É CLARO QUE O DEBATE DE ONTEM ACABOU DE MATAR A
CAMPANHA DA DILMA EM REDE NACIONAL: Gente quem puder abre o primeiro bloco
deste debate e olha bem a cara da dilma, os olhos dela logo no inicio, estao
anuviados, porque será? SERÁ QUE BEBEU ANTES? Assista na íntegra: Veja como
foi o #DebatenoSBT http://goo.gl/s0qRFn
QUEM ASSISTIU,
VIU. Meu olhe isso gente! Nunca vi alguém apanhar tanto num
debate.
---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Data: 16 de outubro de 2014 15:36 Assunto: Exército descobre capitão cubano infiltrado no programa 'Mais Médicos'. Para:
EU JÁ TINHA AVISADO!!! Agora é real e comprovado!!!
Repassando:- Na Venezuela, 5% do efetivo da Guarda Nacional Bolivariana, já é constituído de mercenários de guerra cubanos, que atuam sob as ordens de Nicolas Maduro, oprimindo e matando o sofrido povo daquele país.
Exército descobre capitão cubano infiltrado no ‘Programa Mais Médicos’
É o PT seguindo fielmente as determinações do Foro de São Paulo
---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Data: 16 de outubro de 2014 15:36 Assunto: Exército descobre capitão cubano infiltrado no programa 'Mais Médicos'. Para:
EU JÁ TINHA AVISADO!!! Agora é real e comprovado!!!
Repassando:- Na Venezuela, 5% do efetivo da Guarda Nacional Bolivariana, já é constituído de mercenários de guerra cubanos, que atuam sob as ordens de Nicolas Maduro, oprimindo e matando o sofrido povo daquele país.
Exército descobre capitão cubano infiltrado no ‘Programa Mais Médicos’
É o PT seguindo fielmente as determinações do Foro de São Paulo
Primeira parte da entrevista que Bruno Torturra conduziu com o candidato a presidência da repúblico pelo Partido Verde, Eduardo Jorge, nos estúdios do Fluxo. Nesse trecho, o candidato conta sua biografia, da juventude até hoje. De como entrou para a luta no comunismo clandestino durante a ditadura, sua entrada e saída do PT, sua entrada no PV e o papel do Partido Verde na reforma do capitalismo e do socialismo no mundo. E como se considera um homem de esquerda fazendo parte da gestão Serra/Kassab. _____________ Eduardo Jorge. Jovem militante comunista, fundador do PT, médico sanitarista, deputado federal constituinte, líder do PT na câmara na época do impeachment de Collor. Secretário da saúde de Luiza Erundina e de Marta Suplicy quando prefeitas de São Paulo. Dissidente do PT, filiou-se ao Partido Verde e, só então, começou a se especializar em causas e políticas ambientais. Tornou-se secretário do verde durante a gestão Serra-Kassab na cidade de São Paulo. Foi um dos mentores da Lei Cidade Limpa e de séries de programas ambientais. E agora, no PV pós Marina Silva, pretende levantar a pauta do ambientalismo e da absoluta urgência de se discutir gestão pública sobre a perspectiva da mudança climática.
…do debate, aproveitando para corrigir algumas sandices que foram ditas e algumas mentiras de trincar catedrais. E não vou fazê-lo com torcida — todo mundo sabe o que penso —, mas com fatos.
Dilma diz que o eleitor deve se perguntar quem tem mais experiência para fazer o Brasil avançar e quem tem mais apoio para fazer as reformas e para projetar o Brasil no mundo. Diz que, como todos os brasileiros, quer um tempo mais novo.
Aécio faz a sua fala final. Aécio diz que os últimos dias foram de muita emoção. Aécio diz que milhões acreditam que ele é capaz de unificar o Brasil. Agradece a Beto Albuquerque e Walter Feldman, porta-voz da Rede. Mostra-se grato a Renata Campos e a Marina Silva. Diz que saberá honrar os compromissos. Diz que vai enfrentar com coragem o drama da segurança, melhorar a saúde e educação. Diz que não permitirá que o Brasil seja dividido entre nós e eles.
Aécio está tendo um desempenho muito superior. Vou tratar com especial carinho de duas questões: quem criou o Bolsa Família; a suposta proibição do governo FHC de criar escolas técnicas, uma mentira absurda.
Dilma prega abertamente a política do medo. Diz que os brasileiros têm de ter medo [se o tucano for eleito] por causa dos empregos. Aécio diz que ela investe na política do medo. E emenda que tem de ter medo, sim, mas de o PT continuar mais quatro anos. Diz que a indústria vive a pior realidade dos últimos 50 anos e que os empregos estão indo embora do Brasil, o que é verdade. Aécio demonstra, prova, que o Bolsa Família foi criado no governo tucano. Dilma insiste na mentira de que o governo tucano proibiu o Pronatec. Aécio diz que é preciso criar melhores empregos, o que é difícil crescendo zero. Aécio diz que os mais penalizados serão os mais pobres. Aécio diz que Dilma não reconhece que fracassou.
Aécio diz que todos os telespectadores e cidadãos percebem a baixa qualidade dos serviços públicos. Aécio diz que introduziu em Minas a meritocracia. Aécio diz que Dilma não fez nada parecido. Quer saber por que o governo federal não fez nada privilegiar serviços de boa qualidade. Dilma diz que, recentemente, Aécio foi condenado no STF por ter contratado sem concurso funcionários públicos. Dilma diz que não pode usar pesquisas para contrariar resultado das urnas. O que ela quis dizer? Vai saber… Não respondeu a pergunta. Ela diz que saiu de Minas, mas não saiu a passeio. Saiu perseguida. Ah… Dilma diz que o Brasil precisa de serviços públicos bons. Não me digam!
Aécio diz que Dilma está enganada e que venceu todas as eleições em Minas. Aécio diz diz que a lei a que ela se refere protegia serventes de escola, com a aprovação do PT. Dilma diz que o Brasil precisa “de avançar”. Ô… Precisa avançar na gramática também. Ela volta às creches.
Aécio diz que a educação brasileira é muito ruim e pergunta o que o governo pretende fazer. Dilma fala sobre o Pronatec — vou voltar a essa questão. Dilma diz ser fundamental reformular o currículo do ensino fundamental e médio. Dilma diz que “12 matérias não é algo adequado…” É! Não são mesmo! Dilma só pode estar brincando: fala sobre o seu programa de creches — que fracassou, como se sabe. Aécio diz que sua proposta começa por construir as 6 mil creches, promessa que Dilma não cumpriu. Aécio diz que, em Minas, a educação melhorou — a melhor de todo o Brasil — porque houve meritocracia. Dilma diz que os tucanos não sabem disso e tocam no Fundeb. Pois é… O PT votou contra a proposta original do Fundeb.
Dilma ataca a segurança pública de Minas e toma uma invertida. Aécio lembra os desastres do governo federal na área e diz que vai vai criar o Ministério da Segurança Pública. Aécio diz que o governo federal não investiu na segurança. Aécio diz que o governo federal perdeu a eleição em Minas porque os dois candidatos de oposição venceram amplamente em Minas e diz que duas pesquisas já o colocam mais de 10 pontos à frente.
Confirma-se a ‘organização criminosa’ na Petrobras
Do mensalão, o escândalo guarda a semelhança do desvio de dinheiro público para financiar políticos. Mas, pela amplitude e cifras envolvidas, este caso deve ser maior
por EDITORIAL
O termo “organização criminosa" foi usado formalmente a primeira vez, para designar um esquema de corrupção com o envolvimento de representantes do PT e legendas aliadas, pelo procurador-geral da República Antonio Fernando Souza, no texto da denúncia do mensalão ao Supremo Tribunal Federal. Sete anos depois, a denúncia seria confirmada por sentenças condenatórias no STF. Há cinco meses, a expressão voltou a aparecer em documento oficial, desta vez num ofício do delegado da Polícia Federal Cairo Costa Duarte ao juiz federal do Paraná Sérgio Moro, do processo Lava-Jato, em que estão implicados o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ao investigar a compra esquisita da refinaria de Pasadena e outras denúncias em torno da Petrobras, o delegado pediu ao juiz acesso a documentos obtidos pela Lava-Jato, para facilitar seu trabalho de levantamento de uma “organização criminosa” na estatal. Pois trechos divulgados dos depoimentos de Paulo Roberto e Youssef, sob o regime de delação premiada, confirmam a existência da tal organização, eles próprios dois de seus elos-chave — Costa, arrecadador de propinas junto a empreiteiras; Youssef, branqueador do dinheiro, por meio de firmas fantasmas e operações fajutas. Relata Costa que PT, PMDB e PP eram os beneficiários da enxurrada de dinheiro “por fora” gerada por comissões sobre contratos bilionários superfaturados. Quase todos assinados com empreiteiras envolvidas com o projeto da refinaria Abreu e Lima, orçada em US$ 1,8 bilhão e que sairá por dez vezes mais. Obra convenientemente administrada pela diretoria de Abastecimento da estatal, ocupada de 2004 a 2012 por Paulo Roberto. Segundo Youssef, Paulo Roberto Costa, funcionário de carreira da estatal, foi nomeado para o cargo depois de pressão dos partidos sobre o presidente Lula. Ele cedeu e o esquema foi montado. Mas, diz Paulo Roberto, outras diretorias também atuavam no paralelo: a de Serviços, de Jorge Renato Duque, indicado pelo PT; Nestor Cerveró, já conhecido, e Jorge Zelada, da diretoria Internacional, e também José Eduardo Dutra, ex-presidente da empresa, ex-senador sergipano pelo PT. Até a subsidiária Transpetro, de Sérgio Machado, ligado ao PMDB, consta das denúncias. Também não falta nos depoimentos o indefectível João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. Pelas cifras envolvidas — apenas Costa tinha US$ 23 milhões seus na Suíça — e dimensão do esquema, o caso deve ser maior que o mensalão petista, de Marcos Valério, José Dirceu, entre outros. “Paulinho”, como Lula chamava Paulo Roberto Costa, assumiu o cargo de diretor em 2004. Seis anos depois, “recursos não contabilizados” tirados da Petrobras já teriam financiado campanhas de petistas e aliados. Talvez, entre várias, a da própria Dilma. Aproximam-se emoções fortes.
Em depoimento à Justiça Federal, Paulo Roberto Costa revela que dinheiro dos contratos de produção, gás e energia ‘iam diretamente para o PT’ por meio do tesoureiro João Vaccari.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, afirmou à Justiça Federal que o PT ficava com 3% sobre o valor dos contratos da estatal. “Todos sabiam que tinha um porcentual dos contratos da área de abastecimento. Dos 3%, 2% eram para atender ao PT através da diretoria de Serviços.” “Outras diretorias como gás e energia e produção também eram PT”, declarou o ex-diretor da Petrobrás. “Então, tinha PT na diretoria de produção, gás e energia e na área de serviços. O comentário que pautava a companhia nesses casos era que 3% iam diretamente para o PT.” “O que rezava dentro da companhia era que esse valor integral (3%) ia para o PT”, afirmou Costa. Ele acusou diretamente o tesoureiro do PT, João Vaccari, ao ser questionado sobre quem fazia a entrega ou a distribuição da propina ao partido do governo. “Dentro do PT (o contato) do diretor de serviços era com o tesoureiro do PT, sr. João Vaccari, a ligação era diretamente com ele.”
Foto: Evelson de Freitas/Estadão
Ele disse que a diretoria Internacional tinha indicação do PMDB. “Então, tinha indicação do PMDB, então tinha também recursos que eram repassados para o PMDB na diretoria Internacional.” Questionado se recebia parte desses valores da corrupção, Costa confessou. “Sim, em valores médios o que acontecia. Do 1% para o PP, em média 60% ia para o partido, 20% para despesas às vezes de emissão de nota fiscal e para envio e 20% restantes eram repassados assim, 70% para mim e 30% para o Janene ou Alberto Youssef.” “Eu recebia em espécie normalmente na minha casa, ou no shopping ou no escritório, depois que abri a minha companhia de consultoria”, declarou. Segundo ele, quem fazia a entrega do dinheiro era Janene ou Youssef. Sobre a propina para o PMDB. “O PMDB era da diretoria Internacional, o nome é Fernando Soares, o Fernando Baiano, ele fazia a articulação.” Costa afirmou ainda que recebeu R$ 500 mil em dinheiro vivo das mãos do presidente da Transpetro, Sergio Machado. ”Na Transpetro houve alguns casos de repasses para políticos, sim. Eu recebi uma parcela da Transpetro, se não me engano R$ 500 mil.” “Quem pagou?”, perguntou o juiz Sérgio Moro, que conduz todas as ações da Lava Jato. “O presidente Sergio Machado.” “Quando?” “Datas talvez eu tenha dificuldade de lembrar. São muitas, 2009 ou 2010, acho eu por aí. Recebi em uma única oportunidade.” “Qual o motivo?” “Foi devido à contratação de alguns navios. Essa contratação tinha que passar pela diretoria de Abastecimento, contratação de navios pela Transpetro. Esse valor foi entregue diretamente por ele no apartamento dele (Machado) no Rio.” ATENÇÃO:OUÇA OS ÁUDIOS DO DEPOIMENTO DE COSTA À JUSTIÇA FEDERAL (A PEDIDO DOS ADVOGADOS, COSTA NÃO FOI FILMADO) PARTE 1 PARTE 2 PARTE 3 Indicações. Paulo Roberto Costa afirmou que todas as diretorias da Petrobrás são ocupadas por indicações políticas. Ele disse que foi indicado, em 2004, pelo então deputado José Janene, do PP – Janene, réu do mensalão do PT, morreu em 2010. Segundo Costa, desde o governo José Sarney (1985/1989) as indicações políticas são rotineiras na Petrobrás. Ele confirmou ainda que todos os diretores da estatal, bem como os presidentes da empresa José Eduardo Dutra, na época em que ele entrou na diretoria de Abastecimento (2004), e José Sergio Gabrielli, que assumiu a presidência da estatal em 2005, sabiam de sua indicação política. COM A PALAVRA, A DEFESA: Em nota divulgada na quarta-feira, 8, a Transpetro rechaçou as acusações feitas por Paulo Roberto Costa. Veja abaixo a íntegra da nota: “O presidente da Transpetro, Sergio Machado, nega com veemência as afirmações atribuídas ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Trata-se de uma afirmação absurda e falsa. Machado está indignado com a divulgação do suposto conteúdo de um depoimento dado a portas fechadas e sobre o qual não se tem nenhuma informação oficial. Tomará todas as providências cabíveis para restabelecer a verdade e defender sua honra, processando judicialmente quem quer que seja na defesa da Transpetro. Ressalta ainda a sua estranheza com o fato desse vazamento ter ocorrido no meio do processo eleitoral. Sergio Machado jamais foi processado pelo Ministério Público ou por qualquer outra autoridade brasileira em decorrência de seus atos ao longo de 30 anos de vida pública.” RESUMO NO BLOG DO CORONEL! http://coturnonoturno.blogspot.com.br/
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, afirmou à Justiça Federal que o PT ficava com 3% sobre o valor dos contratos da estatal. “Todos sabiam que tinha um porcentual dos contratos da área de abastecimento. Dos 3%, 2% eram para atender ao PT através da diretoria de Serviços.”
“Outras diretorias como gás e energia e produção também eram PT”, declarou o ex-diretor da Petrobrás. “Então, tinha PT na diretoria de produção, gás e energia e na área de serviços. O comentário que pautava a companhia nesses casos era que 3% iam diretamente para o PT.”
“O que rezava dentro da companhia era que esse valor integral (3%) ia para o PT”, afirmou Costa. Ele acusou diretamente o tesoureiro do PT, João Vaccari, ao ser questionado sobre quem fazia a entrega ou a distribuição da propina ao partido do governo. “Dentro do PT (o contato) do diretor de serviços era com o tesoureiro do PT, sr. João Vaccari, a ligação era diretamente com ele.”
Ele disse que a diretoria Internacional tinha indicação do PMDB. “Então, tinha indicação do PMDB, então tinha também recursos que eram repassados para o PMDB na diretoria Internacional.” Questionado se recebia parte desses valores da corrupção, Costa confessou. “Sim, em valores médios o que acontecia. Do 1% para o PP, em média 60% ia para o partido, 20% para despesas às vezes de emissão de nota fiscal e para envio e 20% restantes eram repassados assim, 70% para mim e 30% para o Janene ou Alberto Youssef.”
“Eu recebia em espécie normalmente na minha casa, ou no shopping ou no escritório, depois que abri a minha companhia de consultoria”, declarou. Segundo ele, quem fazia a entrega do dinheiro era Janene ou Youssef.
Sobre a propina para o PMDB. “O PMDB era da diretoria Internacional, o nome é Fernando Soares, o Fernando Baiano, ele fazia a articulação.”
Costa afirmou ainda que recebeu R$ 500 mil em dinheiro vivo das mãos do presidente da Transpetro, Sergio Machado. ”Na Transpetro houve alguns casos de repasses para políticos, sim. Eu recebi uma parcela da Transpetro, se não me engano R$ 500 mil.”
“Quem pagou?”, perguntou o juiz Sérgio Moro, que conduz todas as ações da Lava Jato.
“O presidente Sergio Machado.”
“Quando?”
“Datas talvez eu tenha dificuldade de lembrar. São muitas, 2009 ou 2010, acho eu por aí. Recebi em uma única oportunidade.”
“Qual o motivo?”
“Foi devido à contratação de alguns navios. Essa contratação tinha que passar pela diretoria de Abastecimento, contratação de navios pela Transpetro. Esse valor foi entregue diretamente por ele no apartamento dele (Machado) no Rio.” (Estadão)