Brasileiro inadimplente deve sete vezes a renda familiar em média

O consumidor brasileiro inadimplente deve, em média, R$ 21.676, já incluindo as multas e taxas cobradas pelo atraso. O valor representa 768% da renda familiar mensal dos entrevistados nesta situação, que é R$ 2.822, de acordo com pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feita em 27 capitais entre 1º e 8 de fevereiro.

O levantamento mostra que o brasileiro inadimplente está com o nome sujo há cerca de dois anos. Ele deve, em média, para 3,7 empresas, e contraiu as dívidas por meio de cartão de crédito e de lojas. O valor atual das dívidas é, em média, 70% maior que o seu valor inicial, que era R$ 12.776 (453% da renda familiar).

"Por isso, o consumidor inadimplente deve negociar e pagar o que deve o mais rápido possível para que a dívida não se transforme em uma bola de neve", explica a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A falta de planejamento no orçamento pessoal foi apontada por 48% dos entrevistados, entre consumidores inadimplentes e ex-inadimplentes, como a principal causa do não pagamento das contas. Somente depois aparecem perda do emprego (28%), diminuição da renda (21%) e atraso no pagamento de salário (17%).

Segundo 61% dos consumidores inadimplentes, o não pagamento da fatura do cartão de crédito foi a razão para ficarem com o nome sujo. Em seguida aparecem os atrasos nas parcelas de cartões de loja (51%), no pagamento de empréstimos (31%) e de boletos bancários (37%), além de cheques sem fundo (20%) e deixar de pagar o cheque especial (18%).

De acordo com o levantamento, a tendência do consumidor no momento de cortar gastos, para pagar as dívidas, é reduzir as despesas com roupas e calçados (39%), lazer (38%), alimentação fora de casa (34%), salão de beleza (21%) e telefonia celular (21%). O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizaro, considera dois anos muito tempo para o brasileiro inadimplente quitar sua dívida. "Negociar a dívida rapidamente é muito mais vantajoso do que deixar os juros rolarem. A taxa média de desconto para negociação é 22% e chega a 69% para quem propõe pagamento à vista".

 

Agência Brasil

 

PRF: rodovias federais não registram bloqueios

 

Da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

Sérgio Reis vem a Brasília divulgar a Caravana Siga Bem Crianças, que combate a exploração sexual infantil(Antônio Cruz/ABr)

Caminhoneiros bloquearam estradas em todo país durante quase duas semanas     Antônio Cruz/ABr

Não há mais pontos de bloqueio nas rodovias federais causados por caminhoneiros, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A última interdição, na Rodovia BR-277, nas proximidades da cidade de Ibema, oeste paranaense, acabou às 19h30 de ontem (3). A PRF registrou, às 11h de hoje (4), manifestações de caminhoneiros fora das rodovias em quatro cidades do Rio Grande do Sul (Soledade, Santa Maria, Santa Rosa e Cachoeira do Sul), todas já encerradas.

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Os caminhoneiros vinham bloqueando estradas em todo país há quase duas semanas. Os bloqueios começaram no dia 18 de fevereiro no Paraná e em Santa Catarina e foram se espalhando. Eles reivindicavam a redução do preço do combustível, o aumento do valor do frete e pediam que a Lei dos Caminhoneiros fosse sancionada. A PRF e a Força Nacional de Segurança Pública, que deu apoio à polícia durante os protestos, dizem que continuam de prontidão e monitoram a situação nas rodovias.

As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, provocaram desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. No dia 25, em negociação com representantes dos caminhoneiros, o governo prometeu prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete.

Após as negociações, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que os caminhoneiros que continuassem obstruindo as estradas seriam multados com valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por hora. Também como parte do acordo, a Lei dos Caminhoneiros, foi sancionada na segunda-feira (2) pela presidenta Dilma Rousseff, e publicada ontem (3) no Diário Oficial da União.

A lei começará a valer no dia 17 de abril. Segundo o Ministério dos Transportes, essa data vale para todos os artigos da lei, incluindo a isenção do pagamento de pedágio sobre o eixo suspenso de caminhões que circulam vazios, o aumento da tolerância máxima na pesagem de veículos de transporte de cargas e passageiros e a conversão das penas de multa por excesso de peso em penas de advertência. O texto também dá a possibilidade do motorista trabalhar 12 horas seguidas, sendo quatro extraordinárias, desde que haja esta previsão em acordo coletivo entre a empresa e os funcionários.

 

Agência Brasil

 

Nilmar abriu o placar e comandou a vitória por 3 a 2  - Crédito: Fabiano do Amaral Libertadores

Inter sofre, mas vira sobre o Emelec no Beira-Rio por 3 a 2

Técnico acredita em vitória importante para time se armar e pensar no futuro da Libertadores - Crédito: Fabiano do Amaral

Inter

Aguirre: "Inter teve personalidade para virar jogo difícil"

Prazos complicam contratação de Cristian Rodríguez pelo Grêmio - Crédito: Javier Soriano / AFP / CP Memória Grêmio

Prazos complicam contratação de Cristian Rodríguez

    Koff seguirá na resolução das questões com a OAS - Crédito: Mauro Schaefer / CP Memória

    Fábio Koff não é mais vice de futebol do Grêmio

     

    Nível do Rio Acre continua subindo e cheia e prejudica 87 mil pessoas

     

    Aline Leal - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

    Enchente histórica atinge mais de 800 famílias na região de fronteira (Sérgio Vale/Agência de Notícias do Acre)

    Três pontes foram interditadas e 53 bairros estão alagados em Rio BrancoSérgio Vale/Agência de Notícias do Acre

    A prefeitura de Rio Branco, capital acriana, informou hoje (4) que chega a 87 mil o número de pessoas prejudicadas pela cheia histórica do Rio Acre. Conforme os dados da prefeitura, 53 bairros da cidade estão alagados, o equivalente a uma área de 5 mil hectares. Os abrigos disponíveis acolhem 8.509 pessoas. Com três pontes interditadas, a população sofre ainda com o desabastecimento de água e energia.

    De acordo com medição feita pela Defesa Civil na manhã de hoje, o nível do rio continua subindo em Rio Branco. Nas 24 horas entre uma medição e outra, o nível subiu 24 centímetros, chegando a 18.34 metros.

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    Para diminuir o fluxo de pessoas no centro da cidade e mobilizar mais voluntários, o governo estadual e a prefeitura decretaram ponto facultativo nas repartições públicas até o fim desta semana. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros apelam para que proprietários de barcos e caminhões disponibilizem esses equipamentos para ajudar no socorro aos desabrigados.

    Outra preocupação das autoridades locais é com as comunidades rurais, porque a enchente vem causando prejuízos a centenas de agricultores familiares. Segundo levantamento dos governos estadual e municipal, a enchente prejudica a produção agrícola de 32 áreas rurais em 4,5 mil hectares de área atingida. Os prejuízos para os produtores somam R$ 52 milhões.

    Desde ontem (3), o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, está no Acre, onde visitou abrigos, sobrevoou áreas atingidas e manteve reuniões técnicas para enfrentamento da situação. Em nota, o ministério informou ter recebido do governo estadual uma lista de 3,2 mil famílias vivendo em áreas de risco.

    Conforme a nota, a proposta é que essas famílias recebam moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida. Portaria do Ministério das Cidades prevê essa situação em casos de emergência e calamidade pública.

    A estratégia foi discutida em reunião realizada ontem (3), em Rio Branco, entre representantes dos ministérios da Integração Nacional e das Cidades, do governo do Acre, do Banco do Brasil, da Prefeitura de Rio Branco e da Caixa Econômica Federal.

    Amanhã (5), Occhi segue para o município de Eirunepé, no Amazonas, onde se encontrará com o governador do Amazonas, José Melo. Eirunepé é um dos sete municípios amazonenses atingidos por inudanções que tiveram reconhecimento de situação de emergência publicado ontem. Os demais são Boca do Acre, Carauari, Envira, Ipixuna, Itamarati e Tapauá.

     

    Agência Brasil

     

     

    Devolução de medida provisória não compromete ajuste fiscal, diz ministro

     

    Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

    ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, participa de cerimônia de transferência de 3,2 milhões de hectares de terras para reforma agrária e à conservação ambiental (José Cruz/Agência Brasil)

    Miguel  Rossetto:  governo  está  confiante  na  aprovação  das  propostas  do  ajuste fiscal José Cruz/Agência Brasil

    O secretário-geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disse hoje (4) que a devolução ao Executivo da medida provisória que reduz a desoneração da folha de pagamento não compromete o ajuste fiscal do governo. A medida foi devolvida ontem (3) pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff assinou projeto de lei, com urgência constitucional, com o mesmo conteúdo.

    “São desafios fiscais. Não há nenhum comprometimento. O governo toma iniciativas através de projetos de lei. Vivemos desafios fiscais, que, em curto prazo, serão superados e vão colaborar para uma grande estratégia de crescimento econômico e geração de emprego no país”, disse o ministro a jornalistas, após participar de reunião plenária do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

    O ministro informou que o Congresso Nacional tem papel importante para viabilizar as medidas necessárias ao ajuste fiscal e se disse confiante na aprovação das propostas encaminhadas pelo governo. “Várias das propostas serão analisadas pelos congressistas. O governo está muito confiante na aprovação dessas medidas, que são positivas para o Brasil prosseguir com a rota de crescimento, gerando emprego e renda e garantindo investimentos tão importantes para o Brasil.”

    Ao discursar na plenária do Consea, o ministro explicou que o país não vive uma crise fiscal e não há descontrole inflacionário. “Temos desafio fiscal, e não uma crise fiscal. Os ajustes fiscais necessários estão sendo feitos e foram feitos ao longo dos últimos anos”, ressaltou.

    “Não há nenhuma sinalização de descontrole inflacionário. Não teremos um processo recessivo no país. Pretendemos, no segundo semestre, iniciar uma retomada”, completou o ministro.

    Sobre o aumento da tarifa de energia elétrica, Rossetto lembrou que a seca tem impacto direito na produção e no custo da energia. “O governo segurou o custo até o ano passado com sua receita, mas agora está ajustando. O ajuste é por conta dos limites fiscais que temos”, concluiu.

     

    Agência Brasil

    Copom eleva juros básicos da economia para 12,75% ao ano

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu hoje (4) elevar a taxa básica de juros (Selic) da economia, que passou de 12,25% para 12,75% ao ano. Com o aumento de 0,5 ponto percentual, a taxa retorna ao patamar de janeiro de 2009.

    Em comunicado, o Copom reconheceu que decidiu intensificar o ajuste monetário para conter a inflação. “Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual para 12,75% ao ano, sem viés”.

    A Selic serve de referência para as demais taxas de juros, e, no início da semana, a expectativa de analistas e investidores do mercado financeiro já era de elevação do índice para 12,75% ao ano. A expectativa do mercado foi divulgada pelo Banco Central segunda-feira (2), no boletim Focus

    O Banco Central tem na Selic um dos instrumentos para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional, o centro da meta de inflação corresponde a 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais para baixo (2,5% – piso da meta) e para cima (6,5% – teto da meta). 

    Embora a taxa básica ajude no controle dos preços, sua elevação também pode prejudicar o reaquecimento da economia, pois o crédito fica mais caro. De acordo com o boletim Focus desta semana, o mercado financeiro prevê, para 2015, PIB com retração de 0,58% e Selic em 13% ao ano.

     

    Agência Brasil

     

    Ex-presidiários de Guantánamo dão entrevista exclusiva à EBC

     

    Da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto

    Três ex-prisioneiros da base norte-americana de Guantánamo deram entrevista exclusiva a repórteres da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A matéria vai ao ar hoje (5) no Repórter Brasil, às 21h, e será publicada na Agência Brasil.

    Construída em 2002, a prisão de Guantánamo, localizada em uma base naval em território cubano, reúne cinco prédios e várias denúncias de violação de direitos humanos. Há acusações de humilhação e tortura praticadas por militares contra os detentos. Muitos presos são muçulmanos, que também sofrem restrições à cultura religiosa. O fechamento do presídio é promessa do presidente norte-americano, Barack Obama, desde 2011.

    Entre os entrevistados está Abdul Ourgui que, segundo documento do Departamento de Defesa americano, é o mais perigoso entre os seis prisioneiros de Guantánamo acolhidos como refugiados pelo Uruguai. Segundo o governo dos Estados Unidos, ele é perito em explosivos e sabia dos planos de Osama Bin Laden de explodir as torres gêmeas em Nova York.

    Aos enviados especiais da EBC, Mônica Yanakiew e Gabriel Casal, Abdul disse que não é bem assim. Ele falou do passado e de seu sonho de encontrar um emprego e se casar.

    O sírio Abdal Hadi também contou um pouco da sua nova vida no Uruguai, onde está aprendendo a falar espanhol com um programa de computador. O ex-presidiário, que já tem página no Facebook, disse que 90 dias de liberdade são muito pouco para voltar à normalidade, depois de passar um terço da vida isolado em Guantánamo.

     

    Agência Brasil

     

    Quadrilha explode caixas eletrônicos em Picada Café  - Crédito: Brigada Militar / Divulgação / CP

    Quadrilha arromba caixas eletrônicos em Picada Café

    Ataque danificou terminais do Sicredi e do Banrisul

       Usuários do trem tiveram dificuldade em Canoas - Crédito: Ricardo Giusti

      Chuva

      Idosa de 106 anos é retirada de casa alagada em Esteio

      RS terá mais um dia de tempo instável nesta quinta-feira - Crédito: Bernardo Bercht/Especial CP Mais chuva

      RS terá mais um dia de tempo instável

        Ministro das Relações Institucionais reuniu-se com Renan Calheiros nesta quarta - Crédito: Elza Fiuza / Agência Brasil / CP Política

        "Entendimento está sendo construído com Senado", diz Pepe

          Janot pediu arquivamento de inquérito contra Aécio na Lava Jato - Crédito: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP Lava Jato

          Janot pede arquivamento de inquérito contra Aécio

            Loterias

            Aposta de Canoas ganha mais de R$ 600 mil na Lotofácil

             

            Dólar atinge mais alta cotação em dez anos

             

            Danilo Macedo – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

            dólares

            Moeda americana fechou cotada em R$ 2,98 e teve valorização também em relação ao euroArquivo/Agência Brasil

            Após chegar a R$ 3 no meio do dia, o dólar recuou um pouco e fechou a quarta-feira (4) em R$ 2,98, maior cotação desde 19 de agosto de 2004, quando a moeda foi a R$ 2,987. A moeda norte-americana teve nesta quarta-feira alta de 1,8% em relação à terça-feira (3), R$ 2,928. Foi o terceiro dia seguido de elevação.

            O dólar também subiu em relação a outras moedas, como o euro, depois da divulgação de dados que mostram a recuperação da economia dos Estados Unidos. Hoje a moeda norte-americana valorizou-se em relação ao euro, na véspera de uma reunião política do Banco Central Europeu, chegando, na máxima do dia, à maior cotação em dez anos.

            Em janeiro, as encomendas de bens duráveis (como automóveis e eletrodomésticos) subiram naquele país, interrompendo uma sequência de quatro meses de queda. Além disso, alguns analistas avaliam que a discordância entre o Executivo e o Legislativo brasileiro em relação à medida provisória que trata das desonerações tributárias influenciaram na subida mais acentuada do dia.

            O aumento do consumo nos Estados Unidos reforça as perspectivas de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), em breve, pode aumentar os juros da maior economia do planeta. Juros mais altos nos países desenvolvidos reduzem o fluxo de capital para países emergentes como o Brasil, pressionando o dólar para cima.

            No início da tarde, o Banco Central informou que o fluxo cambial, diferença entre entrada e saída de dólares do país, encerrou fevereiro negativo em US$ 1,142 bilhões. Com isso, o saldo acumulado nos dois primeiros meses de 2015 também ficou negativo em US$ 246 milhões. Quando o fluxo cambial fica negativo, significa que, no período, a saída de dólares do Brasil superou a entrada.

             

            Agência Brasil

             

            Produção industrial interrompe sequência de queda e fecha janeiro em alta de 2%

             

            Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

            Brasilia - O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o Secretário-geral da FIFA, Jerôme Valcke e o Governador do DF, Agnelo Queiroz, visitam a Fábrica Cultural(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

            Apesar da recuperação em janeiro, a taxa acumulada nos últimos 12 mesesMarcelo Camargo/Agência Brasil

            Saiba Mais

            A produção industrial brasileira cresceu 2% em janeiro deste ano na comparação com dezembro de 2014. O avanço interrompeu a sequência de dois meses consecutivos de queda no resultado: -3,2% em dezembro e -1,1% em novembro, na série livre de influência sazonal.

            Os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e, apesar da recuperação em janeiro, a taxa acumulada nos últimos 12 meses (indicador anualizado) continua negativa (-3,5%), mantendo a trajetória de queda iniciada em março de 2014 (-2%) e assinalou o resultado negativo mais intenso desde janeiro de 2010 (-4,8%).

            A queda acumulada de novembro a dezembro de 2014 ficou em 4,3% e ainda encontra-se 8,9% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013. Na série sem ajuste sazonal, na comparação com janeiro do ano passado, a produção industrial apontou redução de 5,2% em janeiro de 2015, a 11ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

             

            Agência Brasil

            Wanessa Camargo paga mico no Gugu após playback falhar 03/03/2015

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            Wanessa Camargo pagou o maior mico no programa do Gugu na noite nesta terça-feira (3)....

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            STF extingue pena e Genoino volta a ser um homem livre

            www1.folha.uol.com.br

            Florianópolis é a melhor cidade brasileira para criar os filhos, aponta estudo

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            diariocatarinense.clicrbs.com.br

             

            Fábio Koff deixa o futebol do Grêmio

            zhora.co

             

            Foto de Alvaro Dias.

            Enfermeira é demitida após ter vídeo divulgado dançado no hospital

            Enfermeira é demitida após ter vídeo divulgado dançado no hospital

            enfermeira que estava dançando na ala amarela do hospital de trauma de Campina GrandeUm repórter divulgou o vídeo, e ela foi demitida.

            YouTube

             

            Foto de Mussum Forévis.

            Fazer sexo pode te deixar mais rico

            "Segundo estudo do #CiênciaMaluca, fazer sexo ajuda você a ganhar um salário maior: http://abr.ai/1DS8v3z"

            Revista Superinteressante

            Segundo estudo do ‪#‎CiênciaMaluca‬, fazer sexo ajuda você a ganhar um salário maior: http://abr.ai/1DS8v3z

            Mães depois dos 33 têm o dobro das probabilidades de viver até aos 95 anos

            Mães depois dos 33 têm o dobro das probabilidades de viver até aos 95 anos

            Os genes que permitem às mulheres ter filhos naturalmente em idades mais avançadas são também os responsáveis por uma maior longevidade.

            publico.pt

             

            Após falha na rede, serviço da operadora Tim começa a retornar no RS

            Problema ocorreu por rompimento de fibra do sistema de transmissão

            gaucha.clicrbs.com.br

            O Brasil não tem medo do PT, por Marco Antonio Villa

            A aristocracia petista vive o seu pior momento. E Lula não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não

            Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, teria uma nova recessão.

            O quadro atual é distinto — e causa muito mais preocupação. O governo tem um sólido partido de sustentação — que está em crise, é verdade, mas que consegue agir coletivamente e tem presença dominante em governos estaduais e dezenas de prefeituras. A base congressual é volátil mas, aparentemente, ainda responde ao Palácio do Planalto. As divergências com o sócio principal do condomínio petista, o PMDB, são crescentes mas estão longe do rompimento. Em 12 anos, o governo construiu — usando e abusando dos recursos públicos — uma estrutura de apoio social. E, diferentemente de Collor, Lula estabeleceu uma sólida relação com frações do grande capital — a “burguesia petista” — que é hoje dependente do governo.

            O país está vivendo um impasse. O governo perdeu legitimidade logo ao nascer. Dilma não tem condições de governar, não tem respeitabilidade, não tem a confiança dos investidores, dos empresários e da elite política. E, principalmente, não tem mais apoio dos brasileiros horrorizados com as denúncias de corrupção e a inépcia governamental em enfrentá-las, além do agravamento dos problemas econômicos, em especial da inflação.

            Deve ser reconhecido que Fernando Collor aceitou o cerco político que sofreu sem utilizar da máquina de Estado para coagir os adversários. E foi apeado legalmente da Presidência sem nenhum gesto fora dos limites da Constituição. Mas o mesmo não ocorrerá com Dilma. Na verdade, não com Dilma. Ela é um nada, é uma simples criatura, é um acidente da História. O embate vai ser travado com Lula, o seu criador, mentor e quem, neste momento, assumiu as rédeas da coordenação política do governo.

            Foi Lula que venceu a eleição presidencial de 2014. E agora espera repetir a dose. Mas a conjuntura é distinta. As denúncias do petrolão e a piora na situação econômica não permitem mais meros jogos de cena. O momento do marketing eleitoral já passou. E Lula vai agir como sempre fez, sem nenhum princípio, sem ética, sem respeito a ordem e a coisa públicas. O discurso que fez no Rio de Janeiro no dia 24 de fevereiro é apenas o início. Ele — um ex-presidente da República — incitou à desordem, ameaçou opositores e conclamou o MST a agir como um exército, ou seja, partir para o enfrentamento armado contra os adversários do projeto criminoso de poder, tão bem definido pelo ministro Celso de Mello, do STF.

            Lula está desesperado. Sabe que a aristocracia petista vive o seu pior momento. E não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não. Como um excelente leitor de conjuntura — e ele o é — sabe que os velhos truques utilizados na crise do mensalão já não dão resultado. E pouco resta para fazer — dentro da sua perspectiva. Notou que, apesar de dezenas de partidos e entidades terem convocado o ato público do dia 24, o comparecimento foi pífio, inexpressivo. O clima no auditório da ABI estava mais para velório do que para um comício nos moldes tradicionais do petismo. Nos contatos mantidos em Brasília, sentiu que a recomposição do bloco político-empresarial que montou no início de 2006 — e que foi decisivo para a sua reeleição – é impossível.

            A estratégia lulista para se manter a todo custo no poder é de buscar o confronto, de dividir o país, jogar classe contra classe, região contra região, partido contra partido, brasileiro contra brasileiro. Mesmo que isso custe cadáveres. Para Lula, pouco importa que a crise política intensifique ainda mais a crise econômica e seus perversos efeitos sociais. A possibilidade de ele liderar um processo de radicalização política com conflitos de rua, greves, choques, ataques ao patrimônio público e privado, ameaças e agressões a opositores é muito grande. Especialmente porque não encontra no governo e no partido lideranças com capacidade de exercer este papel.

            O Brasil caminha para uma grave crise institucional, sem qualquer paralelo na nossa história. Dilma é uma presidente zumbi, Por incrível que pareça, apesar dos 54 milhões de votos recebidos a pouco mais de quatro meses, é uma espectadora de tudo o que está ocorrendo. Na área econômica tenta consertar estragos que produziu no seu primeiro mandato, sem que tenha resultados a apresentar no curto prazo. A corrupção escorre por todas as áreas do governo. Politicamente, é um fantoche. Serve a Lula fielmente, pois sequer tem condições de traí-lo. Nada faria sozinha.

            Assistiremos à lenta agonia do petismo. O custo será alto. É agora que efetivamente testaremos se funciona o Estado Democrático de Direito. É agora que veremos se existe uma oposição parlamentar. É agora que devemos ocupar as ruas. É agora que teremos de enfrentar definitivamente o dilema: ou o Brasil acaba politicamente com o petismo, ou o petismo destrói o Brasil.

            Marco Antonio Villa é historiador

             

             

            Comentando, nas entrelinhas, em negrito, entrevistas do Exmo General nomeado para comandar o EB

            Posted: 22 Jan 2015

            Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

            Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva

            Para mim, soam como preocupantes as seguintes respostas e frases do novo comandante do Exército da Pátria, mesmo que antes ainda da sua assunção de comando. De qualquer forma, rezo para e tenho fé que o Exmo. Sr. General-de-Exército Villas Bôas, interpretando a ânsia de seus soldados pelo resgate do auto respeito da Instituição, constantemente vilipendiado pela governança comunopetista, saberá repensá-las. As 5 (cinco) primeiras indagações que comento têm como Fonte a Agência Senado http://sociedademilitar.com.br/24/10/2013:

            1-Como o senhor avalia a política indigenista brasileira?

            Há dois problemas. E não estou fazendo críticas ao governo (Meu comandante, quanta preocupação com a governança comunopetista! Que se diga, os algozes de nossa força encastelados no governo petista, em absoluto, não merecem tanta deferência de vossa parte) ...

            2-Qual é o papel das ONGs estrangeiras na Amazônia?

            Além de tudo que representa, a Amazônia tem um papel muito grande na integração sul-americana. Ela abriga a solução para alguns dos grandes problemas que afligem a humanidade, como água, energia renovável, biodiversidade, mudança climática. Isso justifica (???????) toda essa pressão em torno da Amazônia que faz a opinião pública internacional (Meu general, aposto que vossa excelência concorda que, para um brasileiro, qualquer pressão sobre a Amazônia por estrangeiros é injustificável e deve ser repudiada de pronto. SELVA!). Nesta semana, o governo está passando leis no Congresso estabelecendo mecanismos de controle mais rígidos sobre as ONGs do ponto de vista da movimentação financeira. Não é o caso de estigmatizar as ONGs (????????), elas vieram preencher espaços e atender necessidades da população que nem o primeiro nem o segundo setores têm capacidade de atender (Comandante! Por Deus! Por que ainda existem inúmeras ONGS que são verdadeiros "cavalos de Tróia" infiltrados na região e a soldo de grandes e notórios predadores militares?). Mas há coisas fora de controle, e a gente fica numa insegurança, não sabe quem são, quais os objetivos (???????? Meu comandante! Com todo o respeito, é impossível que a 2ª Seção do CMA ainda não tenha levantado quais são e os objetivos escusos destas organizações de “quinta-coluna”. Pelo menos os relatórios das seções de informação de 5 -cinco- brigadas de infantaria de selva, volta e meia, se reportam às atividades deletérias dessas ONGS. Não falo isso da boca para fora, fui comandante de BIS e chefe de estado-maior de 2 (duas) brigadas de infantaria de selva, uma em Tefé/AM e a outra em Marabá/PA).

            3) Qual é a sua opinião sobre o programa Mais Médicos?

            No interior não tem médico. Realmente é uma necessidade (Meu general, por favor, mas não com paramédicos cubanos. Acredite, são mais de 6000, tendendo chegar a 11 000! Isto é uma temeridade!  Só o CMA, até pouco tempo, tinha apenas 25 000 homens e isto que o percentual ideal para fazer frente a uma força de guerrilha é de 10 soldados para 1 guerrilheiro. Vossa excelência, meu preclaro general, não acha que acrescentar esse pormenor seria por demais significativo?).

            4) Em 2005, o então comandante do Exército, General Albuquerque, disse 'o homem tem direito de tomar café, almoçar e jantar, mas isso não está acontecendo [no Exército]'. A realidade atual mudou?

            Mudou muito. O problema é que o passivo do Exército era muito grande, foram décadas de carência. Desde 2005, estamos recebendo muito material, e agora é que estamos chegando a um nível de normalidade e começamos a ter visibilidade. Não discutimos mais se vai faltar comida, combustível, não temos mais essas preocupações (Meu comandante!  Só Deus sabe à custa de quantos sapos engolidos. Que não se duvide, uma musculatura que troca altivez por meios mínimos, tão somente aqueles -comida e combustível- que qualquer governo tem a obrigação de fornecer às suas FFAA. Isto sem falar que hoje, agora, o Exército ainda não dispõe dos meios que se fazem necessários para dissuadir qualquer intervenção "humanitária/ecológica", que pode, a qualquer momento, ser concretizada pelos grandes predadores militares, em nome da tão invocada “comunidade internacional, justo na área daquele grande comando).

            5) O senhor tem acompanhado a Comissão da Verdade?

            Como profissional e militar, me interesso, sim. Mas na minha instância, institucionalmente, não há nenhuma implicação para nós (Com todo o respeito que tenho a vossa excelência, mas uma resposta, no mínimo melancólica, esmaecida e decepcionante, deste teor, não faz justiça aos veteranos da guerra contra os comunoterroristas que ensanguentaram a nação há “50” anos passados, para que nós, então capitães e tenentes, ministrássemos, tranquilos, os assuntos de instrução previstos nos quadros de trabalhos semanais em corpos de tropa por esse Brasil afora. A resposta dada não honra o juramento -que foi esquecido por tantos chefes- de um outro general Albuquerque, justo aquele Walter Pires de Carvalho e..., que disse: -"Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia. ”).

            6) Em entrevista à Rádio Gaúcha, no dia 7 de janeiro de 2007, quando perguntado sobre o "Impacto da Comissão Nacional da Verdade, disse está assimilado (Meu general, Santo Deus! O que está assimilado? Somente o impacto do conteúdo das “meias verdades” ou as recomendações "revanchistas” do verdugo Pedro Dalari?) e o relatório foi publicado e estamos trabalhando dia a dia (Trabalhando no que meu comandante? Na mudança dos currículos das academias militares ou deixando para trás os irmãos em armas que combateram na guerra subversiva?) ajudando a preservar o país (A preservar o País do que meu general? Da reação contra o comunopetismo ou do próprio comunopetismo? Não está faltando a definição por vossa excelência?), e órgãos do governo a atuarem e não vamos perder este foco (Meu general, não precisaria ser caracterizado o “foco”, se do governo ou do Exército? A propósito, qual é o foco da governança comunopetista? Para muitos é livrar-se da investigação da Operação Lava Jato, para outros tantos é manter o país na esbórnia, assim como manda a estratégia “gramscista” de tomada do poder.).

            Deixo as ditas assertivas para quem desejar pensa-las, avalia-las e pesa-las no ambiente que vai ser vivenciado em Ministério da Defesa, que tem à sua frente titular da pasta de currículo nada recomendável para o exercício de função que, deve ser enfatizado, é de tamanha dimensão estratégica. De qualquer forma, rezo para e tenho fé que o Exmo. Sr.  General-de-Exército Villas Bôas, interpretando a ânsia de seus soldados pelo resgate do respeito à Instituição, constantemente vilipendiado pela governança comunopetista e politicalha, se empenhará em repensá-las.

            Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado-Maior, na reserva.

             

             

             

            UFPel - RS abre Processo Seletivo com vagas docentes

            Concurso UFCG 2015 - PB seleciona docentes no Centro de Saúde e Tecnologia Rural

            Posted: 05 Mar 2015 01:12 AM PST

            A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, informa que estão abertas as inscrições para dois Concursos Públicos, para seleção de docentes no Centro de Saúde e Tecnologia Rural. Cargo / Função / Profissão Vagas Docentes várias Salário / Remuneração Formação / Escolaridade R$ 4.014,00 a R$ 8.639,50 Nível superior Inscrição / Cadastro Inicia em:

            UFPel - RS abre Processo Seletivo com vagas docentes

            Posted: 05 Mar 2015 01:12 AM PST

            Cargo / Função / Profissão Vagas Docentes 8 Salário / Remuneração Formação / Escolaridade R$ 2.018,77 ou R$ 2.814,01 Nível superior Inscrição / Cadastro Inicia em: Finaliza em: Fazer a inscrição na Coordenação de Processo de Seleção e Ingresso, situada na Rua Gonçalves Chaves, nº. 3.126Taxa de Inscrição: R$ 50,00 05/03/2015 16/03/2015 Cidades /

            1960: Vaticano nomeia primeiro cardeal negro

            No dia 3 de março de 1960, causou sensação a notícia de que o Vaticano nomearia o primeiro cardeal negro: Laurean Rugambwa, de 37 anos, natural da atual Tanzânia.


            Papa João 23 com monsenhor Rugambwa após nomeação deste para cardeal


            O Vaticano começou a sinalizar a crescente importância atribuída à África em 3 de março de 1960, quando as agências internacionais noticiaram que, pela primeira vez, um sacerdote africano receberia as insígnias de cardeal.

            O prelado em questão chamava-se Laurean Rugambwa, de 37 anos, nascido em Bukongo, na Tanzânia (à época, África Oriental Alemã). Ele foi batizado pela ordem dos missionários dos Padres Brancos, em cujo seminário recebeu a ordenação sacerdotal em 1943.

            Em 1948, Rugambwa iniciou a pós-graduação no Collegio San Pietro, em Roma, formando-se doutor em Direito Canônico em 1951. Logo depois, foi ordenado bispo pelo papa Pio 12.

            No ano seguinte, quando foi definida a hierarquia da Igreja da Tanzânia, Rugambwa assumiu a direção da diocese de Rutabo. Seu cardinalato, em março de 1960, foi interpretado pelos católicos africanos como sinal de reconhecimento da igualdade de direitos pelo Vaticano. Rugambwa foi o primeiro cardeal negro africano em cerca de 2 mil anos de história da Igreja Católica.

            Ainda no mesmo ano, Rugambwa assumiu a diocese de Bukoba e, em Pentecostes de 1969, a direção do bispado de Dar es Salaam. A principal consequência de sua nomeação foi o desenvolvimento de uma nova consciência étnica e religiosa no clero africano. Desde então, crescem as perspectivas de eleição de um papa oriundo do "continente da esperança", como João Paulo 2º costumava se referir à África.

            Fortalecimento da Igreja africana

            Rugambwa mostrou-se altamente versátil no afã de fortalecer a posição internacional da Igreja africana. Segundo Gerhard Mockenhaupt, diretor da Instância Central para a Igreja Mundial da Conferência dos Bispos Alemães, ele pertenceu à geração de bispos que se destacou no sínodo de 1974 e, mais tarde, na elaboração da encíclica Evangelii Nuntiandi (Anunciando o Evangelho), em que o papa Paulo 6º ressaltou o vínculo entre a evangelização e a promoção do ser humano.

            O desempenho dos clérigos do Hemisfério Sul – sobretudo da África – levou o cardeal Joseph Höffner, de Colônia, a afirmar que "esse sínodo foi uma lição para os bispos do Norte em termos de autoconfiança e competência dos bispos da Igreja jovem".

            Laurean Rugambwa faleceu a 9 dezembro de 1997, aos 85 anos, em Dar es Salaam. Ele não se tornou papa, mas sua atuação ajudou o catolicismo de seu continente a se emancipar das missões externas e a consolidar um clero africano, com forte capacidade de diálogo intercultural e influência crescente na Igreja mundial.


            Autoria Gerhard W.
            Fonte: DW