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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu um passo decisivo nesta quarta-feira, 22, ao aprovar a admissibilidade das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que visam o fim da escala 6x1. Com votação simbólica, o colegiado acatou o parecer do deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), que atestou a constitucionalidade dos textos apresentados por Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP). Ambas as propostas sugerem um teto de 36 horas semanais, mas divergem no tempo de transição: enquanto a proposta de Lopes prevê 10 anos para a adaptação, a de Hilton estabelece apenas um ano e sugere a jornada de quatro dias semanais (4x3).
Agora, as PECs seguem para uma comissão especial que analisará o mérito técnico e econômico da mudança, com previsão de votação em plenário para maio de 2026. Paralelamente, o governo federal enviou um projeto de lei (PL 1838/2026) que propõe uma jornada de 40 horas semanais com dois dias de descanso obrigatórios, tramitando sob urgência constitucional. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu que os instrumentos são complementares, embora o presidente da Câmara, Hugo Motta, tenha indicado preferência pelo rito das PECs. O debate permanece acalorado entre governistas, que preveem maior geração de empregos, e a oposição, que alerta para o aumento de custos operacionais que podem ser repassados ao consumidor final.
Para compreender o que está em jogo, é importante visualizar como funciona a organização do trabalho atualmente e o que as PECs pretendem alterar:
Escala Atual (6x1): O trabalhador cumpre 6 dias de trabalho para 1 dia de descanso. Geralmente totaliza 44 horas semanais.
Proposta Erika Hilton (4x3): Redução para 4 dias de trabalho e 3 dias de descanso, com teto de 36 horas semanais.
Impacto Setorial: O relator Paulo Azi destacou que a mudança exige estudos sobre o impacto na Seguridade Social e possíveis compensações econômicas para evitar o fechamento de micro e pequenas empresas.
Se você quer se aprofundar nos direitos trabalhistas atuais para comparar com as novas propostas ou se preparar para concursos e exames, estas leituras são essenciais:
Estes títulos oferecem a base jurídica necessária para entender os princípios constitucionais mencionados na votação da CCJ.
A CLT Comentada é a ferramenta definitiva para consultar as regras vigentes sobre jornada de trabalho, horas extras e descansos remunerados, facilitando a comparação com os novos projetos de lei.
O livro Curso de Direito do Trabalho de Maurício Godinho Delgado é uma das maiores referências acadêmicas, ideal para entender conceitos complexos como a "dignidade da pessoa humana" e o "valor social do trabalho" citados nas PECs.
Para quem busca uma abordagem mais prática e voltada para exames, o Direito do Trabalho para Concursos resume os principais tópicos de forma didática, incluindo as atualizações mais recentes da legislação brasileira.
O Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a maioria de votos nesta quarta-feira, 22, para validar a manutenção do mínimo existencial no valor de R$ 600. O montante representa a fatia da renda mensal de um cidadão que não pode ser confiscada por bancos para o pagamento de dívidas, assegurando recursos básicos para a subsistência. O julgamento, que analisa a constitucionalidade da Lei do Superendividamento, foi suspenso para aguardar o voto final do ministro Kássio Nunes Marques, devendo ser retomado nesta quinta-feira, 23.
Durante a sessão, os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin acompanharam o relator, André Mendonça, defendendo que um aumento judicial do valor para patamares próximos ao salário mínimo poderia gerar um efeito reverso. Segundo os magistrados, elevar a proteção financeira de forma excessiva levaria as instituições bancárias a restringirem drasticamente o acesso ao crédito para as camadas mais pobres da população, empurrando milhões de brasileiros para a exclusão financeira. O debate também foi marcado por alertas sobre o impacto das apostas eletrônicas (bets) no endividamento das famílias, com os ministros classificando o cenário atual como uma emergência social.
Se você está buscando formas de organizar seu orçamento para proteger seu mínimo existencial ou deseja entender melhor como gerir suas finanças, aqui estão algumas sugestões de ferramentas e leituras úteis:
Estes recursos ajudam a visualizar gastos e planejar o pagamento de dívidas sem comprometer o essencial.
O livro Pai Rico, Pai Pobre é um clássico que oferece uma base sólida sobre como gerir ativos e passivos, essencial para evitar o ciclo do superendividamento.
Para um controle rigoroso e manual das despesas, o uso de um Planner Financeiro Semanal permite anotar cada gasto e visualizar onde a renda está sendo comprometida antes do final do mês.
Se você lida com muitos boletos e comprovantes, uma Pasta Sanfonada Organizadora ajuda a manter os documentos de dívidas e acordos em dia, facilitando a renegociação junto aos credores.
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Por Alex Pipkin, PhD em Administração
Classificar pessoas virou um hábito automático, quase um reflexo de quem prefere rotular a compreender.
Direita, esquerda, são carimbos rápidos que tentam simplificar o que é, por natureza, mais complexo. Ontem, entre amigos e um galeto memorável, enquadraram-me como direita. Não sou, sou um liberal.
Eu não sou de direita. Tampouco de esquerda. Sou liberal e, no Brasil, isso ainda exige explicação.
Ser liberal é partir de um princípio incômodo, mas inegociável, em que o indivíduo vem antes do sistema.
Não se trata de uma tese elegante, mas de um limite concreto. Quando o Estado ultrapassa esse limite, ele deixa de organizar e passa a substituir; e, ao substituir, inevitavelmente sufoca aquilo que deveria florescer de forma espontânea.
Prosperidade começa onde quase ninguém quer começar; na disciplina fiscal. Não é apenas uma questão de contabilidade, mas de caráter institucional. Não se gasta o que não se tem e, mais do que isso, importa profundamente como se gasta.
O gasto público de má qualidade não é neutro; ele distorce incentivos, protege ineficiências e consome o futuro antes mesmo que ele exista. A conta raramente fica com quem decide. Ela recai, como de costume, sobre quem tem menos margem de escolha.
É evidente que os mais pobres precisam de apoio. Mas apoio não pode se confundir com dependência. Política social séria precisa ter direção e, sobretudo, saída. O que deveria funcionar como ponte, no Brasil, frequentemente se transforma em permanência. Nesse arranjo confortável para quem governa, o indivíduo deixa de ser agente da própria vida para se tornar um número previsível, facilmente administrado.
Outro desvio recorrente é tratar a desigualdade como se fosse, em si, uma patologia. Não é. Em uma sociedade livre, indivíduos diferentes, com talentos, esforços e escolhas distintos, produzirão resultados distintos. O problema não está em alguém avançar, mas em alguém permanecer sem a possibilidade real de sair do lugar.
É aqui que o nosso tempo se revela e, muitas vezes, falha. Em Cândido, o Dr. Pangloss simboliza o vício de ajustar a realidade à teoria, mesmo quando os fatos insistem em contrariá-la. Não se observa o mundo como ele é; tenta-se moldá-lo ao que se gostaria que fosse. Princípios são reescritos, não à luz da experiência, mas das vontades. E aquilo que foi testado ao longo do tempo passa a ser tratado como obstáculo, enquanto construções frágeis são elevadas à condição de virtude.
Nesse ponto, não há constrangimento em afirmar que há valor no conservadorismo que preserva o que funciona. Não o que resiste à mudança por inércia, mas o que sobreviveu a ela. A experiência acumulada não é inimiga do progresso; é o seu filtro mais confiável.
O Brasil, entretanto, permanece preso a um acordo silencioso. Direita e esquerda disputam o controle do mesmo Estado inflado. Divergem no discurso, mas convergem na centralidade do poder. Ambos, no fundo, demonstram a mesma desconfiança clara no indivíduo.
Eu não.
Prefiro um país onde menos decisões sejam concentradas e mais vidas sejam conduzidas por quem as vive.
Liberdade não é rótulo, é responsabilidade. E responsabilidade, definitivamente, não cabe em gavetas.
Penso que o mais difícil não é escolher um lado, mas ter a coragem de não caber em nenhum.
Pontocritico.com
CONVERSA SATÍRICA
Antes de tudo há que se reconhecer que ao longo do FERIADÃO de TIRADENTES, nada conseguiu superar a excelente POSTURA do ex-governador de MG e candidato à presidência da República, ROMEU ZEMA, que achou por bem publicar um vídeo nas REDES SOCIAIS, retratando uma CONVERSA SATÍRICA entre dois bonecos, caracterizados por desenhos de fantoches, que representariam os ministros (INTOCÁVEIS) DIAS TOFFOLI E GILMAR MENDES do STF, onde TOFFOLI telefona para GILMAR e pede a ele que ANULE as quebras de sigilo de sua empresa, aprovada na CPI do Crime Organizado do Senado.
COMPARAÇÃO
Na real, a lamentável atitude BARBARAMENTE DITATORIAL do ministro Gilmar Mendes acabou dando margem sobrada para que o povo brasileiro fizesse uma boa e cabível comparação entre dois MINEIROS, o HERÓI TIRADENTES e o PRÉ-HERÓI ROMEU ZEMA. Mais do que sabido, TIRADENTES lutou pela LIBERDADE E CONTRA A OPRESSÃO DO DOMÍNIO COLONIAL e acabou PRESO E ENFORCADO E TEVE SEU CORPO ESQUARTEJADO EM QUATRO PARTES E ESPALHADO PELA ESTRADA DE ACESSO A OURO PRETO E SUA CABEÇA FOI EXIBIDA EM UMA ESTACA COLOCADA NA PRAÇA CENTRAL DA CIDADE. ROMEU ZEMA, também mais do que sabido, está sendo IMPLACAVELMENTE PERSEGUIDO PELO DITADOR GILMAR MENDES, que simplesmente não suportou a -SÁTIRA COM BONECOS-.
DOBRAR A APOSTA
Pois, ontem, para felicidade geral da -ENCURRALADA NAÇÃO BRASILEIRA-, o CORAJOSO ex-governador de MG resolveu DOBRAR A APOSTA CONTRA O STF. Como tal afirmou que continuará dizendo -SEM PARAR- que a Corte se transformou em um -BALCÃO DE NEGÓCIOS-. Mais: ao afirmar que o SILÊNCIO NÃO É OPÇÃO DIANTE DOS EXCESSOS DO STF, ROMEU ZEMA garantiu que continuará adotando esse discurso firme contra o Judiciário e/ou ampliando o debate sobre o papel do STF no cenário nacional.
DIREITO DE EXPRESSÃO
O que mais espero é que a CORAJOSA atitude do presidenciável ROMEU ZEMA CONTAGIE OS BRASILEIROS DE BEM PARA QUE TODOS SE ENCHAM DE CORAGEM E SIGAM FIRMES E DETERMINADOS NA MESMA TRAJETÓRIA QUE BUSCA A LIBERDADE E GARANTA O DIREITO DE EXPRESSÃO.
INCONFIDÊNCIA MINEIRA 2X
A propósito, como bem diz o pensador Roberto Rachewsky, ZEMA surge como o líder da INCONFIDÊNCIA MINEIRA 2X. Isto porque em 1789, Portugal levava 20% do que produziam os brasileiros. Hoje, Brasília leva 40%, sem contar o imposto inflacionário.
Como inconfidente, Zema tem a vantagem de não ser um subversivo como Tiradentes, ele foi governador de Minas Gerais e critica abertamente os parasitas que concentraram poderes que a Constituição nunca os outorgou. Zema é competente e corajoso. Sua fala mansa e monocórdia não expressa a gravidade das suas denúncias. Mesmo assim, mesmo que Zema tivesse um vozeirão, poucos no Brasil estão dispostos a ouvir as verdades inconvenientes que ele tem a dizer. Infelizmente, grande parte do povo brasileiro sofreu lavagem cerebral, perderam a virilidade ou nunca cultivaram virtudes morais. Quando Zema, um homem de bem, conclama seus iguais à luta contra a corrupção, o parasitismo, o arbítrio e o crime de lesa pátria, a maioria acha que por aqui, ser parasita, corrupto, tiranete é normal.
Sim. Parece normal isso tudo porque afinal, somos governados há mais de 20 anos por quem pensa assim.
Pontocritico.com