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Diógenes

Diógenes de Sinope, que viveu nas cidades gregas no século 4º antes de Cristo. Filósofo cínico, Diógenes vivia numa barrica e desfilava pelas ruas de Atenas e Corinto, em pleno dia, com uma lanterna na mão, à procura de um homem honesto. Quando Alexandre Magno o encontrou em Corinto lhe perguntou o que queria, Diógenes, que tomava sol sentado junto à sua barrica e estava irritado com a sombra que a comitiva do general lhe fazia, respondeu com uma frase que ficaria famosa: - Não me tires o que não pode me dar. Estava Diógenes jantando seu costumeiro prato de lentilhas quando Arístipos, que enriquecera bajulando os poderosos, lhe disse: - Se aprendesses a bajular, não precisarias reduzir a tua comida a um prato de lentilhas. Ao que Diógenes retrucou: - E tu, se satisfizesses com um prato de lentilhas, não precisarias passar a vida bajulando o rei.

Diógenes, o cínico

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Diógenes foi um célebre filósofo grego. Passou à história como um dos maiores símbolos do cinismo. O cinismo, doutrina fundada por Antístenes de Atenas, rezava que a riqueza e a fama são os males e pobreza e obscuridade, os bens. Apesar disso, foi acusado de fabricar moeda falsa e expulso de Sinope, onde nasceu, indo para Atenas, onde morreu em 323 a.C. em Atenas, estudou com Antítenes, fundador da escola dos cínicos, que, por sua vez, foi discípulo do grande Sócrates. Fazia questão de ser pobre e consta que morava dentro de um barril. Quando Alexandre, o Magno, parou diante de sua casa-barril, perguntou-lhe o que desejava. Diógenes respondeu: “Que não me tires o que não podes me dar”, referindo-se ao sol que a silhueta do imperador barrava, fazendo sombra. Volta e meia, cansava do barri e, mesmo com o sol alto, acendia uma lanterna e saía gritando: “Procuro um homem honesto”. Parece que não encontrou nenhum. Dilma:...