Confira o resultado do sorteio das loterias da Caixa desta quarta-feira, dia 14 de junho

 Foram sorteados os prêmios da Loteria Federal, Lotofácil, Lotomania, Mega Sena e Super Sete


A Caixa Econômica Federal realizou nesta quarta-feira, 14 de junho, os sorteios de número 5.773 da Federal, 2.837 da Lotofácil, 2.481 da Lotomania, 2.601 da Mega Sena, e 406 da Super Sete. Os resultados foram divulgados por volta das 20h no Espaço Caixa Loterias, no novo Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

 

Federal

O concurso 5.773 da Loteria Federal teve os seguintes números sorteados:

1º: 09.084
2º: 79.527
3º: 56.204
4º: 07.309
5º: 16.992

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

 

Lotofácil

O concurso 2.837 da Lotofácil com prêmio estimado em R$ 4.500.000,00 teve os seguintes números sorteados:

01 - 02 - 05 - 06 - 08 - 10 - 12 - 17 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22 - 24 - 25

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

 

Lotomania

O concurso 2.481 da Lotomania com prêmio estimado em R$ 5.000.000,00 teve os seguintes números sorteados:

05 - 08 - 18 - 21 - 28 - 31 - 32 - 37 - 40 - 44 - 47 - 52 - 55 - 56 - 60 - 62 - 75 - 78 - 89 - 92

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.


Mega Sena

O concurso 2.601 da Mega Sena com prêmio estimado em R$ 51.000.000,00 teve os seguintes números sorteados:

03 - 08 - 34 - 40 - 44 - 55
 
A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

 

Super Sete

O concurso 406 da Super Sete com prêmio estimado em R$ 200.000,00 teve os seguintes números sorteados:

Coluna 1: 6
Coluna 2: 2
Coluna 3: 6
Coluna 4: 5
Coluna 5: 5
Coluna 6: 9
Coluna 7: 4

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

O sorteio foi transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no Youtube:

Confira também os últimos resultados dos sorteios aqui.


Correio do Povo

Estudante de medicina é desligada de maternidade após ser fotografada com cigarro eletrônico em centro obstétrico

 

Justiça de SP determina penhora da Arena do Grêmio

 Bancos cobram R$ 266 milhões por construção de estádio gremista



A Justiça de São Paulo determinou, na tarde desta terça-feira, a penhora da Arena do Grêmio. A decisão foi acatada após pedido de três instituições bancárias - Banrisul, Banco do Brasil e Santander - que cobram dívida de R$ 266 milhões pela construção do estádio gremista.


O valor se refere ao financiado pela construção de parte do estádio, em acordo que havia sido realizado na época. Não existe data para o estádio ir a leilão. Cabe recurso da decisão, o que deverá ser feito pelos responsáveis pela gestão da Arena Porto-Alegrense. 

Conforme apurado pelo repórter Paulo Nunes, da Rádio Guaíba, quando o contrato foi feito, o Grêmio colocou uma cláusula no contrato que impede a Arena de ser colocada como garantia no negócio entre os bancos e a construtora OAS. 

O que diz a Arena

Após a penhora, a Arena divulgou uma nota oficial. "Sobre as notícias veiculadas recentemente tratando da penhora da Arena do Grêmio, a Arena Porto-Alegrense, gestora do estádio, esclarece que a penhora efetivada sobre o imóvel tem como objetivo garantir a execução da dívida movida pelos credores e assim permitir que as defesas apresentadas pelos devedores sejam apreciadas.

Portanto, trata-se de um procedimento técnico inerente ao processo. As referidas defesas têm questões substanciais, inclusive de excesso de valor em execução, que ainda receberão resposta pelo Judiciário. Vale destacar, ainda, que o imóvel Arena só pode responder por 8% da dívida, conforme estipulação contratual e que todos estes assuntos permanecem sendo discutidos judicialmente. De qualquer modo, a decisão será questionada via recurso, em razão de possíveis nulidades."

Correio do Povo

IPE Saúde: governo, base e oposição ampliam debate

 Governo reuniu-se com aliados para discutir texto nesta noite. Votação na Assembleia será na próxima terça


O projeto que reestrutura o IPE Saúde esteve no centro das articulações políticas nesta terça-feira (13), uma semana antes da possível votação no plenário da Assembleia Legislativa. Na parte da tarde, a oposição apresentou uma nova proposta, enquanto que à noite, o chefe da Casa Civil, Artur Lemos, reuniu-se com os líderes das bancadas aliadas e independentes, além do líder do governo, Frederico Antunes (PP), para discutir o texto que está em tramitação na Assembleia. 

“Desde o início temos conversado, como na construção prévia de texto. Há uma espinha dorsal do projeto que trabalhamos para manter”, afirmou Lemos, sobre possíveis mudanças ao atual texto. Ele resumiu o encontro com os líderes como um momento de atualizar informações. No plenário, para aprovação, o governo precisa de, no mínimo, 28 votos. A base tem cerca de 30 deputados. Mas as articulações prosseguem. 

Ao mesmo tempo, a expectativa é grande para a audiência conjunta de comissões, que ocorre nesta quarta-feira (14), a partir das 10h, no Dante Barone, para tratar do projeto. 

Oposição apresenta texto alternativo

Oposição ao governo de Eduardo Leite (PSDB), a bancada da federação formada pelo PT e PCdoB na Assembleia Legislativa apresentou o que chamou de uma proposta alternativa ao projeto de reestruturação do IPE Saúde. A sugestão foi detalhada a Artur Lemos, no Palácio Piratini. Em coletiva, após a reunião, deputados detalharam as linhas prioritárias da sugestão. Um dos pontos destacados foi a recomposição geral dos salários dos servidores em 10%. Isso atingiria os servidores ativos, inativos e pensionistas, relacionadas às perdas inflacionárias de 2021 e 2022.

“A iniciativa do governo (do Estado) de fazer a revisão (no IPE Saúde) está correta. Mas que compense os salários. Se recompuserem 10% neste ano é um primeiro passo”, pontuou o líder da bancada, Luiz Fernando Mainardi (PT). 

Outro ponto é a manutenção da chamada solidariedade em relação às contribuições. “Os servidores têm que compreender que entram num sistema de saúde em que a contribuição de hoje irá servir para que no futuro ele possa utilizar os serviços”, ressaltou. A proposta da oposição é de elevar paritariamente as alíquotas.

O exemplo utilizado é que com 4,1 % de contribuição do servidor e do 4,1 % do Poder Público, associada à recomposição de 10% dos servidores, seria possível atingir R$ 700 milhões, o que equilibraria as contas do IPE Saúde. “Isso sem criar os problemas que virão se mantida a proposta que tramita na Assembleia”, pontuou.

Sobre o texto apresentado, Lemos considerou insustentável por prever revisão salarial de 10%, que, segundo ele, geraria um impacto anual estimado em R$ 3 bilhões nas contas públicas.

A proposta original do Executivo prevê o aumento da alíquota aos titulares para 3,6%, alteração por faixas etárias da contribuição por dependente e uma trava global de 12% de contribuição por servidor. Na noite desta terça-feira (13), Lemos e os líderes partidários discutiram alguns pontos do projeto, no sentido de tentar reduzir as resistências e críticas ao projeto. 


Correio do Povo

Oposição reclama de ação da esquerda e relatora ironiza

 #OsPingosNosIs | Claudio Dantas: "Não temos um Congresso de direita, mas fisiológico e aloprado […] No final das contas, todos têm um preço por estarem o tempo todo negociando espaços na máquina pública"




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?mibextid=rS40aB7S9Ucbxw6v&v=218699114382681

Senado aprova MP do Minha Casa, Minha Vida

 Texto vai para sanção presidencial


Os senadores aprovaram nesta terça-feira projeto de lei de conversão da Medida Provisória 1.162/2023, que recria o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O texto vai à sanção presidencial.  A aprovação ocorre na véspera de a MP perder a validade, o que ocorreria nesta quarta-feira. O programa vai atender famílias com renda mensal de até R$ 8 mil, em áreas urbanas, e de até R$ 96 mil no ano, na zona rural. 

O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 7 de junho, porém com alterações. Uma delas é a permissão do uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para projetos de iluminação pública, saneamento básico, vias públicas e drenagem de águas pluviais. 

Há previsão de aplicar, no mínimo, 5% dos recursos do programa no financiamento da retomada de obras paradas, reforma ou requalificação de imóveis inutilizados e construção de habitações em cidades de até 50 mil habitantes. Outra mudança é o desconto de 50% na conta de energia de quem for inscrito no CadÚnico, cadastro dos programas sociais do governo.  

Fim da exclusividade da Caixa  

O projeto aprovado tira a exclusividade da Caixa Econômica Federal como operadora do Minha Casa, Minha Vida. Com a mudança, bancos privados, digitais e cooperativas de crédito poderão operar no programa, desde que forneçam informações sobre as transferências ao Ministério das Cidades com identificação do destinatário do crédito.  O Minha Casa, Minha Vida foi criado em 2009. Em 2020, foi extinto pelo governo de Jair Bolsonaro e substituído pelo Casa Verde e Amarela.  

Classe média

Nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ampliar o programa para atender outras faixas de renda, em especial, a classe média.  “Nós precisamos fazer não apenas o Minha Casa, Minha Vida para as pessoas mais pobres. Precisamos fazer o Minha Casa, Minha Vida para a classe média", disse Lula durante estreia do bate-papo semanal Conversa com o Presidente, ao lado do jornalista Marcos Uchôa. 

"O cara que ganha R$ 10 mil, R$ 12 mil, R$ 8 mil esse cara também quer ter uma casa e esse cara quer ter uma casa melhor", afirmou. "Então vamos ter que pensar em todos os segmentos da sociedade para a gente fazer com que as pessoas se sintam contempladas pelo governo", garantiu o presidente.


Agência Brasil e Correio do Povo

JUÍZA GABRIELA HARDT SEGUIRÁ À FRENTE DA OPERAÇÃO LAVA JATO, DEFINE TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

 


A juíza substituta Gabriela Hardt seguirá comandando a Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba. Ela não foi beneficiada após ter se candidatado com a remoção para outra vara em Florianópolis (SC).

O resultado do processo de remoção foi publicado na edição de terça-feira (13) do Diário de Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre. Conforme o documento, outra juíza foi escolhida seguindo o critério de antiguidade.

Gabriela Hardt reassumiu a Lava Jato depois do afastamento do juiz Eduardo Appio, atual titular da 13ª Vara Federal. Ele foi afastado das funções pelo Conselho de Administração do TRF4, em maio, por suspeitas de condutas incompatíveis com o cargo.

Na primeira decisão proferida ao reassumir a operação, a magistrada determinou a inclusão do Ministério Público Federal (MPF) na petição em que Appio determinou a retomada da investigação sobre o suposto uso de escutas ilegais na cela onde o doleiro Alberto Youssef ficou preso no início das investigações da Lava Jato.

Gabriela Hardt

Antes de substituir Appio, a juíza também foi substituta do ex-juiz e senador Sergio Moro (União Brasil) durante processos da operação. Em 2019, ela condenou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia. A decisão foi anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela também foi acusada de plagiar no processo uma sentença do agora senador.

Gabriela Hardt é paranaense, tem 47 anos e cresceu em São Mateus do Sul, a 150 quilômetros de Curitiba. O pai dela trabalhava em uma unidade da Petrobras que fica na cidade.

Formada em direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o ex-juiz Sérgio Moro dava aulas, ela prestou concurso para a Justiça Federal em 2007 e foi nomeada juíza dois anos depois para uma vaga em Paranaguá, no litoral do Estado.

Em 2014, foi nomeada juíza substituta na 13ª Vara Federal e assumia os trabalhos quando o juiz Sergio Moro saía de férias.

Em uma dessas ocasiões, em maio de 2018, Gabriela Hardt mandou prender o ex-ministro José Dirceu, que na sequência conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).

Também no ano de 2018, em novembro, foi ela quem assumiu o cargo à frente da 13ª Vara Federal de forma provisória quando o atual senador deixou a magistratura para virar ministro do governo Bolsonaro.

A juíza também foi responsável por reconhecer legalidade nas palestras ministradas pelo presidente Lula às empreiteiras investigadas na operação. Ela também liberou parte dos valores de recursos e bens que estavam bloqueados.

Neste ano, Gabriela determinou a operação da Polícia Federal que investigava ameaças contra Moro vindas de uma facção. Nove pessoas foram presas.

TV Pampa

Governo cede ao MST e dá fim a cadastro digital

 CLÁUDIO HUMBERTO


O governo Lula (PT) tirou do ar a plataforma de pré-cadastro para famílias que querem participar dos programas de assentamentos do Incra. Em novembro de 2022, ainda na gestão Bolsonaro, foi criado um sistema de cadastro digital dentro da Plataforma de Governança Territorial (PGT) do Incra, com o objetivo de evitar invasões, violência e novos acampamentos. Bastava o pré-cadastro para dar início ao processo de assentamento. A consequência foi o fim das famosas listas em papel do MST, que controlavam eventuais beneficiários.

Stratego
O governo cedeu à vontade do MST, que exigiu cargos estratégicos. No Ceará, por exemplo, o movimento comanda o próprio Incra.

Método antigo
Órgão de controle, o Tribunal de Contas da União (TCU) aponta milhares de irregularidades na concessão de terra durantes os governos do PT.

Meio milhão de indícios
São mais de 580 mil indícios de irregularidades na manutenção da relação de beneficiários da reforma agrária, apontam acórdãos do TCU.

Prejuízo bilionário
O TCU estima em R$ 2,83 bilhões Prejuízos financeiros decorrentes dos indícios de irregularidades constatados nos acórdãos 775/16 e 1976/17.

CNJ quer saber paradeiro de bilhões da Lava Jato
Uma das frentes de trabalho da auditoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba quer jogar luz sobre o paradeiro dos cerca de R$ 3 bilhões que já estiveram sob tutela da Vara Federal. A fortuna veio dos acordos de leniência da Operação Lava Jato. A equipe do corregedor Luís Felipe Salomão, do CNJ, se debruça em planilhas com detalhes de parte do caminho do dinheiro.

Sobra
Uma das planilhas que passam por pente fino do CNJ indica, em agosto de 2022, saldo de pouco mais de R$ 840 milhões.

Siga a grana
Fatias do dinheiro foram parar com a Petrobras, União, Polícia Federal, Transpetro, Eletronuclear, Petros e Caixa Econômica Federal.

Não bate
À coluna, fontes envolvidas na auditoria revelaram que a estimativa é que há “apenas” R$ 200 milhões nas contas da Lava Jato, em Curitiba.

In loco
Nesta terça (13), o ministro Luis Felipe Salomão desembarcou em Curitiba, com encontro marcado na 13ª Vara Federal. De lá, segue para gabinetes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região para continuar a investigação dos bilhões que estavam sob tutela da Lava Jato.

Pé no freio
O senador Carlos Portinho (RJ) negocia trocar o PL pelo Novo, de olho na disputa pela Prefeitura do Rio. As conversas iam bem até o senador sinalizar voto favorável a Cristiano Zanin para o STF. O café esfriou.

Em uma semana
O deputado Sanderson (PL-RS) conseguiu coletar 50 assinaturas de parlamentares no pedido de impeachment do presidente Lula (PT) pela recepção dada ao ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em Brasília, e pela indicação do seu advogado pessoal ao Supremo Tribunal Federal.

Finalmente
Nesta quinta (15), o Senado deve instalar a CPI para apurar desmandos de ONGs picaretas que atuam na Amazônia. A vitória é do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que luta há cinco anos pela instalação da comissão.

Faltou gente?
A Americanas finalmente admitiu em nota o que todo mundo já sabia: o rombo de R$ 50 bilhões é oriundo de fraude de funcionários. Bilionários controladores do fundo dono da empresa não foram mencionados.

Flop
Lulistas celebraram audiência de 6 mil espectadores simultâneos na ‘live’ do presidente Lula (PT) desta terça (13). O número é bem distante do recorde de Jair Bolsonaro, mais de 1,7 milhão de espectadores.

Lula dois e meio
Para o ex-senador Arthur Virgílio, o governo do PT não tem programa de Brasil. “Conversar parece que também não é mais o forte dele [Lula]. Em 2003, rápido como um galgo; em 2023, lento como uma tartaruga!”.

Retomada
A Justiça Eleitoral de Roraima marcou para 26 de junho o julgamento que pode cassar o mandato do governador Antônio Denarium (PP). Pode ser o quarto governador do estado cassado antes de concluir o mandato.

Pensando bem…
…o tal programa de carros de Lula não emplacou um veículo ainda, mas a gasolina já aumentou.

PODER SEM PUDOR

As podas do general
Às vésperas do golpe militar de 1964, José Aparecido de Oliveira era secretário do governador de Minas, Magalhães Pinto, e vizinho de um general Guedes, em Belo Horizonte. O militar tinha o hábito de podar, ele mesmo, as roseiras que separavam as casas só para bisbilhotar o vizinho, seus encontros e telefonemas. Após o golpe, ele tentou prender e cassar Aparecido, que foi salvo pelo chefe. Guedes foi à forra: usando a mesma tesoura de podar as roseiras, ele – literalmente – cortou a linha telefônica tão apreciada pelo secretário do governador.

Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos


O Sul

Crime em Santo André: filha de casal assassinado e ex-namorada pegam mais de 60 anos de prisão

 A Justiça de São Paulo condenou três dos cinco acusados de matar um casal e filho adolescente no ABC paulista. O crime ocorreu em 28 de janeiro de 2020. A família foi encontrada carbonizada no porta-malas de um veículo encontrado em uma estrada rural de São Bernardo do Campo.

A residência das vítimas ficava dentro de um condomínio, no bairro Jardim Irene, no município de Santo André, a 6,5 quilômetros dali. Na madrugada desta quarta-feira, 14, a condenação foi proferida pelo Tribunal do júri realizado na Comarca de Santo André. As penas somadas passam de 192 anos.

As vítimas da tragédia foram Flaviana de Meneses Guimarães, de 40 anos, Romuyuki Veras Gonçalves, de 43, e Juan Victor Meneses Gonçalves, de 15. A filha do casal, Anaflávia Martins Meneses Gonçalves, e a então companheira, Carina Ramos de Abreu, foram acusadas de envolvimento no crime. Outros três homens também participaram da ação. Todos foram acusados anteriormente pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). Agora, a Justiça condenou três dos acusados. Dois serão julgados posteriormente.

“Os jurados consideraram os réus culpados pelos crimes de homicídio qualificado (motivo fútil, com emprego de meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas), roubo majorado, destruição de cadáver e associação criminosa”, disse o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).

Conforme a decisão, a filha das vítimas, Anaflávia, que facilitou a entrada dos comparsas no condomínio onde morava a família e participou dos crimes, foi sentenciada a 61 anos, cinco meses e 23 dias de reclusão.

A companheira dela à época dos fatos, Carina, foi condenada a 74 anos, sete meses e dez dias de reclusão, e o terceiro envolvido, Guilherme Ramos da Silva, amigo de um dos primos de Carina, foi condenado a 56 anos, dois meses e 20 dias de reclusão. Todos em regime inicial fechado, de acordo com o TJ-SP.

“Consta nos autos que a filha das vítimas informou sua companheira da existência de um cofre na casa dos pais. Com a ajuda de três homens (dois deles tiveram seus processos desmembrados e serão julgados posteriormente) entraram no condomínio onde morava a família. Os corpos das vítimas foram encontrados no dia seguinte, carbonizados”, acrescenta o tribunal.

Na sentença, o juiz Lucas Tambor Bueno, que presidiu os trabalhos iniciados na segunda-feira, 12, destacou que as circunstâncias dos fatos extrapolaram “aquelas normais para este tipo de crime”, bem como “houve nítida premeditação para as práticas delitivas”.

Segundo o TJ-SP, apesar de caber recurso contra o julgamento, os réus não poderão recorrer da decisão em liberdade. Os irmãos Juliano Oliveira Ramos Júnior e Jonathan Fagundes Ramos, outros dois acusados, serão julgados posteriormente.

Veja abaixo as sentenças:

– AnaFlávia Martins Meneses Gonçalves foi sentenciada a 61 anos, cinco meses e 23 dias de reclusão.

– Carina Ramos de Abreu foi condenada a 74 anos, sete meses e dez dias de reclusão.

– Guilherme Ramos da Silva foi condenado a 56 anos, dois meses e 20 dias de reclusão.

Relembre o crime

Às 2h32 de 28 de janeiro de 2020, uma terça-feira, o 6º Batalhão da Polícia Militar da região foi acionado para atender a ocorrência. Um incêndio aparentemente em um carro de luxo tinha acabado de ser controlado pelo Corpo de Bombeiros em um recôndito da Estrada do Montanhão, periferia de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Havia cadáveres escondidos no porta-malas. Quando a viatura chegou, os agentes se depararam com a imagem: os corpos, carbonizados, estavam colados uns aos outros.

Levou menos de 24 horas para a polícia confirmar Romuyuki entre os corpos no porta-malas. Também identificaram a mulher dele, Flaviana e o filho caçula Juan Victor.

Imagens de câmeras de segurança mostraram Carina, companheira de Ana Flávia, chegando no condomínio, assim como a presença dos outros envolvidos no crime. Na ocasião, para prender as duas, a polícia alegou ter havido contradições nos depoimentos, como horários de atividades ao longo daquele dia. Posteriormente, os outros três envolvidos também foram presos.

“Carina e Anaflavia mataram as vítimas por motivo torpe, consistente na cobiça de ambas, em ficar com a casa, com os veículos, com o dinheiro que achavam que estava no cofre, e com o dinheiro do seguro de vida. Juliano, Jonathan e Guilherme agiram mediante promessa de recompensa”, disse também na época o MP-SP.

“Todos os cinco empregaram meio cruel para matar as vítimas, pois bateram tanto em suas cabeças, que seus crânios estavam afundados na lateral direita. E se utilizaram de recurso que dificultou a defesa das vítimas, pois além de estarem em superioridade numérica, e de amarrar, amordaçar e entorpecê-las, tinham no grupo duas pessoas da família, Carina e Anaflavia, cuja presença não gerava suspeita”, afirmou ainda no MP-SP quando denunciou os cinco envolvidos no crime.

Também na época, em depoimento, Juliano Júnior afirmou que todos tinham bolado o plano juntos e que Anaflávia e Carina participaram ativamente de toda a ação. Isso após receber a informação de que as vítimas haviam recebido R$ 85 mil de uma herança. Ainda segundo o MP-SP, Carina e Anaflavia também suspeitavam que Romuyuki tinha feito um seguro de vida.


Estadão Conteúdo e IstoÉ Dinheiro

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