Mourão diz que não prega insurreição militar, mas defende ação contra atos ilegais do STF

 O senador e general Hamilton Mourão, tirou nota, esta tarde, para explicar melhor o conteúdo da fala que fez ontem no Senado, saudada com entusiasmo pelos oposicionistas e com revolta pelo lulopetismo. Segundo estes, Mourão teria feito proseletismo em favor de um levante militar contra o STF, o MPF e a PF, tudo no caso das operações que resultaram em prisões e mandados de busca e apreensão contra políticos e militares ligados a Bolsonaro. 

Na nota, o senador confirmou suas declarações de que a situação institucional brasileira é anormal, mas que mesmo assim não é o caso de ruptura, o que não quer dizer que não seja necessário repudiar os acontecimentos de ontem. 

Sobre o apelo aos militares para que reajam, eis o que diz a nota da assessoria do senador:

- Quando afirmou que “os comandantes não podem se omitir perante a condução arbitrária de processos ilegais”, não incitou, e nem se referiu, a nenhum tipo de ruptura institucional ou golpe. A referência feita é relacionada a processos ilegais conduzidos em casos envolvendo militares da ativa e à necessidade de ação das Forças Armadas e da Justiça Militar, na instauração de inquéritos policiais militares (IPM) para a condução de investigações, em caso de militares da ativa supostamente envolvidos em irregularidades, no exercício de cargos e funções de natureza militar.

Ou seja, Mourão considera ilegais os atos autorizados por Moraes contra os generais e oficiais do Exército e da Marinha e quer reação dos militares.

CLIQUE AQUI para ler a nota.


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Alexandre Garcia, Augusto Nunes, Henkel e Navarro agora, em "Oeste sem Filtro"

 


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Frase da Janja

 


Nunes prepara decreto que vai desapropriar 10% do território de SP

 


São Paulo — A Prefeitura da capital prepara um decreto para desapropriar áreas verdes que pertencem a proprietários privados para transformá-las em espaços verdes públicos, que passariam a ser preservados. Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), cerca de 10% de todo o território de São Paulo será desapropriado.

O processo vem sendo tocado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente desde 2022. Ao todo, são 17 áreas, concentradas no extremo da zona sul — embora haja terrenos nas zonas norte e leste — que serão transformadas em parques ou unidades de conservação.

Os estudos iniciais, de 2022, davam conta de um custo total de cerca de R$ 438 milhões para a aquisição de todos esses terrenos — o valor e demais detalhes estão em processo de atualização, segundo o prefeito.

“A gente vai fazer agora, nos próximos dias, uma desapropriação, um decreto de desapropriação, de 10% do território da cidade para áreas de preservação”, disse Nunes, nesta quarta-feira (17/1), durante um evento para marcar a entrega de uma usina de energia solar na represa Billings, na zona sul.

“São áreas privadas da cidade, que têm interesse ambiental porque têm nascentes, mata nativa, e a Prefeitura de São Paulo vai desapropriar para ficar ad aeternum [para sempre] como patrimônio da cidade, preservando as nossas matas, preservando nossas nascentes”, afirmou o prefeito.

Ao todo, 33% do município de São Paulo corresponde a áreas de vegetação nativa, segundo a secretaria do Verde. Contudo, 2,5% dessa área ainda não está sob nenhum tipo de proteção pública.

Algumas das 17 áreas já eram objeto de debates sobre a criação de parques desde a gestão Gilberto Kassab (PSD), entre 2009 e 2012.

 

Veto a novo Zoneamento

No evento em que comentou sobre o decreto de desapropriação, o prefeito também afirmou que vai vetar um trecho da nova Lei de Zoneamento, aprovado pela Câmara Municipal no fim de dezembro, que permite a construção de moradias populares em zonas de proteção ambiental.

Segundo o prefeito, o veto não deve provocar mudanças significativas na discussão sobre problemas habitacionais e nem para questões de preservação ambiental.

Nunes tem até sexta-feira (19/1) para sancionar a nova lei.

Agora Notícias

É uma canalhice a estória da minuta encontrada no escritório de Bolsonaro

 A minuta de um decreto de decretação de estado de sítio encontrada no escritório de Bolsonaro na sede do PL, é uma cópia de igual documento que desde março do ano passado já estava em poder do ministro Alexandre de Moraes, da PF e dos advogados que trabalham para investigados no inquérito do STF. Ele estava no celular do coronel Mauro Cid e disponibilizado nos autos em poder de Moraes, abertos aos advogados. O advogado Paulo Cunha Bueno, no vídeo abaixo, conta que foi ele, Paulo Cunha Bueno, quem copiou a minuta ao replicar os autos, repassando tudo para Bolsonaro, isto em novembro do ano passado. Este vídeo a seguir, desmascara a narrativa de que a minuta seria prova material da "culpa" de Bolsonaro. Uma canalhice, até porque minuta não é documento oficial e decretação de estado de sítio é remédio constitucionalmente uma prerrogativa do presidente da República, o que significa nada a posse da minuta em poder de Bolsonaro. Veja o vídeo:


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Sofá Cama Retrátil e Reclinável 2,10m com Molas Carol Veludo Cinza Adonai Estofados

 


Informações do Produto

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OAB pede para Supremo liberar contato entre advogados dos alvos da Polícia Federal

 

O ministro do STF Alexandre de Moraes, que autorizou operação, proibiu que os investigados se comuniquem entre si inclusive através de advogados.


Foto: Foto: Carlos Moura/SCO/STF


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu nesta sexta-feira (9) que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrube a proibição de comunicação entre os advogados dos alvos da operação que investiga uma tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro (PL) no poder. O ministro do STF Alexandre de Moraes, que autorizou operação, proibiu que os investigados se comuniquem entre si inclusive através de advogados.

Segundo o magistrado, a medida era necessária para garantir a coleta de provas e evitar interferência nas investigações. Moraes afirmou, ainda, que adotou a mesma medida em “inúmeras investigações semelhantes”.

A OAB, entretanto, alega que a proibição fere as prerrogativas dos advogados e pressupõe, genericamente, que esses defensores vão atuar de forma ilegal.

Na nota, a OAB nega que tenha sido procurada pelo então presidente Bolsonaro para apoiar um documento que contestasse a lisura das eleições brasileiras.

Em uma reunião com ministros em julho de 2022, Bolsonaro propôs que presentes participassem da redação de um documento que afirmasse ser impossível “definir a lisura das eleições” e incluísse elementos externos, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“Reiteramos a confiança da OAB no sistema eleitoral e nas urnas eletrônicas. Relembramos ainda todas as ações concretas tomadas pela Ordem para rechaçar as acusações infundadas feitas contra o sistema eleitoral e para defender a Justiça Eleitoral”.


O Sul

Perfil da Câmara publica ataque contra Moraes no Twitter: “Ditador”

 


O perfil da Câmara dos Deputados publicou na manhã deste sábado (10/2) um tuíte com ataque ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A publicação, que foi veiculada às 11h09, chama Moraes de “ditador” e ataca também o presidente Lula. O tuíte já foi retirado do ar.

“O DITADOR Alexandre de Moraes destrói a democracia. Estão planejando um golpe de Estado orquestrado pelo Alexandre e por @LulaOficial. Serei caçado, mas estou lutando contra”, disse o tuíte, que marcou os perfis do ex-presidente Jair Bolsonaro, do vereador Carlos Bolsonaro, do pastor Silas Malafaia e do influenciador Monark.

Procurado pela coluna, o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse ter sido informado de que houve um hackeamento da conta da Casa na rede social e que providências estavam sendo tomadas.

Fonte: Guilherme Amado – Metropoles

Agora Noícias

Ex-presidente Jair Bolsonaro fala sobre operação da PF e nega tentativa de golpe

 


O ex-presidente Jair Bolsonaro disse hoje (09) que nunca existiu tentativa de golpe no governo dele. Em uma entrevista exclusiva, Bolsonaro também falou sobre a operação da Polícia Federal em que ele e seus aliados foram alvos na última quinta-feira (08).


Redes sociais ridicularizam "provas" usadas por Moraes para acionar PF contra Bolsonaro

 


O meme ao lado reproduz  bilhete ao lado teria a autoria de Bolsonaro, conforme material recolhido no mandado de busca e apreensão realizado pela PF na casa de Angra.

O vazamento de inúmeras peças relacionadas com a mais recente operção desfechada por Alexandre de Moraes contra Bolsonaro, torna ainda mais ridículas as denúncias feitas contra ele, sempre dando ênfase a malfeitos ridículos (jóias sauditas e passaporte vacinal, por exemplo), mas agora coroadas com o caso da tentativa de golpe de Estado.

O vazamento do vídeo com a reunião minesterial do dia 22 de julho de 2021 é de um ridículo atroz.

Quem ler o texto que o editor publicou sobre trecho da reunião ou se der ao trabalho de ver e ouvir tudo o que se passou na reunião ampla com 23 ministros, sairá perplexo com a ousadia de que foi tomada o 

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