Morre, aos 87 anos, o escritor alemão Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura

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Morre, aos 87 anos, o escritor alemão Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura - www.rsnoticias.net

 

 

 

Festival de literatura fantástica invade Porto Alegre no fim de semana

Evento reunirá diversas vertentes da área

correiodopovo.com.br

Dias Toffolli poderá entrar para história, por ser o primeiro a enfrentar um processo de impeachment no Senado.Primeira vez na história no país, o Senado receberá o pedido de impeachment de um ministro do STF.O pedido será protocolado por um Procurador da Fazenda, mas na qualidade cidadão comum; e já conta com o apoio de parte da oposição. Entre os argumentos usados no pedido, está juízo de valor sobre o "petrolão". Segundo Toffoli, os maiores bandidos são as empresas e não os partidos políticos; ou seja, ele já deu a sua sentença.#ForaToffoli#ForaDilma#ForaPT#ForaForoDeSãoPaulo#ComunismoAquiNãoVeja o vídeo, da linda jornalista, Joice Hasselmann, que sempre traz assuntos relevantes e importantes para todos nós, sempre com muita qualidade.Patricia Melo

Posted by Revoltados ON LINE on Quinta, 9 de abril de 2015

Marinha do Brasil e 9 órgãos abrem prazo para 1.090 vagas no início da semana

Marinha do Brasil e 9 órgãos abrem prazo para 1.090 vagas no início da semana

Posted: 13 Apr 2015 12:50 AM PDT

Concurso abertos 2015 - Nesta segunda feira começamos a semana com cerca de 10 órgãos que abrem inscrições para mais de 1.090 vagas e formação de cadastro de reserva em diversos cargos de todos os níveis de escolaridade. Câmara Municipal de Rio Preto da Eva (AM) 12 vagas em cargos de níveis fundamental e médio Salários R$ 736 a R$ 800 Inscrição de 13 a 30 de abril na Escola Municipal "

 

Vagas Atento Campinas SP - Empresa oferece 587 vagas para teleoperadores

Posted: 13 Apr 2015 12:55 AM PDT

Estão abertas pela Atento, cerca de 587 vagas de emprego para a função de teleoperador na cidade de  Campinas (SP). Todas as vagas de empregos são para a área operacional da empresa são de acordo com o regime CLT. Os candidatos interessados em concorrer à vaga, devem ter segundo grau completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal,

Manifestações deste domingo aconteceram em 216 cidades do país, aponta G1

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Manifestações deste domingo aconteceram em 216 cidades do país, aponta G1 - www.rsnoticias.net

 

Programa de gestão da água de Itaipu é apresentado como solução para São Paulo

 

Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil Edição: Lana Cristina

Usina Hidrelétrica de Itaipu

A iniciativa, desenvolvida pela empresa Itaipu Binacional, recuperou municípios da região da usina hidrelétrica, na bacia hidrográfica Paraná 3, no oeste do estadoArquivo/Agência Brasil

O programa Cultivando Água Boa, implementado no Paraná e considerado pelas Nações Unidas (ONU) a melhor prática de gestão da água no mundo neste ano, está sendo apresentado na cidade São Paulo como alternativa para contornar a crise hídrica no estado.

A iniciativa, desenvolvida pela empresa Itaipu Binacional, recuperou municípios da região da usina hidrelétrica, na bacia hidrográfica Paraná 3, no oeste do estado. Em 29 cidades, onde vivem mais de 1 milhão de pessoas, o projeto contou com cerca de 2,4 mil colaboradores e resultou na produção anual de 430 bilhões de litros de água, duas vezes mais que a necessidade da população local.

Para o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional, Nelton Friedrich, essa é uma estratégia local para o enfrentamento das mudanças climáticas e para a gestão de bacias hidrográficas, o que pode ajudar, neste momento de crise, a rever a forma de uso dos recursos hídricos.

“Nós elegemos a unidade 'bacia hidrográfica' como território de atuação do programa, porque é assim que a natureza está planejada. A recuperação tem um resultado extraordinário para as pessoas, para os municípios e para o país, porque recupera o solo, a água e a convivência comunitária”, explica.

No início do programa, quando foi implementado nas cinco primeiras microbacias, houve a recuperação de 55 espécies da flora e fauna. “O mais importante é que isso despertou nas próprias comunidades um interesse novo, porque voltaram também [a aparecer] pastos que já não se encontravam mais [na região da usina] e algumas flores”, disse o diretor.

O tratamento da água abrange muitos setores e ações, entre elas, a recomposição de mata ciliar, a educação ambiental, a agricultura familiar e a coleta de recicláveis. A educação envolveu merendeiras, professores, pescadores, jardineiros e estudantes. Já o desenvolvimento de uma agricultura orgânica, sem agrotóxicos e sustentável, resultou no percentual de 70% da merenda escolar sendo fornecida pela produção local de alimentos.

A inclusão social e produtiva alcançou ainda comunidades indígenas e quilombolas, incentivando não só o cultivo de alimento, mas também a instalação de centros de artesanato e apoio para infraestrutura. “Há uma forte ação educacional e construção de uma cultura da água, da cultura de sustentabilidade, com ênfase nos nexos da água com a produção de energia, a produção de alimentos e a sustentação da comunidade de vida”, apresentou a Itaipu.

O secretário do Verde e Meio Ambiente, Wanderley Meira, disse que a educação ambiental é importante sobretudo na primeira infância. Ele destacou ainda que a cidade de São Paulo exige que tudo seja em grande escala, o que seria um desafio para implementação de programas como este.

“Também é importante frisar que, na cidade de São Paulo, quem cuida da água, tanto do seu manejo, do tratamento, do abastecimento e do acondicionamento é a Sabesp”, acrescentou. Apesar disso, ele observou que há ações que podem ser executadas pelo governo municipal. “Tem, sim, um papel da prefeitura, mas muito mais de educação ambiental e de preparar a população para o uso mais adequado do consumo do que necessariamente na operação da água.”

A comunidade poderá conhecer mais sobre o programa Cultivando Água Boa em uma exposição gratuita que está aberta no Museu Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP).

 

Agência Brasil

Turquia classifica de infundadas declarações do papa sobre genocídio de armênios

Da Agência Lusa

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, considerou hoje "infundadas" e "longe da realidade histórica" as declarações do papa Francisco, que classificou de "genocídio" o massacre dos armênios pelas forças otomanas durante a 1ª Guerra Mundial.

"A declaração do papa, que está longe da realidade jurídica e histórica, não pode ser aceita", afirmou Cavusoglu, numa mensagem na rede social Twitter. "As autoridades religiosas não são para incitar ressentimento e ódio com alegações infundadas", acrescentou o governante turco.

O papa Francisco usou hoje (12) a palavra “genocídio” para falar do massacre dos armênios há 100 anos. “No século passado, a humanidade passou por três tragédias sem precedentes. A primeira, que foi largamente considerada como ‘o primeiro genocídio do século 20', atingiu o povo armênio”, declarou Francisco numa missa na Basílica de São Pedro, em Roma, durante a qual citou um documento assinado em 2000 pelo papa João Paulo II e pelo patriarca armênio.

“As duas outras [tragédias humanas] foram praticadas pelo nazismo e pelo estalinismo. E mais recentemente [houve] outros extermínios de massa, como no Camboja, em Ruanda, Burundi ou na Bósnia”, acrescentou, citado pelas agências internacionais de notícias.

As declarações do papa foram feitas na abertura de uma missa em memória dos armênios massacrados entre 1915 e 1917, concelebrada com o patriarca armênio e na presença do Presidente da Armênia, Serzh Sargsyan.

Segundo a Agência France-Presse (AFP), mesmo que o papa João Paulo II tenha usado o termo “genocídio” no documento assinado em 2000 com o patriarca armênio, trata-se da primeira vez que um papa o utiliza publicamente ao falar do massacre dos armênios no início do século passado.

A Armênia estima que 1,5 milhões de armênios tenham morrido entre 1915 e 1917, no final do império otomano, com vários historiadores e muitos países tendo reconhecido o genocídio.

 

Agência Brasil

Manifestação de Brasília termina em clima pacífico

Balanço final da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) sobre a manifestação contra a corrupção, a favor da democracia e pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff realizada hoje (12), em Brasília, mostra que o movimento teve um pico de concentração de 25 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios.

A população de Brasília protesta, pela segunda vez, contra a corrupção e contra o governo federal. Há manifestações em várias cidades do país (Valter Campanato/ Agência Brasil)

Assim como no ato de 15 de março, a manifestação de hoje transcorreu em clima pacífico e sem ocorrências graves registradas pelas autoridades de segurançaValter Campanato/ Agência Brasil

Assim como no ato de 15 de março, a manifestação de hoje transcorreu em clima pacífico e sem ocorrências graves registradas pelas autoridades de segurança. “Tivemos hoje, no pico de concentração dos manifestantes, em torno de 25 mil pessoas. Não tivemos registro de ocorrência de gravidade. Foi bem tranquilo e a polícia agradece a forma de participação da população, bem ordeira, tranquila e pacífica”, destacou o chefe do Departamento Operacional da PMDF, coronel Lemos. No ato promovido há cerca de um mês, também na Esplanada, a PM estimou a participação de 45 mil pessoas.

Convocada pelas redes sociais, a manifestação em Brasília teve concentração na região central administrativa da cidade. Por volta das 9h, os manifestantes começaram a chegar para o ato e se concentraram em frente à Biblioteca Nacional de Brasília e ao Museu da República. Por volta das 10h, as pessoas, na maioria com roupas nas cores verde e amarelo e carregando bandeiras do Brasil, saíram em passeata em direção ao Congresso Nacional.

Desde o início dos protestos, os gritos de ordem eram contra o PT, a presidenta Dilma, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a corrupção e pelo impeachment. Os manifestantes também pediam a redução do número de ministérios e de deputados, além de mudanças na legislação eleitoral para acabar com a suplência para o cargo de senador. Outro pedido dos manifestantes era a saída do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli do cargo por ter sido advogado do PT e indicado à Corte por Lula.

Em diversos momentos, os trios elétricos tocaram o Hino Nacional, que era cantado pela multidão. Um pequeno grupo, autointitulado A Ordem Dourada do Brasil, pedia a “intervenção militar constitucional”. Na chegada dos manifestantes ao gramado do Congresso, dois grupos se desentenderam, um que gritava pela democracia e outro que pedia a intervenção das Forças Armadas. Foi necessária a atuação de policiais militares para conter o tumulto.

Cerca de três horas depois do início da manifestação, as pessoas começaram a se dispersar e o ato foi encerrado.

 

 

Agência Brasil

 

Vice-presidente Michel Temer esteve presente no velório no Palácio Piratini - Crédito: Tarsila Pereira

Política

Velório de Paulo Brossard conta com presença de políticos

Saúde

Sobe para 3 o número de pessoas que contraíram dengue na Capital

    Geral

    Vale do Rio Pardo quer oito centrais hidrelétricas

      Caso Bernardo

      Perito aponta que mãe pode não ter escrito carta de suicídio

        Hillary Clinton anuncia candidatura à Presidência dos EUA - Crédito: Don Emmert / AFP / CP

        Estados Unidos

        Hillary Clinton anuncia candidatura à Presidência

        Hillary Clinton vai concorrer à Presidência dos Estados Unidos em 2016

        Hillary Clinton

        Hillary Clinton confirmou que disputará a Presidência dos EUAAntônio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

        A democrata Hillary Clinton confirmou hoje (12), em vídeo postado na sua página na internet, que vai disputar as eleições presidenciais nos Estados Unidos em 2016. Será a segunda vez que ela se candidatará ao posto.

        Hillary Clinton é ex-senadora e já foi secretária de Estado. A decisão de Hillary já tinha sido confirmada em mensagens aos apoiadores pelo presidente da sua campanha, John Podesta.

        “É oficial: Hillary é candidata a presidente”, escreveu John Podesta, em uma mensagem dirigida aos doadores da campanha, confirmando a nova tentativa da democrata de se tornar a primeira mulher a comandar os Estados Unidos.

         

         

        Agência Brasil

         

        Clássico mineiro terminou igual neste domingo - Crédito: Bruno Cantini / Atlético-MG / Divulgação / CP

        Campeonato Mineiro

        Com um a menos, Atlético-MG empata com o Cruzeiro

          Vasco foi melhor, mas não conseguiu abrir vantagem na semifinal - Crédito: Marcelo Sadio / Vasco / CP

          Campeonato Carioca

          Paulo Victor fecha o gol e Fla e Vasco ficam no 0 a 0

            Robinho foi jogador decisivo na partida   - Crédito: Ricardo Saibun / Santos FC / CP

            Campeonato Paulista

            Santos goleia o XV de Piracicaba e pega o São Paulo

              Jon Snow é um dos heróis da série  - Crédito: Reprodução / Facebook / CP

              TV

              Episódios de "Game of Thrones" vazam na internet antes da estreia

                Sétimo filme da franquia já arrecadou mais de 252 milhões de dólares em duas semanas  - Crédito: Reprodução / Facebook / CP

                Cinema

                ’Velozes & Furiosos 7’ domina a bilheteria na América do Norte

                 

                Circuito itinerante vai levar espetáculos a 108 cidades do paulistas

                 

                Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

                As praças, parques e outros espaços públicos de 108 cidades do interior paulista vão receber, a partir do dia 24 de abril, diversos espetáculos de música, dança, teatro, cinema, circo, artes visuais, literatura e cultura digital que compõem o Circuito Sesc de Artes – Conectando Lugares.

                Ao todo foram selecionadas 68 atrações, que somam 615 apresentações e intervenções artísticas e que vão ocorrer sempre aos finais de semana (de sexta-feira a domingo) até o dia 10 de maio. As apresentações, todas gratuitas, foram divididas em 12 roteiros diferentes, cada um deles contemplando nove cidades.

                A cantora brasiliense Ellen Oléria fez um show durante lançamento da adesão da EBC ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça da Secretaria de Políticas paras as Mulheres (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

                A cantora brasiliense Ellen Oléria é uma das atrações do Circuito Sesc de Artes – Conectando Lugares Marcello Casal Jr./Agência Brasil

                O objetivo do evento, de acordo com Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo, é levar espetáculos artísticos a cidades onde há menos oportunidades de que isso ocorra. “Trata-se de uma ação efetiva nessas cidades, mais intensa do que extensa, mexendo e sacudindo sobretudo com aquelas cidades que têm menos oportunidades de receber ações culturais espalhadas pelo país todo. A intenção efetiva é proporcionar a todas as pessoas que moram nessas pequenas e médias cidades do interior de São Paulo, a oportunidade de acesso a artistas que oferecem algum tipo de proposta nas mais diversas áreas artísticas”, disse.

                Um dos artistas que irão se apresentar no Circuito Sesc de Artes – e pela primeira vez no evento – é Richard Ruppelt. “Essa é uma oportunidade fantástica para as pessoas poderem participar de uma turnê com vários artistas nas cidades. E cada uma dessas cidades terá sua particularidade e estruturas diferentes. Então acho que será uma aprendizagem muito grande para quem faz, para quem realiza e para quem assiste.”

                Durante o circuito, Ruppelt vai apresentar o espetáculo Malabarismo é Música para os Olhos. “É uma poesia visual com os objetos. São números cômicos, divertidos, poéticos e reflexivos, para adultos e crianças”, explicou ele, que participará do roteiro de número 9, que percorre cidades próximas às unidades dos Sescs localizados em Santo André (Grande São Paulo), São Carlos (interior) e Campo Limpo (capital).

                Além de shows com atrações musicais como Ellen Oléria, Rael, Cachorro Grande e Tribo de Jah, algumas cidades contempladas pelo evento vão receber uma estante móvel com cerca de 200 livros para leitura e troca. A atividade, chamada Leve Livro, busca criar uma aproximação entre os leitores e estimular conversas sobre as obras.

                A programação completa do evento pode ser acessada no site do circuito.

                 

                 

                Agência Brasil

                Em menos de um mês, manifestantes voltam às ruas em protestos contra o governo

                Manifestantes fazem ato contra a corrupção e contra o governo na Avenida Paulista (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

                Manifestantes fazem ato contra a corrupção e contra o governo em diversas cidades do país. Na foto, protesto na Avenida PaulistaMarcelo Camargo/Agência Brasil

                Os protestos contra o governo e pelo fim da corrupção convocados para hoje (12) por diversas organizações reuniram manifestantes em todas as regiões do país. Em todas as cidades, muitos manifestantes vestiram verde e amarelo e levaram bandeiras do Brasil aos protestos.

                Entre as reivindicações, além dos pedidos de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, faixas e palavras de ordem pediam investigação de denúncias de corrupção, votação da reforma política e até o retorno dos militares ao poder.

                O número de participantes das manifestações deste domingo foi menor que nos atos do dia 15 de março. Em Brasília, a manifestação de hoje reuniu aproximadamente 25 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar (PM), e transcorreu de forma pacífica. No primeiro ato, há menos de um mês, 45 mil foram às ruas na Esplanada dos Ministérios.

                Em Goiânia, 2 mil pessoas participaram do protesto deste domingo na Praça Tamandaré, no setor oeste, segundo estimativas da PM. O número também é menor que o registrado pela corporação em março, de 60 mil participantes.

                A PM do Paraná informou que 40 mil pessoas participaram da manifestação na região central de Curitiba, encerrada no começo da noite. Além da capital, os protestos reuniram 5 mil pessoas em Londrina e 1,2 mil em Foz do Iguaçu, além de outras cidades do interior. De acordo com a PM, o policiamento foi reforçado em todo o estado

                Em Porto Alegre, a estimativa oficial da Brigada Militar é que 35 mil manifestantes tenham caminhado pelas ruas da capital em direção ao Parque Moinhos de Vento. Na manifestação de março, 100 mil participaram do ato contrário ao governo Dilma.

                No Nordeste, houve protestos em capitais como Recife, Salvador, Maceió, Natal e Aracaju. Em João Pessoa, um trecho da Avenida Epitácio Pessoa próximo à orla foi interditado, e a PM informou que 300 pessoas participaram da manifestação, que terminou por volta de 18h. Nenhuma pessoa foi detida, de acordo com a corporação.

                Em São Luís, aproximadamente 3 mil manifestantes se concentraram na Avenida Litorânea, segundo os organizadores do Movimento Brasil Livre. A PM contabilizou 400, que foram acompanhados por cerca de 20 policiais.

                Em Manaus e em Belém, os protestos ocorreram durante a manhã. Na capital amazonense, a concentração na Praça do Congresso, no centro da capital, começou tímida por causa da chuva, segundo os organizadores. Às 11h, a PM do estado informou que havia 360 manifestantes. A expectativa da organização era ter a adesão de 10 mil pessoas.

                O protesto em Belém reuniu cerca de 8 mil pessoas, segundo o coordenador do Movimento Brasil Livre no Pará Augusto César Silva. O grupo saiu do Mercado Ver-o-Peso em direção à Praça da República. De acordo com a PM, 3 mil pessoas participaram.

                Também pela manhã, em Belo Horizonte, 6 mil pessoas se juntaram ao protesto contra o governo e pelo fim da corrupção, de acordo com a PM. A concentração ocorreu na Praça da Liberdade, e os manifestantes seguiram até a Praça da Estação, no centro da capital mineira. Na manifestação do dia 15 de março, 24 mil pessoas estiveram no local, também segundo a polícia.

                Em São Paulo, a estimativa da PM estadual é que 275 mil pessoas tenham participado do protesto na Avenida Paulista. Na primeira manifestação, a PM informou que 1 milhão estiveram no local. De acordo com a corporação, o ato transcorreu sem incidentes até o começo da noite.

                Também sem ocorrências, no Rio de Janeiro, a manifestação pelo fim da corrupção e pela saída da presidenta Dilma terminou por volta das 15h, de forma tranquila. Desde as 10h, havia manifestantes na Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana.

                Até o começo da noite, o governo não se pronunciou sobre os protestos. No dia 15 de março, os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, foram convocados para responder às críticas e anunciar medidas do governo para combater a corrupção.

                Partidos de oposição se manifestaram sobre os protestos e se solidarizaram com as pessoas que foram às ruas contra o governo. Em nota, o PSDB criticou as medidas econômicas da presidenta Dilma Rousseff e disse que se une aos brasileiros que manifestaram “repúdio e indignação contra a corrupção sistêmica que envergonha o país”.

                O Solidariedade informou que aproveitou as manifestações para recolher assinaturas no abaixo-assinado que pede o impeachment de Dilma. O presidente do partido, deputado Paulinho da Força (SP), disse que a oposição não pode ficar indiferente aos protestos e deve cobrar do governo as demandas apresentadas nas ruas.

                 

                 

                Agência Brasil

                 

                Giuliano marcou o gol que dá vantagem para o Grêmio na semifinal do Gauchão - Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

                Grêmio

                Grêmio vence o Juventude e larga em vantagem

                 

                Presidente americano teve um encontro histórico com Raúl Castro nesse sábado na Cúpula das Américas  - Crédito: Mandel Ngan / AFP / CP

                Internacional

                Obama decidirá se Cuba sai da lista de terrorismo

                Felipão pediu respeito com o Juventude no jogo de volta na Arena - Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

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                    Diego Aguirre ressaltou a importância de um empate com os chilenos  - Crédito: Fabiano do Amaral / CP Memória

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                    Aguirre considera empate contra La U um bom resultado

                     

                    Em documento, presidente do Panamá aponta avanços da Cúpula das Américas

                     

                    Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Edição: Lana Cristina

                    Foto oficial da 7 Cúpula das Américas

                    Representantes de 35 países estiveram reunidos por dois dias, no Panamá, na 7ª Cúpula das AméricasRoberto Stuckert Filho/Presidência da República

                    Sem consenso dos 35 países para a elaboração de uma carta final conjunta, a 7° Cúpula das Américas terminou com uma declaração de Juan Carlos Varela Rodríguez, presidente do Panamá, país anfitrião do encontro. No documento de quatro páginas, o panamenho lista os assuntos acordados entre os líderes americanos nos dois dias de cúpula, entre eles, o apoio à reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos e à negociação para o fim do conflito com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

                    O motivo da falta de consenso sobre a declaração conjunta foi a exigência da Venezuela de incluir no documento condenação às sanções impostas pelos Estados Unidos ao país. Em março, a Casa Branca decretou a suspensão do visto de sete funcionários do governo venezuelano e o congelamento de seus bens em território norte-americano. O governo dos Estados Unidos declarou na ocasião que a Venezuela representa uma “ameaça incomum e um problema extraordinário para os Estados unidos” e alegou que o governo de Nicolás Maduro adota medidas antidemocráticas. Em resposta às sanções, a Venezuela resolveu cobrar visto de cidadãos dos Estados Unidos que visitem o país.

                    Apesar do impasse, o presidente do Panamá destacou no documento que houve consenso em 90% das propostas citadas no documento final, que tratam de temas como educação, segurança, saúde, energia e políticas de imigração.

                    Saiba Mais

                    Rodríguez citou os avanços recentes na negociação de paz entre o governo da Colômbia e as Farc e disse que o conflito nunca esteve tão próximo do fim. “Nunca antes estivemos tão perto de pôr fim a este longo conflito e de chegar à paz na Colômbia, que também representa a paz em todo o nosso continente. Por isso, esperamos que o governo da Colômbia e as Farc cheguem rapidamente a um acordo neste ano, para que todos possamos contribuir com o que mais importa: a implementação e a consolidação da paz.”

                    O panamenho também enfatizou a reaproximação entre os Estados Unidos e Cuba, que tiveram, na cúpula, um encontro histórico, retomando negociações bilaterais depois de mais de 50 anos, e disse que a cúpula teve o papel histórico de criar pontes para ajudar nesse processo.

                    “A decisão anunciada pelos presidentes dos Estados Unidos e de Cuba para avançar em um novo enfoque das relações entre seus países criou uma expectativa legítima de que situações antigas e recentes, que tensionaram as relações entre os dois hemisférios do continente, possam ser resolvidas”, avaliou.

                    O documento lista resoluções acordadas pelos países para ampliar o acesso à educação no continente, fortalecer o ensino técnico e a oferta de emprego para os jovens em situação de risco, e aproximar as universidades do setor público para elaboração de projetos de infraestrutura. Nesse contexto, teve destaque também a proposta surgida na cúpula de criar um Sistema Interamericano de Educação.

                    Na declaração, o panamenho diz que os líderes americanos compartilham a preocupação e a necessidade de unir esforços contra o terrorismo, o crime organizado e outras ameaças à segurança dos cidadãos, por meio do fortalecimento da cooperação entre os países e a adoção de medidas para prevenir a violência e a delinquência.

                    Segundo Rodríguez, houve ainda acordo para ações de cooperação entre os países para proteção dos direitos humanos dos imigrantes.

                    A 7° Cúpula das Américas reuniu chefes de Estado e de Governo e representantes dos 35 países do continente. De acordo com Rodríguez, o presidente do Peru, Ollanta Humala, ofereceu-se para ser o anfitrião do próximo encontro, ainda sem data definida.

                     

                     

                    Agência Brasil

                     

                     

                    Debate avalia atuação do governo na redemocratização da comunicação

                     

                    Da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

                    Jornada pela Democracia

                    Participantes da mesa-redonda Conjuntura e Conservadorismo: Beijinho no Ombro pros Intolerantes debatem a redemocratização da comunicaçãoReprodução TV Brasil

                    Integrantes de movimentos sociais e especialistas, em debate hoje (12), disseram que o governo da presidenta Dilma Rousseff falhou ao não tratar da redemocratização da comunicação. Essa foi uma das principais colocações manifestadas pelos participantes da mesa-redonda Conjuntura e Conservadorismo: Beijinho no Ombro pros Intolerantes, que integra o conjunto de debates da Jornada pela Democracia: Debates, Ideias, Contraponto.

                    Segundo o ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência Paulo Vannuchi, o governo precisa fazer um balanço do que está acontecendo em duas atividades distintas: primeiro, analisar a atuação da direita e, depois, fazer um balanço dos erros que fizeram o atual panorama político chegar a esse ponto e corrigi-los. “Um dos erros dos governos Lula e Dilma talvez tenha sido não mexer nada na redemocratização da comunicação. É preciso mexer no marco regulatório, mas, antes, gerar esse ambiente nas mobilizações sociais”, disse.

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                    Vannuchi é membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), e diretor do Instituto Lula. Segundo ele, a presidenta Dilma ganhou a eleição porque abriu "dez minutos" para conversar com a população. “Depois das eleições, fecharam-se os dez minutos, a mídia foi em cima e o governo baixou a guarda, o PT baixou a guarda. O governo precisa mexer na sua base e fazer um time defensivo para não permitir que os projetos das terceirizações e da maioridade penal passem, não pode deixar prosperar. E não vai ter uma reforma política de boa qualidade nesse contexto”, disse ele, ao abordar a composição do Congresso Nacional.

                    Para a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, o monopólio dos meios de comunicação também é uma forma de censura, à medida que impõe sempre a veiculação das mesmas opiniões, ainda que em canais diferentes, por pertencerem à mesma empresa.

                    Sobre as manifestações que ocorrem hoje em todo o país, a psicanalista Maria Rita Kehl comentou que muitas pessoas portam cartazes sem saber efetivamente o que estão pedindo. “Desde o governo FHC [Fernando Henrique Cardoso] vem mais suavemente, mas, no governo do PT, é que houve a diminuição da desigualdade. Isso não entra na pauta, não é levado em consideração por quem está na rua, que não leva em conta o ganho”, disse.

                    Para Maria Rita Kehl, as pessoas agem como se o PT tivesse inventado a corrupção. “Fico decepcionada com a corrupção dentro do partido que sempre apoiei. Mas aquela opinião que na ditadura militar não tinha corrupção não é verdadeira. Era muito diferente na época, não tínhamos imprensa livre. Me impressiona essa falta de informação. A população é muito mal politizada.”

                     

                    Agência Brasil

                    Classe C busca estratégias para driblar crise econômica

                    dinheiro

                    Em 2005, o poder de consumo da classe C somava em torno de R$ 791,47 bilhões e, este ano, a projeção é que alcance R$ 1,35 trilhão, diz  presidente do Instituto Data PopularAgencia Brasil

                    O atual momento de instabilidade econômica está levando a classe social C brasileira a buscar estratégias para driblar a crise, disse à Agência Brasil o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. A classe C inclui os brasileiros cuja renda varia entre R$ 338,01 e R$ 1.184. A renda da classe média, da qual faz parte a classe C, que corresponde a 56% da população, subiu 71% nos últimos dez anos compreendidos entre 2005 e 2015. Em 2005, o poder de consumo da classe C somava em torno de R$ 791,47 bilhões e, este ano, a projeção é que alcance R$ 1,35 trilhão, informou Meirelles.

                    Pesquisa recente feita pelo Instituto Data Popular mostra que o pessimismo predomina em relação à vida do país: 55% dos brasileiros da classe C esperam piora do emprego este ano e 79% preveem que os preços seguirão subindo. Apesar disso, Meirelles disse que os brasileiros da classe C estão otimistas com relação à vida pessoal: “[No total], 62% acham que a vida vai melhorar, porque confiam neles próprios, na capacidade de, por um lado, fazer economia. Estão pesquisando mais preços; como subiram as tarifas públicas, eles estão economizando na luz, estão comprando no atacado para fazer economia”.

                    O presidente do Data Popular relatou que, por outro lado, as pessoas da classe C estão buscando uma renda extra. A pesquisa revela que 42% dos trabalhadores já estão fazendo bico para conseguir uma renda extra. “É o professor que passou a dar aulas em escola particular, é o cidadão que durante a semana trabalha em um escritório e vai trabalhar como garçom no sábado e domingo, são as pessoas que fazem um doce para vender no escritório. Estão se virando para não ter que dar um passo atrás no consumo.”

                    Renato Meirelles disse que o crédito nunca foi tão importante para os trabalhadores da classe C como agora. Só que ao contrário da classe A, para a qual o cartão de crédito funciona mais como um meio de pagamento, para não andar com dinheiro vivo, para a classe C esse meio é, de fato, um instrumento de crédito. “Em geral, o pessoal da classe C tem dois cartões de crédito e fica variando a data para conseguir até 40 dias para pagar. Ele procura vantagens econômicas efetivas para conseguir economizar o dinheiro ou ter aquele crédito tapa-buraco para garantir as compras no final do mês”, relatou.

                    Por ser a maior classe do país, ela é a mais atingida pela crise, proporcionalmente. A análise individual mostra que a inflação afeta mais as classes D e E, que estão mais na informalidade. Meirelles avaliou, entretanto, que a classe C tem mais fôlego no momento de crise porque estudou mais “e cada ano de estudo equivale a 15,7% a mais no salário mínimo”. Para a classe C, sustentou Meirelles, crise não é exceção. “Crise é regra. Esse cara cresceu na crise, aprendendo a se virar, e hoje está dando um jeito de manter as suas contas”. Meirelles externou sua confiança na capacidade da classe média brasileira de conseguir manter seus sonhos de pé.

                    A vigilante Danielli de Souza Maia é um exemplo de trabalhadora que sabe se virar para garantir o consumo. Ela negocia com os vendedores do sacolão para obter preços mais baratos para os alimentos e prefere ir às compras pouco antes do fechamento do estabelecimento porque acredita que, dessa forma, tem mais condições de barganhar descontos. Muitas vezes, deixa de comprar em um lugar para fazer compras em outro que oferece melhores promoções. Danielli vende também bijuterias e faz bolo para poder ajudar que o orçamento familiar chegue até o outro mês.

                    Michele da Silva Miranda tem cinco filhos e trabalha em serviços gerais. Ela também prefere fazer compras nos dias em que há ofertas promocionais. “Levo o encarte, porque não aceito propaganda enganosa,  porque o que ganho é pouco”, Michele disse que vende produtos de beleza, passa roupa e, às vezes, até faz faxina na casa de terceiros. “Isso não é vergonha para ninguém, não. Me viro nos 30”.

                     

                    Agência Brasil

                     

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                    PM: manifestação na Avenida Paulista termina de forma pacífica

                     

                    Camila Boehm e Daniel Mello – Repórteres da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

                    Manifestantes fazem ato contra a corrupção e contra o governo na Avenida Paulista (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

                    Protestos contra o governo e contra o corrupção reuniram, no auge da manifestação, na Avenida Paulista, 275 mil pessoas segundo a Polícia Militar de São Paulo Marcelo Camargo/Agência Brasil

                    A manifestação contra o governo e a corrupção ocorrida em São Paulo começou a se dispersar pouco depois das 18h. No final da tarte, em seu perfil na rede social Twitter, a Polícia Militar (PM) divulgou que, às 16h, os protestos na Avenida Paulista reuniram 275 mil pessoas. Segundo a PM, o ato ocorreu de forma “absolutamente pacífica”. Na manifestação do dia 15 de março, a corporação contabilizou 1 milhão de pessoas.

                    O protesto teve início às 14h, porém, ao meio-dia, a PM interrompeu o tráfego na avenida para facilitar a concentração dos manifestantes. O ato reuniu diversos grupos, sendo que parte deles pedia a saída da presidenta Dilma Rousseff. Alguns chegaram a pedir intervenção militar. Em uma reunião com a PM, foram determinados pontos fixos para os carros de som dos diferentes movimentos.

                    Foram montadas ainda tendas, pelo partido Solidariedade, para a coleta de assinaturas de apoio a um pedido de impeachment da presidenta. Um grupo de caminhoneiros da Grande São Paulo estacionou na Rua da Consolação em apoio ao protesto.

                    André Araújo, de 34 anos, foi ao ato deste domingo porque considera a condição atual do país inaceitável e enumerou como principais problemas a corrupção, a má gestão, o desperdício dos recursos públicos, o aumento dos impostos, a inflação e o que ele considera uma má condução da economia.

                    “A manifestação é uma maneira da população se expressar e isso ecoar para outras pessoas. Isso tem uma repercussão na mídia, nas cidades do interior, para as pessoas que também compartilham dessa opinião”.

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                    A aposentada Julia Maria, de 78 anos, manifestou-se contra a corrupção e defendendo mais oferta de serviços públicos que atendam às necessidades do povo. “Eu não tenho saúde, não tenho educação, não tenho segurança, não tenho nada. Não tem nada de satisfatório. É péssimo em todos os setores, federais, estaduais e municipais”, disse. Julia pediu que o governo invista em educação e cultura, principalmente.

                    Marta Matos, de 52 anos, também está insatisfeita com os serviços públicos e a corrupção e disse que o governo precisa respeitar a população e trabalhar pelo povo. “Não quero ‘Fora Dilma’, não quero impeachment, só quero que [os governantes] tenham vergonha na cara e comecem a agir como políticos que eles são”, disse.

                    Marta estava ao lado do marido, Paulo Matos, de 54 anos. Para ele, a corrupção é a questão mais preocupante no país atualmente. “A ansiedade e expectativa por mudança me trouxe para cá, não podemos ficar aguardando as coisas acontecerem. Temos que ser mais politizados e tentar mudar de alguma forma essa situação”, ressaltou.

                    O movimento SOS Forças Armadas, que defende a intervenção militar, teve a menor adesão entre as organizações que protestaram na Avenida Paulista na tarde de hoje. Em reunião com a Polícia Militar, os grupos que convocaram a manifestação definiram lugares fixos para os carros de som. Antes, o Movimento Brasil Livre chegou a acionar a Justiça para que os grupos que defendiam a intervenção militar mantivessem distância do carro de som do movimento. Com o acordo, cada grupo ficou com um espaço definido, e o Brasil Livre desistiu da demanda judicial.

                    Manifestantes fazem ato contra a corrupção e contra o governo na Avenida Paulista (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

                    A manifestação na Avenida Paulista reuniu 275 mil pessoasMarcelo Camargo/Agência Brasil

                    Na opinião de um dos organizadores do SOS Forças Militares, Mauro Guimarães, a rejeição dos outros movimentos em relação ao grupo é fruto de preconceito. Segundo Guimarães, que é professor de inglês e já serviu o Exército, a reivindicação do movimento é baseada no Artigo 142 da Constituição.

                    Esse trecho da Carta Magna determina as atribuições e o funcionamento das Forças Armadas. Guimarães, no entanto, acrescenta, por conta própria, uma suposta previsão de intervenção militar ao texto constitucional. “A intervenção militar é quando o povo pede”, diz para tentar diferenciar a intervenção de golpe militar, como o que levou à ditadura iniciada em 1964 e que durou até 1985.

                    No período, o Estado brasileiro restringiu as liberdades individuais e praticou violações dos direitos humanos. A imprensa foi censurada e a liberdade de expressão suprimida. A tortura foi usada nos interrogatórios dos opositores do regime.

                    Pelo menos 434 pessoas foram mortas ou desapareceram por ação dos agentes da repressão. Mas, segundo o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, o número não leva em conta os camponeses e indígenas que também sofreram com as ações dos agentes da ditadura. A identificação dessas pessoas deverá aumentar o número de vítimas da ditadura.

                     

                    Agência Brasil

                    Milhares protestam contra o governo em Porto Alegre

                    Milhares protestam contra o governo em Porto Alegre - Crédito: Tarsila Pereira

                    Milhares protestam contra o governo em Porto Alegre

                    Manifestantes levaram cartazes contra o PT, os altos impostos e a corrupção

                      Ato a favor de intervenção militar divide protesto em Porto Alegre - Crédito: Tarsila Pereira

                      Ato a favor de intervenção militar divide protesto em Porto Alegre

                        Ato teve samba e galeto defendendo a democracia - Crédito: Tarsila Pereira

                        Manifestantes fazem "coxinhaço" para criticar protestos contra Dilma

                          Manifestantes protestaram em Porto Alegre - Crédito: Tarsila Pereira

                          Recado foi dado em março, diz cientista político sobre protestos menores

                            Polícia Militar de São Paulo estimou 275 mil na avenida Paulista - Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

                            Protestos reúnem cerca de 460 mil pessoas nas principais capitais

                              Geral

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                              Manifestação no Rio termina de forma tranquila

                               

                              Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

                              Diversos grupos protestam contra o governo na Avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil)

                              Apesar das insatisfações com o governo e com a corrupção terem sido as principais motivações do protesto no Rio,  algumas das reivindicações eram diversas e por vezes antagônicasTomaz Silva/Agência Brasil

                              A manifestação contra a corrupção, mostrando a insatisfação com o governo federal e pedindo a renúncia da presidenta Dilma Rousseff no Rio de Janeiro, neste domingo (12), dispersou-se por volta das 15h, de forma tranquila. A manifestação começou às 10h e foi organizada pelas redes sociais.

                              Apesar das insatisfações com o governo e com a corrupção terem sido as principais motivações do protesto, que ocorreu na orla de Copacabana, zona sul do Rio, algumas das reivindicações eram diversas e por vezes antagônicas.

                              Ao lado de um grupo que pedia a volta da ditadura militar no país, jovens do Movimento Revolucionário Socialista defendiam a tomada do poder pelos “reais representantes da classe trabalhadora”. Professor de filosofia, Daniel de Freitas, de 24 anos, explicou que desde 2013 o movimento faz campanha pelo voto nulo nas eleições. "Queremos um governo feito por organizações só de trabalhadores: sindicatos, partidos criados pelos trabalhadores, organizações sociais. Sem a presença de empresários", declarou.

                              Diversos grupos protestam contra o governo na Avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil)

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                              A manifestação no Rio dispersou-se por volta das 15h, sem grandes incidentesTomaz Silva/Agência Brasil

                              Um grupo de ex-funcionários da Varig exigia o pagamento de indenizações aos cerca de 10 mil demitidos e aposentados da extinta companhia aérea. "O problema começou no governo de Fernando Henrique Cardoso, mas esperamos que a justiça se faça no governo petista, pois são eles que estão no poder", disse a ex-comissária de voo da companhia Daise Amorim Mattos.

                              O publicitário Fernando Campos, de 46 anos, pedia uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Não podemos ter um banco tão importante para o fomento público sem transparência sobre seus financiamentos. Isso se tornou uma caixa-preta. O BNDES está financiando o aparelhamento do Estado brasileiro", declarou ele, que é integrante do Movimento Vem pra Rua, um dos organizadores da manifestação. "No começo, o movimento era uma pouco mais difuso, agora está amadurecendo e ganhando reivindicações concretas."

                              Policiais federais se organizaram no ato em prol da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 412, que determina mais autonomia financeira, administrativa e funcional à instituição para investigar casos de corrupção. Grupos pediam a diminuição do número de ministérios do governo federal, que hoje é 38.

                              Os organizadores do evento estimaram que cerca de 20 mil pessoas participaram do ato. No total, 800 policiais militares – dos batalhões de Botafogo, do Méier, de São Cristóvão, do centro, da Tijuca, de Olaria, da Ilha do Governador, de Copacabana, da Maré e do Leblon – acompanharam a marcha. A Polícia Militar não divulgou uma estimativa oficial do número de manifestantes.

                               

                              Agência Brasil

                               

                              Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

                              Resultado de imagem para prime cia imobiliária

                              http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

                               

                              Ex-ministro Paulo Brossard morre aos 90 anos em Porto Alegre

                               

                              Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

                              O ministro do Supremo Tribunal Federal, Paulo Brossard fala em audiência pública na CCJ do senado sobre aposentadoria compulsória, e é observado pelo presidente da comissão, senador Antônio Carlos Magalhães (Anto

                              Paulo Brossard fala durante audiência pública no Senado. Jurista foi ministro do STF de 1989 a 1994Antonio Cruz/Agência Brasil)

                              Saiba Mais

                              O ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal (STF) Paulo Brossard morreu hoje (12), em sua residência em Porto Alegre, aos 90 anos. O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, decretou luto oficial de três dias. O velório deve ocorrer no Palácio Piratini, sede do governo do estado.

                              “Lamento profundamente a morte de Paulo Brossard, um dos maiores juristas do Brasil. Perdemos um grande homem, um professor, um ferrenho opositor da ditadura militar, um político que fez história”, disse Sartori em sua página no Facebook, prestando suas condolências aos parentes.

                              O jurista Paulo Brossard de Sousa Pinto nasceu em Bagé (RS) em 23 de outubro de 1924, filho de pecuaristas do município. A carreira política dele começou em 1954, quando foi eleito deputado estadual, sendo reeleito mais duas vezes para o cargo. Foi eleito ainda deputado federal pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em 1966 e senador em 1974. Brossard comandou o Ministério da Justiça de 1986 a 1989 e foi ministro do STF de 1989 a 1994.

                              Ele era casado com Lúcia Alves Brossard de Sousa Pinto, com quem teve dois filhos.

                               

                              Agência Brasil

                              Na avenida Paulista, manifestantes levam faixa gigante apoiando o impeachment

                              Na avenida Paulista, manifestantes levam faixa gigante apoiand...

                              Na avenida Paulista, manifestantes levam faixa gigante apoiando o impeachment

                              Posted by Época on Domingo, 12 de abril de 2015

                              Hillary Clinton anuncia candidatura à presidência dos Estados Unidos

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                              Brigada Militar afirma que 35 mil participam de protesto em Porto Alegre. Organizadores estimam cerca de 50 mil

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                              PM diz que 275 mil pessoas participam de protesto em SP. Organizadores ainda não divulgaram números.

                               

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