As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
LULA INTERFERE EM ELEIÇÃO ARGENTINA - 05.10.23
Por Rodrigo Constantino - publicado na Gazeta do Povo
Lula criou o Foro de SP com Fidel Castro na década de 1990 para "resgatar na América Latina o que se perdeu no Leste Europeu", ou seja, o comunismo. Desde então, os comunistas latino-americanos têm atuado de forma coordenada para avançar com seu projeto totalitário no continente.
Hugo Chávez foi o que chegou mais longe, transferindo o poder para Nicolás Maduro em seguida, até hoje o ditador socialista que ajudou a transformar a rica Venezuela num narco-estado falido, que persegue os adversários políticos e não poupa o uso de milícias cubanas para espalhar o terror.
Lula chegou a gravar vídeos pedindo voto em seu companheiro Maduro quando era o presidente do Brasil. Hoje não precisa mais fazer isso, pois na "democracia relativa" do país, eleição virou simples jogo de cena para dar um verniz de legitimidade à tirania escancarada.
Na Argentina, a família Kirchner tem sido o principal instrumento para a consolidação do projeto socialista. Javier Milei, um economista liberal, tem sido a grande ameaça a este projeto. Claro que Lula, de volta "à cena do crime", como diria Alckmin, não ficaria parado olhando tudo isso.
Segundo o Estadão, Lula atuou em operação para banco emprestar US$ 1 bilhão à Argentina e barrar avanço de Milei. Não seria qualquer novidade, pois está evidente o risco ao projeto comunista se Milei virar o jogo e derrotar, com voto impresso, o "poste" de Kirchner.
O próprio Milei compartilhou a reportagem do jornal brasileiro e comentou: "TIEMBLA LA CASTA ROJA. Muchos comunistas enojados y con acciones directas contra mi persona y mi espacio... LA LIBERTAD AVANZA. VIVA LA LIBERTAD CARAJO".
Leandro Ruschel comentou a nova interferência criminosa de Lula no país vizinho: "O Foro de São Paulo atua para impedir a derrota da esquerda na Argentina. Lula atua diretamente para influenciar eleições na Argentina, como fez na Venezuela, em que chegou ao ponto de enviar seu marqueteiro para atender Maduro, e aprovou bilhões do BNDES, que nunca foram pagos".
A militância lulista na imprensa, porém, não vê problema algum na interferência. É o caso de Guga Noblat, que escreveu: "Quer dizer então que Lula está operando para derrotar o Bozoloide da Argentina? Queriam que ele ficasse assistindo de camarote a eleição de um desequilibrado que promete cortar relações com o governo brasileiro? Se Lula ajudar a derrotar o Javier Milei, aí é que ele vira herói da América Latina e ainda salva o Brasil de uma dor de cabeça já que Argentina é nosso terceiro maior parceiro comercial".
O Canal do Negão rebateu o argumento com um cenário hipotético: "Guga meu querido Guga, vou te ajudar a entender. Imagine que o "Bozoloide" é presidente da Argentina e o Bolsonaro do Brasil, aí eu comento a noticia de que o Bolsonaro mandou 1 bi pra Argentina com o argumento de que é pra impedir a entrada de um 'comunista' no poder, do que você acusaria o Bolsonaro?"
A hipocrisia da esquerda radical salta aos olhos. Eles sempre puxam da cartola a tal "autodeterminação dos povos" quando interessa, quando é para impedir até críticas legítimas a ditadores, ignorando que não foram eleitos de fato para representar povo algum. Mas quando comunistas atuam para interferir diretamente em eleições de países vizinhos, aí tudo bem, pois é para impedir o "fascismo".
Eis o truque barato de todo comunista: chamar de fascista o que não é comunismo, e justificar todo tipo de abuso de poder contra o adversário, pois é para "salvar a democracia". Ainda que seja uma "democracia" nos moldes venezuelanos ou cubanos. Seria até cômico, não fosse tão trágico!
Pontocritico.com
CORPORATIVISMO COMUNISTA SUL-AMERICANO
CUSTE O QUE CUSTAR
É mais do flagrante o notório compromisso que existe entre os países governados por integrantes do -FORO DE SÃO PAULO-, para estimular e/ou garantir -CUSTE O QUE CUSTAR-, que o PODER PERMANEÇA OU VENHA A SER TOMADO por governantes que comungam dos ideais TIRÂNICOS cuidadosamente preparados, definidos e elencados na CARTILHA da ORGANIZAÇÃO COMUNISTA fundada por Lula e Fidel Castro.
MANOBRAS CORPORATIVISTAS
Se na cabeça de muitos brasileiros os propósitos e/ou ações promovidas pelo FORO DE SÃO PAULO mais se parecia com um SONHO DE VERÃO vivido por COMUNISTAS INGÊNUOS, o fato é que a ORGANIZAÇÃO -FSP- foi ganhando corpo e a CÚPULA, promovendo manobras escandalosamente -CORPORATIVISTAS- usa e abusa de dinheiro público para financiar eleições que favoreçam seus candidatos COMUNISTAS nos pleitos que acontecem EM CADA PAÍS LATINO-AMERICANO.
SUJO CONTEXTO
Pois, ontem, neste SUJO CONTEXTO que de resto marca as costumeiras atitudes dos COMUNISTAS, a MENTIROSA ministra do ANTI-PLANEJAMENTO e FRACASSADO-ORÇAMENTO, Simone Tebet, resolveu, com total insucesso, NEGAR, de pés juntos, a CLARA E EVIDENTE interferência de Lula em favor de EMPRÉSTIMO (??) de US$ 1 BILHÃO do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) para a Argentina, mesmo sabendo que o país vizinho não tem CRÉDITO.
AVAL DE TEBET
Vejam que até o jornal ESTADÃO, que comunga de pés com o ideário COMUNISTA e inclusive integrou, ou integra, o CONSÓRCIO DA MÍDIA ABUTRE, revelou que o AVAL DE TEBET foi decisivo para a liberação do recurso que teria como objetivo dar VANTAGEM AO CANDIDATO SÉRGIO MASSA na eleição presidencial sobre o principal concorrente, o libertário Javier Milei, que vem crescendo nas pesquisas.
NEGAR O INEGÁVEL
Segundo a Gazeta do Povo, apesar de NEGAR A INEGÁVEL INTERFERÊNCIA DE LULA na liberação do empréstimo, a ministra NÃO NEGOU A SUPOSTA ATUAÇÃO DO PLANALTO para interferir nas eleições do país vizinho. De acordo com apuração do Estadão, como a Argentina já havia atingido o limite de crédito no CAF, um novo acesso a recursos não poderia ser feito. O país vizinho supostamente beneficiado pela atuação de Lula precisava do empréstimo-ponte para que o Fundo Monetário Internacional (FMI) liberasse outros US$ 7,5 bilhões.
PRIME NEWS
PUBLICIDADE ABSURDA
A Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento de convite destinado ao ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta, para prestar esclarecimentos sobre a reserva de valor recorde para PUBLICIDADE OFICIAL no próximo ano.
O requerimento questiona o valor de R$ 647 milhões que será destinado para turbinar a publicidade oficial do governo em 2024. O valor foi inserido no projeto de Orçamento do próximo ano e, se aprovado, representará um recorde de gasto para o setor.
Não por acaso o valor recorde para publicidade do governo será destinado durante um ano eleitoral, e terá "impacto direto na imagem de Lula e do PT”. Que tal?
Pontocritico.com
Brasil precisa se planejar para chegada do 5.5G, avalia vice-presidente da Huawei
Atilio Rulli projeta que tecnologia, que precederá o 6G, esteja disponível no país até 2026
Atilio Rulli projeta que tecnologia, que precederá o 6G, esteja disponível no país até 2026 | Foto: Vítor Figueiró / Especial CPApós um ano da implementação do 5G pelo Brasil, o momento é de planejamento para a chegada e consolidação do 5.5G no país, garante o vice-presidente de Relações Públicas da Huawei na América Latina, Atilio Rulli. De acordo com diretor da empresa chinesa, que esteve na Futurecom 2023, em São Paulo, a expectativa é que o 5.5G, ou 5G Advanced, aumente a capacidade de dispositivos conectados em dez vezes: saindo de 1 milhão por km² para 10 milhões de aparelhos e influenciando na velocidade.
Rulli projeta que até 2026 seja possível sentir um "spoiler" do 6G através do 5.5G. "Essa ampliação nas conexões permite aplicações que antes não eram possíveis, estamos falando de empilhadeiras autônomas, medicina a distância, tudo em função da baixa latência, que permite um tempo de resposta rápido", explica.
O vice-presidente da Huawei pontua que os avanços do 5.5G serão sentidos especialmente no ambiente empresarial. Para consumidores comuns, a tendência é que os efeitos apareçam diretamente no 6G em 2030 no mundo. "No Brasil, esse prazo não deve ser tão diferente".
5G avançando melhor que o esperado
Rulli avalia que essa necessidade de planejar a chegada do 5.5G também se deve ao sucesso no avanço do 5G pelo Brasil. "O 5G no Brasil está na frente do cronograma previsto. O número de cidades com frequência liberadas é bem maior e as estações rádio-base também estão em número superior ao esperado", sintetiza.
No entanto, o vice-presidente da Huawei entende que o consumidor ainda não percebeu os avanços que o mercado espera pelo 5G. "A percepção do usuário não está dentro do que o mercado espera, mas a implementação está acima do que a Anatel espera".
As razões para isso, conforme ele, acontecem pelas necessidades distintas no uso de aparelhos eletrônicos com rede de internet. "O 5G tem grandes vantagens de velocidade e baixa latência. Porém, quando usamos o celular, só percebemos basicamente a mudança de velocidade, se os downloads são executados rápidos, se filmes on demand não travam, por exemplo (...) usamos menos do que o 5G é capaz de nos proporcionar".
Correio do Povo
Presidente da Bolívia é expulso de seu partido
Segundo a resolução aprovada pelos partidários de Evo Morales, Arce se "auto-expulsou" ao faltar em encontro do partido
Morales, que governou entre 2006 e 2019, disputa com Arce a liderança do partido | Foto: Ronaldo Schemidt / AFP / CPO presidente da Bolívia, Luis Arce, foi expulso do MAS, o partido com o qual venceu as eleições de 2020, nesta quarta-feira (4). Expulsão ocorre em meio a uma disputa com seu antigo aliado e hoje adversário, Evo Morales, com vistas às eleições presidenciais de 2025.
A legenda governista que Morales lidera afastou Arce de suas fileiras por sua recusa em participar do congresso do Movimento ao Socialismo (MAS), realizado entre terça e quinta-feira no departamento (estado) de Cochabamba.
Segundo a resolução aprovada pelos partidários de Morales, Arce se "auto-expulsou" ao faltar o encontro no qual seu rival deverá ser proclamado candidato às primárias de dezembro, das quais sairá o presidenciável.
"É conhecida a auto-expulsão de Luis Arce" e do vice-presidente, David Choquehuanca, aponta o documento lido durante a reunião.
Outros 28 militantes do MAS leais a Arce, entre eles legisladores e funcionários do governo, também foram expulsos.
Morales, que governou entre 2006 e 2019, disputa com Arce a liderança do partido.
A rivalidade que quebrou a unidade do MAS se acentuou no último ano, após as críticas de Morales ao governo por sua suposta traição, corrupção e tolerância com o narcotráfico.
Após sua tentativa frustrada de se reeleger em 2019 depois de 14 anos de mandato, o esquerdista Morales impulsionou a chegada ao poder de Arce, que ainda não anunciou se tentará a reeleição.
Durante seu congresso, o MAS também modificou os estatutos para que apenas militantes com 10 anos de partido possam se candidatar. Arce não cumpre tal exigência.
A justiça eleitoral deve ratificar ou invalidar as decisões do MAS.
Arce havia se afastado dias antes do congresso do partido governista, alegando que as organizações sociais não estavam representadas.
"Não podemos ir a uma casa onde não vão estar seus verdadeiros donos, as organizações sociais", apontou o mandatário e ex-ministro de Morales.
Sem a origem indígena ou o carisma de seu mentor, Arce conseguiu fortalecer sua liderança entre as bases sociais e sindicais por meio da concessão de incentivos.
Sua desaprovação chega a 50%, segundo uma pesquisa da empresa privada Diagnosis.
No entanto, nos círculos do partido, é tido como certo que Arce tentará a reeleição, dada a oposição enfraquecida e a rejeição que Morales desperta em setores econômicos.
AFP e Correio do Povo
Fifa confirma jogos da Copa do Mundo de 2030 em três continentes
Reunião do conselho da entidade, nesta quarta-feira, aprovou jogos de abertura na América do Sul e restante da Copa em Espanha, Portugal e Marrocos
Confederações europeia, africana e sul-americana chegaram a um acordo para uma candidatura única | Foto: Divulgação/FIFAAs confederações europeia, africana e sul-americana chegaram a um acordo para uma candidatura única, apresentada por Marrocos, Espanha e Portugal, para sediar a Copa do Mundo de 2030, com três jogos na América do Sul, anunciou a Fifa nesta quarta-feira (4).
Para o centenário de sua primeira edição no Uruguai, o Mundial "unirá três continentes e seis países", informou a entidade máxima do futebol, que ainda deverá avaliar critérios técnicos e anunciar oficialmente a organização do torneio no final de 2024.
Mas com a aprovação "unânime" desta candidatura única pelo Conselho da Fifa, o caminho parece claro para este formato intercontinental inédito, prometendo uma configuração política e logística complexa e com inúmeras questões em torno do impacto ambiental dos grandes eventos esportivos.
O anúncio desta quarta-feira encerra a rivalidade anunciada entre os dois favoritos, uma candidatura conjunta de Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai, e uma opção europeia com Espanha e Portugal.
Há um ano, com o apoio da Uefa, os dois países integraram a Ucrânia em sua candidatura com a intenção de lançar "uma mensagem de solidariedade e de esperança" e homenagear "a tenacidade e a resiliência" de um país ocupado pelo exército russo desde fevereiro de 2022.
Contudo, esta união de caráter político não foi adiante, e o Marrocos, cinco vezes candidato não eleito para sediar o torneio, entrou em cena em meados de março, sem que fosse especificado o que aconteceria então com a Ucrânia.
Mas o acordo entre Uefa (Europa), CAF (África) e Conmebol (América do Sul) ratifica a retirada da Ucrânia e a do projeto inicial Argentina-Chile-Uruguai-Paraguai, em troca de uma concessão simbólica e importante.
Segundo a Fifa, uma "cerimônia do centenário" vai acontecer no estádio "onde tudo começou", em Montevidéu, na época em que o torneio reunia 13 seleções em uma mesma cidade anfitriã.
Na última edição, em 2022, no Catar, o Mundial teve a participação de 32 equipes e, a partir da próxima, em 2026, serão 48 seleções nos Estados Unidos, México e Canadá.
Por outro lado, Montevidéu, Assunção e Buenos Aires receberão um jogo cada na Copa de 2030, com os três organizadores principais (Espanha, Portugal e Marrocos) recebendo o grosso das partidas.
AFP e Correio do Povo
Boia Bote Inflável Dragão Summer 57563 Intex
Informações do Produto
Boia Bote Inflável Dragão Summer 57563 Intex
Aproveite o calor do verâo numa piscina refrescante com a sensação da estação: a Boia Bote Inflável Dragão Summer Intex 57563. Ideal para as crianças brincarem muito, ela possui formato de dragão e é multicolorida, toda descolada e divertida. É produzida em Vinil Resistente, possui base larga para maior estabilidade e duas alças para a criança se segurar, garantindo maior segurança. Recomenda-se o uso por crianças à partir de 3 anos e de apenas uma pessoa por vez. O peso máximo recomendado é de até 40kg.
Vereadores de Porto Alegre aprovam Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2024
Proposta prevê receitas e despesas de R$ 11,45 bilhões para o próximo ano
Proposta prevê receitas e despesas de R$ 11,45 bilhões para o próximo ano | Foto: Fernando Antunes/CMPAEntregue pelo prefeito Sebastião Melo (MDB) ao presidente da Câmara de Porto Alegre, vereador Hamilton Sossmeier (PTB), no dia 21 de agosto deste ano, foi aprovada a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2024. Com cerca de quatro horas de discussão, o projeto recebeu 27 votos favoráveis, quatro contrários e quatro abstenções.
A LDO serve de base para a produção da Lei Orçamentária Anual (LOA), que será votada até dezembro no Legislativo, regulamentando o planejamento financeiro anual do município. Para 2024, as receitas e despesas se equiparam em R$ 11,45 bilhões.
Na Câmara, a pauta passou por análise da Procuradoria e das comissões. A relatora do projeto, vereadora Mari Pimentel (Novo), que preside a Comissão de Economia e Finanças (Cefor), definiu a lei como a "primeira estrutura do orçamento" e disse que "a premissa da LDO é dar liberdade de gestão para a prefeitura eleita", argumentando sobre os pareceres contrários que deu para 69 emendas, das 77 (e uma subemenda) propostas na totalidade.
Uma das articuladoras do governo na Casa, a vice-líder Cláudia Araújo (PSD) considerou o dia produtivo. "Conseguimos evoluir. Agora vem a LOA e, através dela, faremos as alterações necessárias". Cláudia demonstrou satisfação pelas mudanças em relação às emendas impositivas, que são recursos destinados por cada vereador para determinadas obras, projetos ou instituições.
"Estava mais engessado. Agora, poderemos fazer a realocação caso alguma tenha impossibilidade técnica", disse. No próximo ano, as emendas poderão ser destinadas apenas até julho, antes do período eleitoral.
Da oposição, quatro vereadores votaram contra o projeto, quatro se abstiveram, um não votou e apenas a vereadora Biga Pereira (PCdoB) registrou voto favorável.
Líder da bancada do PT, Jonas Reis demonstrou insatisfação com a LDO. "É uma peça orçamentária que não olha para os mais pobres da cidade", disse, complementando que, "mais uma vez, o governo não conversa com os dez vereadores da oposição e negligencia que a democracia é a arte do dialogo e de construir com a necessidade de todos".
Com a aprovação, o prefeito tem até o dia 15 de outubro para devolver a LDO ao Legislativo.
Correio do Povo
Para viabilizar Desenrola, BC ajusta norma sobre lavagem de dinheiro e terrorismo
Publicação ajustou uma circular de janeiro de 2020 que trata da prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo
Autoridade monetária esclarece que a mudança não se aplica à contratação de outros produtos e serviços pelo cliente que renegociou o débito com a instituição concedente do crédito | Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil / CPAs instituições financeiras estão dispensadas de levantar, classificar e qualificar clientes que renegociaram débitos por meio do Desenrola. O Banco Central (BC) publicou nesta quarta-feira (4) uma resolução que regulamenta o compartilhamento de dados e de informações de devedores que renegociaram os débitos.
A publicação ajustou uma circular de janeiro de 2020 que trata da prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Pelas novas regras, as instituições financeiras não precisarão compartilhar o histórico financeiro dos devedores para executar os procedimentos de qualificação e de classificação de clientes em programas federais de renegociação de dívidas em três situações:
• Quando as operações renegociadas estiverem inadimplidas (com atraso de mais de 90 dias) na data do estabelecimento do respectivo programa;
• Quando os recursos liberados na operação de renegociação forem transferidos diretamente ao credor da dívida renegociada, sem qualquer interferência do devedor;
• Quando a renegociação se referir a dívidas inadimplidas com pessoas jurídicas não financeiras ou instituições autorizadas a funcionar pelo BC que sejam os responsáveis pela inscrição do devedor em cadastros de inadimplentes.
Segundo o BC, a mudança só foi feita agora devido à sanção do Programa Desenrola. O órgão ressalta que as alterações não abrangem as demais disposições da norma de combate ao terrorismo e de lavagem de dinheiro. A autoridade monetária também esclarece que a mudança não se aplica à contratação de outros produtos e serviços pelo cliente que renegociou o débito com a instituição concedente do crédito.
Em comunicado, o BC acrescentou que os dados que as instituições financeiras compartilhavam, geralmente histórico de relações com outros bancos, estavam relacionados a situações de “baixíssimo risco” de uso do Sistema Financeiro Nacional para lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. O órgão explicou que os bancos participantes do programa estavam enfrentando dificuldades para classificar e qualificar os clientes por que, em várias situações, o devedor não tinha relacionamento prévio com a instituição que concedeu o crédito ou até não ter sido cliente de nenhuma outra instituição antes de contrair a dívida.
Agência Brasil e Correio do Povo
Tebet afirma não ter consultado Lula sobre empréstimo de US$ 1 bilhão à Argentina
A ministra ressaltou que a Argentina já quitou o empréstimo e não deve nada ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF)
"Não é que eu não fui consultada, eu que não consultei o presidente Lula", afirmou Tebet sobre empréstimo | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil / CPA ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou que não consultou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar a decisão de votar favoravelmente a um empréstimo de US$ 1 bilhão feito pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) à Argentina. Ministra respondeu ao ser indagada sobre o assunto pelo deputado Vicentinho Junior, durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento para discussão do Plano Plurianual (PPA), nesta quarta-feira (4). A ministra ressaltou que a Argentina já quitou o empréstimo e não deve nada ao CAF.
"Não é que eu não fui consultada, eu que não consultei o presidente Lula. O presidente Lula não me ligou, não entrou em contato comigo, porque é natural: eu sou governadora desse banco", respondeu Tebet. Ela ressaltou que o Brasil tem participação no CAF e que a instituição se reúne como um banco para ajudar os países da América Latina, incluindo o Brasil, seus Estados e municípios.
Tebet relatou que houve uma demanda por um empréstimo de US$ 1 bilhão para a Argentina por um período de dez dias, que foi votado por 21 países. "Minha secretária, por minha determinação, foi autorizada a votar favoravelmente, como 20 de 21 países votaram favoravelmente. Todos os países que fazem parte do CAF, esse banco que não é nosso, não tem dinheiro federal, e foi aprovado (o pedido de empréstimo)", afirmou.
Ela ainda justificou que pesou para a decisão do Brasil ao aprovar o empréstimo o fato de a Argentina ser o terceiro maior parceiro comercial do País e que, sim, há uma preocupação com a situação do país vizinho. "Esse processo é comum. Sou governadora de alguns bancos, temos processos e pedidos diários, como nós pedimos também. Não é nada incomum, é muito natural", reiterou.
Mais cedo, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência divulgou nota para dizer que a operação teve como único objetivo "ajudar o país com escassez de reservas". A informação sobre o empréstimo-ponte concedido à Argentina para que o Fundo Monetário Internacional (FMI) pudesse liberar um desembolso de US$ 7,5 bilhões ao país vizinho foi revelada pelo Estadão. O Brasil agiu porque, a rigor, o país vizinho não poderia mais ter acesso aos recursos, uma vez que já havia esgotado o limite de crédito.
A nota da Secom diz que "diferentemente do que vem sendo repercutido" (pela imprensa), o empréstimo não teve intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O comunicado afirma, ainda, que Lula não conversou sobre o empréstimo com a ministra do Planejamento, Simone Tebet. Segundo revelou a colunista Vera Rosa, Tebet deu o aval à operação após pedido do presidente.
Agência Estado e Correio do Povo






