O Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a maioria de votos nesta quarta-feira, 22, para validar a manutenção do mínimo existencial no valor de R$ 600. O montante representa a fatia da renda mensal de um cidadão que não pode ser confiscada por bancos para o pagamento de dívidas, assegurando recursos básicos para a subsistência. O julgamento, que analisa a constitucionalidade da Lei do Superendividamento, foi suspenso para aguardar o voto final do ministro Kássio Nunes Marques, devendo ser retomado nesta quinta-feira, 23.
Durante a sessão, os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin acompanharam o relator, André Mendonça, defendendo que um aumento judicial do valor para patamares próximos ao salário mínimo poderia gerar um efeito reverso. Segundo os magistrados, elevar a proteção financeira de forma excessiva levaria as instituições bancárias a restringirem drasticamente o acesso ao crédito para as camadas mais pobres da população, empurrando milhões de brasileiros para a exclusão financeira. O debate também foi marcado por alertas sobre o impacto das apostas eletrônicas (bets) no endividamento das famílias, com os ministros classificando o cenário atual como uma emergência social.
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