Cristina Kirchner torna públicas informações secretas sobre Guerra das Malvinas

Da Telam

A presidenta argentina, Cristina Kirchner, anunciou a abertura das informações secretas da Guerra das Malvinas, ao participar hoje (2), em Ushuaia, da cerimônia oficial do 33º aniversário da conflito. A presidenta também anunciou a criação do Arquivo Oral das Memórias das Malvinas.

A abertura será feita por decreto, assinado ontem (1º), no qual a informação será desclassificada como de segurança. O texto diz: "Suspenda-se a classificação de segurança para toda documentação de caráter não público relacionada com o desenvolvimento da guerra no Atlântico Sul.”

Cristina detalhou que, pelo Decreto 503, a determnação é que se deslassifique "toda a informação que há sobre as Ilhas Malvinas nos arquivos das Forças Armadas". O Ministério da Defesa terá 30 dias úteis para disponibilizar a documentação para consulta pública.

O Decreto 200, de fevereiro de 2012 havia avançado a respeito da desclassificação da Comissão de Análise e Avaliação de Responsabilidade do Conflito do Atlântico Sul, conhecido como Informe Rattenbach. O trabalho identificou um volume importante da documentação elaborada após a finalização do informe, em dezembro de 1983.

Toda a documentação encontra-se nos arquivos das Forças Armadas e tem valor histórico e cultural. Ao avançar sobre o tema, permite-se abordar a investigação das violações dos direitos humanos cometidos durante o conflito.

Um exemplo são os documentos da Comissão Especial Malvinas, do Exército, que funcionou de 1987 a 1995, e registrou essas violações durante o conflito ou sofridas por ex-combatentes. A desclassificação de segurança permitirá o acesso e a consulta de toda a documentação elaborada nesse período.

Em relação à construção do Arquivo Oral, que funcionará no Museu Nacional das Malvinas, na Terra do Fogo, Cistrina disse que contará com testemunhos "de todo aquele que, de alguma forma, participou desse pedaço da história, com a história completa, com os horrores e com os heróis, com os covardes e com os mártires, porque sempre há de tudo.”

A presidenta anunciou que nos próximos dias assinará o decreto para criar o arquivo.

 

Agência Brasil

 

Política

Dilma lamenta morte do filho mais novo de Geraldo Alckmin

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       - Crédito: Miami (AFP)

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      Justiça aceita pedido de recuperação do Grupo OAS

       

      Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

      A Justiça paulista deferiu ontem (1º) o processo de recuperação judicial de nove empresas que compõem o Grupo OAS, nomeando o administrador judicial e determinando a suspensão de todas as ações ou execuções contra os devedores, além de outros procedimentos necessários. O pedido foi apresentado pela OAS na última terça-feira (31).

      Segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a recuperação permite que a empresa se reorganize em relação a dívidas e se recupere da crise financeira, preservando atividades e empregos, além de gerar a expectativa de saldar débitos com credores, evitando a falência. O Grupo OAS deve apresentar o plano de recuperação judicial em um prazo de 60 dias, sob pena de transformação da recuperação em falência. Os credores e fornecedores terão 120 dias para discutir e aprovar a proposta.

      Para dar andamento à reestruturação, a OAS informou ter colocado à venda sua participação na Invepar (24,44%), no Estaleiro Enseada (17,5%), na OAS Empreendimentos (80%), na OAS Soluções Ambientais (100%), na OAS Óleo e Gás (61%) e na OAS Defesa (100%). A empresa vai negociar ainda a Arena Fonte Nova (50%), em Salvador, e a Arena das Dunas (100%), em Natal.

      “Vamos vender os nossos ativos num processo de recuperação judicial para dar segurança aos investidores de que não correrão risco de ter seu negócio contestado na Justiça pelos credores da OAS”, afirmou, em nota, o diretor de Desenvolvimento Corporativo da Construtora OAS, Diego Barreto.

      Além disso, o grupo informou que vai priorizar os negócios relacionados à construção pesada, representado pela Construtora OAS.

      A OAS é alvo da Operação Lava Jato, que investiga desvios e corrupção na Petrobras, o que resultou na interrupção das linhas de crédito à empresa. Seus clientes chegaram a suspender pagamentos e novas contratações e ainda as agências de risco rebaixaram a nota de crédito da empresa, levando ao vencimento antecipado de suas dívidas.

      “O setor de infraestrutura depende de financiamento intenso de capital para o desenvolvimento dos projetos que dão suporte ao crescimento econômico do país. Desde o início das investigações na Petrobras, as instituições financeiras têm sistematicamente restringido o acesso das empresas aos recursos necessários para a manutenção das obras”, ressaltou, em nota, o presidente da OAS Investimentos, Fabio Yonamine.

       

      Agência Brasil

      PSDB confirma morte de filho de Geraldo Alckmin em acidente de helicóptero

      O presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira, confirmou agora há pouco a morte do filho mais novo do governador Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin, no acidente de helicóptero ocorrido na tarde de hoje (2), na Estrada da Fazendinha, no município de Carapicuíba, zona oeste da Grande São Paulo.

      Saiba Mais

      Por meio de nota, Nogueira, em nome dos membros do PSDB paulista, manifestou pesar pela morte de Thomaz.

      “Externo os mais profundos sentimentos ao governador Geraldo Alckmin e sua esposa, dona Lu, bem como aos demais familiares e amigos. Neste momento de grande tristeza, só posso desejar à família e a todos que tiveram o prazer de conviver com Thomaz força e sabedoria para enfrentar este momento de dor. É, sem dúvida, uma grande perda.”

      Até a publicação da matéria, o Palácio dos Bandeirantes não havia confirmado a morte do filho do governador.

      Segundo o Corpo de Bombeiros de São Paulo, mais quatro pessoas morreram na queda do helicóptero.

       

      Agência Brasil

       

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      Grupo islâmico matou 147 pessoas em universidade do Quênia

       

      Da Agência Lusa Edição: Armando de Araújo Cardoso

      O Centro Nacional de Gestão de Catástrofes, do governo do Quênia, atualizou para 147 o número de mortos no atentado de hoje (2) na Universidade de Garissa, no Leste do Quênia. Segundo o centro, a maioria das vítimas é estudante. O grupo extremista islâmico somali Shebab reivindicou a autoria do ataque.

      Saiba Mais

      O balanço oficial anterior informava que 70 pessoas morreram mortos. “[Há] 147 mortes confirmadas no atentado de Garissa”, informou o centro. O atentado foi o mais violento no Quênia desde o ataque à Embaixada dos Estados Unidos, em 1998.

      A operação realizada pelas forças de segurança quenianas para retomar o controle da universidade, tomada por um comando shebab nesta quinta-feira de madrugada, “terminou com os quatro terroristas mortos”, acrescentou o órgão. A retomada ocorreu quase 16 horas após o início do ataque em Garissa, a 150 quilômetros da fronteira com a Somália.

      “O Quênia está em guerra com a Somália. Nossos homens estão ainda no interior e em combate. A missão é matar aqueles que são contra os Shebab”, disse, por telefone, o porta-voz do grupo islâmico, Cheikh Ali Mohamud Rage, reivindicando o ataque.

       

      Agência Brasil

       

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          Justiça aceita pedido de recuperação judicial da OAS

           

          Ocupação hoteleira do Rio ultrapassa 55% no feriado

           

          Flavia Villela - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

          A ocupação da rede hoteleira no Rio de Janeiro, durante o feriado de Semana Santa, deve ultrapassar 55%, em média, segundo a Associação de Hotéis do Rio (ABIH-RJ), de hoje (2) até domingo (5). Os hotéis de Ipanema e Leblon estão com taxa de ocupação correspondente 78,99% de vagas reservadas e os hotéis de Copacabana e Leme, no nível de 76,11%.

          As regiões do centro, da Barra da Tijuca, do Flamengo e de Botafogo estão na casa dos 40%. Os turistas nacionais representam 73,83%, a maioria proveniente de São Paulo.

          No interior do estado, a procura está mais aquecida: a média de ocupação já chega a 83%. Destinos como Petrópolis e Teresópolis, na região serrana, Paraty, Mangaratiba, costa sul fluminense, Búzios, Arraial do Cabo e Região dos Lagos, já ultrapassam 90% de quartos vendidos para a data. Segundo a pesquisa, os turistas que vão para o interior do estado são, em sua maioria, cariocas: os moradores do Rio aproveitam os fins de semana prolongados para viajar para o interior, sem a necessidade de grandes investimentos em passagens aéreas.

          De acordo com o presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes, como o mês de abril tem três feriados é natural que a demanda seja diluída. “Para estimular os brasileiros a visitar o Rio, especialmente a capital, o Rio Convention and Visitors Bureau (Rio CVB) coordenou uma campanha promocional entre os dias 24 e 30 de março, nas rádios de São Paulo e Minas Gerais, com o intuito de apresentar nossos atrativos turísticos e incrementar os índices de ocupação na capital”, disse.

           

          Agência Brasil

          Semana Santa deverá movimentar R$ 3,68 bilhões em viagens internas

          As viagens dentro do país deverão movimentar R$ 3,68 bilhões durante a Semana Santa, com  as festas religiosas e as reuniões familiares que deverão impulsionar os gastos nesses dias, informou o Ministério do Turismo. A pasta estima a realização de 2,15 milhões de viagens internas, cada uma com custo médio de R$ 1.712,87, incluindo deslocamento, alimentação e turismo.

          "A Semana Santa é um feriado mais intenso que outros. As pessoas aproveitam para usufruir de estruturas de lazer ou para visitar parentes e amigos, além da estrutura religiosa", explicou o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco de Salles Lopes.

          Pelas estimativas da pasta, São Paulo concentrará o maior número de viagens, com 407.346. Também será o estado com o maior gasto, R$ 570,1 milhões. O Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar em relação ao valor movimentado, calculado em R$ 489,4 milhões para 136.482 viagens.
          Em relação ao número de viagens, o Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 174.277 e gasto estimado de R$ 292 milhões. Estados do Nordeste também têm peso significativo: juntos serão os responsáveis pela movimentação de aproximadamente R$ 1 bilhão. Somente a Bahia movimentará R$ 310,2 milhões em 163.778 viagens.

          O consultor Diogo Duarte D'Alessandro, de 34 anos, é um dos que estão com viagem marcada no período. Ele mora em São Paulo com a esposa. Juntos, vão a Brasília para a Páscoa. "Além de a própria Páscoa ser um data familiar, vamos comemorar o aniversário da minha esposa e o do meu pai", conta disse D'Alessandro. O principal gasto que se prepara para ter é com alimentação. "Vou sair, encontrar os amigos."

          A projeção do Ministério do Turismo é com base no gasto médio e na frequência de viagens em feriados nacionais. Foram usados os últimos dados anuais, de 2011, somados à inflação no período, que foi de cerca de 27%. Lopes explica serem dados inerciais, ou seja, sem influência de nenhum fator específico, e que podem variar.
          De acordo com a pasta, os feriados impulsionam a economia turística e geram impacto em diversos setores, como a indústria de automóveis, o setor aéreo, bares e restaurantes, hotelaria e serviços.

           

          Agência Brasil

           

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          Governo lança segundo edital com locais para abertura de cursos de medicina

           

          Aline Leal - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

          Mais Médicos

          O segundo edital de chamamento para municípios que poderão receber cursos particulares de medicina foi lançado hoje (2), como parte do Programa Mais Médicos. Foram escolhidos 22 municípios dentro da estratégia de equilibrar regionalmente o número de médicos por habitantes, levando faculdades para locais de difícil fixação desses profissionais.

          O edital prevê a abertura de 1.887 vagas nas 22 cidades pré-selecionadas, em oito estados do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste. Todos os municípios apontados têm relação de vagas em cursos de medicina por 10 mil habitantes inferior a 1,34, e o índice de médicos por mil habitantes é menor que 2,7. A medida é uma parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.

          As prefeituras pré-selecionadas que tiverem interesse em receber a faculdade devem confirmar participação entre os dias 13 e 24 deste mês pelo endereço eletrônico http://simec.mec.gov.br. Depois disso, o governo fará vistoria para saber se o local apresenta a infraestrutura necessária a um curso de medicina. O resultado será divulgado no dia 31 de julho e só então as instituições interessadas se candidatarão a abrir faculdade nos locais.

          Antes de esse sistema ser adotado, a abertura de vagas privadas de medicina era proposta pelas instituições de ensino, que indicavam onde queriam abrir faculdade. Com o novo modelo, adotado pelo Programa Mais Médicos, é o governo quem indica onde tem interesse em abrir vagas. Em seguida, as faculdades se candidatam.

          Os ministros da Educação, Luiz Cláudio Costa, e da Saúde, Arthur Chioro, apresentam edital para municípios que tenham interesse em receber curso de medicina para o Programa Mais Médicos (Wilson Dias/Agência Brasil)

          Os ministros da Educação, Luiz Cláudio Costa, e da Saúde, Arthur Chioro, apresentam edital para municípios interessados em receber curso de medicinaWilson Dias/Agência Brasil

          “Em vez de perguntar para a instituição privada onde ela quer abrir escola de medicina, o governo, com base em estudos técnicos, avaliando as necessidades e com critérios objetivos, identifica quais cidades e regiões precisam de novas vagas de medicina e têm condições técnicas [de receber o curso]”. explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

          Segundo o governo, estudos apontam que ter cursos de medicina e residência médica contribui para a fixação de médicos na região. Chioro ressaltou que a lógica anterior de abertura de faculdades de medicina ocasionou uma concentração de profissionais em capitais e nas regiões Sul e Sudeste.

          Chioro acrescentou que essa mudança é um eixo estruturante do Mais Médicos e a contratação de médicos estrangeiros, um eixo emergencial. Até 2017, o governo pretende abrir 11.447 vagas de medicina para que, em 2026, o Brasil possa ter 600 mil médicos. Hoje o país tem em média 400 mil profissionais.

          Para conseguir a autorização para abrir a faculdade de medicina, a instituição de ensino deve se comprometer a beneficiar a rede de saúde, dizendo especificamente o que vai fazer no local e, ainda, programar a abertura de residência médica no município.

          A seleção dos 22 municípios leva em conta critérios como não ser capital e ter mais de 50 mil habitantes, a inexistência de curso de medicina no município e na região próxima, e a cidade ficar a, no mínimo, 75 quilômetros de distância de outra que tenha o curso.

          Chiroro informou que a infraestrutura da cidade para receber os novos cursos também foi considerada para a seleção. Além disso, o ministro ressaltou que as faculdades que fizerem propostas de abertura de cursos terão de apresentar os benefícios que o município terá como benefícios na infraestrutura dos postos que receberão alunos e formação complementar dos profissionais que já trabalham na rede pública.

          Segundo o ministro interino da Educação, Luiz Cláudio Costa, para o primeiro edital, mais de 200 instituições apresentaram propostas de abertura de cursos nos 39 municípios indicados pelo governo.

          Os municípios que poderão receber cursos de medicina são: São Miguel dos Campos, em Alagoas; Parintins, no Amazonas; Brumado, Irecê, Euclides da Cunha e Senhor do Bonfim, na Bahia; Crateús, Iguatu, Itapipoca, Quixeramobim e Russas, no Ceará; Itumbiara, em Goiás; Chapadinha, Codó e Santa Inês, no Maranhão; Bragança, Breves, Cametá e Castanhal, no Pará; Araripina, Arcoverde e Salgueiro, em Pernambuco.

           

          Agência Brasil

           

           

          Serra Gaúcha deve atrair contingente de turistas - Crédito: Divulgação CP

          Páscoa: turismo deve render R$ 490 milhões ao RS

          Dólar nas alturas deve concentrar viagens dentro do país

            Movimento antes da Sexta-Feira Santa ficou pouco abaixo do projetado - Crédito: Concepa/Divulgação CP Estradas

            Freeway registra 38,9 mil veículos rumo ao Litoral

              Sexta-Feira Santa terá tempo bom no RS - Crédito: Tarsila Pereira

              Previsão do tempo

              Sexta-Feira Santa terá tempo bom no Rio Grande do Sul

                Assassinato do menino completa um ano no próximo dia 4 de abril - Crédito: Vinicius Araujo / Especial / CP Caso Bernardo

                Réus devem ser julgados ainda neste ano, projeta promotor

                  Veículo foi encontrado através de um aplicativo do celular - Crédito: Paulo Nunes Porto Alegre

                  Aplicativo de celular ajuda jovem a recuperar carro

                    Política

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                    Cai o ritmo de alta da inflação na cidade de São Paulo

                     

                    Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

                    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo encerrou o mês de março com alta de 0,7%, inferior à variação registrada em fevereiro último, quando a taxa havia atingido 1,22%.

                    Dos sete grupos pesquisados, habitação, mais uma vez, foi o que mais pressionou o orçamento das famílias com renda entre um e dez salários mínimos. Apesar de ultrapassar a média do IPC, ao atingir 1,21%, a variação do grupo habitação ficou abaixo da apurada no mês passado, quando aumentou 1,82%.

                    O segundo maior peso inflacionário foi o grupo alimentação. A taxa, porém, indicou decréscimo, ao passar de 1%., em fevereiro, para 0,72% em março. No grupo transportes, houve expressiva queda no ritmo de alta: passou de 2,39% para 0,22%. E, em educação, a taxa voltou a perder força, caindo de 0,3% para 0,12%.

                    Já no grupo despesas pessoais, ocorreu movimento oposto, com alta de 0,35% sobre um aumento em fevereiro de 0,07%. Foi o que ocorreu também no grupo saúde, com avanço de 0,52% sobre o aumento de 0,22%,no mês anterior. Também cresceu a intensidade de alta no grupo vestuário, com a reversão da queda de 0,45%, registrada em fevereiro, para uma alta de 0,59%.

                     

                    Agência Brasil

                     

                    Tiroteios deixam quatro mortos e uma pessoa ferida no Complexo do Alemão

                     

                    Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

                    Pelo menos quatro pessoas morreram desde ontem (1º) e uma ficou ferida durante tiroteios no conjunto de favelas do Alemão, que reúne 15 comunidades e 70 mil pessoas, na zona norte do Rio de Janeiro. Desde o começo de 2015, o conjunto de favelas registra alta letalidade e o maior número de policiais mortos em confrontos com bandidos da região.

                    Segundo a organização não governamental (ONG) Voz da Comunidade, que administra um jornal local, Maynara Moura, de 16 anos, foi atingida no braço, dentro de casa, por uma bala perdida, e recebeu atendimento médico. Ela está na casa de parentes, se recuperando do ferimento e da perda da mãe, Elizabeth Moura, que chegou a ser socorrida pelos vizinhos, após também ser atingida por tiros, mas não resistiu.

                    Outra vítima foi Rodrigo Farine, de 22 anos, que, ao sair de uma viela, foi baleado na cabeça, segundo moradores, por policiais. Mais dois jovens foram mortos no coração do complexo e colocados no carro blindado da corporação, de acordo com relatos de pessoas da comunidade. Hoje (2) moradores voltaram às redes sociais e tornaram a denunciar troca de tiros, mas as autoridades policiais não confirmaram as mortes ocorridas nos tiroteios.

                    “Está cada dia e a cada hora muito difícil. Noites de terror e medo nas ruas e vielas, trabalhadores sem saber se podem voltar para suas casas e suas famílias”, conta Viviane Ribeiro, uma das fundadoras do jornal Alemão Notícias, que fez uma carta aberta, na internet. “São dias de massacre, sem hora certa para o tiroteio recomeçar. Mães indo e vindo sem saber se levam ou não e se buscam ou não as crianças nas escolas, mortes pelos caminhos e até dentro de casa. Onde deveríamos ter sossego e descanso, nos esquivamos, deitados no chão, ao som de tiros”, relata.

                    Especialistas em segurança pública avaliam que a situação no complexo é grave e o momento é de recuo das forças de segurança pública, para conter a letalidade. “A situação é desesperadora e há poucas alternativas. A polícia está agindo mal porque não encontra alternativas para enfrentar o tráfico, sem ser a lógica do confronto”, analisou a cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes, Silvia Ramos.

                    Silvia lembra que no Alemão foram instaladas unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que podem estar no limite, encurraladas, segundo os relatos, tentando enfrentar o tráfico à base da força. A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança não comentam os fatos e não responderam à Agência Brasil. Para o pesquisador do Instituto de Estudos da Religião (Iser) André de Jesus Rodrigues, , que estuda o tema há dez anos, o “endurecimento da resposta policial" tem levado a população ao limite e é preciso repensar o modelos das UPPs no Alemão. “É um momento de revisão. São mais de 90 dias de instabilidade e a violência policial está incidindo diretamente na população. Ou seja, em vez de proteger, a polícia está acuando."

                    Especialistas concordam com o recuo, mas dizem que não há solução fácil. Eles recomendam que as forças discutam uma estratégia que resguarde a população, sem abrir brechas para a retomada do controle local por grupos criminosos. “Se a polícia sai, os moradores voltam a ficar reféns de grupos armados. E a população é a que mais sofre. Acho até que a situação agora é igual ou mais tensa do que antes da ocupação policial [em 2008]”, opina Silvia Ramos.

                    Os moradores também pedem trégua e o fim da violência “Estamos no limite, chega de chorar e enterrar nossos mortos”, conclui Viviane Ribeiro.

                     

                    Agência Brasil

                    O maior inimigo do Brasil

                    Publicado em 31 de mar de 2015

                    Foro de São Paulo: o que importa para Lula/PT/Governo é a ideologia do partido e não o Brasil e os brasileiros.

                     

                    VEJAM QUE ABSURDO!‏

                    MITO Decadente - LULA está MORTO !!! by @ReinaldoAzevedo - @RachelSherazade

                    Publicado em 1 de abr de 2015

                    http://www.facebook.com/RachelShehera...
                    https://twitter.com/rachelsherazade
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                    Rachel Sheherazade Arnaldo Jabor Joseval Peixoto SBT BRASIL Telejornal Do SBT
                    Luiz Carlos Prates Alexandre Garcia Miriam Leitão Paulo Eduardo Martins Sbt Pr
                    Jair Bolsonaro Reinaldo Azevedo rodrigo Constantino dilma lula aecio neves eleiçoes
                    2014 eleiçoes eleições
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                    Marco Antonio Villa
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                    Filho de Geraldo Alckmin é um dos mortos em queda de helicóptero em São Paulo

                    http://glo.bo/1Fo0hAR

                     

                    Filho de Geraldo Alckmin é um dos mortos em queda de helicóptero em São Paulo - www.rsnoticias.net

                     

                    "Dilma diz que superou extrema pobreza; números mostram o contrário<br />Leia mais: http://www.folhapolitica.org/2015/01/dilma-diz-que-superou-extrema-pobreza.html"

                    Movimento Contra Corrupção

                    Dilma diz que superou extrema pobreza; números mostram o contrário
                    Leia mais: http://www.folhapolitica.org/…/dilma-diz-que-superou-extrem…

                    Paes acusa Queiroz Galvão de criar farsa para acelerar repasse de obra olímpica

                    Prefeito do Rio rejeitou argumento da construtora de que há falta de pagamento do governo federal

                    Obras no Complexo Esportivo de Deodoro | Foto: Divulgação Prefeitura RJ / CP

                    Obras no Complexo Esportivo de Deodoro | Foto: Divulgação Prefeitura RJ / CP

                    O prefeito do Rio de Janeir, Eduardo Paes (PMDB), rejeitou nesta quinta-feira o argumento da empreiteira Queiroz Galvão de que a falta de pagamento do governo federal põe em risco os empregos e obras no Complexo Esportivo de Deodoro, onde serão disputadas 11 modalidades nos Jogos Olímpicos de 2016. Paes disse que a prefeitura tem antecipado pagamentos que cabem à União quando há atrasos no repasse das verbas federais, causados, segundo ele, por excesso de instâncias de controle. Ele acusou a empreiteira de criar uma "farsa" para pressionar a prefeitura e descartou restrições de verbas às obras olímpicas por conta do ajuste fiscal.
                    A Queiroz Galvão deu aviso prévio a 480 empregados e avisou que a falta de pagamento era a razão das demissões, que serão efetivadas se não houver novos repasses. Ontem, 70 operários que estavam em período de experiência, e não precisavam de aviso prévio, foram demitidos. Fontes da empreiteira disseram que os 70 seriam dispensados de qualquer forma, porque a etapa da obra para a qual foram contratados estava concluída.
                    Mais 550 funcionários em período de experiência foram comunicados que também poderão ser demitidos se a União e a prefeitura não pagarem o que devem. Ao todo, 1.100 operários trabalham no complexo. "As pessoas (demitidas) estavam em estágio probatório ou algo assim e eles (Queiroz Galvão) não precisavam mais desses 70 caras. Em qualquer ata de reunião de empreiteiro que você pegar, o empreiteiro vai chamar quem paga ele de chefe, vai reclamar que os pagamentos estão atrasados e que são menores do que tinha a receber. Não há atrasos nos pagamentos", disse Paes ao jornal "O Estado de S. Paulo".
                    Contratado há cinco meses, o ajudante de obras André de Souza entrou na leva dos demitidos na quarta-feira. "Me disseram que a empresa não teria dinheiro para pagar os funcionários enquanto o governo não repassasse a verba. Está todo mundo trabalhando no aviso (prévio), esperando o prefeito pagar", relatou.
                    Para apagar o incêndio, o prefeito convocou à tarde uma visita da imprensa ao local. Paes garantiu que a construção está "a pleno vapor" e será entregue no prazo, até o fim de novembro. E acusou a Queiroz Galvão de usar estratégia de comunicação "jurássica" de pressão para acelerar repasses. "Falta muito para uma empreiteira me dar um ultimato. Quem dá ultimato aqui sou eu. É uma farsa para pressionar a prefeitura", afirmou.
                    A prefeitura afirma que já repassou R$ 110 milhões à obra da Queiroz Galvão em Deodoro, orçada em R$ 640 milhões. Fontes ligadas à empreiteira dizem que o cronograma previa repasses mensais, mas só foram pagos até agora R$ 60 milhões, em janeiro. A empresa cobra R$ 80 milhões do governo federal, que negocia com o Congresso medidas de ajuste fiscal que implicam mudanças em regras trabalhistas e cortes de gastos.
                    O prefeito descartou qualquer restrição do governo à liberação de recursos para obras olímpicas. "Não há contingenciamento para Deodoro. O que existe é controle. É tanta roubalheira que a gente vê, que todo dia inventam um controle diferente. Atrasa tudo a não resolve a roubalheira. De R$ 6,5 bilhões de obras para Olimpíada, o governo federal paga R$ 1,2 bilhão. Não falta um tostão. Os ministros Aloisio Mercadante (Casa Civil) e Joaquim Levy (Fazenda) me ligam para saber se foram liberados os recursos".
                    Em nota, o consórcio responsável por Deodoro disse que as obras estão em dia e que o aviso prévio aos 480 operários é "medida preventiva que certamente será revertida com a regularização dos pagamentos relativos às etapas construtivas executadas, pagamentos esses já em andamento na Prefeitura". O consórcio é formado pelas empreiteiras Queiroz Galvão e OAS, ambas investigadas na Operação Lava Jato, que apura o esquema de corrupção na Petrobras.
                    O jornal teve acesso à ata da reunião em que o consórcio comunicou a decisão de dispensar funcionários por falta de repasses do governo para a obras. Segundo fontes, o governo não foi pego de surpresa pela notícia das demissões. Paes disse que, em conversa por telefone, o presidente da Queiroz Galvão acusou o sindicato de vazar para a imprensa as informações da ata, mas não se convenceu. "É uma estratégia burra (da empresa)", disse.

                     

                    Estadão Conteúdo e Correio do Povo

                    Negociadores anunciam acordo sobre programa nuclear do Irã

                    Presidente iraniano, Hassan Rohani, disse que texto final será divulgado até 30 de junho

                    Acordo com duração de 10 anos prevê que Teerã reduza consideravelmente o número de centrífugas, passando das 19 mil atuais a 6 mil | Foto: Fabrice Coffrini / AFP / CP

                    Acordo com duração de 10 anos prevê que Teerã reduza consideravelmente o número de centrífugas, passando das 19 mil atuais a 6 mil | Foto: Fabrice Coffrini / AFP / CP

                    O Irã e as potências mundiais estabeleceram as bases nesta quinta-feira para um acordo potencialmente histórico destinado a conter o programa nuclear do Irã após uma maratona de negociações na Suíça.
                    Este entendimento marca um grande avanço em um impasse que já dura 12 anos entre o Irã e o Ocidente, que teme há muitos anos que Teerã queira produzir bomba nuclear.
                    O Irã concordou em reduzir seu programa nuclear em troca do levantamento das sanções punitivas, informou a chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, após oito dias de negociações.
                    Os principais pontos acordados nesta quinta-feira deverão agora ser finalizados em um acordo altamente complexo até o dia 30 de junho.
                    O secretário de Estado americano, John Kerry, saudou um "grande dia", enquanto o presidente iraniano, Hassan Rohani, declarou que a elaboração de um acordo completo começará imediatamente com o objetivo de finalizá-lo até a data limite de 30 de junho.
                    Kerry tuitou que as potências mundiais e o Irã "agora têm os parâmetros para resolver as principais questões sobre o programa nuclear. De volta ao trabalho em breve para um acordo final", escreveu na rede social.
                    Meios de comunicação iranianos declararam que o acordo estabelecerá que o Irã reduza em dois terços, de 19.000 a 6.000, o número de centrífugas, que podem produzir combustível para energia nuclear, mas também o núcleo de uma bomba.
                    Mogherini, em um comunicado de imprensa conjunto com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, declarou ainda que o projeto de um novo reator será alterado de modo que nenhum plutônio para armas possa ser produzido.
                    A usina de Fordo, construída nas profundezas de uma montanha, permanecerá aberta, mas não será utilizada para o enriquecimento, e sim para pesquisa e desenvolvimento.
                    Em troca, Mogherini declarou que as sanções relacionadas à questão nuclear de Estados Unidos e União Europeia serão levantadas depois que a agência nuclear da ONU verificar que o Irã cumpriu suas promessas.
                    As potências esperam que o acordo torne virtualmente impossível para o Irã construir armas nucleares sob a fachada de seu programa nuclear civil e que encerre este impasse de 12 anos.
                    O chanceler francês, Laurent Fabius, declarou, no entanto, que ainda há trabalho a ser feito.
                    Uma implementação bem-sucedida do acordo pode colocar o Irã e os Estados Unidos no caminho para melhores relações após 35 anos de animosidade.
                    Além disso, as potências e o Irã esperam finalmente silenciar qualquer conversa sobre uma ação militar de Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
                    O ministro israelense da Inteligência, Yuval Steinitz, alertou antes do anúncio desta quinta-feira que a "opção militar está sobre a mesa".

                     

                    AFP e Correio do Povo

                    Cartel do lixo leva MP a denunciar 37 empresários no RS

                    Citados dirigem 16 empresas em nove cidades. Em pelo menos sete municípios, houve fraude em licitações

                    O Ministério Público denunciou 37 empresários do setor de recolhimento de resíduos pelos crimes contra a ordem econômica e a lei das licitações investigados pela Operação Conexion, deflagrada em 17 de março. Seis pessoas seguem presas desde então.
                    Os denunciados dirigem 16 empresas em nove cidades gaúchas, incluindo a Capital: Mecanicapina Limpeza Urbana, W.K. Borges e Cia Ltda e Engesa Engenharia e Saneamento Ltda (Porto Alegre); Onze Construtora e Urbanizadora, Brisa Transporte Ltda, Trans Ambiental Transportes e Nordeste Ambiental (Tramandaí); Geral Transporte Ltda (Canela); Komac Rental Locadora de Máquinas Ltda (Torres); Eco Limp Transportes Ltda e Transportes JC Lopes Participações Ltda (Alvorada); Camaro Urbanizadora Ltda e Biomina Urbanizadora Ltda (Taquara); Biasotto e Cia Ltda (Carlos Barbosa); Reciclagem Adeva Ltda (Nova Araçá); e Gabriel Desentupidora e Banheiros Químicos Ltda (Arroio do Meio).
                    De acordo com as investigações, de 2014 até a deflagração da operação, os denunciados abusaram do poder econômico, dominando o mercado e eliminando a concorrência mediante acordo entre as empresas em processos de licitação. Também, conforme o MP, foi verificada a divisão de mercado entre os membros do cartel e rodízio entre os concorrentes, direcionando o resultado da concorrência.
                    Entre as cidades em que houve licitações fraudadas estão Novo Hamburgo, Gramado, Palmares do Sul, Tavares, Flores da Cunha, Santo Antônio da Patrulha e Tramandaí. Os contratos tinham valores de R$ 20 mil a mais de R$ 5 milhões.
                    Sete denunciados vivem em Porto Alegre e sete em Tramandaí. Os demais residem em Cachoeirinha, Novo Hamburgo, Torres, Santo Antônio da Patrulha, Alvorada, Taquara, Parobé, Carlos Barbosa, Paraí, Nova Bassano, Arroio do Meio e Estância Velha.

                    Rádio Guaíba e Correio do Povo