França orienta hospitais a se prepararem para um possível cenário de 3ª Guerra Mundial

 Hospitais franceses foram orientados a se preparar para um cenário de guerra em larga escala no continente europeu, com prazos até...

Hospitais franceses foram orientados a se preparar para um cenário de guerra em larga escala no continente europeu, com prazos até março de 2026, diante da possibilidade de receber grande quantidade de feridos, inclusive soldados aliados da Otan. O Ministério da Saúde da França declarou que a diretiva busca “antecipar, preparar e responder às necessidades de saúde da população, ao mesmo tempo que integra as necessidades específicas da defesa no campo da saúde”.

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Fonte: https://www.rsnoticias.top/2025/09/a-mente-esquerdista-uma-analise.html

Morador há 60 anos da Ilha da Pintada, em Porto Alegre, diz não querer sair mesmo com risco de novas enchentes

 Habitante justifica decisão pela tranquilidade do local e origens familiares

José Avelino mora em área onde cinco casas pertencem a ele e aos irmãos | Foto: Mauro Schaefer

O morador José Avelino Maciel Carvalho é enfático na opinião de não querer sair de sua casa, na rua Mexiana, na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, bem próximo da divisa com o município de Eldorado do Sul sobre o Arroio Flor da Pintada. Por ali estarem suas origens, o pescador, que contou viver há seis décadas na área, não cogita deixar o local, mesmo se for contemplado na Compra Assistida em algum momento.

“É um lugar muito tranquilo”, disse ele. “Meu pai era dono deste terreno e dividiu entre os filhos”. São cinco casas no final da rua, divididas uma para cada irmão, sendo que alguns deles já abandonaram a área. Uma delas, de cor verde, hoje conta apenas com as paredes externas, e ainda com as marcas da água das históricas enchentes.

MORADOR DA ILHA DA PINTADA NÃO DESEJA SAIR DE CASA Mauro Schaefer

Este irmão, contou Carvalho, foi morar com a mãe em Cidreira, no litoral Norte, que tem 88 anos de idade e faz aniversário neste mês. “Têm os quero-queros piando, passam alguns lagartos, tartarugas, ratões-do-banhado, mas, fora isso, é muito tranquilo de se viver, todos se conhecem”, justificou o morador. Ativo na pescaria, ele contou sempre participar da Feira do Peixe da Capital, e o trabalho na água permite tirar o sustento para a família.

Quando houve as inundações, ele contou ter permanecido durante sete meses em um edifício alto próximo, cujo dono às vezes deixa as chaves com Carvalho, e é local de hospedagem de pessoas de fora. “A casa aqui é muito boa mesmo, aqui podemos pescar diretamente e depois nos alimentarmos. Conheço algumas pessoas que saíram daqui, foram para outros lugares e agora não estão se acostumando muito bem”.

A área de predomínio residencial conta ainda com o abandono de outras residências, enquanto na Ilha da Pintada em si, a vida segue, com os moradores ainda buscando uma readaptação depois do período mais crítico. O nível do Guaíba na Capital, enquanto isso, oscila por volta de 1,20 metro, muito distante das cotas de atenção, alerta e inundação na região do Arquipélago.


Correio do Povo

O pesadelo da poupança bloqueada completa 35 anos: Collor congelou depósitos, famílias perderam bilhões e só o Plano Real conseguiu encerrar 15 anos de hiperinflação acima de 1.000% ao ano

 

Collor bloqueou poupança em 1990, milhões perderam acesso ao dinheiro e só o Plano Real pôs fim a 15 anos de hiperinflação acima de 1.000% ao ano.

No dia 16 de março de 1990, o Brasil acordou com um anúncio que mudaria para sempre a relação da população com o dinheiro. O presidente recém-empossado Fernando Collor de Mello determinava o bloqueio imediato das cadernetas de poupança e depósitos bancários acima de 50 mil cruzados novos — equivalente a pouco mais de US$ 1.200 da época. De uma hora para outra, milhões de brasileiros viram suas economias desaparecerem, transformadas em papéis bloqueados pelo governo.

Era o ponto mais traumático de uma trajetória de 15 anos de hiperinflação, marcada por índices superiores a 1.000% ao ano, sucessivas trocas de moeda e a corrosão completa do poder de compra.

O Brasil mergulhado na hiperinflação

Desde meados dos anos 1980, o Brasil enfrentava uma das mais longas hiperinflações já registradas no mundo moderno. Entre 1980 e 1994, a inflação média mensal superava 16%.

Isso significa que em poucos dias o salário de um trabalhador já não tinha o mesmo valor no supermercado. Produtos básicos mudavam de preço várias vezes ao dia, e o hábito de correr para gastar logo após o pagamento se tornara rotina.

Foram cinco moedas diferentes nesse período: cruzado, cruzado novo, cruzeiro, cruzeiro real e, finalmente, o real. Cada mudança buscava domar o dragão inflacionário, mas sem atacar as causas estruturais — desequilíbrio fiscal, descontrole das contas públicas e indexação generalizada da economia.

O Plano Collor e o confisco da poupança

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Em 1990, Collor assumiu prometendo “acabar com os marajás” e estabilizar a economia. Sua principal aposta foi o Plano Collor I, uma combinação de congelamento de preços, corte de gastos e, principalmente, o bloqueio da poupança. A justificativa era retirar de circulação o excesso de moeda, freando a espiral inflacionária.

O impacto foi devastador: mais de US$ 100 bilhões em valores da época ficaram retidos. Famílias que guardavam dinheiro para comprar casas, abrir negócios ou garantir a aposentadoria viram tudo virar nada. Empresas que dependiam do fluxo de caixa diário quebraram da noite para o dia. O crédito evaporou, e a confiança no sistema financeiro sofreu um abalo histórico.

O bloqueio da poupança deixou marcas profundas. Muitos brasileiros jamais voltaram a aplicar em cadernetas ou confiar plenamente nos bancos.

Pequenos comerciantes e médios empresários entraram em falência. O trauma gerou processos judiciais que se arrastaram por décadas, com indenizações parciais pagas pelo governo apenas anos depois.

Foto: O pesadelo da poupança bloqueada: Collor congelou depósitos em 1990, famílias perderam bilhões e o Real só nasceu após 15 anos de hiperinflação acima de 1.000% ao ano

Do ponto de vista social, o plano foi devastador para a classe média, que viu seu patrimônio ser congelado. Para os mais pobres, o colapso econômico significou desemprego, queda no consumo e aumento da desigualdade.

A hiperinflação resiste

Mesmo com o choque do Plano Collor, a hiperinflação não foi domada. Em 1993, o índice anual ainda superava 2.000%.

O montante parecia indestrutível, alimentado por décadas de déficits públicos e desorganização monetária. Collor acabaria sofrendo impeachment em 1992, deixando como legado um país em recessão, traumatizado e ainda prisioneiro da inflação.

O nascimento do Real e a virada histórica

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Foi apenas em 1994, sob o governo Itamar Franco e a liderança do então ministro Fernando Henrique Cardoso, que o Brasil encontrou uma saída definitiva. O Plano Real introduziu a Unidade Real de Valor (URV), que serviu como moeda virtual de transição, indexada ao dólar, quebrando a lógica da inflação inercial.

Em julho de 1994, nascia o real, a quinta moeda em oito anos, mas a primeira a resistir ao tempo. A inflação, que havia sido superior a 1.000% ao ano por mais de uma década, caiu para cerca de 20% no primeiro ano e abaixo de 10% nos anos seguintes. O país entrava, enfim, em uma nova era de estabilidade monetária.

O legado do confisco e da hiperinflação

Mais de três décadas depois, o confisco da poupança continua sendo lembrado como um dos maiores traumas econômicos da história do Brasil. O episódio simboliza os riscos de soluções radicais em contextos de crise e deixou uma cicatriz permanente na relação entre brasileiros e instituições financeiras.

Já a hiperinflação, por sua duração inédita, entrou para os livros como um fenômeno que destruiu fortunas, corroeu a renda do trabalhador e reduziu o Brasil a um laboratório de planos que foram destruidos.

O Plano Real, por contraste, tornou-se símbolo de redenção: mais que uma moeda, representou a reconquista da previsibilidade, da confiança e da capacidade de planejar o futuro.

O bloqueio da poupança em 1990 foi o ápice de um ciclo de desespero que marcou o Brasil por 15 anos. Famílias inteiras perderam tudo da noite para o dia, e a hiperinflação corroeu o tecido social e econômico do país.

Mas desse trauma nasceu a consciência da necessidade de disciplina fiscal, planejamento e reformas estruturais. O Plano Real não apenas derrubou a inflação, mas também devolveu ao brasileiro um bem que parecia perdido: a esperança de que o dinheiro voltasse a ter valor.

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Usuários acusam a Microsoft de praticar "obsolescência programada" com o fim do Windows 10

 A tensão entre a Microsoft e os usuários do Windows 10 cresce à medida que o fim do suporte oficial do sistema se aproxima. Mais recentemente, consumidores acusam a empresa de praticar obsolescência programada, já que os requisitos do Windows 11 obrigam a substituição de componentes de computadores mais antigos.

Migre ou fique sem atualizações de segurança

O fim do suporte não significa que o Windows 10 deixará de funcionar imediatamente, mas sim que não receberá mais atualizações de segurança. Isso torna os dispositivos vulneráveis a ataques externos, com risco crescente conforme novas brechas são exploradas por criminosos digitais.

Essa interrupção é vista como um incentivo forçado para que usuários migrem para o Windows 11, já que continuar usando o sistema antigo pode se tornar arriscado.

Windows 11 tem requisitos mínimos arbitrários

Desde seu lançamento em outubro de 2021, o Windows 11 chama atenção por seus requisitos mínimos rigorosos. O sistema exige recursos de segurança em placas-mãe modernas e restringe a compatibilidade a processadores relativamente recentes, deixando de fora vários chips que, em teoria, ainda teriam poder suficiente para rodar o software.

Em desktops, a troca de componentes pode ser mais viável. Já em notebooks e all-in-ones, a substituição é mais difícil ou até impossível, especialmente sem suporte oficial do fabricante. Para muitos consumidores, a única saída é a compra de um novo PC.

Discussão ganha volume

As críticas à estratégia da Microsoft aumentam nas redes sociais, com usuários acusando a empresa de promover a obsolescência programada — prática em que produtos são projetados para ter vida útil limitada, forçando o consumidor a adquirir novos modelos.

Extensão do suporte só adia o problema

As opções para estender o suporte são limitadas. Para PCs domésticos, a extensão garante apenas mais um ano de atualizações, o que adia, mas não resolve, o risco de vulnerabilidade.

Além disso, não há clareza se a Microsoft continuará a exibir anúncios agressivos promovendo o Windows 11 em computadores com Windows 10 durante o período estendido.

Algo similar aconteceu do Windows 7 para o Windows 8; e do Windows 7 para o Windows 10, por exemplo. As consequências de continuar com o sistema operacional antigo são sempre as mesmas: exposição cada vez maior a ataques externos.

A diferença para o episódio mais recente talvez esteja na lista de requisitos mínimos do novo sistema operacional, que impede que computadores antigos atualizem para o novo SO caso não tenham hardware listado pela Microsoft.

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Techmundo

Senado oficializa afastamento de Marcos do Val por 115 dias

 Pedido do senador foi validado por junta médica da Casa

Em nota, senador justificou que quer ficar perto dos pais, que enfrentam problemas de saúde | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP


O Senado Federal oficializou, nesta quinta-feira, 4, o afastamento do senador Marcos do Val (Podemos-ES) das atividades legislativas por 115 dias para “tratamento de saúde”. A Junta Médica da Casa atendeu a um pedido do senador, que continua recebendo salário.

Marcos do Val é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostamente promover uma campanha para intimidar e constranger policiais federais responsáveis por investigações em andamento no Supremo. Ele também é suspeito de arquitetar um plano para anular as eleições de 2022.

“Os fatos estão ligados a uma campanha de ataques institucionais contra o STF e a Polícia Federal, incluindo a divulgação de dados pessoais de delegados que atuam em investigações na Corte”, explicou o STF.

Em nota publicada no final do mês passado, Do Val alegou que pediu a licença para cuidar da família.

“Solicitei licença temporária do Senado Federal para estar ao lado da minha mãe, que luta contra o câncer, e do meu pai, que passou por uma cirurgia delicada. Também para estar mais próximo da minha filha, a quem tenho amor incondicional, e que precisa de um pai presente neste momento importante de sua adolescência”, justificou em uma rede social.

Durval foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica e teve as contas bancárias bloqueadas após descumprir decisão do Supremo e viajar aos Estados Unidos. Ele estava proibido de deixar o país devido às investigações contra ele. Porém, um acordo costurado pelo Senado com o STF suspendeu parte das limitações impostas ao parlamentar.

O senador voltou a usar as redes sociais, desde que não faça ataques ao Estado Democrático de Direito, e retomou suas contas bancárias e salário. Porém, foi mantida a proibição de deixar o Brasil. O pedido de licença foi citado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes na decisão de suspender parte das limitações impostas.

“A petição apresentada pela advocacia do Senado Federal veio acompanhada de cópia do pedido de licença que Marcos do Val encaminhou ao presidente do Senado Federal, salientando a incapacidade temporária para exercer o mandato de senador da República e externando seu respeito ao Estado Democrático de Direito e às instituições democráticas”, diz o documento.

Agência Brasil e Correio do Povo

Jornal Jovem Pan News - 04/09/2025

 



Fonte: https://www.facebook.com/share/v/1AAgENVu1J/