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Remédios subirão 12,5%, diz fabricante

Se o aumento for confirmado, vai superar, pela primeira vez em dez anos, a inflação, que fechou 2015 em 10,67% Rio - Cálculos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) indicam que os remédios podem ficar até 12,5% mais caros a partir do próximo dia 31. Se o aumento for confirmado, vai superar, pela primeira vez em dez anos, a inflação, que fechou 2015 em 10,67%, segundo a agência Estadão Conteúdo. “As oscilações do câmbio e o aumento expressivo da energia elétrica tiveram grande influência”, destaca a entidade. No ano passado, nesta mesma época, o ajuste autorizado foi de 7,70%, 6,35% e 5% nos preços de remédios, dependendo da categoria do produto. O governo ainda não divulgou oficialmente de quanto será o reajuste e informou que o processo está em consulta pública. A expectativa é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) libere o percentual de reajuste nos próximos dias. O governo divulga aumento de preços dos medicamentos com base no IPCA, que e...

Arrecadação deve fechar o ano com queda real próxima de 3,5%, diz Receita

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Esforço extra do governo para recuperar débitos em atraso deve amenizar ritmo de queda das receitas até o fim do ano, diz o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias Arquivo/Agência Brasil A arrecadação deverá encerrar o ano com queda real, descontada a inflação, próxima de 3,5%, disse hoje (23) o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias. Segundo Malaquias, o esforço extra feito pelo governo para recuperar débitos em atraso deverá amenizar o ritmo de queda das receitas até o fim do ano. Até novembro, o Fisco projetava queda real de 4,5% da arrecadação em 2015. Malaquias não quis passar números, mas disse que a projeção foi revista e que a redução ficará próxima da estimativa de queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) divulgada hoje pelo Relatório de Inflação do Banco Central. “Em 2015, tivemos uma recuperação importante de débitos em atraso por meio de ações fi...

Governo propõe reduzir meta fiscal de 2016 para 0,5%

Embora a meta de superávit fiscal para 2016 esteja fixada em 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB), lideranças da base aliada estão negociando com o governo a redução desse percentual. Segundo fontes do Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff enviou hoje (15) ao Congresso Nacional proposta de redução da meta fiscal para 2016 de 0,7% para 0,5% do PIB. O objetivo, ao reduzir o esforço fiscal, de acordo com as lideranças, é evitar que sejam promovidos cortes em programas sociais como o Bolsa Família. A proposta pode ser votada nesta quarta (16). O Congresso Nacional reuniu-se em sessão na noite desta terça para apreciação de vetos presidenciais e para votação do Plano Plurianual (PPA). A sessão, no entanto, foi suspensa por falta de acordo em relação ao projeto do PPA, que fixa as diretrizes e metas da administração pública para os próximos quatro anos. O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), já marcou sessões para amanhã (16) ao meio-dia e quinta (17), ...

Dilma propõe que meta fiscal de 2016 fique até 0,5%

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Dilma propõe que meta fiscal de 2016 fique até 0,5% Presidente contrariou ministro da Fazenda, que defendia manutenção da meta em 0,7% IMPEACHMENT STF começa a definir hoje rito do processo de Dilma POLÍTICA Cunha descarta renúncia e diz que operação foi manobra do governo Cardozo rebate Cunha: "PF investiga todos que têm que ser investigados" PMDB vai reunir Executiva Nacional nesta quarta-feira

Após elevar tributos, Dilma veta correção da tabela do IR em 6,5%

Depois que seu governo anunciou um pacote de elevação de tributos, a presidente Dilma Rousseff vetou o texto aprovado pelo Congresso que corrigia em 6,5% a tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas. A medida aliviaria a tributação dos salários e outros rendimentos, ao utilizar um índice mais compatível com a inflação do ano passado, de 6,41%. Neste momento, porém, a prioridade mais imediata é conseguir mais receitas para reequilibrar as contas do Tesouro Nacional. "A proposta levaria à renúncia fiscal na ordem de R$ 7 bilhões, sem vir acompanhada da devida estimativa do impacto orçamentário-financeiro", justificou o Planalto no "Diário Oficial" desta terça-feira (20). A administração petista deverá promover novamente uma correção de 4,5% da tabela, correspondente à meta oficial de inflação -que é descumprida desde 2010. Na prática, haverá, novamente, um aumento do IR. Isso acontece porque os trabalhadores que conseguem correção dos salários passam a pagar alíq...

Após elevar tributos, Dilma veta correção da tabela do IR em 6,5%

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Após elevar tributos, Dilma veta correção da tabela do IR em 6,5% Depois que seu governo anunciou um pacote de elevação de tributos, a presidente Dilma Rousseff vetou o texto aprovado pelo Congresso que corrigia... DINHEIROPUBLICO.BLOGFOLHA.UOL.COM.BR

Dívida pública federal sobe 2,5%

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‘Está muito difícil’, diz Dilma sobre escolha de ministros para o Brasil

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Dilma teve conversa informal com a presidente da Argentina perto dos microfones, que captaram   Foto: Arquivo EBC Em conversa informal com a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, publicada pela versão online de O Globo ontem, a presidente Dilma Rousseff disse que estava “muito difícil” concluir a equipe de ministros para seu segundo mandato. Na despedida de Dilma da Cúpula do Mercosul, na Argentina, Cristina perguntou a colega brasileira se amanhã seria sua posse. Dilma disse que “não, será a diplomação”. Logo depois, a argentina perguntou quando a presidente anunciaria o futuro ministério. "Estou formando. É muito difícil, muito difícil. Você não sabe no Brasil como é difícil”, disse, perto dos microfones, que captaram a conversa.     Correio 24 horas   Pesquisa inédita mostra como famílias com insegurança alimentar enfrentam a fome   Flavia Villela – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger O Instituto Brasileiro de Geografia e Est...