ONU está confiante sobre acordo climático global em 2015

Última tentativa de acordo sobre redução na emissão de gases de efeito estufa ocorreu em 2009
Ban Ki-moon informou que uma proposta do acordo global vai ser firmada no ano que vem, em Paris | Foto: Niels Ahlmann Olesen / Scanpix Denmark / AFP / CP
Ban Ki-moon informou que uma proposta do acordo global vai ser firmada no ano que vem, em Paris | Foto: Niels Ahlmann Olesen / Scanpix Denmark / AFP / CP
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse neste domingo, em Copenhague, na Dinamarca, que o cenário mudou desde a última tentativa de um acordo climático global em 2009, e que metas para a redução na emissão de gases de efeito estufa serão firmadas no ano que vem. “Eu estou confiante”, ressaltou. Ban Ki-moon participou da divulgação da síntese do 5° Relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em inglês).

Perguntado sobre o que mudou desde a 15ª Conferência do Clima, em 2009, em Copenhague, quando líderes das nações não conseguiram chegar a um acordo sobre as metas para reduzir o aquecimento global, o secretário-geral da ONU disse que houve evolução significativa. “É importante tentar sempre; às vezes alcançamos o sucesso, às vezes falhamos. Acredito que naquela época, em Copenhague, os líderes não estavam totalmente preparados. De lá pra cá temos construído um amplo diálogo e, a cada encontro, percebemos que eles tem ampliado o seu comprometimento. Os estados-membros já concordaram em estabelecer um acordo. É um bom começo”, disse.

Ban Ki-moon informou que uma proposta do acordo global vai ser firmada durante a 21ª Conferência do Clima no ano que vem, em Paris, e será apresentado em dezembro deste ano, durante a COP 20, em Lima, no Peru. “Até agora estávamos discutindo sem ter uma ideia do que seria o acordo. Agora vamos nos concentrar em apresentar uma proposta até dezembro”, ressaltou.

Comentando os resultados do relatório do IPCC, que mostraram a necessidade urgente da redução na emissão de gases de efeito estufa, o líder das Nações Unidas fez um apelo para que o setor produtivo reduza os investimentos em carvão e combustíveis fósseis e adotem fontes renováveis de energia. “Precisamos migrar para os recursos renováveis”, enfatizou. Ele destacou, ainda, que todos tem responsabilidade pela construção de um mundo mais sustentável. “Cada indivíduo pode participar desse esforço. Um único pingo de água precisa ser usado de uma maneira mais sustentável”.

Agência Brasil e Correio do Povo

IPCC pede fim de gás estufa até 2100

Segundo os especialistas, a influência humana é clara e crescente, com impactos observado em todos os continentes

A concentração de gases estufa na atmosfera alcançou o nível mais elevado dos últimos 800 mil anos. A temperatura média da superfície terrestre aumentou 0,85°C entre 1880 e 2012; a da superfície oceânica, 0,11°C por década no período de 1971 a 2010. Essas são algumas das conclusões anunciadas no relatório síntese divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) no domingo, em Copenhague, Dinamarca. 

Segundo os especialistas, a influência humana no sistema climático é clara e crescente, com impactos observado em todos os continentes. Se não for controlada, a mudança climática aumentará a probabilidade de impactos graves, difusos e irreversíveis para as pessoas e os ecossistemas em todo o planeta. 

Há, no entanto, opções evitar alterações mais bruscas. Os cientistas sugerem que as emissões de gases estufas baixem de 40% a 70% entre os anos de 2010 e 2050, caindo para zero até 2100. Com isso, a elevação da temperatura média global poderia ficar abaixo dos 2ºC. “Nós temos os meios para limitar as alterações climáticas”, afirmou R. K. Pachauri, presidente do IPCC. “Temos pouco tempo antes que a janela de oportunidade para ficarmos dentro de 2ºC de aquecimento se feche. A escolha está em nossas mãos.”

relatório de síntese destila e integra os resultados do Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, produzido por mais de 800 cientistas ao longo dos últimos 13 meses e é considerada a mais abrangente avaliação sobre as mudanças climáticas já realizada.

Correio do Povo

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SAIBAM A VERDADE SOBRE DILMA

Publicado em 31/07/2012
Dilma terrorista e assassina

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"SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS, DE MODELO A TODA TERRA..."

Mystery Hunter 2015

Publicado em 01/11/2014
Mystery Hunter 2015

Tracking a Monster Sunspot Across the Sun

Publicado em 01/11/2014
Tracking a Giant Sunspot Across the Sun.
Super sunspot AR2192 produced 10 significant solar flare while traversing the Earth-side of the sun; six X-class and four above M5-class.

An active region on the sun – an area of intense and complex magnetic fields – rotated into view on Oct. 18, 2014. Labeled AR 12192, it soon grew into the largest such region in 24 years, and fired off 10 sizable solar flares as it traversed across the face of the sun. The region was so large it could be seen without a telescope for those looking at the sun with eclipse glasses, as many did during a partial eclipse of the sun on Oct. 23.

"Despite all the flares, this region did not produce any significant coronal mass ejections," said Alex Young a solar scientist at NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland. Coronal mass ejections, or CMEs, are giant clouds of solar particles that can affect technology when they reach near-Earth space. "You certainly can have flares without CMEs and vice versa, but most big flares do have CMEs. So we're learning that a big active region doesn't always equal the biggest events."

Such active regions are measured in millionths of a solar hemisphere, where 1 micro-hemisphere, or MH, is about 600,000 square miles. This region topped out at 2,750 MH, making it the 33rd largest region out of approximately 32,000 active regions that have been tracked and measured since 1874. It is the largest sunspot seen since AR 6368, which measured 3,080 MH on Nov. 18, 1990.

The largest five active regions ever observed were between 4,000 and more than 6,000 MH and they all appeared between 1946 and 1951.

On the other hand, the region that produced one of the biggest solar flares of all time on Sep. 1, 1859 – in what's known as the Carrington event – wasn't even one of the top 50 at only 2,300 MH.

During its trip across the front of the sun, AR 12192 produced six X-class flares, which are the largest flares, and four strong M-class flares. M-class flares are one tenth as strong as X-class flares. The number provides more information about its strength. An M2 is twice as intense as an M1, an M3 is three times as intense, etc.

"Having so many similar flares from the same active region will be a nice case study for people who work on predicting solar flares," said Dean Pesnell, project scientist for NASA's Solar Dynamics Observatory at Goddard. "This is important for one day improving the nation's ability to forecast space weather and protect technology and astronauts in space."

The dates and peak times in EDT of the large solar flares from AR 12192 are as follows:

Oct. 19, 1:01 am: X1.1

Oct. 21, 9:59 pm: M8.7

Oct. 22, 10:28 am: X1.6

Oct. 24, 5:41 pm: X3.1

Oct. 25, 1:08 pm: X1.0

Oct. 26, 6:56 am: X2.0

Oct. 26, 8:34 pm: M7.1

Oct. 27, 6:09 am: M6.7

Oct. 27, 10:47 am: X2.0

Oct. 28, 11:32 pm: M6.6

AR 12192 rotated onto the far side of the sun on Oct. 30, 2014, however as it evolves, we may see a new version of it rotating back into view in two weeks.

Related Links:

For more on this gigantic sunspot and its flares:
http://www.nasa.gov/content/goddard/s...
http://www.nasa.gov/content/goddard/s...
http://www.nasa.gov/content/goddard/o...
http://www.nasa.gov/content/goddard/o...
http://www.nasa.gov/content/goddard/s...

Credit: W1TV

Tonight's Sky in November 2104 on Hubble Space Telescope #Hubble

Publicado em 31/10/2014
Backyard stargazers get a monthly guide to the northern hemisphere's skywatching events with "Tonight's Sky." November boasts the annual Leonid meteor shower.
Credit: Hubble Space Telescope