Sinceramente - Míriam Leitão: O Globo

"Dilma disse também que a crise brasileira não é tão ruim. Falso. O Brasil está com um déficit fiscal gigante, déficit externo enorme, inflação indo para 8%, país em estagnação, e a Petrobras no fundo do poço. Isso é sim um situação grave. Sair dela será mais fácil se o governo reconhecer o tamanho da crise. Dilma comparou com o ajuste de 2003. Naquele momento, a alta do câmbio ocorreu pelo medo de mudança na política econômica que Lula não fez, apesar de ter dito que faria. ...
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Qualquer governante pode pedir suor e lágrimas. Só não pode fazer isso mentindo. O teor do pronunciamento da presidente Dilma Rousseff foi muito ruim. Por trás de palavras como paciência , ela camuflou uma versão dos fatos...
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FHC: 'Não é hora de afastar Dilma nem de pactuar'

'Foi o FHC! É patético, mas eu fico até envaidecido, porque, depois de mais de 12 anos, eu até fico pensando: 'Meu Deus, que força que eu tive!'', disse FHC em entrevista para Eliane Cantanhêde. Via Politica Estadão ‪#‎FHC‬

A partir de hoje consumidor poderá saber quanto gasta de internet no celular

Mudanças nos direitos valem também para telefonia fixa, internet e TVs por assinatura

Dicas para concurseiros de primeira viagem estudarem

por Henrique Moraes

Entre os conselhos: ler edital publicado, montar plano de estudo e ter perseverança

Rio - Quem começa a se dedicar a concurso público não costuma ter um estudo muito eficaz, pela falta de experiência. É comum que o candidato perca um tempo precioso até conseguir focar nos conteúdos que mais aparecem nas provas e a otimizar as horas disponíveis.

Ao marinheiro de primeira viagem, especialistas aconselham a ler atentamente o edital publicado, a montar um plano de estudo e a ter paciência e perseverança, já que leva algum tempo (média de três anos) para conseguir aprovação.

No primeiro momento, buscar um curso preparatório ajuda neste período de adaptação. Segundo Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos, no cursinho, o candidato aprende a priorizar os principais conteúdos para estudar e tem dicas com os professores. “A preparação para concursos públicos é um processo que demanda tempo. Não adianta iniciar os estudos já pensando em obter resultados em curtíssimos prazos”, explica.

Leal chama a atenção para a qualidade dos conteúdos. “Desconfie de conteúdos gratuitos na internet. Muitos estão desatualizados e são de procedência duvidosa. Quem está no começo precisa estar atento para obter textos atualizados, corretos e de qualidade”, orienta.

Fazer curso online ou presencial? Esta é uma das dúvidas recorrentes de quem se torna um concurseiro, segundo o diretor do site Questões de Concursos, Fernando Bentes. “O presencial é bom para quem está no início dos estudos e deseja tirar dúvidas com os professores. No entanto, o curso online traz uma série de vantagens: em regra, os instrutores são melhores, é mais barato e não há gasto com transporte ou alimentação. O horário de estudo também é mais flexível e alguns sites até oferecem serviço de tira-dúvidas”, diz Bentes, informando que o site Qconcursos.com criou um canal de ajuda gratuito aos concurseiros de primeira viagem: Meu Primeiro Concurso (qconcursos.com/meu-primeiro-concurso).

A bancária desempregada, Fabiane Rosa Lamas, 37 anos, está há apenas sete meses estudando para concurso. Ela quer passar na prova do INSS. “Todos os dias, por seis horas, assisto vídeo-aulas, faço leitura das matérias principais e exercícios. Complemento meus estudos com aulas presenciais das disciplinas que não tenho muito domínio.”

Nome sujo não é impedimento

Uma outra dúvida frequente dos iniciantes é se eventuais dívidas e problemas com os serviços de proteção ao crédito impede a pessoa de concorrer a uma vaga pública. A resposta é não, de acordo com Sérgio Camargo, advogado e especialista em certames. No entanto, ele revela que muitas bancas optam, equivocadamente, por estabelecer em seus editais impedimento para candidato que tenha o nome sujo em instituições como SPC e Serasa. “É ilícito condicionar a posse de um aprovado em concurso a estar com nome limpo”, esclarece o advogado.

Aloysio Falcão, delegado de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e professor de concursos, destaca que é indispensável o candidato escolher uma área específica. “Não adianta ficar atirando para todos os lados, pois hoje a concorrência é alta. Serão aprovados aqueles que se dedicam exclusivamente a um setor específico”, ensina o especialista em seleções públicas.
Fonte: O Dia Online - 09/03/2015 e Endividado

Seis mil vagas abertas no exterior

por Stephanie Tondo

Multinacionais estão abertas a brasileiros, mas é fundamental falar inglês e ter qualificação 

Rio - Com os empregos ameaçados pela situação econômica do país, brasileiros já começam a buscar oportunidades no exterior. Atualmente, há pelo menos seis mil vagas abertas em escritórios de grandes multinacionais nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina. Mas, assim como no Brasil, a maior demanda é por profissionais qualificados. O domínio do inglês, claro, é pré-requisito para se candidatar.

Pesquisa da Catho mostra que 76% dos brasileiros aceitariam morar no exterior por uma proposta profissional. Sendo que 34,2% aceitariam se representasse uma boa oportunidade de desenvolvimento, mesmo que sem a promessa de uma promoção, 33,2% aceitariam mediante promoção e 8,5% iriam mesmo sem nenhum outro benefício associado.

Entre os segmentos com boas chances de trabalho para os brasileiros no exterior estão a construção civil (Estados Unidos, Angola e Moçambique), cosméticos (Europa) e óleo e gás (Oriente Médio). Para Denis Cerqueira, gerente de divisão da Wyser, consultoria franco-italiana de recrutamento de média e alta gerência, existe uma grande demanda por mão de obra brasileira especializada. No entanto, a falta do idioma ainda é um entrave para esses profissionais.

“O inglês é fundamental. Mesmo em oportunidades para a América Latina, por exemplo, o idioma é exigido. Em segundo lugar vem o espanhol. Hoje, o mandarim é um ótimo diferencial, em função do crescimento das empresas chinesas”, avalia.

Segundo ele, as melhores formas de procurar emprego no exterior são por meio dos sites das empresas e de redes sociais de negócios. “O Linkedin hoje é o maior banco de currículos do mundo. É uma excelente porta de acesso”, explica o executivo.

Para quem tem o sonho de trabalhar fora, ingressar em uma multinacional no Brasil também é um bom começo. O especialista explica que muitas dessas companhias têm uma cultura de ‘job rotation’, isto é, intercâmbio de funcionários.

“Para quem busca especialização profissional e aprendizado, o ideal é sair do Brasil com algo certo lá fora. Até porque estar em outro país exige algumas questões burocráticas e legais, e as empresas ajudam com isso”, conta Denis Cerqueira.

Porém, no caso de pessoas que querem morar no exterior, mas não possuem qualificação, o segmento mais indicado é o de serviços. Em países da Europa e Estados Unidos, há demanda para segmentos de salões de beleza e restaurantes, por exemplo. “Os salários não são os atrativos para buscar oportunidade no exterior. As pessoas vão muito mais em busca de enriquecimento cultural, qualidade de vida”, aponta Cerqueira.

Rede de contatos fora do país ajuda a conseguir trabalho

A estudante Ana Vitória Cattaneo, 21 anos, morou na Itália durante mais de um ano com o marido, que foi transferido a trabalho. Segundo ela, a principal dica é ter uma quantia razoável de dinheiro guardada antes de tentar a sorte em outro país. “A procura por emprego na Europa é bem alta e às vezes demoramos a encontrar uma vaga”, conta ela, que custou a conseguir trabalho para complementar a renda da família.

“A entrada de brasileiros na Itália não é tão difícil. Isso faz com que a cidade receba muitos de nós, o que acaba aumentando a disputa por vagas”, explica.

Para se destacar em meio à concorrência, o engenheiro mecânico Rodrigo Dell Fonte, 25 anos, decidiu se qualificar antes de disputar uma vaga no exterior. “Tenho vontade de trabalhar fora do país, de preferência na Austrália, Reino Unido ou nos Estados Unidos, que é onde a maioria dos meus amigos engenheiros conseguiram uma vaga. Isso é um forte estímulo”, afirma.

Segundo ele, há muita exigência por mão de obra qualificada. “Meus amigos me orientaram a sair do Brasil com certa experiência, assim fica mais fácil conseguir algo melhor lá fora”, explica Rodrigo.

Para Denis Cerqueira, gerente de uma empresa de recrutamento, a rede de contatos é um fator importante para conseguir emprego em outros países. Isso vale tanto para funções que não exigem qualificação, quanto para cargos de média e alta gerência.

“Hoje em dia um bom inglês, espanhol e ‘networking’ são fundamentais para conseguir um lugar no mercado de trabalho internacional”, avalia o especialista.

CHANCES

CCOR
A rede de hotéis tem 2.085 vagas abertas em diversos países da Europa, América do Sul, América do Norte e Oriente Médio. Há oportunidades em funções como chef de cozinha, auxiliar de cozinha, segurança, eletricista, recepcionista, entre outros. Mais informações por meio do site: http://jobs.accor.com.

ONU
São mais de 200 vagas em países como México, EUA, Quênia, Suíça e Chile. Entre os cargos com chances disponíveis estão auxiliar administrativo, assistente de transporte e oficial de segurança. Mais em: http://careers.un.org.

GOOGLE
A gigante de tecnologia tem mais de mil vagas em diversos países dos Estados Unidos, Europa, América do Sul, África. Entre as áreas estão engenharia, design, suporte técnico e vendas. Mais em: www.google.com/about/careers.

FACEBOOK
Oferece mais de 200 vagas em países como Austrália, Estados Unidos e Japão, entre outros. Há chances em áreas de marketing, tecnologia, comunicação e vendas. Mais informações em: https://pt-br.facebook.com/careers/.

ABB
A multinacional de tecnologias de energia e automação tem mais de 1.200 vagas na Europa, Estados Unidos e Ásia. Entre as áreas estão vendas, qualidade, engenharia e finanças. Mais informações no site: http://new.abb.com/careers/job-search.

L′ORÉAL
A multinacional de cosméticos oferece mais de 1.400 vagas em países da Europa, América do Norte e Emirados Árabes, por exemplo. Há chances nas áreas de comunicação, pesquisa, administração, recursos humanos, marketing, entre outras. Saiba mais em: http://www.loreal.com/careers/careers-homepage.aspx.
Fonte: IG Economia - 06/03/2015 e Endividado

Para ministro da Previdência, se aposentar aos 50 anos é equívoco

por SOFIA FERNANDES

O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, falou nesta segunda-feira (9) da importância da educação financeira no planejamento das famílias, e criticou pontos do modelo previdenciário atual.
Segundo Gabas, o país passa por um momento de transição demográfica, em que a população está envelhecendo, mas que ainda se aposenta cedo.

"A expetativa de sobrevida está batendo 84 anos, e a sociedade brasileira ainda tem como premissa que deve se aposentar aos 50. A média de aposentadoria hoje é 54 anos. Tem um equívoco aí. Por falta de informação, as pessoas acabam tomando medidas que são prejudiciais a elas próprias", defendeu.

O ministro falou na cerimônia de abertura da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, evento organizado pelo governo mais instituições privadas para promover a educação financeira e previdenciária dos brasileiros.

"Educação financeira não é culto ao dinheiro. É mecanismo, a gente usa isso. Por mais que a gente não goste da sociedade como ela é, consumista, egoísta, é uma ferramenta para lidarmos melhor com o dinheiro.
Precisamos disso no dia-a-dia", afirmou Gabas.

Ele defendeu o sistema previdenciário brasileiro como um dos mais inclusivos do mundo, mas colocou a necessidade de mudanças e defendeu a que o brasileiro seja educado para poupar mais e se precaver mais para o futuro.

"Precisamos fazer essa discussão e colocar dentro da sociedade essa preocupação, porque ela é estratégica para o país. Não haverá estratégia de sucesso se o poder público não entrar", disse, defendendo uma estratégia de educação financeira nas escolas.
Fonte: Folha Online - 09/03/2015 e Endividado

Médica tira fotos zombando de vítimas à beira da morte e é demitida

"Ela tinha desprezo total pelas vítimas", disse chefe do serviço de saúde ‪#‎Hora7‬

Fala desastrosa de Dilma provoca disparada do dólar

#‎TVeja‬: Moeda americana dispara de novo e ultrapassa R$ 3,10. Protestos preocupam Planalto e Dilma aciona Mercadante. Na CPI da Petrobras, depoimento de Pedro Barusco é aguardado. Acompanhe as principais notícias desta noite com Joice Hasselmann e a equipe de reportagem de VEJA.

Mercado sobe para 7,77% previsão de inflação deste ano e vê PIB menor

por Alexandro Martello

Analistas dos bancos passam a prever maior alta da inflação em 12 anos.
Estimativa do mercado para o PIB de 2015 caiu de -0,58% para -0,66%.


O mercado financeiro estima um encolhimento maior do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e um crescimento mais intenso da inflação, segundo o relatório de mercado do Banco Central, fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Os números do levantamento foram coletados na semana passada e divulgados nesta segunda-feira (9) pelo BC.

Para o PIB, a previsão de retração passou de 0,58% para 0,66% – o que, se confirmada, será a maior contração da economia brasileira desde 1990, quando se retraiu 4,35%, ou seja, em 25 anos. A piora na projeção do mercado, na última semana, foi a décima seguida.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Para 2016, o mercado baixou sua expectativa de uma alta de 1,5% para um crescimento um pouco menor, de 1,40%.

Recessão
As previsões do mercado financeiro mostram que um cenário de recessão no fim de 2014 e início de 2015 não pode ser descartado. A recessão técnica se caracteriza por dois trimestres consecutivos de contração do PIB.

A prévia do PIB divulgada recentemente pelo Banco Central indicou uma retração de 0,15% no PIB em 2014. Nos três últimos meses do ano passado, contra o trimestre anterior, o PIB teria registrado uma contração também de 0,15%, segundo a prévia divulgada pelo BC.

Os dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o PIB do quarto tirmestre do ano passado, e também de todo ano de 2014, serão divulgados somente em 27 de março. No fim de outubro, o IBGE informou que a economia brasileira saiu por pouco da recessão técnica no terceiro trimestre de 2014 – quando o PIB cresceu 0,1% na comparação com o trimestre anterior.

Inflação
A expectativa dos analistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, que estava em 7,47% na semana retrasada, subiu para 7,77% na última semana. Foi a décima alta seguida na estimativa para a inflação de 2015. Se confirmada, a taxa de 7,77% será a maior desde 2003, quando ficou em 9,3% – ou seja, em 12 anos. Para 2016, a previsão do mercado subiu de 5,50% para 5,51%.

Com isso, a estimativa do mercado para o IPCA de 2015 segue acima do teto do sistema de metas do governo. A meta central de inflação para este ano e para 2016 é de 4,5%, com tolerância de dois pontos para mais ou para menos. O teto do sistema de metas, portanto, é de 6,5%. Em 2014, a inflação ficou em 6,41%, o maior valor desde 2011.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, ficou em 1,22% em fevereiro, depois de avançar 1,24% em janeiro. No acumulado de 12 meses, o indicador acumula alta de 7,7%, a mais elevada desde maio de 2005, quando atingiu 8,05%.

Segundo analistas, a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressionam os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

Taxa de juros
Após o Banco Central ter subido os juros para 12,75% ao ano na semana passada, o maior patamar em seis anos, o mercado manteve a expectativa de que a taxa termine 2015 em 13% ao ano – o que pressupõe mais uma alta até o fim deste ano. Para o fechamento de 2016, a estimativa dos analistas permaneceu em 11,50% ao ano.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Em 2015 e 2016, a meta central é de 4,5% e o teto é de 6,5%.

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 subiu de R$ 2,91 para R$ 2,95 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 3 por dólar.

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 baixou de US$ 5 bilhões para US$ 4 bilhões. Para 2016, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 11,24 bilhões para US$ 10,40 bilhões.

Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou estável em US$ 60 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte recuou de US$ 58,5 bilhões para US$ 58 bilhões.
Fonte: G1 notícias - 09/03/2015 e Endividado

Depois do porto de Mariel, BNDES agora financia obra de ampliação do aeroporto de Havana

O empreendimento, que consiste na restauração e modernização do terminal 3 do aeroporto da capital cubana, terá suas obras iniciadas neste mês pela construtora Odebrecht, que recebeu empréstimos secretos do BNDES para financiar mais de 70% do total da empreitada. Esta é a segunda obra tocada pelo consórcio BNDES/Odebrecht em Cuba. Em janeiro do ano passado, a empreiteira iniciou a primeira fase das obras do porto do Mariel. ‪#‎ADComunicação‬
 
Mais ou menos US$ 150 milhões. Este é o montante enviado pelo BNDES para financiar as obras de ampliação do aeroporto de Havana, em Cuba. O...
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