo (SP), entregou à Polícia Federal documentos fotos, plantas arquitetônicas, notas fiscais e planilhas relacionadas à reforma. Dirceu está preso preventivamente desde 3 de agosto, quando foi deflagrada a Operação Pixuleco, desdobramento da Lava Jato. O ex-ministro é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A obra teria sido custeada pelo lobista Milton Pascowitch. O imóvel estava em nome da empresa TGS, de Júlio César Santos, ex-sócio de Dirceu. Em documento anexado aos autos da Operação Lava Jato, a arquiteta afirma que a obra custou R$ 1.814.546,19. Desde total, segundo ela, R$ 1,3 milhão foi depositado em sua conta corrente. A diferença, afirmou Daniela Facchini, foi entregue em espécie pelo lobista Milton Pascowitch. Ele é um dos delatores da Operação Lava Jato. Seus depoimentos levaram Dirceu à prisão.




Fonte: Correio do Povo, página 3 da edição de 6 de setembro de 2015.


Zelotes fará as primeiras denúncias

Seis empresas investigadas devem ser relacionadas pelo Ministério Público Federal nos próximos dias, ente elas uma gaúcha

As primeiras denúncias da Operação Zelotes, que apura um esquema de propinas e tráfico de influência no Conselho Administrativo de Recursos Fiscal (Carf), devem ser apresentadas ainda este mês. Segundo o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Frederico Paiva, que está à frente das investigações, seis empresas devem ser denunciadas nos próximos dias por crime de sonegação de impostos e corrupção no Carf. Uma delas poderá ser gaúcha. Atualmente são 20 empresas investigadas.

“Algumas empresas gaúchas estão sendo investigadas, então é provável que pelo menos uma delas já venha nessa primeira leva. Essas questões estão tramitando em segredo de Justiça e não podem ser reveladas. Só a Justiça pode autorizar e tornar público”, disse Paiva na sexta-feira passada ao programa “Agora”, da Rádio Guaíba, apresentado por Felipe Vieira.

Paiva explicou que o fim desta primeira fase da investigação só depende da entrega de informações bancárias, especialmente, por parte do banco Itaú. “Assim que elas (as informações) chegarem já temos condições de oferecer as seis primeiras denúncias”, afirmou.

O procurador disse que pretende apresentar uma denúncia consistente. “As denúncias virão bem fundamentadas e com muitas provas. O MPF não fará ilações, nem denúncias com dúvidas”, assegurou. Segundo o procurador, dos 70 processos sob suspeita, em pelo menos 20 o MPF conseguirá comprovar de maneira sólida que houve atos ilícitos. Este volume representa cerca de R$ 6 bilhões. “Já houve o bloqueio de bens de vários investigados”, revelou.

Operação Zelotes foi deflagrada pela Polícia Federal no fim de março para desarticular organizações que manipulavam o trâmite d processos e o resultado de julgamentos. Conforme o MPF, os 74 julgamentos do conselho realizados entre 2005 e 2013 que estão sendo analisados somam R$ 19,6 bilhões que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos. O valor é quase o dobro do que apurou a Operação Lava Jato.

O Carf, órgão ligado ao Ministério da Fazenda, composto por 216 conselheiros em turmas de seis membros, julga em segunda instância recursos administrativos fiscais relativos a tributos cobrados pela Receita Federal. De acordo com o MPF, os integrantes do esquema de corrupção escolhiam processos de grande valor que estavam na pauta do órgão, buscando, em seguida, oferecer uma solução convincente às companhias em troca de dinheiro. Os operadores atuavam no fluxo dos processos, recorrendo à corrupção de conselheiros. Parte dos conselheiros envolvidos, segundo o MPF, ea do Ministério da Fazenda, mas a maioria pertencia ao Sistema S, que compreende entidades voltadas ao treinamento profissional, entre as quais estão Senai, Sesi e Senac.

Entre as empresas investigadas na operação estão só grupos gaúchos Gerdau, RBS, Mundial-Eberle e Marcopolo. O Carf tem R$ 516 bilhões em processos para julgamento. Em média um processo leva oito anos para ser julgado.

Fonte: Correio do Povo, página 6 de 6 de setembro de 2015.

Alta do ICMS: pesquisa diz que 91,7% são contra

A maioria dos eleitores gaúchos (91,7%) é contra a aprovação do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelos deputados estaduais, conforme apurou a pesquisa de opinião encomendada pela Fiergs ao Instituto Methodus. Os entrevistados afirmaram que a elevação da alíquota não resolverá a crise financeira (73,2%) e ampliará o desemprego (88,3%). As entrevistas ocorreram de 28 de agosto a 1º de setembro e envolveram mil pessoas, de diferentes classes sociais, em 20 municípios.



Fonte: Correio do Povo, página 4 de 5 de setembro de 2015.

Poupança perde quase R$ 50 bi em oito meses

Com fuga de R$ 7,5 bilhões em agosto, 2015 foi pior ano em duas décadas

Brasília – O combo “recessão e juros altos” fez com que a caderneta de poupança tivesse o pior resultado em meses de agosto e no acumulado dos oito primeiros meses do ano da história. Os saques na aplicação mais popular do país superaram os depósitos em R$ 7,5 bilhões no mês passado, de acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC). Além de ser pior gosto, é a segunda maior fuga já registrada em qualquer mês. O volume de saques do mês passado só não é maior do que o de março passado, quando os brasileiros retiraram R$ 11,4 bilhões.
Já entre janeiro e agosto, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 48,49 bilhões. Isso faz de 2015 o ano com o maior volume de retiradas desde 1995, quando o BC começou a compilar essas informações. Dos oito meses do ano, a poupança ficou no vermelho os oito meses, fato que não ocorria desde 2003. Com o resultado de agosto, o saldo total da poupança ficou em R$ 645,11 bilhões. Os depósitos somaram R$ 155,95 bilhões no mês passado, enquanto as retiradas foram de R$ 163,45 bilhões.
A drenagem de recursos da poupança acontece em um momento difícil da economia, de recessão técnica, com queda do Produto Interno Bruto (PIB) por dois trimestres consecutivos, alta da inflação e também dos juros básicos da economia (Selic). Além disso, subiram vários tributos neste ano, diminuindo a renda disponível da população. Avançaram impostos sobre empréstimos, importados, carros, cosméticos, cerveja, vinhos, destilados, bancos, gasolina, entre outros. Também forma promovidas limitações de benefícios sociais como seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial e pensão por morte, além de aumento da tributação sobre a foha de pagamento.
O desemprego, por sua vez, não para de aumentar. A taxa registrada no segundo trimestre, de 8,3%, é a maior da série histórica que teve início em 2012. O endividamento das famílias com os bancos, em relação à renda acumulada dos últimos 12 meses, atingiu 45,8% em junho.
Para completar o quadro, a poupança tem perdido atratividade. Isso ocorre porque o rendimento dos fundos de renda fixa sobem juntos com a Selic. Já o rendimento das cadernetas, quando a taxa de juros está acima de 8,5% ao ano, como atualmente, está limitado em 6,17% ao ano mais a variação da Taxa Referencial (TR).




Fonte: Correio do Povo, página 4 de 5 de setembro de 2015.

São Paulo, mesmo com 11 desfalques, conseguiu vencer o fraco Internacional, por Lúcio Machado Borges*

O São Paulo Futebol Clube jogou nesta noite de sábado, antevéspera do feriadão da Independência, com 11 desfalques no estádio do Morumbi e mesmo assim, conseguiu passar por cima do fraco e limitado Sport Club Internacional.

A imprensa gaúcha vive falando, de forma muito ingênua, que o Inter é o melhor time e o melhor plantel do Brasil. Na transmissão da rádio Gaúcha, o “comentarista” Maurício Saraiva disse que o plantel colorado é muito caro.

Até concordo que o plantel colorado é caro, mas a relação custo-benefício, não vale. O plantel do Internacional pode ser caro, mas ao mesmo tempo, falta qualidade técnica.

Há muito tempo eu venho dizendo: O Internacional no Campeonato Brasileiro luta apenas para não cair. A partida do Inter contra o Vasco foi um jogo de seis pontos, já que o Inter luta para não cair. Como o time é muito fraco, não tem a menor chance de ser campeão brasileiro ou da Copa do Brasil.

O que eu acho interessante é que a imprensa gaúcha, de forma alguma, admitiu a falta de qualidade do Internacional. Neste momento, a imprensa gaúcha fala que o Internacional está com falta de ritmo. A imprensa diz que está faltando preparo físico.

Na verdade, não falta preparo físico. A verdade é que o time é muito ruim mesmo!

Enquanto a imprensa gaúcha continuar mentindo que o Internacional é o “Campeão de Tudo”, que o Internacional é o melhor time e o melhor plantel do país, isso vai continuar acontecendo.

Falta humildade para a imprensa gaúcha e para a direção colorada para admitir que o time é muito fraco. Na pior das hipóteses, um time comum!

Editor do site RS Notícias

Artigo escrito no dia 5 de setembro de 2015.

Uma noite de caos em Porto Alegre, por Lúcio Machado Borges*

Acho que a maioria dos gaúchos e em especial os porto-alegrenses, jamais vão esquecer a noite de terror que a bandidagem promoveu nesta sexta-feira, dia 4 de setembro de 2015.

Tudo começou muito cedo. Primeiro, os bandidos assaltaram o supermercado Nacional, que fica na rua José de Alencar. Depois, eles assaltaram a farmácia Panvel e o posto de gasolina, de bandeira Ipiranga que fica na rua José de Alencar, esquina com a Silveiro.

Estes mesmos bandidos, ainda assim, assaltaram outro supermercado Nacional, que fica na Avenida Aureliano de Figueiredo Pinto. Quando eles assaltaram o primeiro supermercado Nacional, teve um confronto a tiros. Logo após o assalto do segundo Supermercado Nacional, houve um novo confronto com a Brigada Militar, ferindo um dos policiais no joelho e um pedestre que passeava com os seus cães entre a Praça Garibaldi e o Ginásio Tesourinha, foi vítima de uma bala perdida e está em estado gravíssimo no HPS.

Mais adiante, teve um novo confronto com a Brigada Militar e teve um outro brigadiano ferido, desta vez no ombro e os bandidos acabaram abandonando o veículo onde eles se encontravam. Segundo as informações da Brigada Militar, havia manchas de sangue dentro do veículo. O que leva a crer que deve ter bandidos feridos.

Mas a noite não acabou por aí. Segundo relatos da própria Brigada Militar, houve vários assaltos a postos de gasolina, teve um arrastão à noite nos bares do bairro Cidade Baixa e um outro arrastão foi verificado na madrugada.

Também há informações de arrastões ocorridos nos bairros Menino Deus e Azenha. Também ocorreu um arrastão, por volta das 2h da manhã deste sábado no restaurante Dado Bier. Além de roubarem objetos pessoais dos clientes, os bandidos também levaram R$ 5.000,00 do caixa do restaurante.

O Rio Grande do Sul está passando por m momento bem delicado. Está faltando dinheiro para pagar o salário dos funcionários públicos, falta dinheiro para a saúde, educação e para segurança.

Uma solução de urgência seria no momento, o governador Sartori solicitar ao governo federal o envio de tropas de Segurança Nacional. Pelo menos eles poderiam ficar aqui no Estado até a “poeira baixar”.

O que o governador Sartori vai fazer, eu confesso que não sei, mas do jeito que está, não dá para ficar mais!

*Editor do site RS Notícias

Artigo escrito no dia 5 de setembro de 2015

Quem defende a liberação das drogas não pode reclamar da violência, por Lúcio Machado Borges*

É impressionante como existem pessoas demagogas, que na maioria das vezes são pessoas atrasadas ,identificadas com os movimentos de esquerda, pessoas ligadas ao socialismo ou ao movimentos sociais. Estas pessoas, na maioria das vezes reclamam da Polícia, falam que existe muita repressão policial e da sociedade contra o “excluído social”. Muitas destas pessoas defendem a liberação das drogas.

Em primeiro lugar, lembrando o grande Sigmound Freud: “repressão é civilização! Infelizmente, a repressão é um mau necessário”. Interessante o que vemos neste momento aqui no Rio Grande do Sul, onde está faltando dinheiro até para pagar os salários do funcionalismo público e por consequência disso podemos ver os reflexos na saúde, na educação e na segurança pública. O interessante disso tudo é que as mesmas pessoas que estão reclamando da falta de segurança, são as mesmas pessoas que fazem parte dos movimentos de esquerda e que defende a legalização das drogas. Ora, quem sustenta toda esta violência diária que vemos em todo o Brasil, em especial aqui no estado do Rio Grande do Sul é as drogas. São marginais roubando, matando e estuprando para conseguir dinheiro para comprar as suas drogas e para sustentar o vício e o tráfico também!

As pessoas que consomem drogas ou que defende a liberação delas (geralmente quem defende é porque consome também!) não podem reclamar de jeito nenhum da falta de segurança. Quem compra e quem consome drogas, está financiando o crime organizado no Estado e no país. É muita hipocrisia da parte destas pessoas virem a público reclamar da falta de segurança no Estado. Quem não faz parte da solução, faz parte do problema. Aliás, é sabido e notório que a maioria das pessoas que são ligadas aos movimentos sociais e aos partidos de esquerda tem alguma ligação direta ou indireta com o submundo das drogas. É interessante que não se toca mais no assunto, mas o PT sempre teve uma forte ligação com as Farc.

Aqui no Rio Grande do Sul, já tivemos um governador que todo mundo sabe que é um drogado. Aliás, a filha dele e o ex-genro deste ex-governador também tem forte ligações com o submundo das drogas!

*Editor do site RS Notícias

Artigo escrito no dia 4 de setembro de 2015