Cyrela Goldsztein–5.3.2015

Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com

 

Trend–5.3.2015

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Porti–5.3.2015

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Multiplan–5.3.2015

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Viviendas–5.3.2015

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Rotta Ely–5.3.2015

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O aquecimento global

 

Publicado em 5 de fev de 2015

Aumento médio de cerca de 1ºC da temperatura mundial nos últimos 130 anos, a subida dos níveis do mar, a acidificação dos oceanos, a desflorestação, o desaparecimento de espécies animais e vegetais, vagas de calor e inundações: as alterações climáticas estão em curso, com efeitos irreversíveis a longo prazo.VIDEOGRAFIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cidades brasileiras despencam em ranking de crescimento econômico

Oito de 11 metrópoles brasileiras despencaram no ranking de crescimento econômico elaborado pelo centro de estudos Brookings Institution, dos Estados Unidos.
Este centro analisa anualmente o desempenho das 300 maiores economias metropolitanas do mundo com base na evolução do seu PIB (Produto Interno Bruto) per capita e da criação de empregos.
Salvador foi a cidade que mais perdeu posições, passando do 64º lugar em 2013 do estudo para 266º neste ano, com uma queda de 0,9% do PIB per capita e um aumento de 0,5% na taxa de emprego.
Porto Alegre foi a segunda cidade do país com a maior piora, ao passar do 158º para o 290º lugar. A capital gaúcha teve uma redução de 1,7% no PIB per capita e de 0,2% na taxa de emprego.
Além destas, São Paulo, Campinas, Brasília, Curitiba, Vitória e Fortaleza caíram no ranking. Já Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte melhoraram de posição.
Mas, de forma geral, o desempenho das cidades do país presentes no estudo decepcionou no ano passado, mesmo os das três que galgaram posições.
A queda no PIB per capita foi quase uma constante entre as metrópoles brasileiras. Somente Recife, em 200º lugar, teve um ligeiro aumento, de 0,2%.

REFLEXO

Segundo Jesus Trujillo, coautor do estudo, assim como as economias de maior crescimento obtiveram um bom resultado embaladas pelo bom desempenho da economia nacional, o resultado ruim das cidades do Brasil é um reflexo do mau momento pelo qual passa a economia do país.
"O ano de 2014 foi ruim para a economia brasileira. O menor crescimento chinês afetou o crescimento da América do Sul, especialmente o do Brasil. Além disso, a economia global vem numa trajetória de recuperação lenta desde a crise de 2008. Por fim, a população cresceu mais do que o PIB, gerando um impacto negativo no PIB per capita", afirma o pesquisador.
"Ainda assim, sete das 11 cidades tiveram um crescimento maior do que o da economia nacional e continuarão a ter um papel importante para a performance da economia brasileira no futuro."
Para Antonio Carlos Porto Gonçalves, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o ano passado foi especialmente ruim para as economias metropolitanas por causa de sua dependência da produção industrial.
"No interior, o desempenho econômico foi melhor, porque as commodities estavam com um bom preço, mas vimos uma recessão de 4% na indústria brasileira, e também foi um ano ruim para exportação", afirma o economista.
"É um indicador de que a economia do Brasil não está bem."
EMPREGO
O Rio de Janeiro obteve na melhor posição na lista entre as cidades do país, mas ainda assim ficou em apenas 162º lugar –32 posições a mais do que no ano passado, quando estava em 194º. A cidade teve um aumento de 1,8% no emprego, mas sofreu uma redução de 0,2% no PIB per capita no último ano.
"O aumento da taxa de emprego foi a principal razão da melhora de posição do Rio no ranking, e isso ocorreu por causa dos setores de construção, serviço e turismo, com a Copa e as Olimpíadas, aumentando também o consumo", afirma Trujillo.
Copa e Olimpíadas tiveram um impacto posituivo na criação de emprego no Rio
Mas Gonçalves, da FGV, acredita que a tendência é de piora na posição da capital fluminense no ranking.
"Houve muitas obras na cidade e isso emprega muita gente, mas é passageiro. Por isso, vai piorar no próximo ano, ainda mais com a crise em torno da Petrobras, que emprega muitas pessoas na cidade, e a suspensão de investimentos e a maior dificuldade da empresa em conseguir recursos", diz o economista.
HISTÓRICO
São Paulo e Campinas, dois dos mais importantes centros econômicos do país, ficaram nas últimas posições da lista.
Em 284º lugar, São Paulo não teve aumento nem redução do emprego entre 2013 e 2014. Entretanto, seu PIB per capita caiu 1,1%.
Campinas ficou em 291º lugar, a pior posição entre todas as metrópoles do Brasil. A cidade não teve variação na taxa de emprego, mas seu PIB per capita caiu 2,2% entre 2013 e 2014.
Trujillo, do Brookings Institution, acredita ser necessário analisar o histórico das cidades brasileiras no ranking para ter uma visão mais ampla de sua performance econômica.
No caso de São Paulo, por exemplo, a cidade teve o 95º melhor desempenho entre 2000 e 2014, com um aumento de 2,2% do emprego e de 1,9% no PIB per capita. Já entre 2009 e 2014, a capital paulista fica na 136ª posição.
"As cidades brasileiras passaram de forma geral por um crescimento impressionante desde o ano 2000, mas agora estão em um grupo de ritmo mais moderado, o que indica uma necessidade de buscar novas fontes de crescimento para a economia nacional, especialmente melhorando a produtividade", afirma Trujillo.
"Todos os indicadores indicam que a performance das cidades brasileiras em 2015 será bem similar ao deste ano, se não for pior."
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

 

 

 

 

Ipea: Lei Maria da Penha reduziu violência doméstica contra mulheres

A Lei Maria da Penha teve impacto positivo na redução de assassinatos de mulheres, em decorrência de violência doméstica, diz o estudo Avaliando a Efetividade da Lei Maria da Penha, divulgado hoje (4) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o instituto, a lei fez diminuir em cerca de 10% a projeção anterior de aumento da taxa de homicídios domésticos, desde 2006, quando entrou em vigor. “Isto implica dizer que a Lei Maria da Penha foi responsável por evitar milhares de casos de violência doméstica no país”, diz o estudo.

Enquanto a taxa de homicídios de homens, ocorridos em casa, continuou aumentando, a de mulheres permaneceu praticamente no mesmo patamar. “Aparentemente, a Lei Maria da Penha teve papel importante para coibir a violência de gênero, uma vez que a violência generalizada na sociedade estava aumentando. Ou seja, num cenário em que não existisse a Lei Maria da Penha, possivelmente as taxas de homicídios de mulheres nas residências aumentariam”, informa a publicação.

Os dados do Ipea mostram que, no Brasil, a taxa de homicídios de mulheres dentro de casa era de 1,1 para cada 100 mil habitantes, em 2006, e de 1,2 para cada 100 mil habitantes, em 2011. Já as mortes violentas de homens dentro de casa passaram de 4,5 por 100 mil habitantes, em 2006, para 4,8, em 2011. Nesse caso, estão incluídos vários fatores, além de violência doméstica.

Saiba Mais

“Se não tivesse havido a Lei Maria da Penha, a trajetória de homicídios de mulheres no Brasil teria crescido muito mais. Homicídios como um todo aumentaram [no país], mas, na contramão dessa direção, a Lei Maria da Penha conseguiu conter os homicídios de mulheres dentro de casa”, disse o diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia do Ipea, Daniel Cerqueira.

Segundo o estudo, o resultado é atribuído ao aumento da pena para o agressor, ao maior empoderamento da mulher e às condições de segurança para que a vítima denuncie e ao aperfeiçoamento do sistema de Justiça Criminal para atender de forma mais efetiva os casos de violência doméstica.

Para o diretor do Ipea, o aumento da violência no país deve-se, principalmente, a uma diminuição do controle de armas e ao crescimento de uso de drogas ilícitas.

A secretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, destaca que, com o advento da Lei Maria da Penha, as mulheres começaram a perder o medo de denunciar e de buscar ajuda e proteção. “O Estado brasileiro e todas as suas instituições estão mais engajados para que efetivamente diminua a violência contra a mulher, mas ainda é um grande desafio para o Brasil a questão das políticas públicas para as mulheres”, ressaltou Aparecida.

Ontem (3), a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei do Senado que classifica o feminicídio como crime hediondo e o inclui como homicídio qualificado. O texto modifica o Código Penal para incluir o crime – assassinato de mulher por razões de gênero – entre os tipos de homicídio qualificado. O projeto vai agora à sanção presidencial.

 

Agência Brasil

 

 

 

 

Com 7% de moradores nas classes A e B, favela tem ′nova elite′, diz instituto

por RUTH COSTAS

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A porcentagem de moradores das favelas brasileiras que pertencem às classes A e B subiu de 3% para 7% desde 2013, segundo uma pesquisa feita pelo instituto Data Favela, com apoio do instituto Data Popular e da Central Única das Favelas. No resto do Brasil, a parcela da população nestas classes mais altas seria de 22%.
"Na prática a gente vê que a vontade empreendedora está fazendo surgir uma nova elite na favela, que não é mais apenas a elite do tráfico, da violência ou da criminalidade –é a elite do empreendedorismo", diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular e um dos coordenadores do estudo.
"É o dono da padaria, o dono da mercearia, o cara que distribui água. Milhões de brasileiros que ganharam dinheiro, mas não quiseram sair da favela. Que preferem ser os mais ricos entre os pobres, do que os mais pobres entre os ricos."
Segundo Meirelles, essa faixa incluiria famílias com renda de mais de R$ 5 mil. Em alguns casos, poderia chegar a R$ 20 mil.
REDE DE SOLIDARIEDADE
Muitos prefeririam ficar na favela para não perder a rede de solidariedade formada com amigos e vizinhos e para fugir do preconceito.
"Eles sofrem preconceito de cor, gênero e origem quando vão para o asfalto", diz Meirelles, para quem essa democratização do consumo e aumento da renda da favela obriga o asfalto a "quebrar seus estereótipos e paradigmas" sobre essas comunidades.
O levantamento do Data Favela foi feito em 63 favelas de nove regiões metropolitanas brasileiras e no Distrito Federal.
De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira em São Paulo, os 12,3 milhões de moradores nas favelas brasileiras movimentariam, por ano, um total de R$ 68,6 bilhões.
"Se a favela fosse um Estado, seria o quinto maior da federação. Há mais favelados que gaúchos no Brasil", diz Meirelles.
Seus resultados sugerem que quatro em cada dez moradores de favelas têm vontade de empreender e 55% pretendem abrir um negócio próprio em até três anos. Desses, 63% acham que o melhor lugar para fazer isso seria a sua própria comunidade.
CARTEIRA ASSINADA E DESACELERAÇÃO
Ao comentar os resultados da pesquisa, Meirelles lembrou que nos últimos anos houve uma melhora na situação social dos moradores da favela em função não só de programas sociais, mas, principalmente, da expansão do trabalho formal.
"Foi a carteira assinada que levou a favela até aqui e vai ser o empreendedorismo que vai continuar levando a favela adiante", acredita.
O diretor do Data Popular admite que os mais pobres podem ser atingidos pela recente desaceleração econômica e as medidas de ajuste anunciadas pelo governo nos últimos anos, mas não acha que haja risco significativo de retrocesso nos avanços sociais.
"Ninguém está confortável com relação à crise econômica. O otimismo da favela ainda é maior do que o do Brasil mas caiu 20 pontos da última pesquisa para essa", diz ele.
"Mas o que a gente sabe é que, para a favela, a crise é regra, não é exceção. Já tem muita gente fazendo bico para ganhar uma renda extra e não ter de tirar o iogurte do carrinho do supermercado, por exemplo. A favela é craque em transformar o limão em limonada."
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

A CRISE FINANCEIRA DO ESTADO DO RIO!


1. (Folha de SP, 04) Em grave crise financeira, o governo do Rio decidiu acabar com o subsídio aos passageiros nas tarifas do metrô. O preço pago pelo usuário do Bilhete Único vai subir de R$ 3,20 para R$ 3,70 (alta de 15,6%) a partir de abril. O novo valor da passagem que será pago pelos usuários do Bilhete Único (tarifa social) é a mesma da chamada tarifa de equilíbrio --preço autorizado pela Agentransp (agência reguladora dos transportes públicos). O Estado paga, desde o ano passado, a diferença entre as duas tarifas --R$ 0,30 no caso do metrô, até o dia 2 de abril, quando haverá o reajuste. O subsídio nas passagens do metrô consumiu R$ 35 milhões em 2014.
2. (Globo, 04)  Em meio à previsão de queda no repasse dos royalties do petróleo e na arrecadação com o ICMS, além de uma série de medidas anunciadas desde sua posse para reduzir gastos, o governador Luiz Fernando Pezão disse, nesta terça-feira, que a dívida do estado com fornecedores e empresas terceirizadas chega a R$ 700 milhões. A Secretaria estadual de Fazenda admitiu que os contratos mais afetados pela falta de pagamento são os de empresas fornecedoras de bens e serviços, como limpeza, telefonia e informática.
3. (Ex-Blog) Técnico da SEF: Atrasos até 30 dias não estão incluídos, o que, pelo menos, dobraria essa dívida.

 

Ex-Blog do Cesar Maia