Lojas e shoppings que fecharam em 2023

 

A esquerda quer justiça?

 



Querem justiça? Essa menina era marionete da UFRGS e militante do PCdoB. A esquerda defende bandidos. O chefe da quadrilha esquerdista diz que não vê problema em roubar um celular para tomar uma cervejinha.
Acho que não tem que ter justiça. O que a esquerda precisa fazer é um termo de ajustamento de conduta com os seus companheiros de bandidagem.

Ex-primeiro-ministro holandês e sua esposa morrem de mãos dadas por eutanásia aos 93 anos

 Os dois vinham apresentando uma saúde frágil nos últimos anos

Dries van Agt, o primeiro-ministro da Holanda de 1977 a 1982, morreu por eutanásia, 'de mãos dadas' juntamente com a sua esposa, Eugenie Krekelberg, segundo a organização de direitos humanos que fundou. Ambos tinham 93 anos. A eutanásia é um procedimento médico que induz à morte a pedido de pacientes que estão sofrendo e é permitida em alguns países.

A notícia foi divulgada na sexta-feira, 9, pelo Fórum dos Direitos, mas o casal morreu no dia 5 de fevereiro e foi enterrado em uma cerimônia privada na cidade de Nimegue. Os dois vinham apresentando uma saúde frágil nos últimos anos.

Em 2019, Van Agt sofreu uma hemorragia cerebral enquanto participava de um evento e nunca se recuperou completamente. 'Ele morreu de mãos dadas com sua amada esposa, Eugenie Krekelberg, o apoio e âncora com quem esteve junto por mais de 70 anos e a quem sempre continuou a se referir como 'minha garota'', disse a organização sem fins lucrativos. disse em um comunicado.

Democrata cristão de origem holandesa tradicional, Van Agt tornou-se cada vez mais progressista depois de sair da política, acabando por abandonar o seu partido em 2017 devido a diferenças ideológicas com a abordagem do Apelo Democrata Cristão.

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, elogiou o ex-político. 'Com a sua linguagem floreada e única, as suas convicções claras e a sua apresentação marcante, Dries van Agt deu cor e substância à política holandesa numa época de polarização e renovação partidária', disse Rutte em um comunicado.

Histórico

Juntamente com o Partido Liberal de direita, o Apelo Democrata Cristão governou a Holanda com Van Agt como primeiro-ministro de 1977 a 1981. Após as eleições, tornou-se novamente primeiro-ministro, formando uma coligação com o Partido Trabalhista e os Democratas centristas.

Após uma visita a Israel em 1999, ele tornou-se cada vez mais expressivo sobre o seu apoio ao povo palestino. Ele se referiu à experiência da viagem como uma 'conversão'. Em 2009, fundou o Fórum dos Direitos, que defende uma 'política holandesa e europeia justa e sustentável em relação à questão Palestina/Israel', de acordo com a organização sem fins lucrativos.


Correio do Povo

Bolsonaro convoca ato na Paulista em meio a investigações da PF

 Ex-presidente garante que aproveitará a ocasião para se defender das acusações que vem sofrendo

Bolsonaro convocou para ato em São Paulo 

Em um vídeo distribuído nas redes sociais pelos perfis de aliados próximos, o ex-presidente Jair Bolsonaro convocou um ato para o próximo dia 25 na Avenida Paulista, com o argumento de que quer usar a ocasião para se defender, em meio às investigações da Polícia Federal. O assessor e advogado do ex-presidente, Fabio Wajngarten, confirmou a realização do evento.

Bolsonaro foi um dos alvos da operação Tempus Veritatis na última semana e precisou entregar seu passaporte às autoridades. A PF apura a participação do ex-presidente em uma articulação para dar um golpe de Estado, impedindo as eleições de 2022 ou a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A revelação de uma reunião em que o ex-presidente fala em 'reagir' antes das eleições e as conversas de aliados sobre uma possibilidade de ruptura aproximaram as investigações do ex-chefe do Executivo. A PF também apura outros casos envolvendo o ex-presidente e seu entorno, como a suposta venda de joias que pertenceriam a União, revelada pelo Estadão, a criação de uma Abin paralela no governo, a falsificação de dados de cartões de vacinação e a operação de milícias digitais.

No vídeo, Bolsonaro argumenta que o ato será 'pacífico' e pede que seus apoiadores evitem levar faixas 'contra quem quer que seja'. Em atos anteriores convocados pelo ex-presidente, tornou-se comum o surgimento de faixas pedindo intervenção federal e atacando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

'Olá amigos de todo Brasil. em especial em São Paulo. No último domingo de fevereiro, dia 25, as 3h da tarde, estarei na Paulista, realizando um ato pacífico em defesa do nosso estado democrático de direito. Eu peço a todos vocês que compareçam trajando verde e amarelo e, mais que isso: não compareçam com qualquer faixa e cartaz contra quem quer que seja', diz Bolsonaro na publicação.

O ex-presidente afirma que, no evento, quer se defender 'de todas as acusações que têm sido imputadas' a ele. 'Mais do que discursos, uma fotografia de todos vocês, pois vocês são as pessoas mais importantes desse evento. Para mostrar para o Brasil e para o mundo a nossa união, as nossas preocupações, o que nós queremos', completou.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Trump pede à Suprema Corte suspensão da decisão que nega sua imunidade penal

 Destino de Trump está nas mãos da Suprema Corte faltando nove meses para as eleições

Trump pede à Suprema Corte suspensão da decisão que nega sua imunidade penal 

ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu, nesta segunda-feira, à Suprema Corte que suspenda uma decisão de um tribunal inferior que negou sua imunidade penal.Um tribunal de apelações anulou, em 6 de fevereiro, a imunidade penal de Trump, reabrindo a possibilidade de ele ser julgado em Washington por supostamente ter tentado alterar os resultados das eleições de 2020, nas quais o republicano perdeu para o presidente democrata Joe Biden.

A apelação deixa o destino de Trump nas mãos da Suprema Corte faltando nove meses para as eleições, nas quais ele provavelmente disputará os votos dos eleitores norte-americanos com Biden pela segunda vez.

Trump enfrenta 91 acusações em quatro casos criminais por supostamente tentar anular a vitória de Biden, manusear indevidamente documentos confidenciais quando saiu da Casa Branca e por pagamentos suspeitos para comprar o silêncio de uma atriz pornô sobre um antigo relacionamento extraconjugal que poderia ter prejudicado sua candidatura em 2016. No início de fevereiro, um tribunal federal de apelações decidiu que ele não poderia reivindicar imunidade.

A alegação de Trump de que é imune à responsabilidade penal pelas decisões que tomou enquanto estava na Casa Branca 'não é respaldada por precedentes, história ou texto e estrutura da Constituição', disseram os juízes na época.Trump argumenta que um presidente deve ter imunidade legal total para poder exercer suas funções sem 'medo' de 'retaliação'.

No entanto, o tribunal de apelações de Washington afirma que deixar um presidente 'fora do alcance' do poder judiciário e legislativo através da concessão de imunidade 'colapsaria' o sistema de separação de poderes. O tribunal de apelações suspendeu a decisão até esta segunda-feira para dar a Trump a chance de apelar para a Suprema Corte.

Os nove juízes da Suprema Corte agora devem decidir se aceitam o caso ou o rejeitam, caso em que a decisão do tribunal inferior será mantida. O julgamento de Trump pelos supostos esforços para alterar o resultado eleitoral deveria começar em 4 de março, mas a apelação o adiou.O magnata republicano é acusado de conspiração para fraudar os Estados Unidos e de obstruir a validação da vitória de Biden no Congresso em 6 de janeiro de 2021.

Naquele dia, Trump incitou seus apoiadores, que então se dirigiram ao Capitólio, onde invadiram e saquearam o prédio, atrasando a certificação da vitória de Biden, antes de serem finalmente expulsos pelas forças de segurança.

AFP e Correio do Povo

Brasileiros em Gaza: como estão os 19 cidadãos que ainda aguardam chance de escapar da guerra

 Grupo na espera por repatriação concentra-se na região Sul, próximo à passagem de Rafah

Grupo na espera por repatriação concentra-se na região Sul, próximo à passagem de Rafah 

Dezenove cidadãos brasileiros e familiares ainda aguardam para sair da Faixa da Gaza, fugindo da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Desde o início do conflito, o governo brasileiro conseguiu apoiar a retirada de 147 pessoas de Gaza, entre brasileiros, binacionais e seus familiares. Quando considerados os repatriados de territórios palestinos e de Israel, o total é de 1.560 pessoas, segundo dados do governo federal.

"Quase todos já haviam sido autorizados, mas não puderam sair por vários motivos", afirmou o embaixador Alessandro Candeas, representante do Brasil junto à Autoridade Nacional Palestina, a respeito do grupo remanescente de 19 pessoas, que ainda espera uma chance de escapar da região sul da Gaza.

Os brasileiros na espera por repatriação concentram-se na região Sul, próximo à passagem de Rafah, onde Israel agora realiza operações militares e promove bombardeios, elevando os riscos para civis. A guerra deslocou cerca de 1,7 milhão de palestinos do Norte de Gaza.

Na quinta-feira passada, dia 8, uma família com nacionalidade brasileira e palestina conseguiu deixar Gaza. Trata-se de uma mãe e três crianças - um menino de 4 anos, uma menina de 2 anos e um bebê com menos de dois meses de vida. Eles conseguiram cruzar a fronteira e se dirigir ao Cairo, onde embarcaram ao Brasil em voo comercial. Por causa do parto, a mulher e seus filhos não puderam embarcar no último voo de repatriação, em 23 de dezembro.

Segundo o embaixador, eles também constavam em listas com autorização para deixar Gaza antes, mas a mãe não pode viajar porque estava grávida. Assim como outros brasileiros, estavam alojados em Rafah, em casa alugada pelo escritório do Brasil em Ramallah, recebendo a assistência consular, como recursos para comprar alimentos, água e remédios.

A saída de cidadãos estrangeiros do território conflagrado é feita por meio de listas. Exige um aval triplo, de autoridades do Egito, de Israel e também do Hamas, que controla Gaza. O Catar e os Estados Unidos também atuaram nas tratativas desde o início das negociações para que milhares de estrangeiros pudessem deixar Gaza.

Agenda com egípcios e palestinos

Na próxima quinta-feira, dia 15, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcará no Cairo para conversar pessoalmente com o presidente egípcio, Abdel-Fattah el-Sissi, sobre a crise humanitária em Gaza, a saída de brasileiros, a soltura de reféns israelenses capturados pelos terroristas do Hamas, entre outros aspectos da guerra, como um acordo de cessar fogo.

Lula tem feito uma série de gestos políticos e diplomáticos em favor de pleitos dos palestinos e vem sendo criticado por israelenses. O petista acusou Tel-Aviv de promover genocídio e terrorismo na resposta militar ao ataque terrorista do Hamas, desde 7 de outubro do ano passado. E endossou politicamente um processo contra Israel, movido pela África do Sul, que acusou o país de promover o genocídio do povo palestino, perante a Corte Internacional de Justiça.

Na quinta-feira, Lula jantou e foi homenageado na Embaixada da Palestina em Brasília. Na ocasião, prometeu reforçar o caixa Agência das Nações Unidas para Refugiados Palestinos (UNWRA). O órgão vive uma crise e viu suas doações internacionais indispensáveis ao suporte humanitário serem bloqueadas, após ter sido acusada por Israel de colaborar com atos terroristas do Hamas. O presidente já havia recebido o embaixador Ibrahim Alzeben em audiência no Palácio do Planalto.

Depois, Lula terá uma conversa na Liga Árabe, sediada no Cairo. Em seguida, irá à Etiópia, onde conversará com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Mourão: Forças Armadas não podem se omitir depois de operação da PF | #osf

 



Morre segunda vítima de explosão em fábrica de rações em Carazinho

 Adriano dos Santos Pedroso, que não teve a idade confirmada, estava internado no Hospital de Clínicas em Passo Fundo

O Hospital de Clínicas de Passo Fundo confirmou a segunda morte em decorrência da explosão em uma fábrica de rações no município de Carazinho, ocorrida no dia 5 deste mês. Adriano dos Santos Pedroso, um dos seis feridos no acidente, faleceu na manhã do último domingo. João Carlos Chaves, 51 anos, morreu dois dias após o acidente e outros três funcionários do local sofreram ferimentos leves e foram liberados após atendimento hospitalar. Um trabalhador segue internado no HC, em estado grave.

A empresa lamentou a perda de Adriano por meio de nota divulgada em redes sociais, onde também afirma estar empenhada em oferecer auxílio às vítimas e seus familiares. Confira a íntegra:

“É com profunda tristeza que informamos o falecimento de Adriano dos Santos Pedroso nosso Colaborador da unidade de Carazinho, em decorrência do acidente havido em 5 de fevereiro de 2024. Com profunda dor e luto, externamos nossos sentimentos aos familiares, amigos e colegas de trabalho. Neste momento concentramos nossos esforços em prestar auxilio às vitimas e seus familiares”.


Correio do Povo

Ataque a tiros em metrô de Nova Iorque deixa um morto e cinco feridos nos EUA

 Autoridades locais atualizaram o estado de saúde das vítimas do atentado

Ataque a tiros em metrô de Nova Iorque deixa um morto e cinco feridos nos EUA 

Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas em um ataque a tiros ocorrido nesta segunda-feira em uma estação de metrô de Nova York, pouco antes do horário de pico, segundo informações dos bombeiros.

As autoridades receberam o chamado de emergência pouco depois das 16h30. Primeiro, foi relatado que seis feridos foram levados ao hospital e um deles foi declarado morto, afirmou a polícia, que culpou uma discussão entre um grupo de adolescentes que viajava em um vagão do metrô.

'Não acreditamos que se trate de um ataque aleatório [...] Acreditamos que esse ataque a tiros teve origem em uma disputa entre dois grupos que começou em um trem', disse o chefe de trânsito da polícia da cidade, Michael Kemper.'Infelizmente, uma das vítimas, um homem de 34 anos, foi declarada morta', acrescentou.

A estação de metrô elevada da Mount Eden Avenue, no bairro do Bronx, foi isolada pela polícia, que junto com agentes da Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos, realizava uma investigação das circunstâncias do tiroteio.Os ataques a tiros são comuns nos Estados Unidos, onde existem cerca de 400 milhões de armas, mais do que pessoas.

Pesquisas mostram que a maioria dos americanos é a favor de uma regulamentação mais rigorosa das armas, mas o poderoso lobby das armas e os eleitores mobilizados que apoiam a posse de armas para autodefesa e como diversão têm impedido repetidamente a adoção de medidas. Nova York tem uma taxa de homicídios mais baixa do que muitas grandes cidades americanas, e a posse de armas de fogo em público é ilegal para civis em quase todos os casos

AFP e Correio do Povo

Mãe de Cristiano Ronaldo revela torcida pelo Grêmio no Brasil

 Maria Dolores Aveira torce pelo Tricolor em função do genro gaúcho

Tricolor conta com torcedora ilustre 

Além de negócios no Brasil, a família de Cristiano Ronaldo revelou ter suas paixões pelo futebol nacional. Em uma publicação no Instagram, a mãe do craque português, Maria Dolores Aveiro, revelou que sua torcida no País vai para o Grêmio. Em uma caixa de perguntas aberta pela filha, Katia Aveiro, a mãe de Cristiano Ronaldo foi questionada sobre sua torcida no Brasil.

'Desejo toda a sorte do mundo', disse Maria Dolores, seguido de um grito de Grêmio, dado por Katia. Katia é casada com Alexandre Bertolucci, gremista e empresário gaúcho. Vem daí a preferência da sogra pelo clube tricolor. 'Qual teu clube?', perguntou Dolores ao genro antes de dizer sua torcida. 'Meu genro é Grêmio, e eu também sou'.

A irmã de Cristiano Ronaldo divide sua vida entre o Rio Grande do Sul, onde mantém negócios imobiliários, e Portugal, do qual a mãe, Maria Dolores, não sai de jeito nenhum. 'Eu moro na (Ilha da) Madeira e não troco meu cantinho por nada nesse mundo. Gosto do Brasil só de passagem', disse Maria Dolores.

A mãe do astro português também revelou sua comida preferida quando está no País. 'Arroz com feijão preto', apontou. Cristiano Ronaldo tem boa ligação com o Brasil. Ele chamou o cantor Luan Santana, do qual a mãe é fã, para cantar em sua festa de Ano Novo e o presenteou com um relógio avaliado em R$ 432 mil. O filho mais velho do jogador do Al-Nassr, Júnior, comumente aparece vestindo uniformes de clubes brasileiros, como Palmeiras e Flamengo.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo