Postagens

Mostrando postagens com o rótulo por Aileda de Mattos Oliveira

Leonel Brizola, por Aileda de Mattos Oliveira,

Conforme o comentário do amigo Schittini, além de Brizola proibir os policiais de subirem os morros, exigia que eles chamassem o bandido de “cidadão”. Quanto a ser transformado em herói da pátria da Dilma guerrilheira, é bom lembrar que o arrivista, segundo as notícias da época (1964),  fugiu vestido de mulher. Era assim que deveria mostrar, em foto, o grande herói. Aileda  

BRASIL SEM BRASILEIROS!, por Aileda de Mattos Oliveira

Quando problemas nacionais ou de políticas públicas não são levados em conta pelo povo, mesmo que lhe atinjam diretamente, fica evidente não haver apreço pela terra; não haver elo afetivo entre povo e país. Inexiste identidade nacional. Infeliz Brasil! Governos desqualificados; parte do povo de idêntica espécie! Geneticamente, filhos da mesma mãe: a malandragem! Individualizado ou coletivamente considerado, desde o Segundo Império já era objeto de espanto de estrangeiros residentes no Rio de Janeiro, que o viam sem sintonia com o país, desvinculado da realidade nacional. Não entendiam, por que nos tumultuados dias que antecederam e sucederam a passagem do regime monárquico ao republicano, fosse, apenas, espectador dos cenários que, a cada passo, se modificavam. Afirmavam que o Brasil não tinha povo. E ainda não tem, na sua totalidade. SETENTA E CINCO ANOS DEPOIS, 1964, o Brasil permanecia sem brasileiros. Apenas, parte esclarecida da sociedade, combativa e consciente, compreendia q...