OS TRÊS PODERES DA NOVA REPÚBLICA SOCIALISTA DO BRASIL

Os nacionalistas, ultimamente, esboçam um leve sorriso por assistirem a uma série de tropeços por parte do PT e do Executivo, que enfrentam contratempos na sua costumeira má gestão da economia e modestas reações no âmbito do Congresso.

Assim, dois dos principais poderes do Brasil, o terceiro e o segundo tropeçam; contudo, nada que os abale e a impunidade não resolva.

O petismo é tão capilar e está enfiado em todos os nichos da burocracia nacional e nas maracutaias que envolvem o desvio do dinheiro público, que pode facilmente dar a volta por cima e calar a boca de seus oponentes.

O Executivo, apesar de não entender nada de política, domina a arte do trocar benesses por poder e mando, além de dominar a mídia.

O fracasso econômico e a ausência de qualquer gestão em benefício da população serão facilmente distorcidos, e graças aos pesados impostos e ao alto custo de vida, como a gasolina que foi batizada com 27% de etanol, aos poucos serão minimizados com notícias plantadas na mídia amiga que anunciará que a inflação foi menor do que no mês passado.

Basta aguardar para que a cada dia seja anunciado que o pior já passou, graças à ANTA e seus abomináveis assessores.

Logo, o petrolão será devidamente desmoralizado, como o mensalão, e somente alguns golpistas serão levemente sancionados, pois se fossem severamente, arrastariam políticos de alta valia para o comunismo.

Assim, dois dos três poderes sofrerão apenas leves desconfortos musculares, mas nada de importante.

A “inútil ameba” nunca será impedida, nem o PT expurgado.

Resta o primeiro e o mais relevante poder, o Foro de São Paulo.

Aí mora o perigo, pois é inegável que só conquista vitórias, a UNASUL, a URSAL, e outras retumbantes como as raízes da nova República Socialista das Américas, os financiamentos aos países amigos pelo BNDES, entre outras. Tudo, sem qualquer oposição.

Concluindo, alguém acredita que os últimos passos do STF, o perdão do Genoíno e o visto permanente do Battisti sejam ordens do Executivo ou do petismo?

É evidente que não, pois são ordens de maior amplitude e que extrapolam o simples aumento de impostos e a inutilidade de qualquer CPI.

Cada um trata de escapar de suas incompetências e abusos.

Realmente, embora muitos não acreditem, existe um poder maior na falecida República do Brasil, é o Foro de São Paulo, incólume, tirânico e de fato é o grande mafioso da canalha que nos domina, financeira e imoralmente.

Informamos que aqui na caverna, trogloditas e descrentes, há muito tempo abandonaram a máxima de que “Deus é brasileiro”, e quea justiça é cega”, e na convicção de que “nada mudará no cenário comunista nacional”, cavam profundas trincheiras para num futuro próximo se defenderem contra o exército do MST, sob as ordens do “general” Stédile e ao comando do “generalíssimo” molusco, o “apedeuta”...

Corre o boato de que o Movimento pretende invadir as cavernas, onde os laboriosos agricultores plantarão os restos dos que forem mimoseados no “paredón”.

Quem viver verá que o Foro de São Paulo ainda será a “Comissão da Verdade da América Latrina”, numa clara demonstração da supremacia da sacanagem nacional sobre as demais repúblicas subordinadas.

Que orgulho ser brasileiro!

Amém.

Brasília, DF, 06 de Março de 2015

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Ajudando a mídia a difundir: MALDITA HERANÇA

Ajudando a mídia a difundir MALDITA HERANÇA - www.rsnoticias.net

Imagem mostra motociclista 'voando' sobre carro em acidente em SP

As imagens são impressionantes: http://glo.bo/1waodXD

Imagem mostra motociclista 'voando' sobre carro em acidente em SP

Câmeras de segurança flagraram o momento de um acidente em Botucatu, no centro-oeste paulista. As imagens são impressionantes.

g1.globo.com

 

"ELEIÇÕES 2014 APONTAM UMA POLÍTICA MAIS CONSERVADORA"! E..., NENHUMA SURPRESA EM 2015!


TRECHOS DO EX-BLOG DE 16/10/2014.
1. No caderno ALIÁS, do Estado de SP (12), o DIAP afirma que esse é o Congresso mais conservador desde 1964. Nessa mesma matéria, o sociólogo Wagner Romão, da Unicamp, diz que “podemos esperar para os próximos quatro anos um legislativo mais refratário a mudanças na ampliação dos direitos humanos, na questão da homofobia ou do aborto, a favor de modificações quanto à maioridade penal”.
2. Romão afirma que esta é uma tendência que já havia ocorrido no Congresso, resultante das eleições de 2010 e acentuado agora em 2014. Paradoxalmente, na eleição presidencial de 2010 venceu o PT. Paradoxalmente? Ou os “estímulos” mensaleiros e petroleiros para “pacificar” parlamentares produziram candidatos financeiramente mais competitivos? Os excessos publicitários e de mídia em relação à opção sexual e comissão da verdade construíram o polo conservador oposto? Provavelmente ambos.
3. E a crise econômica? Quem sabe os ares e sabores europeus ajudem a explicar que a resposta à crise econômica atual no imaginário popular não passa pela esquerda? Esses aparentes paradoxos –executivo/legislativo- precisam ser analisados com calma pelos pesquisadores. Incluindo o segundo turno e as eleições para governadores Brasil afora, poderemos  apontar outro subproduto do ciclo lulo-dilma-petista: o caminho político conservador, em direção à direita.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Como lidar com o medo de andar para trás na vida

por Samy Dana

Uma casa maior, um carro mais bacana, um emprego mais prestigioso. Todos querem subir na vida.
Nada mais natural, não? Existe até uma sensação de que esse desejo de continuar crescendo faz sentido em termos evolutivos: a nossa eterna insatisfação pode ser um motor para nos ajudar a lutar por condições sempre melhores, que garantam não apenas a nossa sobrevivência, mas também a nossa felicidade e a de nossa família.
No entanto, esse desejo de andar para frente nada mais é do que o outro lado de um sentimento mais primitivo nosso: o medo de andar para trás. Afinal, maior apenas do que a vontade de progredir é o medo de perder o que já conquistamos.
De acordo com a teoria econômica comportamental, a ideia de trocar o seu carro do ano por um modelo usado é sentida como uma perda - e nós temos uma aversão profunda a perdas. Nós reagimos com maior intensidade a perdas do que a ganhos, o que significa que a alegria de ganhar R$ 500 é menor do que o tristeza de perder o mesmo valor.
Em períodos de crise econômica, por exemplo, nos retraímos, preocupados com o futuro. Para a maioria, não é hora de pensar em como ganhar mais, e sim em como proteger o que conquistamos. São poucos aqueles que conseguem perceber que em toda crise existe uma oportunidade - e agir de acordo.
"Retroceder a uma casa menor, por exemplo, é considerado uma perda, é psicologicamente doloroso e estamos dispostos a todos os tipos de sacrifícios para evitá-la, mesmo que, neste caso, as prestações do financiamento afundem o nosso navio", alerta o economista Dan Ariely.
Como lidar então com o medo de andar para trás? Uma alternativa é passar a calcular melhor os passos que damos, como a compra da casa maior, a troca do carro, o aumento de salário que passa a bancar todo um novo estilo de vida. Com mais cautela, podemos deixar mais dinheiro rendendo nas suas aplicações e você garante que só dá esses novos passos quando estiver certo de que consegue bancar tudo.
Se esta é uma opção muito frugal para você, existe uma alternativa mais zen.
Ariely, por exemplo, recomenda "tentar encarar todas as transações (principalmente as grandes) como se eu não fosse proprietário, pondo alguma distância entre mim e o objeto de interesse". Ou seja: toda posse é transitória. Se você compreender isso, poderá aproveitar a fase das "vacas gordas" sem sofrer demais se tiver que cortar o padrão de vida depois.
Fonte: Folha Online - 05/03/2015 e Endividado

 

IDC (INTERNACIONAL DEMOCRATA DE CENTRO) REUNIU SUA COMISSÃO EXECUTIVA EM BRUXELAS, DIA 01/03!


1. Os temas debatidos foram sobre a questão do Estado Islâmico, sobre a crise Ucrânia-Rússia, sobre a situação do novo governo da Grécia e sobre a crise política e econômica na Venezuela.
2. Esteve presente o Vice-Presidente da IDC, Cesar Maia, em representação do Democratas.
3. Resoluções adotadas.  Links 1, 2, 3 e 4.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

 

 

EUA DEVERIAM ABRAÇAR O ENGAJAMENTO CRESCENTE E POSITIVO DA TURQUIA NO ORIENTE MÉDIO!


(M. Hakan Yavuz, professor de ciência política da Universidade de Utah e autor de "Secularism and Muslim Democracy in Turkey" - Mujeeb R. Khan, doutorando em ciência política na Universidade da Califórnia, em Berkeley. International New York Times/ UOL, 12)
1. Por décadas, a Turquia foi um aliado atencioso e em grande parte seguiu a liderança americana. Mas desde a reeleição do Partido Justiça e Desenvolvimento, em 2007, ela adotou uma política externa mais independente no Oriente Médio, que frequentemente a coloca em atrito com Washington.
2. A crise em andamento no Oriente Médio apenas ressaltou a posição geoestratégica chave da Turquia: não causa surpresa que o papa Francisco, o presidente russo Vladimir Putin e o primeiro-ministro britânico David Cameron tenham visitado Ancara nos últimos meses. E os detratores da Turquia, em parte por não entenderem as fontes de sua nova assertividade, não conseguem ver que sua transformação na verdade atende aos interesses de longo prazo dos Estados Unidos.
3. A nova política externa da Turquia tem suas raízes nas reformas políticas e econômicas do primeiro-ministro Turgut Ozal nos anos 80, que aceleraram a democratização do país e a ascensão da classe média muçulmana no interior turco.  Após a fundação da República Turca em 1923, um pequeno establishment secular e autoritário afastou o país de sua magnífica herança islâmica. No final do século 20, entretanto, muitos turcos olhavam para trás com nostalgia, para a unidade e liderança proporcionadas pelo Império Otomano. Hoje, eles não mais simplesmente aceitam as políticas problemáticas do Ocidente na região, como seu apoio ao golpe que levou o general Abdel Fattah el-Sisi ao poder no Egito.
4. A Turquia continua sendo bem mais democrática que seus vizinhos. Suas eleições são livres e limpas, ela não elimina seus oponentes políticos e nem persegue minorias étnicas e religiosas.  A Turquia também está tentando remover a região do ciclo de despotismo, conflito e intervenção externa que a atormenta desde o fim da era otomana. Depois da primeira visita do presidente Bashar al-Assad à Turquia em 2004, a liderança do AKP abraçou as promessas do jovem presidente de reforma e as relações com a Síria melhoraram. Foi apenas depois que Assad ignorou os apelos do governo turco por reforma e realizou assassinatos em massa de civis sírios é que Ancara exigiu sua remoção.
5. Após a eleição do partido de Erdogan em 2002, ele fortaleceu os laços com Israel, sinalizando que a Turquia trataria o país como um parceiro legítimo em sua tentativa de mediar uma paz abrangente na região. Mas após centenas de civis palestinos terem sido mortos na Guerra de Gaza de 2008-2009 e de forças israelenses terem atacado o navio turco desarmado Mavi Marmara, em 2010, é que a Turquia decidiu não mais ser indulgente com as fantasias beligerante do Likud, o partido do governo de Israel.
6. O AKP também fez mais do que qualquer outra liderança turca para encerrar o conflito curdo. A Turquia conta com mais de 1,6 milhão de refugiados sírios, incluindo 200 mil curdos, cristãos e yazidis fugindo do Estado Islâmico. Ancara forneceu ajuda militar aos pesh merga curdos que combatem os radicais sunitas na Síria. E o Governo Regional do Curdistão, no Iraque, se tornou um dos principais parceiros estratégicos e econômicos da Turquia.
7. Para evitar mais dessas calamidades, os autores de políticas em Washington, e em outras capitais ocidentais, deveriam abandonar sua abordagem contraproducente: eles deveriam abraçar o engajamento crescente e positivo da Turquia no Oriente Médio.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Crescem empréstimos informais na classe C, aponta pesquisa

por RENAN MARRA

As pessoas da classe C recorrem cada vez mais a amigos e familiares para tomar empréstimos financeiros. São os chamados empréstimos informais, que estão se tornando mais comuns no país.

Pesquisa do Data Popular, que será divulgada nesta quinta (5), mostra que 15% dos entrevistados declararam que pediram socorro financeiro a parentes ou amigos em média 4,2 vezes num período de 30 dias. Em 2010, esse percentual era de 7%, com média de uma vez por mês.

Para o presidente do instituto de pesquisa, Renato Meirelles, o aumento dos empréstimos informais acontece em razão da crise econômica e do endividamento das pessoas.

"Essas pessoas aprendem a se virar em momentos de adversidade e muitos já estão alavancadas [devendo] com o banco. E nessa situação, você fica sujeito a juros muito altos", diz Meirelles.

Também aumentou o número de pessoas que compraram fiado, deixando para pagar depois. Em 2010, 23% fizeram dívidas dessa forma; neste levantamento foram 29% dos entrevistados.

Já o total de pessoas que considera difícil ou muito difícil pagar as contas do dia a dia saltou de 32% para 65%.

"Isso acontece primeiro porque o crédito bancário está muito caro. Fora do sistema, o crédito é bem mais barato", analisa o economista Roberto Luis Troster, especialista em crédito.

Editoria de arte/ Folhatress
 
SOLIDARIEDADE

Meirelles aponta ainda que os momentos de crise ativam uma rede de solidariedade na classe C, que passa a pedir mais empréstimos a parentes e amigos quando não pode recorrer aos bancos.

"A classe C está aprendendo a se virar neste momento de crise. Além de recorrer a empréstimos de amigos, também fazem bicos para ganhar uma renda extra", disse Meirelles.

Participaram da pesquisa, 3.500 pessoas em 150 municípios do país. A faixa de renda por pessoa da classe C vai de R$ 328 a R$ 1.128 mensais.
Fonte: Folha Online - 05/03/2015 e Endividado


Mercado em favela aposta em produtos de 1ª linha e fatura R$ 30 milhões por ano

por Carolina Garcia

“Moradores são humildes, mas gostam de coisa boa”, conta empresário sobre sua rede com cinco filiais em São Paulo

A informalidade e o tráfico de drogas afastam as grandes redes do comércio das comunidades brasileiras. A brecha virou uma oportunidade ao comércio local, que prospera nas ruas e vielas de Paraisópolis, em São Paulo, por exemplo. Com mais de 100 mil habitantes, a 2ª maior favela da capital paulista tem suas próprias redes de supermercado, açougues e farmácias. E os números de faturamento acompanham a dimensão da favela.
Aos 28 anos, o empresário Clayton Medina viu seu investimento inicial de R$ 70 mil multiplicar 35 vezes. Após cinco anos, o mercado Nova Central conta com cinco filiais e vende aproximadamente R$ 2,5 milhões por mês ou R$ 30 milhões por ano, segundo o empresário. Diariamente, Medina visita as lojas falando em seu iPhone 6, com óculos escuros e com uma carteira Louis Vuitton na mão.
Um dos cinco mercados Nova Central em Paraisópolis. Loja da foto vende até R$ 800 mil por mês
A trajetória de Medina na comunidade Paraisópolis serve de exemplo para muitos moradores de comunidades do País. Pesquisa inédita do Data Favela, divulgada na terça-feira (3), revelou que ter o próprio negócio é o sonho de quatro em cada dez moradores. Além disso, 55% pretendem abrir o negócio em até três anos.
“Já nos primeiros 30 dias tive lucro. Sete meses depois, contratava dez funcionários e comprava uma segunda loja. Continuei crescendo e comprei uma nova loja a cada ano”, explica o empresário, que é formado em matemática e gerencia aproximadamente cem funcionários - quase todos moradores de Paraisópolis.
Após trabalhar em Paraisópolis como vendedor, em 2010, Medina percebeu deficiência na região de mercados e produtos de primeira linha. “Os moradores são humildes, sim, mas gostam de coisa boa. Antes, você só encontrava produtos de segunda ou terceira linha por aqui.” Ele comprou a primeira loja por R$ 70 mil, “dinheiro emprestado de um amigo”, e apostou em marcas líderes para conquistar a preferência dos moradores.
Para ele, o comércio local poderia expandir ainda mais se não encontrasse as barreiras da favela: informalidade, logística e a presença do tráfico de drogas. As apertadas e sinuosas ruas afastam fornecedores. Além disso, como são construções irregulares, os prédios não têm documentação. “Esse prédio aqui eu comprei por R$ 1,2 milhão, no ano passado, mas não tenho documento. Só tenho uma declaração do antigo dono registrada em cartório."
Em cinco anos, os mercados de Medina sofreram dois assaltos. Um número pequeno diante da má fama da comunidade, garante ele. E a presença do tráfico de drogas e suas leis têm influência direta na atuação dos ladrões pequenos. “Se você roubar um desodorante no meu supermercado, não posso encostar. Te seguro e chamo um deles [do tráfico]. Aí eles levam para longe e quebram os seus braços. É assim que funciona.” 
Em quatro anos, três filiais
O comerciante Milton Ferreira, de 52 anos, deixou a Paraíba há mais de uma década e decidiu aplicar em Paraisópolis os seus conhecimentos da rotina de uma farmácia. Trabalhando desde os 13 anos atrás do balcão, Ferreira criou a MTN Drogaria & Farmácia, em 2011. O plano era simples: trabalharia apenas com os filhos para recuperar o investimento inicial de R$ 15 mil.
“Depois dos primeiros anos, consegui recuperar essa quantia e contratei alguns funcionários. Mas nunca deixei de ser o principal funcionário daqui. Sou o primeiro a chegar e o último a sair”, conta Ferreira, que hoje administra três farmácias MTN nas ruas da favela com visitas diárias e monitoramento por câmeras.
Para ele, moradores não querem deixar a comunidade para comprar coisas básicas e isso incentiva o comércio local. A ausência de grandes investidores é um ponto positivo aos pequenos empreendedores. Ferreira reconhece, no entanto, que os clientes da comunidade ficaram mais exigentes nos últimos anos. E cruzam as fronteiras da favela para buscar “roupas de marcas e restaurantes bacanas”.
Hoje, cada filial da MTN rende um lucro de R$ 6 mil ao mês, segundo o dono. Questionado se os lucros nunca o motivaram a sair da favela, Ferreira explica que não vive pensando no conceito “dentro e fora” da comunidade. “Aqui é um recorte do Brasil. Essa vida de fora [da comunidade] que falam não é tão melhor assim. Não trabalho pensando em ficar ou sair. Só quero melhorar Paraisópolis”, conclui.
Fonte: IG Economia - 00/00/0000 e Endividado

 

Alguma dúvida? Roberto Campos

 

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Pensamento que continua vigendo:

 

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Hoje são conhecidos como “esquerda caviar”:

 

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Esta foi a profecia que se transformou no pior pesadelo brasileiro:

 

 

Verdade irrefutável:

 

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Cabeleireiro fatura R$ 5 mil por mês na favela: "Deixo com a cara da riqueza"

Dono do salão Val & Coffee Hair em Paraisópolis só recebe em dinheiro e não enfrenta pedidos de fiado ou desconto
Após seis anos morando na comunidade de Paraisópolis, a segunda maior favela de São Paulo, o cabeleireiro Valdivan Lima Sousa, de 39 anos, viu uma oportunidade de negócio. Cercado pelas “mulheres mais vaidosas do Brasil”, ele decidiu abrir o próprio salão de beleza no centro da comunidade. “E como elas gostam de gastar, viu?”, brinca o profissional, comemorando o sucesso do salão Val & Coffee Hair Design.
Máquinas de débito e crédito foram dispensadas e o pagamento é só em dinheiro. Engana-se quem pensa que Sousa passa o dia driblando pedidos de fiado ou desconto. “Aqui o povo não é fresco e muito menos ignorante. Minhas clientes têm internet e chegam aqui pedindo cabelo de atrizes internacionais. Deixo elas com a cara da riqueza”, diz aos risos enquanto atende uma cliente.
Hoje, nove anos depois da inauguração, Sousa conta que mantém clientes fiéis e não encontra dificuldades para pagar o aluguel de R$ 1,3 mil. O investimento inicial de R$ 800 foi logo recuperado e o lucro mensal mínimo chega hoje a R$ 5 mil. A agenda do salão é disputada e Sousa só atende com hora marcada, inclusive até as 3h da madrugada.
“Paraisópolis não para. Qualquer hora que caminhar por aqui, encontrará um comércio aberto ou pessoas nas ruas em festa. Para ser comerciante aqui tem que acompanhar essa demanda”, diz em tom professoral.
Levantamento inédito do Fórum Nova Favela Brasileira, divulgado pelo Data Favela, revela que atualmente quatro em cada dez moradores de favela têm o sonho de abrir o próprio negócio. Segundo a maioria dos entrevistados (55%), o plano deve ser colocado em prática em até três anos nas comunidades brasileiras. Já 18% planeja a autonomia profissional para os próximos cinco anos.
“Quero gente trabalhando para mim!”
Esse perfil do novo morador de favela pode ser comprovado com uma caminhada pelas sinuosas ruas e infinitas vielas de Paraisópolis. A oferta de pontos comerciais e redes próprias de supermercados, farmácias e restaurantes revela como uma parcela consumidora marginalizada contornou a ausência das grandes nomes comerciais.
Sousa recuperou o investimento de R$ 800 e hoje lucra em média R$ 5 mil por mês na favela
Para o cabeleireiro Sousa, o morador da periferia cansou de ser ignorado e decidiu agir. “Muitos aqui, como eu, observaram a deficiência e o que faltava para viver melhor. E nada melhor do que você não precisar sair da comunidade para ser bem atendido”, justifica. E continua: “Tem uma pessoa confiável ali que abriu o próprio negócio.”
O bom desempenho do salão não freou a ambição do piauiense, criado em Piripiri, a 165 km da capital Teresina. Nos próximos cinco anos, Sousa quer deixar a comunidade e voltar para sua cidade. “Aqui ganho muito bem, mas ainda não dá para ter funcionários”. O alto custo de vida de São Paulo impede Sousa de conquistar o seu maior sonho. “Quero gente trabalhando para mim!”
Fonte: IG Economia - 05/03/2015 e Endividado

 

 

 

Ao longo do Danúbio

Apartamento 1 e 2 dorm. - Residencial Blue Pence - Porto Alegre/RS

Para maiores informações, entrar me contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com

 

Descrição do Imóvel

Estrutura

Cidade: Porto Alegre/RS
Bairro: Bom Fim
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Amor é isto mesmo