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Doblewê - 6.3.2015

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Chwartzmann - 6.3.2015

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EMI - 6.3.2015

Você detesta as reuniões do seu trabalho? A maioria das pessoas odeia

"Colegas chatos, discussões bestas, tempo perdido. Você detesta as reuniões do seu trabalho? A maioria das pessoas odeia. Com motivo: estudos mostram que elas não são eficientes: http://abr.ai/17RYcAw"

Revista Superinteressante

Colegas chatos, discussões bestas, tempo perdido. Você detesta as reuniões do seu trabalho? A maioria das pessoas odeia. Com motivo: estudos mostram que elas não são eficientes: http://abr.ai/17RYcAw

 

15 viventes que são sérios candidatos a melhor pai do mundo

Chê, tens uns guascas por esses mundão a fora que se puxam no quesito paternidade.

jairkobe.com.br

 

Foto de Quebrando o Tabu.

 

8 coisas que ninguém te contou sobre depressão pós-parto

Não se assuste, a depressão pós-parto é mais comum do que muita gente imagina e nem sempre a tristeza é o principal sintoma

paisefilhos.com.br

 

Última lua cheia do verão

Por que a lua cheia não combina com chuva de meteoros? Confira a previsão do tempo para a noite de lua cheia.

climatempo.com.br

Ministro explica que o governo repudia a fala de parlamentares de oposição, de que o governo teria agido para incluir nomes na lista do PGR

Ministro explica que o governo repudia a fala de parlamentares de oposição, de que o governo teria agido para incluir nomes na lista do PGR.

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Anúncio de sub-relatorias na CPI da Petrobras provoca bate-boca

Deputados discutem durante reunião para elaboração do roteiro de trabalhos e deliberação de requerimentos da CPI (Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados)

Deputados discutem durante reunião para elaboração do roteiro de trabalho e deliberação de requerimentos da CPI da Petrobras Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados

A decisão do presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), de criar quatro sub-relatorias e indicar o comando de cada uma gerou reclamações e bate-boca entre os integrantes do colegiado.

Motta começou a reunião – destinada à eleição dos vice-presidentes da comissão, votação de requerimentos e apresentação do roteiro de trabalho pelo relator – anunciando a medida e uma chapa com os nomes de candidatos às três vice-presidências.

Partidos de oposição e da base aliada reclamaram por não terem sido consultados sobre a decisaõ. Eles já haviam questionado a condução da eleição de vice-presentes e acusaram Motta de não ter escutado todos os partidos integrantes da comissão. “Todos os partidos deveriam ter sido consultados. Eu entendo que esse processo não pode ser feito a partir de acordos de coxia. Não podemos aceitar isso, não é regimental, não foi feito o acordo [com todos os partidos] e não conheço a posição do relator,” ponderou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).

Ivan Valente teve o apoio dos deputados Júlio Delgado (PSB-MG), Rubens Bueno (PPS-PR), Afonso Florence (PT-BA), Maria do Rosário (PT-RS) e do deputado José Rocha (PR-BA).

“Eu gostaria de ouvir o relator sobre o debate e a oportunidade ou não de se criar sub-relatorias. Pela tradição quem indica a criação de sub-relatorias e o coordenador [de cada uma delas] é o próprio relator”, argumentou Maria do Rosário. A deputada reclamou que o presidente não havia divulgado quais seriam as sub-relatorias e pediu que Motta deixasse que o relator apresentasse primeiro o plano de trabalho e, posteriormente, expusesse sua decisão.

“Informo que se não há previsão no Regimento [Interno] de criação de sub-relatorias por parte do presidente [da comissão], também não há nada que diga o contrário”, rebateu Motta.

O vice-líder do PT, Afonso Florence, chegou a pedir ao presidente da CPI que seja feito um acordo entre os partidos, com base na proporcionalidade partidária, para a ocupação das quatro sub-relatorias. Na avaliação dele, primeiro deveria haver a apresentação do plano de trabalho pelo relator da CPI, Luiz Sérgio (PT-RJ). “O relator deve apresentar primeiro o plano de trabalho e ele deve ser consultado, e que os partidos compartilhem do esforço pela definição dos nomes que serão apresentados como sub-relatores” contra-argumentou.

Motta e o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) chegaram a trocar ofensas. Ao anunciar a decisão de manter a criação das sub-relatorias, Rodrigues chamou o presidente de "coronel" e, com o dedo em riste, chegou a chamar Motta de "moleque" algumas vezes. Também exaltado, o presidente da CPI rebateu: "Não serei fantoche para me submeter. Não tenho medo de grito”.

Mesmo com a ponderação dos outros partidos, Motta disse que vai manter a decisão e indicar por conta própria os sub-relatores. O anúncio causou tumulto e bate-boca entre os parlamentares e o presidente que se levantaram para cobrar coerência da decisão, chegando a paralisar os trabalhos da CPI. "Não vou abrir mão das minhas prerrogativas como presidente", retrucou Motta.

Antes do bate-boca, a CPI elegeu Antonio Imbassahy (PSDB-BA) primeiro vice-presidente. Félix Mendonça (PDT-BA) foi escolhido segundo vice-presidente e o deputado Kaio Maniçoba (PHS-PE), terceiro vice-presidente.

 

Agência Brasil

Dilma se reúne com ministros em meio ao clima de tensão

Dilma se reúne com ministros em meio ao clima de tensão - Crédito: Pedro Ladeira / AFP / CP Polícia

Dilma se reúne com ministros em meio ao clima de tensão

 

Guantánamo: ex-presos falam sobre a vida no Uruguai após três meses de liberdade

 

Monica Yanakiew - Correspondente da Agência Brasil/EBC Edição: Graça Adjuto

Guantánamo

O ex-preso de Guntánamo Abdul Ourg, da Tunísia, faz uma oração na casa em que vive em Montevidéu Guantánamo.jpgDivulgação Agência Brasil

Sorridente, de camisa quadriculada, Abdelhadi Faraj poderia passar por um turista, em férias no Uruguai. No computador da antiga casa de Montevidéu, ele mostra as fotos da viagem à cidade histórica de Colônia, a convite de um empresário local. O sírio, de 34 anos, aparece junto com seus companheiros em uma fazenda, na piscina, compartilhando um churrasco e sobrevoando o país que o acolheu em um jatinho particular. Nem parece que Abdelhadi vive em liberdade há apenas três meses, depois de passar um terço de sua vida em Guantánamo – a prisão militar norte-americana em Cuba, para onde foram levados centenas de suspeitos de terrorismo, depois do ataque de 11 de setembro de 2001 às torres do World Trade Center, em Nova York.

Detido em 2002, enquanto tentava cruzar a fronteira do Afeganistão com o Paquistão, ele poderia ter saído de Guantánamo em 2009, quando o governo americano – apos reexaminar seu expediente – determinou a transferência. “No entanto, permaneci outros cinco anos nessa prisão, desesperado ao ver que meu próprio país – a Síria – mergulhava em uma sangrenta guerra civil, tornando a minha repatriação impossível”, conta Abdelhadi, em carta de agradecimento que publicou no jornal El Pais, mal desembarcou em Montevidéu em dezembro. “Se não fosse pelo Uruguai, eu ainda estaria naquele buraco negro em Cuba”.

Abdelhadi é um dos seis prisioneiros de Guantánamo, libertados pelos Estados Unidos e acolhidos pelo governo uruguaio como refugiados. “Nem consigo acreditar que estou aqui”, disse, em entrevista à Agência Brasil. Três meses em liberdade foram o suficiente para que ele se atualizasse: abriu conta no Facebook,  aprendeu a dirigir com um amigo e instalou no computador um programa gratuito para aprender espanhol. Ele quer trabalhar como açougueiro – profissão que exercia antes de ser preso. Mas a inserção na sociedade leva tempo – especialmente em um país estranho, longe da família.
“Eu sei cortar a carne de acordo com o rito muçulmano, que é diferente do jeito que fazem aqui”, explica Abdelhadi. “E ainda não me recuperei do tempo que passei em Guantánamo: tenho dor de estômago, asma e me sinto cansado”, diz.

Nesta semana e na outra, os seis ex-prisioneiros – quatro sírios, um tunisiano e um palestino – serão examinados no Hospital Militar (o mesmo para onde foram levados assim que chegaram a Montevidéu). O próximo passo será reacomodá-los: até agora, o grupo estava sendo ciceroneado pela central sindical uruguaia PIT-CNT, que emprestou um antigo casarão para alojá-los. Mas o espaço era pequeno e dois deles foram levados a um hotel, até que o Serviço Ecumênico para a Dignidade Humana (Sedhu) – uma organização dedicada a refugiados – assuma o caso deles e encontre um apartamento para cada um.

O sírio Jihad Diyab tem outras preocupações, além da saúde e de sua instalação no país. É o único do grupo que é casado. Um de seus filhos morreu há pouco mais de um ano, quando ele ainda estava em Guantánamo. Os outros três e a mulher fugiram da guerra na Síria para a Turquia, mas acabam de ser devolvidos a seu pais e, segundo Diyab, correm risco de vida. Ele pediu permissão para trazê-los ao Uruguai, mas ainda espera a resposta da Cruz Vermelha e da burocracia internacional.

Guantánamo

Ex-preso de Guantánamo mostra foto da visita que recebeu do ex-presidente Pepe Mujica Guantánamo.jpgDivulgação Agência Brasil

No mês passado, Diyab viajou de improviso a Buenos Aires, onde vestiu o uniforme laranja dos prisioneiros de Guantánamo para falar a um pequeno grupo de jornalistas de meios alternativos argentinos. Ele contou que foi torturado, que fez greve de fome e que processou o governo norte-americano, depois que os carcereiros enfiaram um tubo no seu nariz para alimentá-lo à força. Diyab  (cuja mãe é argentina)  pediu a Argentina que siga o exemplo do Uruguai e se ofereça para acolher os prisioneiros que continuam em Guantánamo – apesar da promessa de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, de que iria fechar a prisão em Cuba.

Tanto Diyab quanto o tunisiano Abdul Ourgi consideram que – apesar das boas intenções – a situação dos prisioneiros em Guantánamo é pior com Obama do que com seu antecessor, George Bush. “Antes, estavam começando a libertar muitos de uma só vez, mas com Obama estão liberando prisioneiros a conta-gotas”, disse Ourgi, durante a entrevista à Agência Brasil.

De todos os ex-prisioneiros no Uruguai, Ourgi seria o mais perigoso, na avaliação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ele é citado como um  “expert em explosivos”, que teria conhecido Osama Bin Laden e recebido, com antecedência, informações sobre seus planos para atacar as torres do World Trade Center. Ourgi sorri quando vê o documento: diz que perdeu um pedaço do polegar e tem cicatrizes no corpo, porque estava nas montanha afegãs, bombardeadas pelos norte-americanos, que queriam destruir o quartel-general do grupo terrorista Al Qaeda. “Mas o resto do que contam não é verdade”, garante. “A prova é que o próprio [ex-presidente do Uruguai] Jose Pepe Mujica contou que recebeu um documento do governo dos Estados Unidos, assegurando que nenhum dos ex-prisioneiros no Uruguai é terrorista ou representa ameaça”.

Mujica fez uma visita de surpresa à casa do PIT-CNT, poucas semanas antes de concluir seu mandato presidencial, no dia 1º de marco. “Ele nos contou que foi guerrilheiro tupamaro, que esteve preso 13 anos e que passou dez deles isolado em um poço,” conta Ourgi. O tunisiano, de 49 anos, assistiu pela televisão à cerimônia de posse do sucessor de Mujica, Tabaré Vasquez. “Vi um presidente entregando o poder a outro, sem problemas. Não é como nos países árabes, onde quem chega ao poder acaba ficando dez, 20, 30 ou até 40 anos”.
Ourgui esteve no Brasil por algumas horas. Foi durante uma recente excursão a Chuí, uma cidade uruguaia na fronteira. “Cruzamos a rua para o Brasil, mas não fomos longe – ainda assim deu para perceber que [a vida no] Brasil é mais barata que no Uruguai”, disse.

Ter como se sustentar é o que preocupa Ourgi agora. “Durante 13 anos, eu só pensava em sair de Guantánamo – agora, tenho que me preocupar com a comida, a roupa, as contas, em um país caro”. Ele gostaria de trabalhar de cozinheiro – e quem sabe, no futuro, abrir um restaurante árabe. “Mas não é tão fácil quanto parece – 90 dias são pouco tempo para se acostumar à liberdade, se recuperar de Guantánamo e buscar emprego”, disse. “Mas não podemos ficar sem trabalhar, porque recebemos 15 mil pesos uruguaios (R$ 1,700), o que é pouco em relação ao custo de vida uruguaio”, disse. Se tudo der certo, Ourgi quer trazer ao Uruguai a mãe – que não vê ha 25 anos.

 

Agência Brasil

 

Ex-presidiários de Guantánamo dão entrevista exclusiva à EBC

 

Da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto

Três ex-prisioneiros da base norte-americana de Guantánamo deram entrevista exclusiva a repórteres da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A matéria vai ao ar hoje (5) no Repórter Brasil, às 21h, e será publicada na Agência Brasil.

Construída em 2002, a prisão de Guantánamo, localizada em uma base naval em território cubano, reúne cinco prédios e várias denúncias de violação de direitos humanos. Há acusações de humilhação e tortura praticadas por militares contra os detentos. Muitos presos são muçulmanos, que também sofrem restrições à cultura religiosa. O fechamento do presídio é promessa do presidente norte-americano, Barack Obama, desde 2011.

Entre os entrevistados está Abdul Ourgui que, segundo documento do Departamento de Defesa americano, é o mais perigoso entre os seis prisioneiros de Guantánamo acolhidos como refugiados pelo Uruguai. Segundo o governo dos Estados Unidos, ele é perito em explosivos e sabia dos planos de Osama Bin Laden de explodir as torres gêmeas em Nova York.

Aos enviados especiais da EBC, Mônica Yanakiew e Gabriel Casal, Abdul disse que não é bem assim. Ele falou do passado e de seu sonho de encontrar um emprego e se casar.

O sírio Abdal Hadi também contou um pouco da sua nova vida no Uruguai, onde está aprendendo a falar espanhol com um programa de computador. O ex-presidiário, que já tem página no Facebook, disse que 90 dias de liberdade são muito pouco para voltar à normalidade, depois de passar um terço da vida isolado em Guantánamo.

 

Agência Brasil