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Secretário dos Estados Unidos reage a ameaça de mandar Bolsonaro para a Papuda
🟥 Invertida: Secretário de Estado dos EUA reage a ameaça do ministro de mandar Bolsonaro para Papuda!
Postagem de Junior Japa
Fonte: https://www.youtube.com/post/UgkxvEeow7oon7lM8lw8wfvpOS1rBnVuN6Vs
Como A Igreja Católica criou a Ciência Moderna?
O que a esquerda fez com Salvador e quer fazer com o Brasil
O QUE A ESQUERDA FEZ COM SALVADOR, QUER FAZER COM O BRASIL!
O PT, que comanda a Bahia há anos, transformou ela em terra sem lei. E não sou eu que estou dizendo. Veja no vídeo o relato de um trabalhador que mora em Salvador!
Chega dessa VERGONHA! Em 2026, vamos VARRER o PT do Planalto e resgatar o Brasil!
Via @danuzioneto
Vídeo de Tiago Albrecht
TOLINHOS NARCISISTAS -17.09.25
Por Roberto Rachewsky
Acho que Emmy, Oscar, esses prêmios são dados não apenas para os melhores atores, mas para os mais tolinhos. Essa gente é tão narcisista que não se contentam ao verem que foram premiados por seu talento e trabalho. Eles querem mais. Querem chamar a atenção. Querem a aprovação da tribo, dos idiotas com os quais compartilham opiniões divorciadas da realidade, avessas à lógica, alérgicas ao que é moral quando o padrão é a vida e o direito dos que foram violentamente atacados se defender. A atriz diz que é judia, como se isso lhe desse passe livre para opinar sobre o que não conhece, com conceitos que não sabe o significado. Eles sabem no palco e começam a interpretar um papel escrito pelas mentes mais nefastas do mundo, a esquerda caviar. Distinguir judeus, de Israel é um erro que nem os terroristas do Hamas cometem. O Hamas ataca Israel nao por causa do Netanyahu. Ele ataca Israel porque Israel é o território ancestral dos judeus e verdadeiramente seu último refúgio. Fico imaginando a atriz com seus ombros de fora indo comemorar com seus amigos de Gaza pelo prêmio que recebeu. Fico imaginando se ela estivesse dançando e se divertindo no Festival onde ocorreram os massacres de 07/10. Se ela não ia querer que as IDF matassem cada palestino que invadiu, assassinou e sequestrou os que lá estavam. A atriz mereceu o prêmio de tolinha da América. Quanto ao seu trabalho, não sei qual foi. Viram como é narcisismo? Chamou a minha atenção pelas bobagens que disse. Se tivesse feito apenas o certo, que seria agradecer o prêmio, eu jamais saberia da sua existência.
Pontocritico.com
RESUMO DA ÓPERA BRASIL
MENTIRAS ESCANCARADAS
Enquanto Lula e seus aliados de primeira, segunda, terceira e enésima ordem fazem uso de MENTIRAS NOJENTAS E DESCARADAS, com forte inspiração na CARTILHA idealizada por JOSEPH GOEBBELS, muitas das quais entopem os ouvidos de milhões de brasileiros que se deixam alcançar pela embriagante e deliciosa melodia do -POPULISMO-, o que me resta é seguir DIZENDO, EXPONDO E -DESENHANDO- conteúdos informando -categoricamente- que pouco ou nada de tudo que o governo diz e aponta tem compromisso com aquilo que a REALIDADE ESCANCARA.
AUTORITARISMO À MODA BRASILEIRA
Como a ÓPERA BRASIL está cada dia mais emporcalhada por INCONTÁVEIS ATITUDES e/ou DECISÕES AUTORITÁRIAS servidas -À MODA BRASILEIRA-, uma vez que o PODER ABSOLUTO é exercido por uma -JUNTA GOVERNAMENTAL- composta pelo presidente da República, a maioria dos ministros do STF e não raro pelos líderes da Câmara e do Senado, achei melhor atualizar os leitores através de um -RESUMO DA ÓPERA -BRASIL. Para tanto, reservei o editorial de hoje para o compartilhamento do texto -A TRAGÉDIA DE UMA ELITE- do Teólogo/Cientista Politico Francisco Carneiro Júnior, autor da tetralogia "O Silêncio das Noites Escuras — Guerra, terrorismo e operações especiais". Eis:
A TRAGÉDIA DE UMA ELITE
Ao tentar aniquilar Jair Bolsonaro, o regime brasileiro acendeu um alarme no coração do trumpismo: o de que nenhuma liderança conservadora estaria segura caso o precedente brasileiro triunfasse. A resposta americana, portanto, não é diplomática — é doutrinária. Não protege apenas um aliado: protege um paradigma.
Agora, Brasília encontra-se diante de um dilema insolúvel. A perseguição a Bolsonaro, tratada internamente como jogo de poder, transformou-se em pauta de segurança internacional. Trump, diferentemente dos burocratas do Departamento de Estado, não age com distanciamento tecnocrático: ele age com a força de um imperador pós-moderno, decidido a vingar um aliado que vê como reflexo.
Recuar é admitir fraude narrativa. Avançar é desafiar sanções que podem implodir a economia nacional. A elite brasileira, em seu delírio tecnocrático, criou uma armadilha perfeita: qualquer saída agora significa perder tudo.
Este não é apenas um embate entre um regime e um ex-presidente. É um capítulo da nova guerra civilizacional que divide o Ocidente: de um lado, o globalismo institucional, burocrático, moralmente relativista; do outro, o populismo nacional-conservador, com raízes populares e apelo emocional.
Bolsonaro tornou-se, por força das circunstâncias, um símbolo continental — não apenas do Brasil, mas de toda uma corrente de pensamento em ascensão no mundo. A tentativa de destruí-lo criou, paradoxalmente, sua maior blindagem: a da transcendência política.
A HISTÓRIA NÃO PERDOA A ARROGÂNCIA ACOMPANHADA DE IGNORÂNCIA
O mais devastador nesse episódio é a constatação de que tudo poderia ter sido evitado. Bastava sensibilidade estratégica, leitura geopolítica mínima, compreensão dos vetores do poder em 2025. Mas a elite brasileira, viciada em sua bolha midiática e seduzida por sua autopercepção iluminista, riu de Eduardo Bolsonaro e ignorou os sinais gritantes que vinham do norte. As visitas a Mar-a-Lago. Os acenos de Trump. As falas inflamadas de congressistas republicanos. A cobertura intensa da mídia conservadora americana. Tudo foi tratado como ruído. Agora, é tarde. O terremoto político reverbera para além das fronteiras. Governos latino-americanos observam com atenção: se os EUA intervêm — política e economicamente — para proteger um ex-presidente em outro país, qual será o novo limite do jogo hemisférico? A lição é clara: o preço da repressão política interna pode ser cobrado em escala internacional. E, num paradoxo cruel, o regime que buscava apagar Bolsonaro do mapa político acabou por elevá-lo à condição de ícone continental.
Quando a história se vira contra os arquitetos do poder, Não há mais zona cinzenta. Ou se rende completamente — com anulação de processos, restauração de direitos políticos e reconhecimento de abusos — ou se enfrenta o colapso: econômico, diplomático e moral. O regime criou uma armadilha da qual não consegue sair, porque a própria sobrevivência passou a depender da destruição de um homem — e, agora, desse homem depende a estabilidade do país.
Os historiadores do futuro serão implacáveis. Identificarão 2025 como o ano em que o Brasil selou seu destino como peão no tabuleiro de uma nova guerra ideológica global. Não foi a desigualdade. Não foi a polarização. Não foi a corrupção. Foi a cegueira estratégica. Tentaram destruir um homem. Destruíram a si mesmos. E o homem de quem riam, por “fritar hambúrgueres” em Missouri, agora observa — sereno, estratégico, firme — enquanto seus adversários marcham em direção ao colapso que eles próprios arquitetaram. A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.
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A ESQUERDA E AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS
FRASE DO DIA - 19.09.2025
Chegará o dia em que a inteligência será desprezada e a estupidez será adorada.