Brasil de Pelotas recebe o Inter pela Recopa Gaúcha com foco em título inédito e nova gestão

 


O Brasil de Pelotas enfrenta o Internacional nesta quarta-feira, no estádio Bento Freitas, em duelo que vale o título da Recopa Gaúcha. O Xavante chega para a decisão em um momento de transição, agora operando sob o modelo de SAF e contando com o ex-jogador Emerson como um de seus investidores. A equipe assegurou sua vaga no torneio após conquistar a Copa FGF de 2025, o Troféu Ruy Carlos Ostermann, e vê na partida a oportunidade de levantar um troféu inédito para a galeria do clube.

Apesar da importância do confronto, o time comandado pelo técnico Gilson Maciel possui pouca rodagem na atual temporada, tendo disputado apenas cinco partidas oficiais pela Série D do Campeonato Brasileiro. Com um aproveitamento irregular de duas vitórias, duas derrotas e um empate, o último compromisso do Brasil foi o empate sem gols contra o São José, em Porto Alegre. A preparação final para o embate contra o Colorado foi marcada pelo mistério sobre qual formação o adversário levará a campo, uma vez que o Inter sinalizou a utilização de uma equipe alternativa.

Para buscar a vitória em casa, a provável escalação do Xavante conta com Edson no gol; uma linha defensiva composta por Tiago Baiano, Tony Lucas, Lula e Matheus Streit; o meio-campo com Júlio Simas, Venicio, Denis Germano e Andrey; e a dupla de ataque formada por Robinho e Iury Tanque. O técnico Gilson Maciel ressaltou que, independentemente da escalação do rival, a qualidade do elenco colorado exige atenção máxima para que o Brasil de Pelotas consolide este novo momento administrativo com uma conquista dentro das quatro linhas.

Tribunal do Júri condena quatro pessoas por homicídio brutal em Caxias do Sul

 


O Tribunal do Júri da Comarca de Caxias do Sul condenou, nesta terça-feira, quatro réus pelo assassinato de Felipe Rodrigues Ribeiro, ocorrido em outubro de 2023. O crime, motivado por desavenças entre vizinhos, chocou a Serra gaúcha pela crueldade: a vítima foi morta a socos, chutes, pedradas e golpes de machado no pátio de sua residência. Todo o ataque foi presenciado pelos filhos da vítima, de 7 e 9 anos, que buscaram refúgio dentro de um armário até a chegada das autoridades.

A sentença, proferida pela juíza Isabela de Paiva Pessoa Loureiro após dois dias de julgamento, estabeleceu penas severas aos envolvidos. Ítalo Matias Lucas, que está foragido, recebeu a maior punição, totalizando 21 anos e 10 meses de reclusão. Adrian Esteves Ribeiro da Silva e Camille Poliana Rodrigues foram condenados a 17 anos e 8 meses cada, enquanto Eliane Aparecida da Silva recebeu uma pena de 20 anos. Todos responderão por homicídio qualificado e, no caso dos homens, também pelo crime de corrupção de menores, devido à participação de um adolescente no ataque.

Os quatro condenados deverão cumprir as penas em regime inicialmente fechado e não possuem o direito de recorrer em liberdade. Outros dois réus que figuravam no processo foram absolvidos pelo Conselho de Sentença. O adolescente envolvido no episódio já cumpriu medida socioeducativa e encontra-se atualmente em regime de liberdade assistida.

Morre Guto Graça Mello, produtor musical e referência das trilhas sonoras da TV brasileira

 


A música e a teledramaturgia brasileira perderam, nesta terça-feira, o produtor e diretor musical Guto Graça Mello, que faleceu aos 78 anos em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. O artista estava hospitalizado há cerca de um mês após sofrer uma queda. Filho dos atores Stella e Octávio Graça Mello, Guto abandonou a arquitetura para consolidar uma das carreiras mais influentes da indústria fonográfica nacional, assinando a produção de mais de 500 álbuns e colaborando com ícones como Roberto Carlos e Rita Lee. Além de sua vasta contribuição em estúdio, ele foi uma figura central na criação e direção de trilhas sonoras de novelas, moldando a sonoridade da televisão brasileira ao longo de décadas. Graça Mello deixa a esposa, a atriz Sylvia Massari, duas filhas e dois enteados.

Dólar despenca para R$ 4,91 com alívio geopolítico no Oriente Médio e suporte dos juros altos

 


O dólar encerrou a sessão desta terça-feira em queda acentuada de 1,12%, cotado a R$ 4,9119, atingindo o seu menor valor de fechamento desde janeiro. O movimento acompanhou o enfraquecimento global da moeda norte-americana após declarações de autoridades dos Estados Unidos que reforçaram a vigência do cessar-fogo com o Irã, dissipando os temores de ataques a instalações petrolíferas que haviam pressionado o mercado no dia anterior. Com este resultado, a divisa acumula uma desvalorização de 10,51% no ano de 2026, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e pela melhora nos termos de troca do Brasil.

O cenário de alívio no Estreito de Ormuz, com o início do fluxo de navios sob escolta dos EUA, contribuiu para a redução da aversão ao risco, embora o petróleo tipo Brent ainda se mantenha acima de US$ 110 o barril. Analistas apontam que a posição do Brasil como exportador líquido de energia e a manutenção da taxa Selic em patamares atrativos, após a recente ata do Copom reforçar uma postura cautelosa do Banco Central, dão suporte adicional ao real frente aos seus pares emergentes. A expectativa do mercado agora se volta para o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, previsto para esta quinta-feira.

QUANDO O SUPREMO SE CALA, A DÚVIDA CRESCE - 05.05.26

 Por Felipe Vieira - Jornalista

 

Há uma frase clássica, atribuída à Roma antiga, que atravessou séculos e segue atual: “à mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”. O sentido é simples e poderoso. Quem ocupa posição de poder não pode apenas agir corretamente. Precisa demonstrar isso de forma clara, pública e inequívoca.

Esse princípio deveria ser ainda mais rigoroso quando se trata do Supremo Tribunal Federal. Não há instância acima. Não há revisão possível fora da própria Corte. Por isso, o STF não pode apenas exigir transparência dos outros. Precisa praticá-la com mais intensidade do que qualquer outro poder.

Nos últimos dias, o decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, ao participar da abertura de uma audiência pública da Comissão de Valores Mobiliários, foi direto ao tratar da crise de confiança no país. Ao comentar o escândalo do Banco Master, afirmou: “A magnitude do recente escândalo do Banco Master, cujos detalhes vão sendo revelados, vem gerando justas perplexidades e indignação na população e corroendo a reputação de nossas instituições.” E foi além: “Pretender resolver a crise de confiança, mirando apenas o Supremo Tribunal Federal, é no mínimo ingenuidade, mas provavelmente miopia deliberada e intenções obscuras.”

A frase é forte. O diagnóstico também. Mas cobra coerência.

Porque o problema não está apenas fora. Está dentro.

O mesmo caso citado pelo ministro envolve diretamente menções a integrantes da própria Corte. O nome do ministro Dias Toffoli apareceu em investigações da Polícia Federal, o que levou à sua saída da relatoria do inquérito. O ministro Alexandre de Moraes, por sua vez, teve seu nome associado a mensagens atribuídas ao banqueiro investigado, vindo a público negar qualquer contato. Mas aquelas mensagens de visualização única seguem sem esclarecimentos. Negar em nota não é suficiente. As dúvidas permanecem. São episódios graves, que exigem não julgamento prévio, mas explicação clara.

No entanto, outros pontos igualmente sensíveis permanecem sem resposta pública. Alexandre de Moraes não veio a público comentar o caso envolvendo o contrato do escritório de sua esposa com o Banco Master. Dias Toffoli, por sua vez, também não apresentou esclarecimentos detalhados sobre o episódio relacionado ao resort ligado a investimento associado ao mesmo banco. Não se trata de antecipar juízo de valor, mas de reconhecer que não é possível conviver com desconfiança em relação aos integrantes do Supremo Tribunal Federal.

E há ainda um aspecto que amplia o problema. O ministro Gilmar Mendes, que com frequência comenta temas amplos, muitas vezes inclusive fora dos autos e em processos que ainda estão sob análise da própria Corte, o que é expressamente vedado pela Lei Orgânica da Magistratura, antecipando posições e votos, opta pelo silêncio quando o assunto envolve diretamente seus pares. Esse contraste expõe um traço de corporativismo que, em vez de proteger, acaba fragilizando a credibilidade da instituição. E isso, para o Supremo, não é um detalhe.

E aqui está o ponto central.

Em inúmeros processos, o próprio Supremo estabelece prazos para que investigados se manifestem, apresentem suas versões e prestem esclarecimentos. É o rito básico do Estado de Direito. Mas quando as suspeitas alcançam integrantes da própria Corte, o que se vê é silêncio. Nenhuma coletiva, nenhuma explicação detalhada, nenhuma exposição transparente dos fatos à sociedade.

Não se trata de condenar. Trata-se de esclarecer.

O silêncio, nesse caso, não protege. Fragiliza.

Chama atenção também o contraste institucional. O mesmo tribunal que exige respostas rápidas de políticos, empresários e cidadãos, que cobra transparência e que se posiciona como guardião da Constituição, não adota o mesmo padrão quando a dúvida recai sobre seus próprios membros. A régua não pode ser diferente.

E mais. Para além dos vários casos envolvendo sua atuação como magistrado, inclusive com suspeições não declaradas, o decano do Supremo, que corretamente alerta para a crise de credibilidade das instituições, tem papel central nesse processo. Não basta diagnosticar o problema. É preciso agir sobre ele. Em nome da própria Corte, caberia cobrar publicamente que seus pares se manifestem, esclareçam e enfrentem as dúvidas que surgiram. O silêncio, nesse nível, deixa de ser cautela e passa a ser omissão institucional.

O país vive um momento em que a confiança nas instituições está sob pressão constante. E o STF, mais do que qualquer outro, deveria liderar pelo exemplo. Não basta dizer que a crise é geral. É preciso mostrar que, dentro da mais alta Corte do país, não há espaço para dúvidas sem resposta.

O Supremo não pode se esconder atrás da toga. Quando isso acontece, não é apenas a imagem de ministros que se desgasta, é a própria autoridade da Corte que se desmancha. Não existe democracia sólida sustentada por silêncio institucional. Não existe Justiça forte cercada de dúvidas. Nota não basta. Negar não basta. É preciso explicar, provar, abrir. E aqui cabe lembrar o próprio Gilmar Mendes, que alerta para a crise de confiança nas instituições. O país cobra há tempos respostas claras e completas de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e eles fogem delas acreditando que outros novos escândalos farão o assunto desaparecer. Não vão. Porque a dúvida permanece. E a lição da mulher de César segue atravessando séculos: não basta ser honesto, é preciso parecer honesto.


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TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO

 TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO

A julgar pelas ideias, propostas e decisões -geralmente desastrosas- que são nutridas e cultivadas a todo momento no funesto ambiente do -GOVERNO LULA PETISTA- com apoio praticamente irrestrito de seus apoiadores e/ou simpatizantes, incluindo aí a maioria dos ministros do STF, o DIAGNÓSTICO aponta que o presidente LULA e sua equipe -escolhida a dedo- sofrem de um avançado e preocupante -TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO-.

A PSICOLOGIA DA ESTUPIDEZ

A propósito, não por acaso, essa CONDIÇÃO PSICOLÓGICA, que se caracteriza por CONSTANTES E REPETITIVAS DECLARAÇÕES E COMPORTAMENTOS IMPULSIVOS E/OU RITUALÍSTICOS, que muito se assemelha ao comportamento da -ESQUERDA-PETISTA-, está bem definida no livro -A PSICOLOGIA DA ESTUPIDEZ-, organizado pelo psicólogo e jornalista científico e ex-redator-chefe da revista Le Cercle Psypor Jean-François Marmion. Mais: o referido livro tem como subtítulo “NÃO EXISTE UM MUNDO SEM IDIOTAS-. Como tal, LIDAR COM ELES É SEMPRE UM DESAFIO. 

A ERA DA TOLICE E DA IGNORÂNCIA

Na apresentação, intitulada -OS IMBECIS DO APOCALIPSE -, Jean-François se dirige aos -ESTÚPIDOS DE TODOS OS TIPOS E IMBECIS DE TODAS AS ESPÉCIES, CRETINOS DE TODO O MUNDO, ESTÚPIDOS DE TODA LAIA, PATETAS INSENSÍVEIS, IDIOTAS E PRESUNÇOSOS-, que -no livro- tem seu MOMENTO DE GLÓRIA. Já o filósofo e diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais da França, Pascal Engel, publicou um artigo -DA BURRICE À TOLICE- afirmando que a PRODUÇÃO DA TOLICE E DA IGNORÂNCIA, que era ENDÊMICA NA IMPRENSA, tornou-se PANDÊMICA NAS MÍDIAS, NA INTERNET E NAS REDES SOCIAIS FAZ PARTE DO QUE PASSAMOS A CHAMAR DE -ERA DA PÓS-VERDADE-, a qual poderia muito bem ser apelidada de A ERA DA TOLICE: a produção de um tipo de discurso e de pensamento que não se preocupa mais em saber se há verdade no que foi dito, mas leva em consideração o efeito produzido. 

USO SISTEMÁTICO DA MENTIRA

Em relação à POLÍTICA, por exemplo, a IGNORÂNCIA tem contribuído para APOIAR e/ou ELEGER TIRANOS, POPULISTAS E DEMAGOGOS. E o -modus operandi- que os identificam é o -USO SISTEMÁTICO DA MENTIRA-. E neste particular, o TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO tem sido o motor da DESGRAÇA POPULISTA DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.


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FRASE DO DIA

  Você verá homens bons sofrerem e serem perseguidos, enquanto os maus se derramam nos prazeres.

- Sêneca

Homens de bem, assistam!

 





As máscaras caíram, a esquerda é um nojo.

Postagem de Bia Kicis

Fonte: https://web.facebook.com/reel/836806008923937

O PT construiu o sistema - Vídeo de Claudio Branchieri

 




O PT não é o sistema. O PT construiu o sistema. Esse sistema corrupto que se blinda, que silencia a vontade popular no Parlamento, no Senado, na Suprema Corte e na Justiça. Foi montado por eles. Tijolo por tijolo.

Ficaram 24 anos no governo e ainda culpam o neoliberalismo. A dívida pública passou de R$10 trilhões, o déficit explodiu, pagamos mais de R$1 trilhão em juros por ano. E ainda acham que estão praticando austeridade. O nível de descolamento da realidade é impressionante.

Citam uma economia socialista que deu certo. Nenhuma deu. Todas falharam. O único sistema que acabou com a fome e melhorou o padrão de vida no mundo inteiro foi o liberalismo econômico. O desafio está lançado. A resposta nunca vai vir. 

Vídeo do Professor Claudio Branchieri

Fonte: https://web.facebook.com/reel/1863571494290046

A única maneira de não morrer jovem é envelhecer. Uma reflexão ...

 




Fonte: https://www.tiktok.com/@ali.klemt/video/7630568426855025940