Jornal Diário Popular encerra atividades em Pelotas

 Veículo tinha 133 anos de atuação e contava com 58 profissionais

Site do jornal anunciou fim das atividades após 133 anos de história 

O jornal Diário Popular, de Pelotas, decretou nesta terça-feira, 11, o fim de suas atividades. Fundado em 27 de agosto de 1890, o veículo tinha 133 anos de história e segundo a diretora-superintendente, Virgínia Fetter, não foi possível superar a crise provocada pela pandemia de 2020 somada aos problemas causados pela enchente de maio deste ano no Rio Grande do Sul.

“Estamos até hoje pagando caro o preço desses problemas. Agora, com as enchentes, fizemos o impresso apenas nos últimos finais de semana, em Cachoeira do Sul. Foi uma tentativa que não deu certo”, lamenta a empresária que, há 28 anos, se dedica ao negócio, dando sequência à administração de seu avô, Adolfo Fetter, e de seu pai, Edmar Fetter.

Segundo ela, nos últimos anos foi necessário, inclusive, injetar grandes quantias de recursos próprios e obter empréstimos para manter as operações e honrar os compromissos com os profissionais. Apesar dos esforços, a situação se tornou insustentável, obrigando o fim da publicação, que estava há três gerações na família. “Nossa dedicação exclusiva com o apoio do trabalho de nossos colaboradores foram as únicas forças propulsoras que fizeram movimentar as bobinas e rodar as máquinas”, comenta.

O jornal contratou um escritório de advocacia para proceder com o processo de falência e deve utilizar o prédio que abriga todos os setores da empresa, com valor estimado de R$ 2,9 milhões, para quitar as dívidas.

“Esse processo permite que a própria empresa que, atualmente, contava com 58 colaboradores diretos, encerre suas atividades de forma controlada, tendo como objetivo liquidar seus ativos e quitar suas dívidas. Isso irá beneficiar tanto a empresa, que consegue encerrar suas atividades de maneira regular, como os credores, que têm a chance de receber o que é devido. É uma atitude responsável e que encerra com dignidade uma história de mais de um século”, esclarece Guilherme Caprara, sócio do escritório MSC Advogados, que ficará responsável pelo processo.

Correio do Povo

Fazenda não tem plano 'B' para compensar desoneração, diz Haddad

 Ministro disse que vai colocar uma equipe da Receita Federal à disposição do Senado para tentar construir alternativa



Após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ter anunciado a devolução do trecho da medida provisória que limita o uso de créditos de PIS/Cofins, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira, 11, que a equipe econômica não tem um 'plano B' para compensar a perda de arrecadação com a desoneração da folha de 17 setores e dos municípios este ano. Segundo ele, o Senado assumiu a responsabilidade de encontrar uma nova alternativa.

'O Senado assumiu uma parte da responsabilidade por tentar construir uma solução (para compensação) pelo o que entendi da fala do próprio presidente Pacheco. Mas vamos colocar toda equipe da Receita Federal à disposição do Senado para tentar construir alternativa, uma vez que tem prazo exíguo e que precisa encontrar uma solução', afirmou Haddad aos jornalistas.

O ministro disse que a equipe econômica está preocupada por ter identificado fraudes e uso indevido da compensação de créditos de PIS/Cofins, como, por exemplo, casos em que contribuintes declaram no sistema um crédito que não possuem. Ele citou um impacto de R$ 25 bilhões às contas públicas em decorrência deste cenário e reiterou que é preciso dialogar com o Congresso para que os deputados e senadores tenham clareza sobre o quanto tem sido perdido em receitas. 'Não vamos fazer nada antes de expor números aos parlamentares', enfatizou.

Haddad negou que a proposta sobre as novas regras para a compensação de créditos de PIS/Cofins e o ressarcimento de crédito presumido dos impostos seja parte de uma agenda arrecadatória. Segundo ele, é um caminho para combate às fraudes e uma maneira de 'botar ordem no sistema que perdeu funcionalidade'. O ministro afirmou também que as propostas levantadas pelo Congresso, envolvendo, por exemplo, uma terceira edição da repatriação de recursos e jogos de azar, são 'pouco' para compensar a desoneração. 'Jogos de azar é coisa que vai render fruto daqui três, quatro anos', avaliou.

Haddad enfatizou ainda que o trecho mantido na MP, que prevê que empresas façam um cadastramento dos benefícios fiscais concedidos pelo governo, ajuda no combate ao uso indevido já que 'obriga contribuintes a explicarem o que estão fazendo'. Ele também voltou a defender a necessidade de aprovar o projeto do devedor contumaz para responsabilizar criminalmente quem frauda de forma dolosa e frequente.

O texto está parado no Congresso. Audiência com Lula O ministro da Fazenda afirmou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), discutiu nesta terça-feira, em audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a possibilidade de devolver a medida provisória que limita o uso de créditos de PIS/Cofins. Hoje, antes de tomar a decisão, Pacheco também comunicou ao chefe do Executivo, segundo Haddad. Mais cedo, Pacheco anunciou a devolução da MP com a justificativa de que o texto descumpre regras previstas na Constituição. A principal delas seria a não observância de uma noventena para mudanças tributárias.

A proposta foi editada pelo governo para compensar a perda de arrecadação com a desoneração da folha de 17 setores e dos municípios este ano, mas gerou uma forte reação negativa do setor produtivo. Haddad esclareceu que não foi cogitada a possibilidade do próprio Executivo retirar a MP. 'Não caberia ao governo retirar', explicou. Ele também reiterou a boa relação que tem com Pacheco e com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e disse que não houve qualquer tipo de incômodo por parte de Lula.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Alexandre de Moraes libera denúncia do caso Marielle para julgamento no STF

 Caso será analisado pela Primeira Turma em data a ser definida


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta terça-feira para julgamento, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.

O caso será julgado pela Primeira Turma do Supremo. A data ainda não foi divulgada.

Em maio deste ano, a PGR denunciou Domingos Brasão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, Chiquinho Brazão, deputado federal (União-RJ) e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, por homicídio e organização criminosa.

De acordo com a procuradoria, o assassinato ocorreu a mando dos irmãos Brazão e motivado para proteger interesses econômicos de milícias e desencorajar atos de oposição política de Marielle, filiada ao Psol. A base da acusação é a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso da execução dos homicídios.

Defesa

A denúncia foi liberada para julgamento após o fim do prazo para a defesa dos acusados se manifestar sobre as acusações.

Os advogados de Domingos Brazão defenderam na segunda-feira, no Supremo, a rejeição da denúncia por falta de provas e afirmaram que a Corte não pode julgar o caso em função da presença do deputado Chiquinho Brazão nas investigações.

"Os crimes imputados na exordial não possuem qualquer pertinência temática com a função de deputado federal de Francisco Brazão [irmão de Domingos]. Os delitos são todos anteriores ao seu primeiro mandato federal, não havendo o que se falar em competência originária desta Suprema Corte para supervisionar investigação por homicídio, supostamente ordenado por vereador", afirmou a defesa.

A defesa de Chiquinho Brazão também alegou que as acusações não têm ligação com seu mandato parlamentar e disse que não há provas da ligação dos irmãos com ocupação ilegal de terrenos no Rio de Janeiro.

"Se a execução da vereadora Marielle tinha por finalidade viabilizar a construção do empreendimento, chama a atenção o fato de jamais ter existido qualquer movimento nesse sentido ao longo de 6 seis anos", completou a defesa.

Agência Brasil e Correio do Povo

Crianças deixam de brincar por risco de contaminação após enchente na Vila Farrapos, em Porto Alegre

 Praças e ruas estão cobertas por resíduos que extravasaram de esgotos na região

Resíduos de esgoto e acúmulo de lixo contaminaram as praças na Vila Farrapos 

As crianças não podem mais sair às ruas para brincar na Vila Farrapos, na zona Norte de Porto Alegre. Sem exceção, as praças na localidade estão cobertas por resíduos que extravasaram de bueiros na enchente. Como se não bastasse, as ruas também oferecem risco de contaminação aos pequenos por conta do lixo espalhado no chão.

Na rua Mário de Castilhos Ferreira, o espaço que seria um parquinho se tornou lixão a céu aberto. Não há fluxo de pessoas e apenas o sopro do vento embala as gangorras e balanços contaminados por lodo.

A área também está cercada por pilhas de móveis, colchões, roupas e outros materiais que perderam serventia depois que a água podre inundou a quadra. O único indicativo de infância na Vila Farrapos são bonecos e bichos de pelúcia perdidos em meio aos entulhos.

É com foco nas crianças que um grupo de voluntários organizou a entrega de 5 mil brinquedos. A ação ocorrerá em um ginásio esportivo, na esquina da avenida AJ Renner com a rua Adelino Machado de Souza, a partir das 11h deste sábado.

O local virou um centro de apoio para vítimas do dilúvio. É lá que 25 pessoas se dedicam à entrega de doações que, além de brinquedos, também incluem colchões, cestas básicas, itens de limpeza, galões de água, entre outros produtos.

As ações são coordenadas pelo empresário Jader Lewis, de 38 anos, que passou a morar no ginásio. Ele conta que os voluntários se dividem em automóveis e percorrem a região, distribuindo mantimentos para uma população que soma aproximadamente 30 mil moradores.

“Afirmo que 100% das pessoas foram atingidas pela enchente na Vila Farrapos. A inundação ultrapassou dois metros e invadiu as casas. Além disso, após o recuo da água, há moradores que estão dormindo na lama porque não há abrigos na região. Também faltam medicamentos e o posto de saúde está fechado. Fomos esquecidos pelo poder público”, lamentou o homem.

Lewis alerta que, apesar da redução no acúmulo de despejos em vias principais, ainda há pilhas de lixo que ultrapassam dois metros em alguns pontos. O problema é que a maior parte dos itens descartados se amontoam em becos e vielas, onde não há espaço para caminhões. Em outras palavras, a coleta precisa ser feita manualmente.

"São vias laterais, que ficam entre casas, onde os entulhos precisam ser recolhidos de forma manual. Ninguém está fazendo nada e as pilhas de lixo só aumentam. Os moradores da Vila Farrapos contam apenas com o auxílio dos grupos voluntários. Sem isso, a tragédia seria ainda pior”, concluiu o empresário.

Correio do Povo

Livro - Pequeno manual de defesa pessoal

 


Informações do Produto

Livro - Pequeno manual de defesa pessoal

Como trabalhar a autodefesa e priorizar nossa segurança quando somos treinadas desde a infância a aceitar uma série de violências cotidianas?Durante a pandemia, a quadrinista Helô D'Angelo desenvolveu muito medo de andar na rua sozinha. Então, decidiu fazer a oficina de defesa pessoal focada na população LGBTQIAP+ e em mulheres com o professor Gabriel Guarino, organizada pelo Piranhas Team e o Shàoshèng Centro de Cultura Oriental.

Informações técnicas

Editora Bebel Books

Título Pequeno manual de defesa pessoal

Autor

D'Angelo, Helô

Ficha técnica

Número de páginas 72

Edição 1

Data de publicação 2022

Idioma Português

Código do produto

ISBN-10 - 6500477588 GTIN-13 - 9786500477580 ISBN-13 - 9786500477580

Peso aproximado

Peso do produto 70.0 gramas.

Dimensões do produto

Produto (L x A x P): 15.5 x 14.5 x 50.0 cm.

Informações complementares

Gênero Manual

ISBN-10 6500477588

ISBN-13 9786500477580

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/livro-pequeno-manual-de-defesa-pessoal/p/kjgg9jhj60/li/hqlv/

IA no Gmail e “modo ladrão”: veja anúncios do Google para o Brasil

 Parte do pacote de ferramentas de IA no Workspace, o "Ajude-me a Escrever" é um assistente para Google Docs e e-mail que está disponível no Brasil a partir desta semana

Encontro deste ano aconteceu em São Paulo e teve a participação de James Manyika, vice-presidente sênior de pesquisa, tecnologia e sociedade do Google 

Pouco menos de um mês após seu principal evento do ano, o Google trouxe para o Brasil algumas das novidades mais esperadas pelos usuários do País nas áreas de segurança, Android e inteligência artificial (IA). A gigante apresentou nesta terça-feira, 11, a chegada da IA, com o Gemini, no Gmail e no Docs, além de recursos de segurança, como a ferramenta de detecção de roubo por IA, o modo ladrão do Android, que será testada primeiramente por usuários do Brasil.

No evento Google for Brasil, tradicional por trazer anualmente as principais novidades do universo da empresa voltado para o público brasileiro, o Google reforçou a construção de produtos pensados para o Brasil. O encontro deste ano aconteceu em São Paulo e teve a participação de James Manyika, vice-presidente sênior de pesquisa, tecnologia e sociedade do Google.

Veja os anúncios feitos pela empresa para o Brasil:

Ajude-me a escrever

Parte do pacote de ferramentas de IA no Workspace, o "Ajude-me a Escrever" é um assistente para Google Docs e e-mail que está disponível no Brasil a partir desta semana. Esse é o primeiro recurso de IA do Workspace a receber suporte em português.

Com o recurso, um botão de ajuda aparece nas respostas de e-mail e a cada vez que um documento no Google Docs é aberto. A ideia é que o usuário nunca tenha que começar a escrever do zero: o próprio botão já traz algumas sugestões de assuntos e formas de texto.

No caso do e-mail, o Gemini pode ajudar a gerar uma resposta formal para uma entrevista de emprego, por exemplo. Assim como em outras ferramentas de IA, é preciso escrever um comando para que o sistema crie o texto. Com a resposta pronta, o Gemini oferece algumas opções para refinar, encurtar, alongar ou mudar o tom do texto gerado - caso o usuário prefira algo mais informal ou ainda mais sério.

Para o Google Docs, as funcionalidades passam mais pelos formatos de textos a serem criados - e não ficam muito distantes do que o ChatGPT, da OpenAI, já faz, atualmente. No documento, por exemplo, é possível pedir para que o Gemini crie uma vaga de emprego, gere um currículo, faça um resumo ou crie uma lista de tarefas para determinada atividade. As opções de refinamento também vão ficar disponíveis no Docs.

Além disso, o próprio Gemini funciona em português de forma "pura", ou seja, diretamente pelo site da IA. Por lá, além das perguntas tradicionais, é possível conversar com o chatbot com imagens e pedir para que o sistema transforme informações escritas em papel em uma tabela. Ao final, o Gemini pode, inclusive, criar um link com os dados já exportados para o Google Planilhas em uma conta vinculada ao perfil do usuário.

Para ter acesso ao Ajude-me a Escrever é necessário ser assinante do Google One, serviço de assinatura da empresa que dá acesso à versão mais completa do Gemini (Gemini Advanced), além de armazenamento em nuvem e recursos avançados de IA. O plano custa R$ 97 mensais.

"Modo ladrão": detecção de roubo

O Google também anunciou a chegada oficial ao Brasil do "modo ladrão", ferramenta que visa bloquear a tela de aparelhos roubados em ações rápidas, como as executadas pela "gangue da bicicleta", que atua em grandes centros urbanos brasileiros.

O recurso nasceu de uma preocupação identificada pelo time da empresa no Brasil e desenvolvida pela equipe global de Android e, agora, será testado com exclusividade no País a partir de julho.

A detecção usa sensores dos celulares para identificar quando os celulares passam por uma mudança abrupta de movimento e velocidade - que pode indicar uma ação criminosa. A ideia é que a ferramenta possa alcançar o maior número de dispositivos possíveis e, para isso, o Google trabalha para que todos os aparelhos com sistema acima do Android 10 possam receber a ferramenta.

Google Play Protect Aprimorado

Voltado para a segurança contra fraude, o Google Play Protect Aprimorado é uma atualização de uma ferramenta que já existe no Android que funciona como uma espécie de antivírus, para identificar possíveis ameaças de segurança e vulnerabilidades.

Na nova versão, o recurso vai agir contra aplicativos falsos e fraudulentos, impedindo que eles sejam instalados no celular do usuário. De acordo com o Google, quando um app for baixado, o Play Protect Aprimorado vai fazer uma varredura em buscas de brechas de segurança e permissões sensíveis que possam parecer invasivas - como acesso aos SMS, leitura de notificações e recursos de acessibilidade.

Se esses pontos forem identificados, a ferramenta impede que o app seja instalado no celular e exibe uma mensagem informando o bloqueio.

A ferramenta foi pensada, principalmente, para evitar fraudes em aplicativos que pareçam verdadeiros, mas são cópias voltadas para o roubo de dados pessoais. A ideia é filtrar apps que sejam baixados por navegador, links externos ou outras fontes fora da loja oficial do Google.

O Brasil será o terceiro país a testar a ferramenta no mundo, que já está em uso na Tailândia e em Cingapura. O Google Play Protect Aprimorado vai estar disponível a partir do final de junho. A empresa informou, ainda, que, desenvolvedores que tiverem seus aplicativos bloqueados pelo recurso de forma indevida podem pedir uma reavaliação.

Google Maps

O Google também anunciou algumas novidades em IA para pequenas empresas e restaurantes presentes no Google Maps. A partir desta semana, será possível usar inteligência artificial para montar cardápios e oferecê-los pela web. Para isso, será necessário apenas que o dono do restaurante tire uma foto da versão física do menu e a IA cria um painel com os títulos e preços. Caso seja necessário, é possível editar as informações geradas.

A informação ainda vai ser adicionada na página de dados do estabelecimento que aparece no Google Maps. Assim, quando um usuário estiver buscando pelo restaurante, por exemplo, além das informações de endereço, telefone, avaliação e fotos, uma aba especial para o menu também deve ficar disponível.

Os donos desses estabelecimentos também poderão adicionar publicações de redes sociais como Instagram e Facebook na mesma página de informações do Maps. Segundo a empresa, o recurso é uma forma de "reunir informações incluindo cardápios digitais, links de redes sociais e números de contato, além de atualizar os horários de funcionamento, a fim de enriquecer as pesquisas na Busca e no Google Maps e garantindo que eles tenham mais destaque nas plataformas e atraiam ainda mais clientes".

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Vacina contra dengue é enviada a mais 61 municípios gaúchos

 Municípios das regiões Vale do Sinos, Vale do Rio Pardo e Alto Uruguai poderão fazer a coleta das doses a partir de quarta-feira

As cidades foram selecionadas pelo Ministério da Saúde com base no histórico de casos de dengue, na respectiva região, dos últimos dez anos. 

A Secretaria da Saúde (SES) começou a distribuir, nesta terça-feira, as primeiras 19 mil doses da vacina contra a dengue para os 61 municípios das regiões do Vale do Sinos, Vale do Rio Pardo e Alto Uruguai. Outras seis cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre já haviam sido selecionadas pelo Ministério da Saúde para a estratégia nacional de vacinação.

Na tarde desta terça-feira, a 1ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) começou a entrega aos 15 municípios do Vale do Sinos (Região 07). Para as regiões do Alto Uruguai (11ª CRS) e Vale do Rio Pardo (13ª CRS), as cargas com as doses foram despachadas na parte da manhã.

As vacinas saíram de Porto Alegre em direção às regionais, onde os municípios poderão fazer a coleta a partir de quarta-feira.

As vacinas são destinadas a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, idades que nacionalmente concentram maior número de hospitalizações dentro da faixa etária indicada pelo laboratório para receber a vacina (cinco a 60 anos). Para ter proteção completa contra casos graves e hospitalizações por dengue, são necessárias duas doses do imunizante incorporado no Sistema Único de Saúde (SUS), com intervalo de três meses entre elas.

A vacina (de nome comercial Qdenga, da fabricante japonesa Takeda Pharma) não é autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pessoas acima dos 60 anos, público que no Rio Grande do Sul concentra o maior número de óbitos.

Critérios para definição dos municípios

As cidades foram selecionadas pelo Ministério da Saúde com base no histórico de casos de dengue, na respectiva região, dos últimos dez anos. Foi considerado o período de 2013 a 2022, visto que a estratégia foi definida antes do encerramento do ano passado.

Doses já aplicadas

Antes das regiões do Vale do Sinos, Vale do Rio Pardo e Alto Uruguai, já faziam parte da estratégia no Rio Grande do Sul as cidades de Porto Alegre, Viamão, Alvorada, Gravataí, Cachoeirinha e Glorinha. No início de maio, esses municípios receberam cerca de 31,5 mil doses. Até 29 de maio (antes do início da aplicação na capital), 1,4 mil crianças e adolescentes já tinham feito a primeira das duas doses.

A quantidade de doses distribuídas nessa semana para os municípios pode ser conferida a seguir.

Região 07 – Vale dos Sinos (1ª CRS)

Araricá - 145

Campo Bom - 902

Dois Irmãos - 395

Estância Velha - 714

Ivoti - 333

Lindolfo Collor - 105

Morro Reuter - 73

Nova Hartz - 345

Novo Hamburgo - 3.244

Portão - 532

Presidente Lucena - 42

Santa Maria do Herval - 69

São José do Hortêncio - 63

São Leopoldo - 3.361

Sapiranga - 1.212

Região 28 – Vale do Rio Pardo (13ª CRS)

Candelária - 386

Gramado Xavier - 54

Herveiras – 41

Mato Leitão - 68

Pantano Grande - 157

Passo do Sobrado - 85

Rio Pardo - 486

Santa Cruz do Sul - 1.755

Sinimbu - 106

Vale do Sol - 120

Vale Verde - 44

Venâncio Aires - 873

Vera Cruz - 349

Região 16 – Alto Uruguai Gaúcho (11ª CRS)

Aratiba - 71

Áurea - 41

Barão de Cotegipe - 86

Barra do Rio Azul – 21

Benjamin Constant do Sul - 33

Campinas do Sul - 63

Carlos Gomes - 15

Centenário - 31

Charrua - 46

Cruzaltense - 20

Entre Rios do Sul - 39

Erebango - 45

Erechim -1.428

Erval Grande - 68

Estação - 70

Faxinalzinho - 30

Floriano Peixoto – 13

Gaurama - 65

Getúlio Vargas - 219

Ipiranga do Sul - 21

Itatiba do Sul - 42

Jacutinga - 39

Marcelino Ramos - 52

Mariano Moro - 21

Nonoai - 208

Paulo Bento - 28

Ponte Preta - 20

Quatro Irmãos - 25

Rio dos Índios - 42

São Valentim - 36

Severiano de Almeida - 45

Três Arroios - 23

Viadutos - 53

Abaixo, estão as cidades contempladas em maio e doses anteriormente distribuídas.

Região 10 - Capital/Vale do Gravataí (1ª CRS)

Alvorada: 3.246

Cachoeirinha: 2.095

Glorinha: 116

Gravataí: 4.106

Porto Alegre: 18.225

Viamão: 3.746

Correio  do Povo

Trensurb conclui drenagem da água acumulada na Estação Mercado

 Conclusão da etapa permitirá que os túneis sejam acessados para dar início à limpeza e a avaliação dos danos sofridos na estrutura e equipamentos da estação

Estação Mercado ficou alagada durante as enchentes 

A Trensurb anunciou nesta terça-feira, a conclusão da drenagem da água que estava acumulada na Estação Mercado do metrô, em função das enchentes que atingiram o estado. O serviço foi realizado com o apoio da Petrobras e do DMAE.

Com a drenagem, pela primeira vez desde a inundação, a Trensurb conseguiu acessar novamente os túneis da Estação Mercado, bem como o túnel que liga a Praça Revolução Farroupilha ao cais do porto e à área da CatSul, que também foi drenado.

Após a drenagem da água, teve início a retirada de lixo da estação terminal do metrô em Porto Alegre. A limpeza do local permitirá, também, que se realize a avaliação dos danos sofridos na estrutura e equipamentos da estação.

Com a finalização da drenagem da Estação Mercado, nos próximos dias, o mesmo serviço será executado também na Estação Rodoviária da Trensurb e na região da bacia rodoferroviária, entre as estações São Pedro e Farrapos.

Conforme a diretora de Administração e Finanças da Trensurb, Vanessa Rocha, após a retirada de toda a água da Estação Mercado, já está definida a próxima etapa. “Deslocar o equipamento para a Estação Rodoviária, que deve ser drenada em dois ou três dias. A seguir, devemos fazer esse trabalho na bacia”, explica.

Correio do Povo

Casa Branca diz estar muito preocupada com esfaqueamento de americanos na China

 EUA afirma que necessidades de segurança serão tomadas



Casa Branca disse, nesta terça-feira (11), estar "muito preocupada" com o esfaqueamento de quatro professores universitários americanos que participavam de um intercâmbio acadêmico no nordeste da China.

"Estamos profundamente preocupados com o esfaqueamento de cidadãos americanos na cidade de Jilin, China, Nossa equipe entrou em contato com eles e com nossos homólogos da RPC (República Popular da China) para que as necessidades das vítimas sejam atendidas e as medidas de segurança necessárias sejam tomadas", afirmou o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, no X.

O suspeito do ataque foi preso, em uma agressão que o Ministério das Relações Exteriores do país asiático chamou de incidente "isolado". As agressões contra cidadãos estrangeiros, em particular ocidentais, são raras na China, onde as ruas são geralmente consideradas muito seguras e o número de ataques é muito menor do que nos Estados Unidos ou na Europa.

AFP e Correio do Povo

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