Câmara aprova MP do Mais Médicos mesmo com problemas na articulação política do governo

 Foram 353 votos favoráveis, 58 contrários e uma abstenção



Apesar dos recados de insatisfação com o governo enviados nas últimas semanas por deputados, a Câmara aprovou nesta quarta-feira (14) a Medida Provisória (MP) que relançou o programa Mais Médicos. Foram 353 votos favoráveis, 58 contrários e uma abstenção.

O PL, partido de oposição que abriga o ex-presidente Jair Bolsonaro, liberou seus parlamentares para votarem como quisessem, enquanto todas as outras legendas apoiaram o texto, que segue agora para o plenário do Senado. A MP precisa ser aprovada no Congresso até 1º de agosto para não caducar.

A MP permite a prorrogação de contratos do Mais Médicos, programa criado no governo Dilma Rousseff para levar profissionais da saúde a áreas de difícil acesso no interior do País. O período de participação no programa sem a necessidade de revalidação do diploma passa de três para quatro anos. Além disso, médicos formados com apoio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) terão benefícios para pagar a dívida.

Em acordo feito por líderes partidários, os deputados aprovaram um destaque do PL ao texto-base da MP para excluir uma mudança no Revalida - processo de reconhecimento de diplomas de medicina obtidos no exterior - que havia sido aprovada na comissão mista que analisou a medida.

Revalida é uma das etapas para se obter o registro para exercício da medicina no País. A relatora da MP no colegiado, senadora Zenaide Maia (PSD-RN), havia incluído um dispositivo, agora retirado pelo plenário, que permitiria a dispensa da prova prática de habilidades clínicas aos candidatos aprovados em avaliações periódicas do exame.

A aprovação da medida ocorreu em meio à tentativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de resolver a crise política no Congresso. Duas semanas atrás, deputados insatisfeitos com o ritmo de liberação de emendas e de nomeação de aliados para cargos regionais ameaçaram derrubar a estrutura ministerial do governo, com a rejeição de uma MP.

Desde então, Lula entrou em campo, conversou com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e passou a negociar uma reforma ministerial para atender demandas do União Brasil. Mesmo assim, deputados dizem que a liberação das emendas e as nomeações ainda estão lentas.

Agência Estado e Correio do Povo

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Quinta-feira vai ser de instabilidade no Rio Grande do Sul

 Chuva se intensifica durante a tarde e noite


A previsão é de chuva para a tarde e noite desta quinta-feira (15) no Rio Grande do Sul, em especial nas na Metade Norte e Leste. Volumes de precipitação de cerca de 100 mm trazem risco de deslizamentos de terra e alagamentos entre a Serra, o Litoral Norte e a Grande Porto Alegre. Já no Oeste, o sol predomina, com chuva esparsa à tarde em alguns pontos. Na fronteira com o Uruguai, o dia começa gelado e não se afasta geada isolada. Segundo a MetSul, a instabilidade no Estado é causada pela formação de um ciclone extratropical. 

Ciclone

O ciclone extratropical previsto pela MetSul deve chegar às proximidades da costa e deslocar-se do Norte para o Sul, em trajetória anômala. Ele traz risco de chuva muito forte e torrencial no Nordeste gaúcho. 

A chuva durante a tarde, noite e madrugada desta quinta-feira (14) deve se concentrar em municípios dos campos de cima da Serra, mas também ocorre no litoral Norte. Entre quinta-feira e sexta-feira, deve haver horas seguidas de chuva forte, com volumes altos em pouco tempo. De acordo com a MetSul, modelos indicam entre 200 e 300 mm, volumes de um mês e meio a dois em poucas horas.

Como resultado dessa chuva excessiva, os rios podem ter elevação rápida na medida em que a água escoar. "Potencial de grande risco para o rio Tainhas, rio do Sinos, rio Ararangua, rio pelotinhas, rio Canoas, rio Tubarão entre outros da região", diz a MetSul. 

Já para Porto Alegre e Região Metropolitana, o maior risco é para as cidades entre o Vale do Sinos e o Paranhana. O volume das chuvas pode ficar entre 150 e 200 mm em algumas cidades. 

"Em toda a região da Grande Porto Alegre há risco de eventos de chuva forte e alagamentos, contudo, ressalta-se que cenário mais critico nas áreas mais ao Norte", destaca a MetSul.

Em Porto Alegre, a mínima é de 14°C e a máxima é 16°C.

Mínimas e máximas pelo RS:

Uruguaiana 12ºC / 16ºC
Torres 15ºC / 17ºC
Bagé 8ºC / 16ºC
Erechim 11ºC / 13ºC
Santa Maria 11ºC / 15ºC


Correio do Povo

Frente fria com chuva dificulta monitoramento de mortes de aves no Taim

 Número de animais mortos em foco de gripe aviária na Estação chega a 86



A chegada de uma frente fria acompanhada de chuva vem dificultando o monitoramento do surto de gripe aviária (H5N1) registrado na Estação Ecológica do Taim, no litoral Sul. Nos últimos cinco dias, as equipes que fazem o rastreamento da na área tiveram de fazer uma pausa. A detecção de um foco da doença, em aves silvestres localizadas próximas à Lagoa da Mangueira, em Santa Vitória do Palmar, foi registrada em 29 de maio. Desde então, 86 aves mortas foram localizadas e a estação segue sem previsão de reabertura. O monitoramento fica mantido até o surto de mortalidade acabar.

Segundo o chefe da estação e servidor do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Fernando Weber, entre sexta passada e o domingo, houve dificuldade de realizar o monitoramento. “Na segunda-feira, voltamos a usar drones, que ajudaram a localizar mais aves. Ontem foram duas, e hoje, três. Muito vento atrapalha o voo do drone. Com a melhora do tempo, na segunda, houve o retorno do monitoramento por embarcações”, detalha.

O Taim registrou mortalidade elevada de cisnes-de-pescoço-preto (Cygnus melancoryphus), ao longo da Lagoa Mangueira, em decorrência da gripe aviária. Devido à dificuldade de acesso ao local, drones e sobrevoos de helicóptero vêm sendo empregados para localizar as aves.

Conforme o veterinário da Estação Ecológica (Esec), Magnus Severo, mesmo com a mortandade contabilizando mais de 80 aves e a estação tendo grande extensão territorial, há o registro de apenas um foco de gripe aviária no local.

“Nós temos um foco de gripe aviária. A partir do momento em que temos o diagnóstico do H5N1 em uma espécie, as outras espécies que estão envolvidas de alguma forma, vivendo no mesmo ambiente ou tendo contato entre elas. A gente chama de nexo epidemiológico, ou seja, elas não precisam fazer o teste para saber se estão com H5N1. O óbito de todas elas é em decorrência do H5N1, sem precisar testar”, explica.

O trabalho vem sendo realizado de forma integrada pela Secretaria, o ICMBio, o Ministério da Agricultura e a Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram), que emprestou embarcações e o helicóptero para as ações de vigilância e monitoramento.

A recomendação é de que, caso avistem alguma ave morta, moradores façam o contato com o Serviço Veterinário Oficial ou com a Secretaria do Meio Ambiente da região, e não toquem no animal, apenas reportem à unidade certa. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura através da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima, ou através do Whatsapp (51) 98445-2033.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Lula reúne ministros nesta quinta e pode selar despedida de Daniela Carneiro

 Presidente vai aproveitar encontro para agradecer o trabalho da ministra à frente do Turismo e cobrar celeridade em nomeações



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne com todos os ministros do governo nesta quinta-feira (15), e o evento deve marcar a saída de Daniela Carneiro do Ministério do Turismo. Com o cargo ameaçado desde o mês passado, ela conseguiu adiar a demissão mesmo sob forte pressão do partido dela, o União Brasil, e vai ter a chance de se despedir do presidente e dos colegas no encontro que vai ocorrer no Palácio do Planalto.

Lula e Daniela se encontraram na última terça (13) para discutir a situação política da ministra, e o chefe do Executivo decidiu não demiti-la naquele momento para poupá-la de uma saída conturbada. Apesar de já ter dado aval para a troca dela, o presidente tem uma boa relação pessoal com Daniela. Lula não quis simplesmente rifá-la do governo, o que poderia comprometer o prestígio que tem com a ministra, e buscou uma espécie de "saída honrosa" para ela.

Dessa forma, na reunião ministerial desta quinta, Daniela deve fazer um balanço da passagem dela pelo Ministério do Turismo, enquanto o presidente deve agradecer à ministra pela contribuição ao governo. Se demitida, Daniela voltará à Câmara dos Deputados, onde promete dar apoio a Lula. "Nós somos Lula até o fim", declarou ela nessa quarta (14), em audiência no Senado.

A saída de Daniela é apenas questão de tempo, como reconhecem membros do governo, e na terça (13) o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, participou de um jantar com deputados do União Brasil para confirmar que a troca vai ocorrer. O substituto será o deputado Celso Sabino (União Brasil-PA), que tem o apoio da ampla maioria da bancada para chefiar o Ministério do Turismo.

O União Brasil aguarda a mudança desde que Daniela anunciou em abril que deixaria a legenda, e ao longo do mês passado deu recados a Lula de que a troca era necessária caso o presidente quisesse contar com os votos do partido no Congresso. Em votações de temas delicados para o governo, como a de um projeto que anulou as alterações promovidas pelo chefe do Executivo no marco do saneamento básico, o União Brasil votou em peso contra o Palácio do Planalto.

"Sobre ministério, quem tem legitimidade para escolher ministro, nomear ministro e demitir ministro é o presidente Lula. Quando, e se ele achar que deve, ele vai nos chamar. Há entre nós e o governo uma concordância de que a forma como foi concluído no início do mandato não foi adequada, porque não houve a legitimação da bancada", disse o deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), líder do partido na Câmara.

Cobrança por mais resultados

Durante a reunião ministerial, Lula também vai cobrar dos integrantes do primeiro escalão do governo mais celeridade nas ações de cada pasta. O presidente pretende lançar, em 2 de julho, um programa voltado para grandes construções de infraestrutura para todo o país — o projeto tem sido chamado nos bastidores de novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Além disso, o presidente deve cobrar dos ministros mais velocidade nas nomeações para órgãos de segundo e terceiro escalão, com o objetivo de melhorar a articulação política do Executivo junto ao Legislativo. Lula vai pedir que as indicações feitas por parlamentares sejam atendidas o quanto antes.

Deputados e senadores têm se queixado da demora nas nomeações para cargos na estrutura da União nos estados. Os congressistas também têm reclamado da atuação de Padilha, responsável pela articulação política com o Congresso, que reconhece a necessidade de atender os pedidos dos parlamentares.

"Nós temos feito um trabalho junto aos ministérios. Os parlamentares apresentam, nos estados, nomes, e tem uma avaliação técnica desses nomes. O presidente Lula reforçou isso. Quer gente competente, mas reforçou a importância de o governo sempre estar à disposição de ouvir o Congresso Nacional, ouvir os atores políticos, representantes da sociedade, na composição do governo", disse o ministro da Secretaria de Relações Institucionais.

R7 e Correio do Povo

ENQUADRAMENTO IRRESPONSÁVEL

 LUIZA PETISTA TRAJANO

Na segunda-feira, 12, durante evento do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), a empresária Luiza PETISTA Trajano (leia-se Magazine Luiza), sob efusivos aplausos de seus pares VAREJISTAS, resolveu enquadrar o palestrante, Roberto Campos Neto, presidente do independente Banco Central, pedindo, desesperadamente, a queda da Taxa de Juros Básica. 


E A CARGA TRIBUTÁRIA ???

Em nenhum momento, a ULTRAJANTE -empresária- ENQUADROU o governo por conta da CARGA EXCESSIVA DE IMPOSTOS que, de forma geral praticamente DUPLICAM O PREÇO DAS MERCADORIAS VENDIDAS. De novo: VENDIDAS POR TODOS OS VAREJISTAS que participaram do evento. Mais: justamente no dia 12 de junho - DIA DOS NAMORADOS, considerada como a TERCEIRA DATA MAIS IMPORTANTE PARA O VAREJO, depois do Dia das Mães e do Natal. 

MINHA CASA MELHOR

Vale lembrar que a empresária petista foi altamente beneficiada com o desastroso programa -MINHA CASA MELHOR-, onde os contemplados com o programa MINHA CASA MINHA VIDA recebiam do BNDES um cartão de débito com até R$ 5 mil, com taxas de juros subsidiadas, para adquirir móveis e eletrodomésticos essenciais, como sofá, mesa, armário de cozinha, TV, computador ou fogão. Pois, para quem não sabe: 96% dos favorecidos nunca pagaram a conta; e os varejistas não aceitavam a devolução dos produtos alegando que este era um problema do financiador, no caso o BNDES. Que tal?

PREÇO DOS EMPRÉSTIMOS

Como há uma diferença brutal entre TAXA SELIC e TAXA DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO, e neste caso a formação do preço dos empréstimos leva em conta o RISCO, os CUSTOS e os IMPOSTOS, é importante informar à petista ultrajante Trajano e todos aqueles que a aplaudiram freneticamente, que ontem, por 9 votos a 1, o STF decidiu que os bancos devem pagar PIS/Cofins sobre receitas financeiras. Detalhe: de acordo com a Receita Federal a estimativa é que o governo evite uma perda de receitas da ordem de R$ 115 bilhões, a considerar que o valor é com base nas contribuições dos últimos cinco anos.

PRIME NEWS



5 LIVROS PARA ENTENDER O LIBERALISMO



'As Seis Lições', de Ludwig von Mises, abre seleção elaborada pela organização estudantil Students For Liberty Brasil


 


Para quem deseja compreender melhor o liberalismo, mas não sabe por onde começar, a organização estudantil Students For Liberty Brasil (SFLB) elaborou uma seleção de cinco livros. As indicações são do Deputado Estadual Fábio Ostermann (NOVO-RS), ex-membro do SFLB.


As Seis Lições – Ludwig von Mises


Trata-se de uma introdução breve e acessível a pontos importantes da visão liberal sobre o Estado, a economia e a sociedade. O livro é composto por 6 capítulos (as tais “lições”) que são fruto de uma série de palestras que Mises proferiu na Argentina em 1958: “Capitalismo”, “Socialismo”, “Intervencionismo”, “Inflação”, “Investimento Externo” e um capítulo de conclusão intitulado “Política e Ideias”.


As palestras foram transcritas por sua esposa, Margit von Mises, e se tornaram livro após a morte de Mises. O fato de serem palestras transcritas obviamente limita a profundidade da abordagem de cada um dos temas, mas os ganhos em fluidez e facilidade de leitura compensam para o estudante das ideias liberais que pretende ter um primeiro ou segundo contato com as ideias.


As Aventuras de Jonas, o Ingênuo – Ken Schoolland


O interessante desse livro é que ele apresenta os preceitos éticos e as consequências político-econômicas do liberalismo de uma forma didática por meio de uma historinha. O objetivo do livro é ser um livro para crianças.


Traz exemplos práticos e reductios ad absurdum (latim para "redução ao absurdo") bastante didáticas sobre os males do intervencionismo por meio das enrascadas nas quais o protagonista Jonas se mete.


Ao se perder no mar e ir parar em uma terra estranha, Jonas vê na prática diversos dos argumentos intervencionistas serem levados ao extremo, o que expõe a injustiça e a falta de lógica deles.


Apesar de ser um livro originalmente orientado para crianças e adolescentes, obviamente serve muito bem para adultos que desejem entender melhor a lógica dos argumentos liberais na prática e também calibrarem seus próprios argumentos para debates de ideias.


Livre Para Escolher – Milton & Rose D. Friedman


Este livro teve um papel muito importante na minha própria trajetória intelectual – foi o livro que eu poderia dizer que, de fato, me afastou de vez das ideias esquerdistas e intervencionistas com as quais eu havia sido infectado por aulas de história e geografia de colégio e cursinho.


É um livro extremamente didático que explica a visão liberal a respeito de temas como o papel do mercado na sociedade, assistência social, educação, regulações trabalhistas, política monetária e proteção ao consumidor, dentre outros. Como complemento ao livro, o estudante pode (deve!) assistir também no YouTube à série de mesmo nome que, aliás, deu origem ao livro.


O que todos deveriam saber sobre economia e prosperidade – James D. Gwartney e Richard L. Stroup


Excelente síntese da visão liberal a respeito dos fundamentos do livre mercado. É também uma ótima introdução à economia para leigos, em especial o primeiro capítulo, que aborda os dez elementos-chave da economia.


Além disso, o livro trata de maneira acessível sobre as principais fontes do progresso econômico e qual deve ser o papel do governo para o alcance de uma sociedade próspera, harmônica e livre.


O Manifesto Libertário – David Boaz


Apesar do título infeliz na tradução para o português (o original é “Libertarianism, a Primer”, ou seja, “Liberalismo, uma introdução”), trata-se de uma das melhores introduções às ideias liberais disponíveis na praça. Não é um livro tão simples ou fácil de ler quanto os anteriormente citados, mas sua abrangência e coesão compensam. O livro de maneira bastante completa e da forma mais didática possível a construção histórica do ideal de liberdade, bem como os principais pilares do Liberalismo moderno. O livro foi recentemente revisado e atualizado: The Libertarian Mind (ainda indisponível em português).



Sobre o Students For Liberty Brasil - https://www.studentsforliberty.org/brasil/


Presente no Brasil desde 2012, a organização é um braço do Students For Liberty, a maior organização estudantil em prol da liberdade do mundo, presente em 110 países. A organização sem fins lucrativos tem como propósito educar, desenvolver e empoderar a próxima geração de líderes da liberdade. 

Pontocritico.com

Mega-Sena/Concurso 2601 (14/06/23)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1CHNY_pt-BRBR1021BR1022&oq=mega&aqs=chrome.1.69i57j35i39i650j35i39j0i131i433i512j0i131i433i650j0i131i433i512l2j69i60.4280j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Lira afirma que Câmara deve votar reforma tributária antes do recesso parlamentar

 Presidente da Câmara tem apressado a formulação de um texto que contemple principalmente as áreas mais sensíveis da proposta


O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quarta-feira (14) que o andamento da proposta da reforma tributária está “a todo vapor” e que por ser uma pauta importante deve ser votada antes do recesso do meio do ano. Lira tem apressado a formulação de um texto, mesmo que enxuto neste momento, mas que contemple principalmente as áreas mais sensíveis da proposta.

Em reunião nesta quarta-feira (14) com o relator da proposta, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Lira pediu agilidade. “Fizemos esse apelo ao relator, Aguinaldo, ao Bernardo Appy (secretário extraordinário da reforma tributária), Baleia (deputado Baleia Rossi, autor de uma das propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso)”, contou. 

O presidente da Câmara disse ainda que o relator esteve com representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para tratar das questões que envolvem o agronegócio. “Tem força no plenário para impedir sequer a largada, então temos que arredondar, temos que andar com o calendário”, indicou.

Relatório

O GT da Reforma Tributária divulgou no último dia 6 o relatório do que foi elaborado pelo grupo. O texto servirá de base para compor o substitutivo às propostas de reforma em tramitação no Congresso — a PEC 45/2019, na Câmara, e a PEC 110/2019, no Senado.

O principal ponto da proposta trata da unificação dos impostos, com a criação de um único imposto sobre bens e serviços, dividido em um tributo federal e um de estados e municípios.


R7 e Correio do Povo

Depois de revisão de risco país, Haddad diz que Banco Central precisa se somar a "esforço"

 Ministro da Fazenda agradeceu esforços do Judiciário e do Legislativo em colaborar com a agenda econômica do governo



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que os Três Poderes do Brasil estão alinhados em torno das pautas fiscais e monetárias do país. Para ele, porém, o Banco Central não tem participado dessa comunhão. A declaração de Haddad, no fim da tarde desta quarta-feira (14), foi dada depois de a S&P Global Ratings, agência de classificação de risco, ter revisado a perspectiva de longo prazo na escala global para o Brasil, de estável para positiva. A classificação positiva para o país não ocorria desde 2019.

"Os Três Poderes (estão) se harmonizando, está faltando o Banco Central se somar a esse esforço, mas quero crer que estamos prestes a ver isso acontecer. Na hora em que estivermos todos alinhados, a coisa vai começar a prosperar", declarou o ministro.

"Acredito na harmonia entre as políticas fiscal e monetária. Tudo concorre para que a harmonização aconteça mais rapidamente do que o previsto. Seis meses atrás, ninguém esperava que fôssemos estar na situação em que estamos hoje. Temos a oportunidade de ouro de fazer a diferença", completou Haddad.

"É importante que uma agência externa consiga observar esses avanços do Brasil. Tem muito trabalho pela frente, isso é só o começo, mas eu penso que, se nós mantivermos o ritmo de trabalho das duas Casas (Câmara e Senado) e do Judiciário, eu quero crer que vamos conseguir atingir os nossos objetivos", disse o Ministro.

Avaliação da S&P Global Ratings

O documento da agência foi divulgado nesta quarta-feira (14). "Revisamos nossa perspectiva para o Brasil de estável para positiva e reafirmamos nossos ratings de crédito soberano 'BB-/B'", afirmou a agência nesta quarta-feira (14). A avaliação de transferência e conversibilidade permanece 'BB+'.

Para a S&P Global Ratings, os sinais de maior certeza sobre políticas fiscais e monetárias estáveis ​​podem beneficiar as atuais perspectivas de baixo crescimento do PIB do Brasil.

Apesar dos déficits fiscais ainda grandes, afirma a nota, o crescimento contínuo do PIB mais a estrutura emergente para a política fiscal podem resultar em um aumento menor do ônus da dívida do governo do que o inicialmente esperado.

"Nossa visão positiva baseia-se na perspectiva de que medidas contínuas para enfrentar a rigidez econômica e fiscal podem reforçar nossa visão da resiliência da estrutura institucional do Brasil e reduzir os riscos à sua flexibilidade monetária e posição externa líquida", conclui o texto.

Resultados do país

A economia brasileira avançou 1,9% no primeiro trimestre de 2023, na comparação com os últimos três meses do ano passado, de acordo com dados revelados nesta quinta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A alta trimestral é a maior desde a apurada entre outubro e dezembro de 2020 (+3,4%). Na análise somente do primeiro trimestre, trata-se do melhor desempenho da economia no período desde 2010 (+2,2%).

R7 e Correio do Povo

Dólar recua a R$ 4,81, e Ibovespa fecha no maior patamar em sete meses

 Interrupção do ciclo de juros nos Estados Unidos e revisão da perspectiva econômica do Brasil refletem o resultado



dólar à vista voltou a cair ante o real nesta quarta-feira, pela quarta sessão consecutiva, com as cotações reagindo à expectativa de novos cortes de juros na China e a decisão de política monetária do Federal Reserve, que não alterou sua taxa básica. O dólar à vista fechou o dia cotado a R$ 4,8108 na venda, com baixa de 1,06%.

Já o Ibovespa fechou em alta, acima dos 119 mil pontos pela primeira em quase oito meses, após o Federal Reserve confirmar expectativas no mercado e manter os juros dos Estados Unidos na faixa de 5,00% a 5,25% ao ano, embora tenha deixado a porta aberta para aumento adicional até o final do ano.

A melhora na perspectiva da nota de classificação de risco do Brasil para "positiva" pela Standard & Poor's fez o Ibovespa acelerar a alta e renovar máxima da sessão na última meia-hora de pregão. Apesar de titubear, reagiu nos ajustes para confirmar uma máxima de fechamento desde outubro do ano passado.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,99%, a 119.068,77 pontos. Na máxima, chegou a 119.084,5 pontos. O volume financeiro somou R$ 71,9 bilhões, em sessão marcada pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa.

O banco central norte-americano sinalizou em novas projeções econômicas que os juros nos Estados Unidos provavelmente aumentarão mais 0,5 ponto percentual em 2023, diante de uma atividade econômica mais forte do que o esperado e uma desaceleração lenta da inflação.

"A decisão pode ser considerada hawkish na nossa avaliação, haja vista as alterações observadas nos dots (projeções para os juros), algo que considerávamos estratégico para afastar cenários de cortes precoces", avaliou o economista-chefe do Ativa Investimentos, Étore Sanchez, em comentário a clientes.

Na visão dele, o Fed "comprou tempo" para avaliar o andamento da economia, e o fez afastando cenários de cortes precoces, para no mínimo o início do ano que vem. Mesmo sendo uma decisão amplamente esperada, houve volatilidade em praticamente todos os mercados. O Ibovespa chegou a 117.484,70 pontos na mínima após a decisão do Fed, de 118.439,77 pontos pouco antes do anúncio, mas retomou parte do fôlego conforme o chair do BC norte-americano, Jerome Powell, afirmou que as projeções da autoridade monetária não são um plano ou decisão e que não há decisão sobre a reunião julho.

Para o gestor de ações da Ace Capital Tiago Cunha, a reação da bolsa brasileira está mais ligada à fala de Powell, que deixou a próxima decisão mais dependente dos dados econômicos, sinalizando que os "dotz" não deveriam ser considerados de maneira isolada.

"Adicionalmente, como a próxima reunião tem um intervalo de tempo relativamente curto, a percepção é de que os números da economia dos EUA ainda devem ser marginalmente positivos, o que não justificaria por ora uma retomada dos aumentos", acrescentou.

R7 e Correio do Povo