Cuba e EUA se reúnem na Cúpula das Américas

Cuba e EUA se reúnem na Cúpula das Américas

Encontro no Panamá durou cerca de 1 hora e tom da conversa foi amigável

    Cúpula das Américas

    Dilma fará visita de trabalho aos EUA dia 30 de junho

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      Ministério da Justiça define compromissos para garantir extradição de Pizzolato

       

      Da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

      O Ministério da Justiça informou hoje (11) que finalizou o documento que será enviado ao governo da Itália para pedir a extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

      O conteúdo da carta não foi divulgado, mas o governo brasileiro deverá firmar compromissos com as autoridades italianas para garantir a integridade física do condenado durante o cumprimento da pena. As alegações foram definidas após reunião entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o embaixador Carlos Alberto Simas Magalhães, subsecretario das comunidades brasileiras no exterior.

      Em fevereiro, a Corte de Cassação de Roma autorizou a extradição de Pizzolato, no entanto, a decisão final será do governo da Itália.  O ex-diretor tem cidadania italiana e fugiu após a condenação. Ele foi preso na cidade de Maranello em fevereiro de 2014, por porte de documento falso.

       

      Agência Brasil

       

      Empresas iniciam trabalhos para retirar material poluente de incêndio em Santos

       

      Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado

      As empresas Suatrans Cotec e Ambipar começaram hoje (11) os preparativos para retirada do material poluente que ficou represado no lago, localizado ao lado do terminal de granel líquido da Ultracargo, na Alemoa, onde ocorreu o incêndio que durou nove dias, segundo informação da prefeitura de Santos.

      O chefe da Defesa Civil do município, Daniel Onias, disse que o trabalho deve levar dias para ser concluído. Segundo ele, não há como calcular o volume de líquidos a ser retirado por bombas de sucção, porque muita espuma e água foram usadas no combate ao fogo.

      A mistura poluente inclui ainda gasolina e álcool, que vazaram dos tanques durante o incêndio, segundo a prefeitura. O Centro de Defesa Ambiental da Petrobras também está no terminal ajudando no trabalho de despoluição do local.

       

      Agência Brasil

      VÍDEO: Maradona agride fotógrafo em 'Jogo da Paz'

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      Trinta anos sem Cora: poesia foi marcada por memórias de vida simples e dura

       

      Andreia Verdélio - Enviada Especial Edição: Lílian Beraldo

      “Este nome não inventei, existe mesmo, é de uma mulher que vive em Goiás: Cora Coralina. (...) Na estrada que é Cora Coralina passam o Brasil velho e o atual, passam as crianças e os miseráveis de hoje. O verso é simples, mas abrange a realidade varia. (...) Assim é Cora Coralina, repito: mulher extraordinária, diamante goiano cintilando na solidão (...).”

      Publicadas em 1980 no Jornal do Brasil, as palavras de Carlos Drummond de Andrade levaram a obra da poetisa Cora Coralina – que morreu há 30 anos, no dia 10 de abril de 1985 – ao restante do país.

      >> Confira o especial sobre Cora Coralina

      Nascida na cidade de Goiás em 1889, Cora começou a escrever em 1911. Eram contos e crônicas publicados nos jornais da época. Depois da Semana de Arte Moderna de 1922, ela se reconheceu no modernismo e seguiu esse caminho, ficando conhecida como poetisa.

      Saiba Mais

      “O que Cora produziu está muito bem escrito no ideário modernista, ela trabalha com verso livre, busca o cotidiano, o coloquial, ela tem versos longos contaminados da prosa. Pensando que escreveu até as vésperas da morte, ela continua escrevendo em um tempo contemporâneo, mas persiste nesse ideário”, explicou a professora de literatura da Universidade Federal de Goiás (UFG) Goiandira de Fátima Ortiz de Camargo.

      A pesquisadora diz que o tema da memória e a recuperação do passado foram recorrentes na poesia de Cora. “A cidade, a sua geografia, os casarios, os becos, as pessoas mais simples, a irmandade de Cora com os páreas, a mulher da vida, o presidiário, aquele que está à margem, a solidariedade, tanto que o aniversário de nascimento dela, 20 de agosto, se tornou o dia do vizinho em Goiás. Ela acredita que vivemos com o outro e temos que cantar o outro com uma responsabilidade social.”

      “Cora é uma poetisa que tem uma linguagem mais rude, como as pedras da cidade de Goiás. Embora sua poesia transcenda limites de tempo e local, é uma poetisa de fala mais direta, as imagens dela são como incrustações no meio dos versos”, define Goiandira.
      O primeiro livro de Cora, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais (1965), foi publicado quando ela tinha 76 anos. “A obra dela é uma obra real, ela toca as pessoas, não é uma obra voltada ao sentimentalismo, mas ela não usa palavras negativas em sua obra. ‘Não posso, nunca, jamais’ são expressões que não aparecem, mas aparecem as palavras dureza, pedra. A pedra é uma palavra recorrente na sua obra, no sentido de dureza, de enfrentamento da vida”, explicou a diretora do museu Casa de Cora Coralina, Marlene Vellasco.

      A poetisa, que viveu até os 95 anos, ainda publica mais dois livros em vida: Meu Livro de Cordel, em 1976, e Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha, em 1983.

      Para a professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Ebe Maria de Lima Siqueira, Cora Coralina fez uma escolha pela simplicidade. “Ela escreveu sobre gente simples, sobre as mulheres que ela via passar pela janela, a lavadeira, a mulher roceira, a proletária, a linguaruda.”

       

      Agência Brasil

       

      Especialistas querem que museu de Cora Coralina mostre artista mais humana

       

      Andreia Verdélio – Enviada Especial Edição: Lílian Beraldo

      Casa de Cora Coralina às margens do Rio Vermelho (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

      Casa de Cora Coralina às margens do Rio Vermelho Marcello Casal Jr/Agência Brasil

      A velha casa da ponte, forma como Cora Coralina chamava o lugar onde nasceu, tinha um valor afetivo muito grande para a poetisa. Depois de viver 45 anos no estado de São Paulo, ela volta a morar em Goiás e vende doces para juntar dinheiro e comprar a casa que um dia foi de seus pais. Hoje, restaurada, a casa abriga o museu Casa de Cora Coralina, inaugurado em 1989. Não é difícil encontrar o lugar. Às margens do Rio Vermelho, de longe, o busto de uma senhora na janela já aponta o caminho certo.

      Diretora do museu Casa de Cora Coralina, Marlene Vellasco, diz que a obra da escritora reflete a vida dura e simples que ela levou (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

      Diretora do museu Casa de Cora Coralina, Marlene Vellasco, diz que a obra da escritora reflete a vida dura e simples que ela levouMarcello Casal Jr. / Agência Brasil

      “Ela convivia nesse quintal, aqui criou seu mundo imaginário e as irmãs não entendiam por que ela brincava com as formiguinhas, com as rolinhas, sua imaginação fluía nesse quintal”, conta a diretora do museu, Marlene Vellasco, explicando que a Casa não tem apoio institucional e é mantida com a venda de ingressos, de souvenirs e de projetos especiais dos quais participam.

      >> Confira o especial sobre Cora Coralina

      Neto de Cora Coralina, Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles chegou a morar nove meses na casa com a avó. Segundo ele, Cora, que viveu até os 95 anos, marcou profundamente sua vida. “Quando vim para a universidade, em Brasília, comecei a conhecê-la e, entendendo mais do mundo, entender a poesia dela. Foi uma descoberta para mim. Ela me aconselhava, mas jamais repreendendo, e sim, dirigindo meu pensamento.”

      Paulo se diz influenciado até hoje pelas lições de otimismo da avó. “Não era um otimismo ingênuo, ele vinha acompanhado da receita de transformação pelo trabalho. O trabalho faz mudar”, diz ele que é biólogo e secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

      O neto da poetisa destaca que, na juventude de Cora, a família não entendia muito bem essa forma diferente de ver o mundo, mas convivia com aquilo. Ele também desfaz alguns mitos sobre a história da saída de Cora de Goiás.

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      “Ela se casou com um homem que era casado, mas separado, e foi viver com ele. Aquilo, para a sociedade, não era uma coisa trivial, mas ela lutou pela relação. A história de que ela teve uma grande briga com a família é um mito. A mãe dela inclusive mandou um bilhete dizendo que sentia muita falta dela, nada que indicasse desavença, mas é claro, que a mãe sentiu a pressão da sociedade.”

      Outro mito que Paulo Sérgio desfaz é a de que ela e o marido tenham fugido a cavalo. “Cora não era mulher de fugir, isso não combina com Cora Coralina, ela enfrentou todas as dificuldades com altivez”, disse ele, explicando que existem registros que mostram que eles fecharam as contas, pagaram as dívidas, atitudes próprias de quem vai se mudar, aí sim, pressionados pela situação.

      A escritora era corajosa, e a visita ao museu dá uma dimensão das coisas que ela enfrentou na vida. Para a professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Maria Meire de Carvalho, entretanto, o museu Casa de Cora Coralina quer “esconder” a parte humana, a pessoa que erra, que tem fragilidades e angústias. “Eles escolheram o recorte que querem contar da história, mas ainda não é apresentada a Cora que eu vejo, por exemplo. A poesia da vida sofrida, de uma mulher anciã que foi reconhecida no final da vida, essa é a história. Existe uma mulher que tem muito mais poder que aquela que é apresentada. As coisas que ela não podia denunciar, ela colocou na poesia, várias Coras ainda estão para serem descobertas.”

      Professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira diz que vida e obra de Cora Coralina ainda precisam ser compreendidas pela população da cidade (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

      Professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira diz que vida e obra de Cora Coralina ainda precisam ser compreendidas pela população da cidadeMarcello Casal Jr. / Agência Brasil

      Segundo a professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Ebe Maria de Lima Siqueira, Cora apresenta em sua obra as várias fases de sua vida.

      “Quando pegamos os poemas da infância, se não tomar cuidado, pensamos que ela foi uma criança infeliz, muito abandonada pela mãe que queria um filho homem e nasce mulher, por uma casa feita de mulheres tradicionais e ela fugia à regra, o abandono das irmãs que a preteriam pela sua fragilidade física. Enfim, se você tiver esse olhar superficial para poesia você pensa: meu Deus, que tragédia é essa?”

      A professora explica, entretanto, que é possível perceber que ela foi uma criança que inventava, que brincava com os insetos, fazia os próprios brinquedos, tinha amigos imaginários. “Talvez o fato de Cora ter dado ênfase nesse aspecto mais doloroso, evidencie apenas uma mulher de ressentimentos, mas não, ela era um ser humano que também tinha os momentos de angústia, solidão, a fragilidade maior dela era o fato de ser só, mas ela resolve isso de alguma forma quando se volta para a leitura e para a escrita”, disse Ebe.

      Essa dedicação da escritora acabou rendendo a ela títulos e prêmios ainda em vida. “Ela ganha o troféu Juca Pato [da União Brasileira de Escritores], que mulher nenhuma havia ganhado até então”.

      Para Ebe, falta ao museu incentivar essa interação da poesia de Cora com a cidade e a casa que ela tanto amou. “Se tomarmos Cora pela poesia, vamos ter uma capacidade muito grande de nos reconhecermos ali, de vermos a nossa face espelhada. Precisamos, então, desinstitucionalizar o museu, deixar ele ser uma casa viva.”

      “Eu penso que é isso que Cora imagina que deveria acontecer. Precisamos ocupar os espaços culturais dessa cidade com as pessoas dessa cidade e Cora é aquela que está na frente, nos guiando”, completa a especialista, sugerindo a criação de projetos sociais – como uma cooperativa de doceiras – que possam ser apoiados pelo museu.

       

      Agência Brasil

       

      Apartamento em Ipanema é todo controlado por tablet.

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      Bombeiros encontram mala com dinheiro falso no Lago Paranoá

       

      Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

      Dinheiro Lago Paranoá

      Reunidas em maços, cédulas de R$ 50 e R$ 100 estavam desbotadas e sujas  Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

      O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal encontrou no fundo do Lago Paranoá, em Brasília, uma mala cheia de dinheiro falso. As notas de R$ 50 e R$ 100, reunidas em vários maços, estavam desbotadas e sujas de terra e lodo. O dinheiro falso foi encontrado ainda no dia 23 de fevereiro, mas o episódio só veio à tona hoje (10).

      “Assim que achamos a maleta, abrimos e vimos o dinheiro, comunicamos ao nosso comandante e entregamos o dinheiro à Polícia Federal [PF]”, disse o comandante da Companhia de Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros do DF, tenente Victor Mendonça.

      Segundo Mendonça, os mergulhadores do Corpo de Bombeiros faziam um de seus treinamentos regulares, de mergulhos em profundidades até 15 metros, quando a Polícia Militar pediu que eles buscassem a tampa do motor de uma lancha da corporação, que havia caído no lago. Os mergulhadores encontraram a tampa e a maleta.

      Mendonça disse que não é possível precisar há quando tempo a maleta estava no fundo do lago, mas acredita que o dinheiro pode ter sido jogado na água há menos de um ano. As cédulas falsas estão em posse da PF, que deve investigar a origem e relação com esquemas de falsificação em curso na capital. A Polícia Federal, no entanto, não se manifestou sobre o caso.

       

      Agência Brasil

       

      Corpo da crítica teatral Bárbara Heliodora é velado e cremado no Rio

       

      Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

      O corpo da crítica de teatro Bárbara Heliodora foi velado na manhã e no início da tarde de hoje (11), das 8h às 15h, no Memorial do Carmo, na zona portuária do Rio. Com o fim do velório, segundo o cemitério, o corpo foi levado para a cremação, marcada para as 15h.

      Considerada uma das principais críticas do país e a maior autoridade brasileira na obra de William Shakespeare, Bárbara morreu aos 91 anos, no Hospital Samaritano, em Botafogo, onde estava internada desde mês passado.

      Bárbara Heliodora foi homenageada por profissionais do teatro e também pela presidenta Dilma Rousseff, que divulgou uma nota de pesar afirmando que "suas críticas foram declarações de amor ao teatro".

      A carreira de crítica teatral teve início em 1958, no jornal carioca Tribuna da Imprensa, que já foi extinto. No mesmo ano, ela foi para o Jornal do Brasil, onde manteve coluna até 1964. Ao deixar o JB, Bárbara atuou na direção do Serviço Nacional de Teatro (SNT) e também exerceu o magistério no período entre 1960 e 1985. Primeiramente, lecionou no Conservatório Nacional de Teatro e depois no Centro de Letras e Artes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio), onde foi titular da cadeira de História do Teatro.

      Em 1986, Bárbara voltou a ser crítica teatral, ofício que exerceu até janeiro do ano passado, quando deixou o jornal O Globo, aos 90 anos de idade.

       

      Agência Brasil

      Dilma anuncia ida aos EUA e indica que crise de espionagem foi superada

      Dilma reúne-se com Obama na 7 Cúpula das AméricasDilma reúne-se com Obama na 7ª Cúpula das Américas e marca primeira visita aos Estados Unidos desde que tornou-se pública a espionagem que a agência norte-americana NSA promoveu em comunicações da presidenta e também de dirigentes da Petrobras / Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República

      A presidenta Dilma Rousseff viajará aos Estados Unidos no dia 30 de junho para uma visita de trabalho que marca a retomada da relação entre os dois países, abaladas pelo escândalo de espionagem de 2013.
      A revelação de que a Agência Nacional de Segurança (NSA) tinha espionado as comunicações de Dilma e da Petrobras levaram a presidenta a cancelar o encontro de outubro de 2013 que tinha marcado com o presidente norte-americano, Barack Obama, em Washington. No final da 7ª Cúpula das Américas, neste sábado (11), Dilma e Obama tiveram uma reunião e deram a crise por superada.

      “O governo americano disse que os países irmãos não seriam espionados”, disse Dilma Rousseff, em entrevista após o encontro com Obama. “E Obama falou para mim que, quando ele quiser saber qualquer coisa, ele liga para mim. Eu não só atendo como fico muito feliz”.

      Segundo Dilma, ao Brasil interessa discutir a cooperação nas áreas de educação, defesa, aeronáutica e comércio, como também a adoção de políticas para desenvolver energia limpa e combater os efeitos das mudanças climáticas que este ano castigaram vários países – inclusive os Estados Unidos, “que viveram o pior inverno da história” e o Brasil, atingido pela seca na Região Sudeste.
      “Precisamos assumir a responsabilidade de liderar esse processo”, disse Dilma, referindo-se à necessidade de coordenar políticas entre a Índia, China, União Europeia, os Estados Unidos e o Brasil, para garantir o sucesso da Conferência do Clima, que será realizada em dezembro em Paris.

      O Brasil e os Estados Unidos também poderiam cooperar no desenvolvimento de energia limpa. "O Brasil avançou muito na energia eólica, mas não na energia solar, que é cara”, disse a presidenta.

      “O Brasil é, obviamente, não apenas um dos países mais importantes do hemisfério, mas um líder muito importante. Então, eu espero com muita satisfação por esse encontro onde vamos discutir temas como mudança climática, energia, educação, ciência e tecnologia”, disse Obama, antes do encontro com Dilma.
      Na entrevista, a presidenta contou aos jornalistas que a edição deste ano da Cúpula das Américas foi realmente marcada pela concórdia. “Dava para sentir”, disse. Dilma fez questão de ressaltar a importância da reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, encerrando mais de 50 anos de um confronto que contribuiu para dividir a região.

      Mas nem todos os líderes que discursaram na cúpula manifestaram a mesma confiança em relação a essa nova etapa no relacionamento entre os Estados Unidos e os seus 33 vizinhos latino-americanos. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse que estava disposto a conversar com Obama, mas que “não confiava” nele e exigiu a suspensão do recente decreto declarando a Venezuela “ameaça à segurança nacional” dos Estados Unidos.

      Dilma não conversou com o presidente dos Estados Unidos sobre a Venezuela, mas disse que “Maduro e Obama têm condições para traçar um caminho para voltarem aos bons tempos”. Segundo ela, a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) está empenhada em promover o diálogo entre o governo venezuelano e a oposição.

      Segundo ela, “a tranquilidade e a institucionalidade” na Venezuela interessam a toda a região. “Uma ruptura pode levar a um conflito sangrento”, que prejudicaria a todos, disse Dilma.

       

       

      Agência Brasil

       

      O que funcionou e o que deixou a desejar no show de Roberto Carlos no Beira-Rio:

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      Vida e obra de Cora Coralina são marcadas por ideais feministas e libertários

       

      Professora da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira explica que a academia mudou sua percepção sobre a obra de Cora Coralina

      A poetisa Cora Coralina é considerada por estudiosos e especialistas em sua obra como uma mulher forte e libertária. Embora não tenha incorporado o discurso feminista, a forma como ela se impôs na sociedade machista e conservadora em que vivia fez com que também pudesse ser estudada sob a perspectiva de gênero.

      Nascida e criada na cidade de Goiás, Cora saiu de lá em 1911 para poder viver ao lado do advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, que era casado. Criou quatro filhos trabalhando no interior de São Paulo, após a morte do marido. E, 45 anos depois, teve a coragem de voltar para buscar suas memórias e escrever sobre aquele espaço. “Na cidade de Goiás, como antiga capital do estado, havia uma agitação cultural forte e mulheres inscritas no tradicionalismo, no conservadorismo da cidade, mas que também atuavam”, disse a professora de literatura da Universidade Federal de Goiás (UFG) Goiandira de Fátima Ortiz de Camargo.

      >> Confira o especial sobre Cora Coralina

      Cora publica seus primeiros textos no semanário A Rosa, dirigido por ela própria e outras poetisas. De acordo com Goiandira, a poetisa, que viveu até os 95 anos, não se inspira apenas nas mulheres, mas lia poetas como Almeida Garrett e textos que vinham do exterior. “Ela estava alguns passos à frente dessas mulheres que escreviam nos moldes tradicionais, sonetos, poesia metrificada, ou simbolista ou parnasiana. Elas tinham medidas. Cora não, Cora era da desmedida. Seus primeiros versos assustaram tanto as pessoas que os imputaram ao primo dela Luiz do Couto”, contou Goiandira.

      Professora da Universidade Federal de Goiás Maria Meire de Carvalho ressalta a poesia de Cora Coralina como ação política de emancipação das mulheres (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

      Professora da Universidade Federal de Goiás Maria Meire de Carvalho ressalta a poesia de Cora Coralina como ação política de emancipação das mulheresMarcello Casal Jr. / Agência Brasil

      Saiba Mais

      “Eu vejo a Cora como uma feminista de vanguarda”, explicou a professora da UFG Maria Meire de Carvalho.

      Doutora em gênero e estudos feministas pela Universidade de Brasília (UnB), a especialista diz que Cora atuou ativamente, mas não se reconhecia como feminista, assim como outras mulheres que romperam padrões a seu tempo.

      “Às vezes as mulheres têm medo de dizer que são feministas porque pega mal. Mas esse pegar mal na sociedade já mostra a cultura machista. Uma feminista é aquela que tem metas que ultrapassam as impostas. E as ações de Cora estavam totalmente envolvidas no processo de emancipação das mulheres”, explica Maria Meire.

      Professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira diz que vida e obra de Cora Coralina ainda precisam ser compreendidas pela população da cidade (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

      Professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira diz que a vida e a obra de Cora Coralina ainda precisam ser compreendidas pela população da cidadeMarcello Casal Jr. / Agência Brasil

      Para a professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás Ebe Maria de Lima Siqueira, essa face de Cora, como uma mulher que estava rompendo limites, estava muito clara na cabeça dela, embora o conservadorismo da formação que recebeu também fosse muito presente.

      “Ela dizia que mulher não devia trabalhar, tanto que ela cuidou dos filhos, foi dona de casa, e, enquanto esses filhos não se encaminharam, ela não deu seu grito de independência”, disse Ebe.

      Para a pesquisadora, Cora tinha essa consciência de gênero, mas não no sentido de uma liberação sexual. Embora tenha sido ousada para o tempo dela, pelos registros históricos e depoimentos, ela foi fiel ao marido e a essa memória até a morte. “Para romper isso ainda precisaria de mais 50 anos de vida de Cora, tanto que voltar para a cidade de Goiás tinha esse papel [de rompimento]. Quando ela diz que está escrevendo para gerações futuras, ela sabia que não ia encontrar eco na sua geração”, disse Ebe.

      Para Maria Meire, a crítica dela é um autorretrato. “Ela fala muito de memórias da infância, ela tinha a perspectiva de que era a menina mal-amada, a menina feia da ponte da Lapa, aquela que estava fora dos padrões normativos, todos esses rótulos. E depois de ter a coragem de voltar à cidade, ainda continua sendo rotulada. Por isso que eu falo, não precisa descrever e colocar na testa de nenhuma mulher que ela é feminista. São suas ações que imprimem esses significados.”

      A professora Ebe Maria conta que desenvolve um projeto na cidade de Goiás chamado Mulheres Coralinas, que tem o papel de levar a poesia de Cora como inspiração para 150 mulheres que estão, de certa forma, excluídas de uma vida social, política e econômica. “Gostaríamos que a poesia de Cora reverberasse nas mulheres para que elas pudessem ver que podem conseguir uma independência. É uma porção de pejorativos e ablativos que imprimiram na carne dessa poetisa, e tenho apostado nas novas gerações para desmanchar isso.”

       

      Agência Brasil

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      Obama e Raúl Castro realizam primeira reunião entre EUA e Cuba em mais de 50 anos

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      Aprovação ao governo Dilma continua em 13% em abril, aponta pesquisa Datafolha:

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      Brasileiros estão casando cada vez mais tarde

      Idade média dos solteiros na data do casamento agora é de 30 anos, segundo o IBGE

      por Jaqueline Sordi

      11/04/2015 | 12h01

      Brasileiros estão casando cada vez mais tarde Nauro Júnior/Agencia RBS

      Foto: Nauro Júnior / Agencia RBS

      Ao dizer "sim" para Carlos André Dominguez, 44 anos, a designer Andrea, 46, já sabia que não iria mudar o irritante hábito do professor universitário de sempre querer chegar adiantado nos compromissos. Tampouco que ele deixaria de jogar os sapatos na sala ao chegar em casa. Já para Carlos André, a decisão de pedir a mão de Andrea veio mesmo após anos tentando se acostumar com a bagunça dela. Também sabia que continuaria sem companhia para assistir a filmes à noite, já que ela costuma dormir cedo.

      Carlos André e Andrea se conheceram na juventude, enfrentaram todos os desafios de uma vida a dois e só depois de 18 anos de namoro, quatro filhos e cinco mudanças de cidade decidiram se casar. O casal reflete uma tendência: conforme a última pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros estão casando cada vez mais tarde.

      Casamento depois dos 30 é cada vez mais comum no Brasil
      Silvana e Vitor decidiram formalizar o casamento depois dos 50

      O estudo tem base na coleta de informações nos cartórios de registro civil, nas varas cíveis e de família e nos tabelionatos de notas espalhados pelo país. A idade média dos solteiros na data do casamento, que era 28 anos para os homens em 2003, subiu para 30 anos em 2013. Entre as mulheres, subiu de 25 para 27 anos. Especialista em estudos populacionais e analista técnico do IBGE, Ennio Melo diz que o comportamento dos brasileiros aproxima-se daquele observado em países de primeiro mundo – nos quais as pessoas têm priorizado estudos e crescimento profissional. Na Itália, por exemplo, é a preocupação em galgar melhores opções no mercado de trabalho que elevou para os 35 anos a idade média das mulheres que se casam.

      – Muitos casais até vivem juntos, mas não formalizam para ver se o relacionamento sobrevive às questões do dia a dia, à convivência e mudanças de trabalho – comenta a advogada Delma Silveira Ibias, especializada em direito de família e presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB/RS.

      Antes do casamento, três filhos e quatro cidades diferentes

      O último fator pesou bastante no caso dos Dominguez, que se conheceram quando estudavam na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Pouco depois de iniciar o namoro, Carlos André teve de se mudar para Porto Alegre devido a uma oportunidade profissional. Como Andrea ainda estava focada nos estudos, mantiveram o relacionamento ora à distância, ora presencial.

      Quase dobra o número de pessoas que se casam com mais de 50 anos
      Casamento aumenta as chances de viver mais, diz estudo

      Por trabalho, acabaram indo morar no Rio de Janeiro, em Blumenau (SC), Frederico Westphalen e, novamente, em Santa Maria. Durante esse período, tiveram três filhos. No início de 2007, nasceu o quarto, e o casal escolheu Pelotas como a cidade-base da família. Foi também nessa época que a ideia de formalizar a relação surgiu:

      – Nossos filhos começaram a perguntar por que não tínhamos nos casado, como os pais de muitos colegas deles. Além disso, uma questão burocrática, relacionada ao seguro saúde, nos fez começar a pensar mais sore o assunto. Então, como já havíamos "testado" o suficiente nossa relação, decidimos nos casar.

      Ao invés de somente assinar um papel, Andrea e Carlos André optaram por uma comemoração completa, com direito à convite, festa e amigos. Hoje, dois anos depois de terem oficializado a união, comentam que a relação não mudou em nada, mas as lembranças da noite mágica que selou o casamento permanecem trazendo boas memórias à família.

      Confira os dados do IBGE sobre os casamentos tardios no país

       

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      Zero Hora

      Veja os destaques do discurso da presidente Dilma Rousseff na Cúpula das Américas

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      (Divulgação/Secretaria Estadual da Saúde)

      Socorro aéreo
      Estado reestrutura serviço aeromédico com novos servidores

       

      Bethânia viaja pelo Brasil com o show Abraçar e Agradecer (Divulgação/Alexandre Moreira)

      Com a Palavra
      Maria Bethânia: "O Brasil não merece outra ditadura"

       

      (Raquel Fronza / Agência RBS)

      Violência no trânsito
      Três mulheres morrem em acidente em Nova Prata

      Montana tinha placas de Carazinho (Divulgação/PRF)

      Acidente na ERS-285 deixa dois mortos em Panambi

      Novo foco da Lava-Jato
      Para a PF, esquema usava "padrão" do mensalão

      Deputado federal do PP está entre os investigados (Agência Câmara/Alexandra Martins)

      Escândalo na Petrobras
      Heinze diz que sabia do esquema de corrupção

      Intérprete chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu (José Silveira)

      Carnaval fora de época
      Infarto mata intérprete em desfile de escola de samba

      Policial voltava para casa quando foi morto a tiros no bairro Nonoai em maio de 2008 (Agencia RBS/Luiz Armando Vaz)

      Caso de 2008
      Dupla é condenada por morte de tenente da BM na Capital

      (Luiz Armando Vaz/Agencia RBS)

      Zona Norte
      Ladrões matam tenente da Brigada Militar durante assalto

      (Reprodução/Reprodução)

      No RS, no Brasil e no mundo
      Onde serão os protestos antigoverno no domingo

      (Facebook/Reprodução)

      Em Porto Alegre
      Grupo ironiza atos anti-Dilma e promove novo "Coxinhaço"

      (AFP/PRESIDENCIA DE PANAMA)

      Cúpula das Américas
      Obama e Raúl Castro têm encontro histórico

      (Youtube/Reprodução)

      Província do Sinai
      Estado Islâmico divulga novo vídeo de execuções no Egito

      Buenos Aires será cenário de eleições em outubro (Agencia RBS/Carlos Macedo)

      Entrevero no Argentina
      Três políticos despontam na corrida à sucessão de Cristina

      Chartier–Empreendimento imobiliário no bairro Higienópolis

      Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com

       

      Chartier

      Dr. Eduardo Chartier, 1021 - Higienópolis - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
      • Tipo:

        Residencial

      • N° de Dorm.:

        1 e 2 dorm.

      • N° de Vagas:

        1 e 2 vagas

      • Valor das Unidades:

        de R$ 319.000,00 a R$ 399.000,00

      • Área Privativa:

        43 m² / 61 m²

      Características do empreendimento

      • Zelador
      • Elevador
      • Gás Central
      • Estacionamento Rotativo
      • Depósito
      • Hall Social Privativo
      • Salão de Festas

       

       

      fachada2-163x177 chartier - www.rsnoticias.net

      Érico Offices

      Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com

       

      2day_Ideon_Fachada_FINAL

      Érico Offices

      • Tipo:

        Comercial

      • Valor das Unidades:

        de R$ 281.000,00 a R$ 594.000,00

      • Área Privativa:

        31 m² / 57 m²

      Características do empreendimento

      • Sala de Reunião
      • Terraço Coletivo
      • Estacionamento Rotativo
      • Circuito TV Interno
      • Espera Fibra Ótica
      • Elevador
      • Depósito
      • Espera para ar condicionado split