Denúncias de Tagliaferro

 


Ao invés de dar destaque às denúncias de Tagliaferro contra Moraes, a militância de redação do Globo prefere rotular os apoiadores do ex-presidente como “horda”, acusando-os de transformar o delator em protagonista.Se o leitor quiser entender por que o nome de Tagliaferro está em evidência, não será na coluna do ex-agente da KGB, nem em qualquer outra página do Pravda brasileiro que encontrará a resposta. O fato é que não identifiquei em nenhum veículo da Globo a notícia sobre a gravíssima confissão do ex-diretor da Justiça Eleitoral, o que apenas comprova: a empresa abandonou o jornalismo há muito tempo.O que a Globo produz hoje não é informação, mas propaganda a serviço do regime. 

Postagem de Leandro Ruschel

Fonte: https://www.threads.com/@leandroruschel/post/DOMLPY9EeHi?xmt=AQF0n3WGPlE80Qtywl24TaKBMNXrhxfy3WhmzEVNuprGLg&slof=1

NIKOLAS FERREIRA REVELA LULA CHORANDO

 

Mouse Pad Gamer Com Led RGB Iluminado Grande Speed 7 Cores Impermeável mousepad GRANDE - KNUP

 

Mouse Pad Gamer KNUP Grande Speed RGB LED 7 Cores Iluminado Impermeável

Informações do Produto

Mouse Pad Gamer Com Led RGB Iluminado Grande Speed 7 Cores Impermeável mousepad GRANDE

MODELO GRANDE: 80 cm de comprimento



O mouse pad gamer foi desenvolvido de acordo com as mais modernas tecnologias, visando oferecer ao jogador um produto fantástico, de qualidade igual ou superior aos melhores Mouse Pads gamer do mercado. O seu tamanho é um dos grandes diferenciais, pois nele cabem teclado e mouse juntos. Possui superfície feita em tecido sintético de altíssima qualidade, o que ajuda o mouse a deslizar com leveza e precisão durante os jogos. A sua base é feita de borracha texturizada antiderrapante, isso vai garantir que ele não deslize, mantendo o teclado fixo, mesmo durante aquelas partidas de grande agitação. O mouse pad tem bordas LED que se acendem em até 7 cores e pode ser configurada em 3 modos: Rainbow Cometa, Breathing Light e Fixa. Ele possui um design simplista todo preto com bordas iluminadas para que dar destaque em seu setup de Mouse e Teclado. O transporte é bem simples, pois o mouse pad gamer é totalmente dobrável, podendo ser levado para qualquer lugar e sem ocupar espaço. BENEFÍCIOS: - Iluminação LED configurável e de alta qualidade; - Superfície extra grande; - Economia de espaço e apoio total nos jogos; - Tipo Speed; - Base antiderrapante; - Emborrachado e texturizado garantindo um desempenho funcional; - Acabamento em nylon, com base reforçada pela costura para evitar desfiamento; - Dobrável, pode ser levado para qualquer lugar e em todos os tipos de superfície. ATENÇÃO: O Mouse Pad é armazenado de fábrica enrolado em uma caixa estreita e comprida. Longos períodos de armazenamento podem deixar pequenas ondulações no produto. Para resolver isso, recomendamos que use um ferro de passar morno por cima de uma toalha de banho, ou então que use um secador de cabelo quente na parte traseira do Mouse Pad, e depois de aquecida, coloque o Mouse Pad todo aberto com alguns livros em cima. ESPECIFICAÇÕES: - 7 Cores de iluminação LED; - Comporta teclado e mouse juntos; - Superfície em tecido sintético para melhorar uso do mouse; - Base em borracha texturizada antiderrapante; - Bordas arredondadas e iluminadas; - Área útil: 80cm x 30cm x 4 mm ( Grande ) - 35cm x 25cm x 4mm ( Pequeno ) - Alimentação: Cabo USB de 5 V; - Comprimento do Cabo USB: aprox. 100 centímetros; - Estampa preta padrão. Itens inclusos: 1 x Mouse Pad Gamer Extra Grande Com LEDs Coloridos 80x30cm tapete para mouse colorido rgb com luzes led jogos gamer.

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A proposta do novo Código Civil retira cônjuge da lista de herdeiros necessários e amplia os motivos para deserdação, mudando a partilha no Brasil

 Novo Código Civil (PL 4/2025) pode excluir cônjuge da herança necessária e ampliar deserdação; ITCMD progressivo e testamento digital entram no debate, diz BBC News Brasil

proposta do novo Código Civil, apresentada no Congresso em janeiro de 2025, pode transformar de forma profunda as regras de sucessão no Brasil. O PL 4/2025, elaborado a partir de um anteprojeto presidido pelo ministro Luis Felipe Salomão (STJ), retira cônjuges e companheiros da lista de herdeiros necessários e amplia os motivos para deserdação, incluindo abandono e ofensa à integridade psicológica.

Segundo reportagem do G1, a medida busca atualizar um sistema criado em 2002 e que hoje responde por boa parte dos litígios de herança no país.

Para especialistas, as mudanças podem dar maior autonomia ao testador, mas também abrir espaço para disputas judiciais mais complexas.

Cônjuge pode deixar de ser herdeiro necessário

Atualmente, o Código Civil garante a metade do patrimônio — chamada de legítima — a descendentes, ascendentes e cônjuge/companheiro.

proposta do novo Código Civil mantém apenas filhos, netos, pais e avós na categoria de herdeiros necessários, excluindo o cônjuge.

Na prática, isso significa que maridos ou esposas só terão direito automático à herança se forem contemplados em testamento.

Sem essa previsão, o patrimônio será dividido apenas entre descendentes ou ascendentes, conforme o caso.

O impacto pode ser maior em uniões com regime de separação total de bens, nas quais hoje há expectativa de participação na sucessão.

Novos motivos para deserdação

Outra inovação relevante é a ampliação dos motivos que permitem excluir herdeiros.

Atualmente, a lei prevê hipóteses específicas, como ofensa física, injúria grave ou abandono em caso de doença mental.

O PL 4/2025 adiciona abandono material injustificado e violência psicológica, refletindo discussões sociais mais recentes.

Esse ponto divide opiniões. De um lado, familiares que sofreram abandono poderão recorrer à Justiça para impedir que o responsável receba herança.

De outro, advogados alertam que a judicialização pode aumentar, já que será necessário comprovar fatos subjetivos, como danos emocionais.

Testamento digital e herança tecnológica

A proposta também moderniza instrumentos de planejamento sucessório.

testamento digital poderá ser feito por vídeo ou assinatura eletrônica, com validade jurídica.

Além disso, o texto inclui a chamada herança digital, permitindo que bens como criptomoedas, senhas de acesso, mídias e até direitos autorais online sejam formalmente transmitidos.

Outro ponto é a possibilidade de reservar até 25% da legítima para herdeiros em situação de vulnerabilidade, como filhos com deficiência ou dependentes em condição especial.

Já testamentos emergenciais feitos em situações extremas — como guerras ou acidentes — terão validade de até 90 dias.

Tributação e planejamento sucessório

O debate sobre sucessão ocorre em paralelo à Reforma Tributária, que já prevê ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) progressivo.

Para especialistas ouvidos pelo G1, a combinação de maior autonomia para o testador com aumento da carga tributária deve estimular o planejamento sucessório via testamentos e holdings familiares.

Entre 2007 e 2024, foram lavrados 527 mil testamentos públicos no Brasil, segundo dados da Anoreg/BR.

Embora ainda pouco utilizado, o instrumento cresce em relevância, especialmente diante das mudanças propostas.

Escritórios de advocacia já preveem aumento da procura por consultoria para organizar heranças e evitar disputas.

Se aprovado, o novo Código Civil representará uma mudança cultural. As famílias terão de planejar de forma mais explícita a distribuição do patrimônio, já que o cônjuge não terá direito automático e os motivos de deserdação podem ser ampliados.

Para empresas familiares, a medida pode reduzir conflitos societários indesejados; para herdeiros, exigirá maior atenção a laudos, históricos e provas documentais em disputas.

E você, acha que retirar o cônjuge da herança necessária e ampliar os motivos de deserdação traz mais justiça ou mais conflitos? Deixe sua opinião nos comentários — queremos ouvir sua visão sobre esse debate.

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Grêmio se reapresenta e inicia preparação para enfrentar o Mirassol

 Elenco tricolor ganhou três dias de folga após empatar com o Flamengo no Maracanã

Braithwaite e Arthur no treino desta quinta-feira | Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA / CP


Após três dias de folga, o elenco do Grêmio se reapresentou na tarde desta quinta-feira, no CT Presidente Luiz Carvalho. Sob o comando de Mano Menezes, o Tricolor iniciou a preparação para enfrentar o Mirassol, no dia 13 de setembro, na Arena.

A partida vai marcar a estreia de Arthur nesse retorno ao clube após sete anos. O jogador, que voltou a treinar de forma antecipada, deverá ser titular no meio-campo gremista. Mano ainda terá nove sessões de treinamentos para definir a equipe que vai colocar em campo contra os paulistas.

Desfalque no empate com o Flamengo, Alysson vai retornar ao time. O meia-atacante ficou de fora por causa de dores no tornozelo esquerdo, mas não preocupa para o confronto diante do Mirassol. Sendo assim, Carlos Vinícius deve voltar ao banco de reservas.

A expectativa fica pela utilização dos recém-contratados Enzo e Willian. O lateral-esquerdo, que chegou por empréstimo do CSA, já treina normalmente com os demais companheiros. Já o meia é aguardado nesta sexta-feira em Porto Alegre para realizar exames médicos e assinar contrato até o final de 2026, com possibilidade de extensão por mais um ano.

Correio do Povo

A reforma do Código Civil de 2025 quer transformar a usucapião extrajudicial em cartório na regra: menos burocracia, silêncio dos vizinhos valerá como concordância e novas modalidades poderão ser regularizadas sem juiz

 A reforma do Código Civil de 2025 traz mudanças significativas na forma de regularizar imóveis por meio da usucapião. O objetivo é tornar o procedimento extrajudicial, feito em cartório, a regra principal, deixando a Justiça apenas para casos de conflito. Para a advogada Ísis Souza Araújo, especialista em direito imobiliário, trata-se de um marco que pode democratizar o acesso à regularização fundiária no Brasil.

Entre as alterações mais relevantes estão a redução de documentos exigidos, a interpretação de que o silêncio dos vizinhos notificados será considerado concordância e a possibilidade de novas modalidades de usucapião serem registradas diretamente em cartório.

Na prática, o processo promete ser mais rápido, barato e acessívelbeneficiando milhares de famílias que vivem em imóveis sem escritura.

A reforma do Código Civil de 2025 quer transformar a usucapião extrajudicial em cartório na regra: menos burocracia, silêncio dos vizinhos valerá como concordância e novas modalidades poderão ser regularizadas sem juiz
advogada Ísis Souza Araújo

De acordo com Ísis Souza Araújo, hoje a usucapião extrajudicial ainda enfrenta barreiras.

Embora tenha sido prevista desde 2015, muitos cartórios exigem uma lista extensa de documentos e, na falta de resposta dos vizinhos, remetem o caso à Justiça.

reforma do Código Civil de 2025 busca corrigir esse problema ao simplificar o processo.

O projeto prevê que plantas e memoriais descritivos não sejam mais indispensáveis em todos os casos, priorizando a função social da posse em vez de entraves formais.

Além disso, quando os vizinhos não responderem à notificação, o silêncio será entendido como anuência, evitando atrasos e custos adicionais.

A medida, segundo a advogada, deve reduzir significativamente a quantidade de processos que ainda hoje sobrecarregam o Judiciário.

Quais modalidades passam a ser aceitas em cartório?

Atualmente, a usucapião extrajudicial é aplicada apenas em situações mais simples, como a usucapião ordinária e extraordinária.

reforma do Código Civil de 2025 amplia essa possibilidade: será permitido registrar em cartório a usucapião familiar, quando um cônjuge abandona o lar, e a usucapião especial urbana, para imóveis de até 250 m² destinados à moradia.

Na avaliação de Ísis Souza Araújo, essa mudança garante maior segurança jurídica a situações comuns no país.

Famílias que vivem há anos em áreas urbanas sem escritura poderão finalmente regularizar a propriedade sem depender de um processo judicial, que pode levar anos para ser concluído.

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Segundo a especialista, os efeitos são amplos: redução de custos, valorização dos imóveis e acesso facilitado a crédito e financiamento.

Um imóvel regularizado pode ser vendido mais facilmente, usado como garantia bancária ou transmitido em herança com maior segurança.

Ao mesmo tempo, o procedimento em cartório tende a ser mais rápido e menos oneroso do que ações judiciais.

Outro ponto relevante é o impacto no Judiciário.

Hoje, milhares de ações de usucapião tramitam nas varas cíveis do país, muitas delas paradas por detalhes formais.

Com a reforma do Código Civil de 2025, os cartórios terão papel mais ativo, inclusive podendo notificar vizinhos e realizar diligências, o que deve aliviar significativamente a carga processual.

O papel do advogado continua obrigatório?

Sim. Mesmo com a simplificação, o pedido de usucapião extrajudicial só pode ser feito com a assinatura de um advogado.

Ele é responsável por reunir documentos, conduzir notificações e acompanhar o andamento em cartório.

Para Ísis Souza Araújo, essa obrigatoriedade garante que o processo seja conduzido com respaldo técnico, evitando nulidades e garantindo maior segurança para todas as partes envolvidas.

A resposta, segundo a advogada, é sim. Quem ocupa um imóvel há anos e atende aos requisitos legais tem muito a ganhar com a usucapião em cartório.

Além da rapidez, a regularização dá acesso a direitos que antes ficavam restritos a quem tinha escritura, como a possibilidade de registrar a casa em nome dos herdeiros, vender legalmente ou até receber indenização em caso de desapropriação.

Com a reforma do Código Civil de 2025, esse caminho passa a ser não apenas uma alternativa, mas a principal forma de resolver situações que antes eram empurradas para a Justiça, com custos altos e prazos longos.

reforma do Código Civil de 2025 promete transformar a usucapião extrajudicial em uma solução prática e acessível para milhões de brasileiros.

Ao simplificar procedimentos, reduzir burocracia e valorizar a função social da posse, a medida pode mudar de forma estrutural a forma como a propriedade é regularizada no país.

Para especialistas como Ísis Souza Araújotrata-se de uma oportunidade histórica de trazer segurança jurídica e inclusão para famílias que sempre viveram à margem da formalidade.

E você, concorda com essa mudança? Acredita que o silêncio dos vizinhos deve mesmo ser interpretado como concordância? Ou teme que isso traga insegurança jurídica? Deixe sua opinião nos comentários — queremos ouvir quem vive essa realidade na prática.

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