Anac e aéreas negam aumento abusivo de preços de passagens no RS após reclamação de agentes de viagens

 Profissional do segmento afirma que tarifas de voos com chegadas e saídas no estado são até 300% mais caras do que outros locais



O transporte aéreo é um modal fundamental para o Rio Grande do Sul, seja para o turismo ou negócios, e sua importância foi ampliada desde as enchentes, quando o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, foi inundado, e a retomada tem sido discutida até hoje. Em que pese haver enormes prejuízos com a suspensão do serviço, a Base Aérea de Canoas tem sido utilizada como alternativa para voos comerciais. No entanto, sair da região metropolitana ou chegar até ela por este meio tem pesado no bolso.

A situação preocupa agentes de viagens, que relatam dificuldades no fechamento de pacotes. Um deles, morador de Porto Alegre, e que concordou em falar sob condição de anonimato, exibiu alguns exemplos. Um voo com saída em 2 de setembro, à noite, na rota Canoas a Guarulhos pela Latam, tem o valor de R$ 1.046,19. De Florianópolis a Congonhas, em São Paulo, no mesmo dia e praticamente mesmo horário, R$ 323,49. Outro: de Guarulhos a Canoas em 5 de outubro, à tarde, pela mesma companhia, o preço da passagem foi calculado em R$ 1.023,70. Do mesmo aeroporto a Florianópolis, um pouco mais tarde, no mesmo dia, R$ 274,84.

"Isto não tem cabimento. A diferença é maior do que 300%, e os aeroportos gaúchos e de Florianópolis nem são tão distantes assim”, comentou ele. Em voo com escalas, a situação é similar. Uma simulação feita para o dia 7 de agosto, com partida do Santos Dumont, no Rio de Janeiro, parada em Congonhas e destino em Canoas, o voo sai por R$ 2.021,64. Já os mesmos locais de partida, escala e chegada em Florianópolis, além da mesma data, R$ 643,96. Por fim, a mesma rota, porém com destino no Aeroporto Hugo Cantergiani, em Caxias do Sul, R$ 893,19.

Para o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul (ABAV-RS), João Machado, no entanto, a situação segue uma lógica de mercado. Na opinião dele, a demanda menor de voos de e para o estado faz com que as passagens encareçam. “Agora, no final de julho, não há nem lugar nos voos. Então, nos pouquíssimos dias em que há alguma disponibilidade, obviamente a tarifa fica cara, e ainda mais neste momento, em períodos de alta procura, férias, feriados. Enquanto há 20 voos de Florianópolis para São Paulo, temos cinco”, justificou ele, para quem, à medida em que houver maior número de aviões partindo e pousando do estado, os preços deverão baixar. “Está tudo dentro da normalidade, sem abusos por parte das companhias aéreas”.

Já a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apesar de informar que acompanha as flutuações de preços, disse, em nota, que “as empresas aéreas têm liberdade para decidir as tarifas de seus serviços de acordo com os fatores de mercado que as envolvem”, conforme o marco regulatório do setor aéreo, de 2005. A Anac também orientou os consumidores que se sentirem lesados ou prejudicados a procurarem os canais das próprias companhias para resolução, ou, em caso de insatisfação posterior, registrar reclamação na plataforma Consumidor.gov.br.

Na última quinta-feira, o órgão informou que o governo federal autorizou o aumento de voos semanais em Canoas dos atuais 49 para 87, com o local passando a funcionar 24 horas por dia. A data de início desta ampliação, segundo a Anac, “depende ainda de ajustes na logística de transporte terrestre de passageiros e bagagens entre o Terminal de Passageiros do Aeroporto Salgado Filho e a Base Aérea de Canoas pela Concessionária Fraport Brasil, bem como da oferta de novos voos pelas companhias aéreas”.

As três principais companhias aéreas do Brasil também foram procuradas. A Latam disse que “a precificação do setor aéreo é dinâmica e considera diversos fatores [...] tais como compra antecipada, disponibilidade, taxa cambial, preço do combustível, sazonalidade, origem e destino do voo”. Ainda afirmou ter "o compromisso de colocar mais ofertas na região, uma vez que o fechamento de Porto Alegre restringiu a quantidade de assentos ao Rio Grande do Sul, e está avaliando quais aeroportos ainda comportam mais decolagens”, e que “seguirá não medindo esforços para atender a alta demanda da região”.

Azul seguiu a mesma linha. A companhia informou que houve uma redução de 30 voos diários de Porto Alegre para 21 destinos, para três por dia rumo ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e que a redução nas viagens chega a 91%. “Os preços praticados variam de acordo com fatores importantes, como trecho, sazonalidade, compra antecipada, demanda e disponibilidade de assentos, entre outros. Fatores externos, como a alta do dólar e o preço do combustível, por exemplo, são elementos que também influenciam nos valores das passagens”, complementou a Azul.

Já a Gol respondeu via Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). De acordo com a entidade, utilizando-se de dados da Anac, a tarifa média comercializada para voos para o RS foi de R$ 554,84 em maio deste ano, 3,8% inferior ao registrado em abril, quando foi de R$ 576,89, e 54,7% das passagens aéreas para o estado custou menos do que R$ 500. A Abear também disse que houve aumento de frequências de voos das companhias aéreas para outras bases e oferta de aeronaves maiores, “para ampliar a oferta de assentos para a região e garantir a conectividade do estado com as demais regiões do país”. Reforçou também que os preços “são dinâmicos e [...] estão sujeitos à liberdade tarifária."

Também procurado, o diretor do Procon de Porto Alegre, Rafael Gonçalves, disse que, até o momento, o órgão recebeu apenas uma reclamação relacionada ao aumento dos valores das passagens aéreas. “Quando temos muitas reclamações sobre o mesmo tema, procuramos as companhias e tentamos resolvê-los em bloco. A situação atual relacionada a isto, ao meu ver, não justifica uma ação mais macro”, comentou ele.

Leia a nota completa da Anac

Conforme preconiza o art. 48 da Lei 11.182/2005, a Anac não interfere nos preços de mercado, mas seu papel é acompanhar as tarifas comercializadas pelas empresas. Os dados de tarifas coletados são públicos e estão regulamentados pelas Resoluções nº 140/2010 e nº 437/2017, e pelas Portarias nº 2.923/SAS/2016 e nº 198/SAS/2019.

O atual marco regulatório do setor aéreo, no que diz respeito às tarifas aéreas praticadas, estabelece o regime de liberdade tarifária, instituído pela Lei nº 11.182, de 27/12/2005, em seu art. nº 49. Dessa forma, as empresas aéreas têm liberdade para decidir as tarifas de seus serviços de acordo com os fatores de mercado que as envolvem.
A Agência orienta que, nas situações em que entendam que tenha ocorrido descumprimento do contrato de transporte aéreo, os passageiros são orientados a primeiramente procurar os canais de atendimento eletrônico, telefônico ou presencial da própria empresa aérea para resolução. Caso não fique satisfeito com o atendimento ou a solução apresentada pela empresa aérea em seus canais próprios, recomenda-se que o passageiro registre uma reclamação na plataforma Consumidor.gov.br.

Adicionalmente, a Anac mantém ações de fiscalização em âmbito coletivo da prestação dos serviços de transporte aéreo de passageiros e, no que diz respeito à educação para o consumo, disponibiliza em seus canais de atendimento e comunicação diversas informações sobre as regras do transporte aéreo, os direitos e deveres do passageiro (www.gov.br/anac/passageiros).

Leia a nota completa da Latam

A LATAM Airlines Brasil informa que a precificação do setor aéreo é dinâmica e considera diversos fatores. Os preços das passagens variam de acordo com uma série de fatores, tais como compra antecipada, disponibilidade, taxa cambial, preço do combustível, sazonalidade, origem e destino do voo.

A empresa tem o compromisso de colocar mais ofertas na região, uma vez que o fechamento de Porto Alegre restringiu a quantidade de assentos ao Rio Grande do Sul, e está avaliando quais aeroportos ainda comportam mais decolagens da LATAM.

A LATAM reforça que seguirá não medindo esforços para atender a alta demanda da região, seja com os avanços da operação emergencial ou com o retorno da operação do aeroporto Salgado Filho.

Compartilhamos também o link de acesso ao press release que divulgamos recentemente sobre a ampliação da operação no Rio Grande do Sul com 16 voos mensais para nova rota Guarulhos-Pelotas: https://www.latamairlines.com/br/pt/imprensa/noticias/pelotas-guarulhos.

Leia a nota completa da Azul

A Azul possui atualmente três voos diários entre o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com a Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul. Antes da suspensão das atividades no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, a Companhia operava mais de 30 voos diários em Porto Alegre para 21 destinos.

Os preços praticados variam de acordo com fatores importantes, como trecho, sazonalidade, compra antecipada, demanda e disponibilidade de assentos, entre outros. Fatores externos, como a alta do dólar e o preço do combustível, por exemplo, são elementos que também influenciam nos valores das passagens.

Além disso, a operação em Canoas tem 91% menos assentos em comparação ao que era ofertado no aeroporto de Porto Alegre. A Azul estuda a ampliação da oferta no local, conforme disponibilização de slots.

Leia a nota completa da Gol/Abear

Em relação aos preços das passagens aéreas para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) esclarece que:

- De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a tarifa média comercializada para voos para o Rio Grande do Sul foi de R$ 554,84 em maio de 2024. Este valor é 3,8% inferior ao registrado em abril de 2024, quando a tarifa média ficou em R$ 576,89.

- Já em Santa Catarina, nos aeroportos que integram a malha de voos extras para suprir o fechamento do Aeroporto Salgado Filho (Chapecó, Jaguaruna e Florianópolis), a tarifa média de maio de 2024 foi de R$ 577,42, 1,9% superior ao registrado em abril deste ano (R$ 566,61).

- Em maio de 2024, mais da metade (54,7%) das passagens aéreas para o Rio Grande do Sul foram comercializadas por até R$ 500,00. Em Santa Catarina este número chegou a 61% no mesmo mês.

- A ABEAR ressalta que a oferta de assentos para o Rio Grande do Sul sofreu redução de 49,8% em maio de 2024 na comparação com maio de 2023 em decorrência do fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.

- Para mitigar o impacto da suspensão das operações no Salgado Filho, as empresas aéreas aumentaram as frequências para outras bases e disponibilizaram aeronaves maiores, para ampliar a oferta de assentos para a região e garantir a conectividade do estado com as demais regiões do país.

- A ABEAR destaca ainda que os preços das passagens aéreas são dinâmicos e, assim como em todo o mundo, estão sujeitos à liberdade tarifária. Além dos custos operacionais (combustível, manutenção, aluguel de aeronaves, tripulação, entre outros), a composição de uma tarifa considera diversos elementos, como taxa de ocupação do voo, demanda por trecho, data da compra em relação à viagem, época do ano, entre outros.

Correio do Povo

Cristaldo sofre lesão muscular e vira desfalque no Grêmio

 Meia argentino foi substituído no intervalo da partida contra o Cruzeiro, no Centenário


Um dos principais jogadores do Grêmio, Cristaldo sofreu uma lesão muscular de grau 1 na coxa direita. Dessa forma, o meia argentino deve desfalcar o Tricolor de 10 a 15 dias, ficando fora dos jogos contra Operário-PR, pela Copa do Brasil, e São Paulo e Vitória, pelo Brasileirão.

O jogador sentiu a contusão ainda no primeiro tempo da partida contra o Cruzeiro, no Centenário, na última quarta-feira. Por causa disso, inclusive, o camisa 10 foi substituído no intervalo. No dia seguinte, ele realizou exames médicos e teve a confirmação da lesão.

Cristaldo é o artilheiro gremista nesta temporada, com 10 gols marcados, além de contribuir com quatro assistências. Sem o camisa 10, Renato Portaluppi pode utilizar Soteldo centralizado.


Correio do Povo

RS terá chuva e sol entre nuvens neste sábado

 Chuva deste fim de semana vai impedir temperaturas muito baixas na maior parte das cidades

Mínima é de 10ºC em Porto Alegre neste sábado 

O sol aparece com nuvens em parte do Rio Grande do Sul neste sábado, com predominância de nuvens nas metades Leste e Norte. Até o final do dia, a maior parte do Norte e pontos do Centro e do Oeste devem ter chuva por um centro de baixa pressão, de acordo com a MetSul. Em Porto Alegre, a mínima é de 10ºC, enquanto a máxima pode chegar aos 15ºC.

A chuva deste fim de semana vai impedir mínimas muito baixas na maior parte das cidades, mas manterá o frio durante a tarde.

Já a próxima semana terá predomínio do sol e temperatura em elevação. As noites seguirão frias, mas sem marcas congelantes.

Correio do Povo

O povo gaúcho merece respeito!

 



Mais de 2 meses desde a grande enchente, e até hoje ainda aguardamos também pelas casas que foram prometidas na enchente de setembro. Ou seja: logo irá completar 1 ano que os gaúchos vivem de promessas do governo federal.

Vídeo da deputada Adriana Lara

Fonte: https://www.instagram.com/p/C9S6W1fSHkx/?e=089c8ebf-69e1-44dd-b01d-591bd287b598&g=5

Mandante de assassinato de candidato a presidente do Equador pega 34 anos de prisão

 Carlos Angulo foi o responsável por ordenar de dentro da prisão o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio



A Justiça equatoriana condenou, em primeira instância, a 34 anos e oito meses de prisão, Carlos Angulo, responsável por ordenar de dentro da prisão o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, informou o tribunal encarregado de julgar o crime nesta sexta-feira.

Angulo, membro de uma das principais organizações criminosas do país, foi condenado à 'pena de 34 anos e oito meses de privação de liberdade', disse o juiz Milton Maroto ao ler a sentença.

Villavicencio foi assassinado a tiros em Quito em 9 de agosto de 2023, dias antes da realização do primeiro turno das eleições gerais antecipadas.

AFP e Correio do Povo

Impedidos ou receosos: moradores de áreas atingidas pela cheia em Porto Alegre não conseguem voltar para casa

 Parte das famílias afetadas no extremo sul da Capital não têm mais onde morar; na zona Norte, alguns proprietários optaram por abandonar imóveis

Fernandes mantém presença no imóvel apenas para evitar invasão, enquanto proprietária tenta negociá-lo 

Passados mais de dois meses, as comunidades que vivem em diversos pontos de Porto Alegre transformados pela enchente lidam com uma nova realidade: lugares antes habitados agora estão praticamente vazios, e mesmo onde há a tentativa de restabelecer a rotina, há quem tenha abandonado seus imóveis.

As placas anunciando venda ou aluguel de prédios comerciais e residenciais estão por toda parte nos bairros São Geraldo, Vila Farrapos e Humaitá, na zona Norte da Capital. Os telefones de contato estampados nas publicidades representam a esperança de deixar para trás os dias difíceis vividos há décadas por conta de recorrentes alagamentos, transtornos ampliados pela inundação histórica de 2024.

“A dona já tinha vontade de vender, só que agora, se ela não negociar, vai alugar, porque não quer mais voltar”, afirma o aposentado Fernando Fernandes, que agora cuida o imóvel, uma casa com garagem localizada Avenida Padre Leopoldo Brentano, a poucos metros da Arena do Grêmio.

“Deixar a casa sozinha não é bom, por isso estou cuidando dia e noite”, explica Fernandes.

O entorno do estádio gremista tem outros exemplos de imóveis esvaziados depois da cheia. Na rua Victor Ely Von Frankenberg, nenhuma casa na quadra entre as ruas Affonso Robles Filho e Luiz Carlos Pinheiro Cabral estava aberta. O trecho, inclusive ainda está coberto pela lama trazida pela cheia. Duas ou três moradias apresentam grades e muros pintados, indicando que já foram recuperadas, uma delas oferecendo aluguel.

Na Frederico Mentz, além de casas, imóveis comerciais estão à venda. O proprietário de um dos prédios, que pediu para não ter o nome divulgado, afirma que não deseja mais permanecer no bairro Farrapos. “Perdi a confiança, alagava a rua quando chovia, mas o que aconteceu desta vez foi um trauma. O problema é negociar um prédio em uma região que todo mundo sabe ser frágil a este tipo de situação; para vender, tenho que aceitar um valor bem mais baixo do que vale”, lamenta.

Na zona Sul de Porto Alegre, a situação é semelhante. Locais próximos das margens do Guaíba permanecem tomados por escombros do que um dia foram bares, restaurantes e moradias. A destruição causada pela água no Lami e no Serraria tornou trechos mais próximos da orla em áreas praticamente sem habitantes.

Moradora do Serraria perdeu a casa Moradora do Serraria perdeu a casa | Foto: Mauro Schaefer

No acesso 491, um beco do Serraria, praticamente todas as casas foram destruídas. A diarista Thayani Batista Rodrigo mora no local há 8 anos e perdeu a residência na qual vivia com o marido, Cássio.

“Só ficou a parte da frente, a porta e a área, que no caso era mais nova do que as outras partes”, explica a diarista, que completa 40 anos nesta sexta-feira e agora vive de aluguel.

“Fomos para casa do vizinho, ele nos alugou até que a gente consiga saber se vai dar para reconstruir no nosso terreno ou vamos embora”, conta.

Correio do Povo

Confira o resultado do sorteio das loterias da Caixa desta sexta-feira, dia 12 de julho

 Foram sorteados os prêmios da Lotofácil, Lotomania, Dupla Sena, Quina, Loteca e Super Sete



A Caixa Econômica Federal realizou nesta sexta-feira, 12 de julho, os sorteios de número 3.153 da Lotofácil, 2.646 da Lotomania, 2.687 da Dupla Sena, 6.479 da Quina, 1.133 da Loteca e 569 da Super Sete. Os resultados foram divulgados por volta das 20h no Espaço Caixa Loterias, no novo Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Lotofácil

O concurso 3.153 da Lotofácil com prêmio estimado em R$ 1.700.000,00 teve os seguintes números sorteados:

01 - 02 - 03 - 05 - 07 - 08 - 10 - 13 - 15 - 18 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 | Foto: Reprodução/CP

Lotomania

O concurso 2.646 da Lotomania com prêmio estimado em R$ 6.500.000,00 teve os seguintes números sorteados:

04 - 05 - 11 - 12 - 14 - 20 - 25 - 40 - 41 - 52 - 54 - 59 - 60 - 62 - 77 - 79 - 80 - 87 - 89 - 96

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 | Foto: Reprodução/CP

Dupla Sena

O concurso 2.687 da Dupla Sena com prêmio estimado em R$ 5.000.000,00 teve os seguintes números sorteados:

1º Sorteio: 13 - 14 - 17 - 19 - 23 - 41

2º Sorteio: 02 - 06 - 07 - 30 - 38 - 48

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 | Foto: Reprodução/CP

Quina

O concurso 6.479 da Quina com prêmio estimado em R$ 18.700.000,00 teve os seguintes números sorteados:

06 - 10 - 32 - 40 - 67

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 | Foto: Reprodução/CP

Loteca

O concurso 1.133 da Loteca com prêmio estimado em R$ 1.000.000,00 teve os seguintes resultados:

Jogo 1: Coluna 1

Jogo 2: Coluna X

Jogo 3: Coluna 1

Jogo 4: Coluna 2

Jogo 5: Coluna 2

Jogo 6: Coluna 2

Jogo 7: Coluna 1

Jogo 8: Coluna 2

Jogo 9: Coluna 1

Jogo 10: Coluna X

Jogo 11: Coluna 2

Jogo 12: Coluna 1

Jogo 13: Coluna 1

Jogo 14: Coluna 2

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Super Sete

O concurso 569 da Super Sete com prêmio estimado em R$ 300.000,00 teve os seguintes números sorteados:

Coluna 1: 2

Coluna 2: 7

Coluna 3: 7

Coluna 4: 7

Coluna 5: 2

Coluna 6: 5

Coluna 7: 5

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 Sorteio das loterias do dia 12/07/2024 | Foto: Reprodução/CP

O sorteio foi transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no Youtube:

Confira também os últimos resultados dos sorteios aqui.

Correio do Povo

Dólar tem leve queda com exterior e novo avanço do Ibovespa

 Apesar da inflação no atacado nos EUA acima do esperado, cresce a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro



Após uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior.

Após uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior. Apesar da inflação no atacado nos EUA levemente acima do esperado, cresce a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano CostApós uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior.

Após uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior. Apesar da inflação no atacado nos EUA levemente acima do esperado, cresce a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

Após uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior. Apesar da inflação no atacado nos EUA levemente acima do esperado, cresce a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

a, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

Após uma alta pela manhã em meio a ruídos políticos e fiscais, o dólar à vista perdeu força ao longo da tarde e fechou em leve queda nesta sexta-feira, 12, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior. Apesar da inflação no atacado nos EUA levemente acima do esperado, cresce a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

A recuperação do real na segunda etapa de negócios se deu em sintonia com o aumento dos ganhos do Ibovespa, que chegou a superar pontualmente a linha dos 129 mil pontos, e o aprofundamento das perdas do dólar em relação a outras divisas latino-americanas. Dados da B3 mostram retomada do apetite estrangeiro por ações domésticas, com saldo positivo de R$ 2,88 bilhões no mês, até o dia 10.

Com mínima a 5,4160 e máxima R$ 5,4656, o dólar à vista terminou o pregão em baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,4311, acumulando perda de 0,57% na semana. Em julho, a moeda americana cai 2,81%. O real tem na semana e no mês desempenho inferior aos pesos mexicano, chileno e colombiano, fato atribuído por analistas ainda ao quadro fiscal doméstico.

O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, observa que o real poderia ter se apreciado mais em semana muito positiva para divisas emergentes, após as leituras de inflação nos EUA sugerirem espaço para cortes de juros pelo Fed, o que favoreceu ativos de risco.

Costa atribui o fôlego limitado da moeda brasileira à tensão na área fiscal, com os debates em torno das medidas de compensação pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, o projeto de renegociação da dívida dos Estados e, especialmente, a expectativa pela divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas no próximo dia 22.

"O mercado que ver no dia 22 quanto vai ser bloqueado e contingenciado neste ano. E ainda espera efetivamente as medidas para corte de gastos em 2025 e 2026", afirma Costa, para quem um bloqueio entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões pode ser positivo para o real. "Podemos ver o dólar voltar para perto de R$ 5,30. Muito abaixo disso, só se houver uma surpresa grande que mostre o governo realmente comprometido com as metas fiscais".

Analistas afirmam que há um desconforto com os novos ruídos políticos, como a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em torno das medidas para compensar a desoneração. Hoje à tarde, Pacheco afirmou que "não há receptividade política" para aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) proposto pela Fazenda.

Para operadores, parte da alta do dólar pela manhã esteve relacionada ao tom mais belicoso adotado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em fala durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Abraji.

Haddad defendeu a agenda de recomposição tributária, citando fundos e exclusivos e offshore, e disse que a "elite quer sempre que o pobre pague imposto". Ele afirmou que a Fazenda propôs elevação temporária da CSLL caso as medidas cogitadas pelo Senado não consigam trazer as receitas necessárias para recompor as perdas com a desoneração.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - caiu mais uma vez e se aproximou do piso dos 104,000 pontos. Destaque para a valorização de mais de 0,60% do iene. Cálculos baseados em dados do Banco do Japão (BoJ) sugerem que houve intervenção no mercado de câmbio na quinta-feira, o que teria se repetido hoje. O fortalecimento do iene provocou desmonte de operações de carry trade, o que prejudicou divisas emergentes ontem e pode ter contribuído para o desempenho modesto do real hoje.

No mercado de renda fixa, as taxas dos Treasuries caíram em bloco pelo segundo dia seguido, com a T-note de 10 anos abaixo de 4,20%. Monitoramento do CME Group mostra 51% de chances de redução total de 75 pontos base da taxa básica americana neste ano.

Depois da surpresa ontem com a retração da inflação ao consumidor nos EUA em junho, hoje a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) veio levemente acima do esperado, tanto no índice cheio quanto no núcleo.

Em nota, a consultoria britânica Capital Economics, afirmou, contudo, que a abertura do PPI foi positiva, mostrando que componentes que influenciam o chamado PCE, medida de inflação favorita pelo Fed, vieram abaixo das expectativas. Além disso, houve queda superior a esperada do índice de confiança do consumidor americano, elaborado pela Universidade de Michigan, e recuo das expectativas para a inflação em 12 meses e em cinco anos.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

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Fonte: https://www.instagram.com/p/C9VmrgaS6HR/?e=edfbf4f8-060d-43af-a77b-4e64ada2269d&g=5