Revista britânica chama latino-americanos de "inúteis"

 


Artigo lista fatores de improdutividade na região, como falta de investimento em educação e economia informal; veículo alterou o título após repercussão

A revista britânica The Economist chamou os brasileiros e todos os outros latino-americanos de trabalhadores inúteis” (foto).

O veículo publicou no início deste mês um artigo criticando a baixa produtividade na América Latina com o título “Uma terra de trabalhadores inúteis” (em inglês, A land of useless workers).

O artigo lista como fatores de improdutividade — que é uma estatística macroeconômica — a falta de investimento em educação, o avanço da economia informal e a baixa competitividade.

Após repercussão negativa mesmo no exterior, a Economist alterou o título para “Por que os trabalhadores latino-americanos são tão surpreedentemente improdutivos?”. A mudança ocorreu na sexta-feira (9), um dia após a publicação do artigo.

A revista não pediu desculpas pela manchete original e ainda o defendeu. A mudança ocorreu apenas para “clarificar” a análise.

“A manchete original deste artigo atraiu críticas pela frase ‘Uma terra de trabalhadores inúteis’. Mudamos para deixar claro que estamos analisando os custos sociais e econômicos da baixa produtividade”, afirmou a Economist em nota do editor no topo do artigo.

“Nosso objetivo é chamar a atenção para as causas estruturais da baixa produtividade média do trabalho nos países latino-americanos, incluindo poderosos oligopólios que silenciam a concorrência e um grande setor informal que obriga muitas empresas a permanecerem na subescala”, acrescentou.

A revista ainda afirmou que esse cenário “está além do controle dos latino-americanos, cujos padrões de vida foram prejudicados” e fez um “apelo para uma melhor formulação de políticas públicas”.

O Antagonista

Smed comprou milhares de itens esportivos, mas a maioria não chegou às escolas municipais

 

Livros, computadores e chromebooks: depósito alugado pela Smed também guarda material comprado em 2022

 

A melhor maneira de desmascarar um comunista é deixar ele falar

 Vídeo de Prof. Claudio Branchieri 



Fonte: https://www.facebook.com/ClaudioBranchieri/videos/271482788758479/

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Simpa rejeita proposta da prefeitura de Porto Alegre em assembleia

 Para pressionar por avanços nas negociações, está marcado um novo ato para o dia 20 e uma nova assembleia da categoria para o dia 27 de junho



O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) realizou nesta terça-feira uma nova assembleia geral para analisar a proposta apresentada pelo governo Melo. Durante a reunião, o diretor-geral do Simpa, João Ezequiel, ressaltou que a categoria está determinada a buscar uma negociação justa, utilizando todos os recursos disponíveis.

A proposta da prefeitura de Porto Alegre, que previa uma reposição salarial de 5,79% parcelada em quatro vezes até novembro, e um aumento de 10% no vale-alimentação (equivalente a um acréscimo de R$ 2,50), foi rejeitada por unanimidade pela categoria. Em seu lugar, foi aprovada uma nova proposta de reajuste de 11,25%, além do pagamento gradual das perdas salariais acumuladas, que totalizam 19%, com prazo até 2025. Essa nova proposta será apresentada ao governo em uma próxima reunião, cuja data ainda será agendada. A decisão de estabelecer os 11,25% de reajuste neste ano foi motivada pelo fato de ser o mesmo percentual obtido pelos servidores da Câmara Municipal.

Quanto aos demais pontos da pauta de reivindicações, o Simpa aguarda o retorno das análises das secretarias municipais envolvidas para se manifestar. Para pressionar por avanços nas negociações, está marcado um novo ato para o dia 20 e uma nova assembleia da categoria para o dia 27 de junho.

Durante a assembleia geral, João Ezequiel também destacou a situação preocupante do plano de saúde do Centro Clínico Gaúcho e ressaltou que colegas com câncer tiveram seus tratamentos interrompidos de forma abrupta. Para solucionar essa questão urgente, o Simpa encaminhará todas as reclamações e denúncias às autoridades competentes, para que medidas adequadas sejam tomadas em relação ao contrato com a operadora.

Correio do Povo

Manifestantes colocam fogo em pneus no Centro Histórico de Porto Alegre

 Bombeiros atuaram e controlaram a situação na rua Duque de Caxias noite desta terça-feira


Um grupo de manifestantes colocou fogo em pneus na rua Duque de Caxias, na noite desta terça-feira, no Centro Histórico de Porto Alegre. Conforme folhetos espalhados pelos membros do protesto, o ato criticava o marco temporal e os direitos originários dos povos índigenas sobre as terras que ocupam.


O 9 Batalhão de Polícia Militar atuou na ocorrência e solucionou a questão. De acordo com o subcomandante, major Demian Riccardi, as investigações devem avançar com apoio dos vídeos feitos pela população. 

"Aconteceu aqui uma manifestação. Alguns indivíduos encapuçados colocaram fogo em pneus e abandonaram folhetos se identificando como blackblocks".

Correio do Povo

Gasolina sobe 4% depois de quatro semanas seguidas de queda, e preço do litro vai a R$ 5,42

 Etanol também tem alta, de 0,8%, e é vendido por R$ 3,80, em média; o litro do diesel S10 ficou 0,58% mais barato, e custa R$ 5,13



Depois de ter reduções por quatro semanas consecutivas, o preço da gasolina teve um aumento de 4,03% entre os dias 4 e 10 de junho, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (13) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor médio do litro nos postos passou de R$ 5,21 para R$ 5,42, indicando o impacto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O novo modelo de cobrança do imposto sobre o combustível entrou em vigor no dia 1º, com uma alíquota única nacional de R$ 1,22 por litro, valor R$ 0,20 maior que a média praticada pelos estados em maio.

Além da gasolina comum, a gasolina aditivada e o etanol também ficaram mais caros para o consumidor. Os maiores aumentos na média nacional foram dos derivados do petróleo: a aditivada subiu 3,7%, e foi de R$ 5,40, passou para R$ 5,60. Já o litro do biocombustível passou de R$ 3,77 para R$ 3,80, reajuste de 0,8%. Todos os outros produtos fiscalizados pela ANS ou tiveram alguma redução, ou mantiveram o valor da semana anterior.

O maior recuo foi o do diesel S-10, de 0,58%, com o preço que era R$ 5,16 por litro, e agora é R$ 5,13. Em segundo lugar está o diesel comum, que custava R$ 5,10 e está R$ 5,08, redução de 0,39% e, na sequência, vem o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha, com diminuição de 0,34% no botijão de 13kg, que era R$ 104,37, e agora é vendido, em média, por R$ 104,02. 

O preço do GNV (Gás natural veicular) permaneceu igual ao da semana anterior, R$ 4,31 por m³.

R7 e Correio do Povo

Omar Aziz diz que Fazenda não quer atrasar arcabouço fiscal

 Segundo relator, bloqueio de R$ 40 bi pode ser evitado posteriormente



A equipe econômica prefere que o Senado mantenha a versão do arcabouço fiscal aprovada pela Câmara dos Deputados para corrigir eventuais distorções no futuro, disse nesta terça-feira (13) o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator do projeto de lei complementar. No início da noite, ele se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e disse que uma eventual falta de espaço de até R$ 40 bilhões no Orçamento do próximo ano pode ser corrigida posteriormente.

“Eles acham que (a falta de espaço) não chega a R$ 40 bilhões, mas em torno de R$ 30 bilhões. Eles não (pediram ajuste), acham que qualquer mudança só vai protelar, e existe o compromisso de que, se houver arrecadação, você possa, por meio de PLN (projeto de lei do Congresso Nacional), ajustar e gastar mais com base no que você arrecadar mais”, afirmou Aziz.

O senador reiterou que pretende apresentar o relatório no mesmo dia da audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no próximo dia 20. A comissão votaria a proposta no próximo dia 21.

Mais cedo, o secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Paulo Bijos, disse que o governo quer discutir no Senado alternativas para evitar o corte de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) em 2024. Segundo o secretário, mudanças no projeto instituídas pelo relator na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), podem ocasionar falta de espaço fiscal para o governo gastar no próximo ano.

O texto aprovado pela Câmara fixou os critérios para corrigir o limite de gastos de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de cada ano, como previa a versão original. Outra mudança ocorreu em relação ao período de inflação usado para corrigir o limite de gastos.

A versão original estabelecia que o limite seria corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado de janeiro a junho e uma estimativa para o IPCA de julho a dezembro do ano anterior ao Orçamento. O substitutivo da Câmara alterou o período para o IPCA efetivo entre julho de dois anos antes e junho do ano anterior.

Correções

A própria proposta de arcabouço fiscal prevê dois mecanismos para recompor os cerca de R$ 40 bilhões em 2024. No entanto, o projeto de lei do Orçamento do próximo ano, a ser enviado no fim de agosto, terá de ser enviado com o corte de despesas discricionárias nesse valor.

O primeiro mecanismo, a ser acionado em janeiro, permitirá que o Orçamento de 2024 seja alterado para incluir a inflação registrada no segundo semestre de 2023. O segundo, previsto para maio de 2024, permite atualizar as receitas estimadas no Orçamento com base na segunda revisão bimestral de receitas e despesas.

Pontos de preocupação

Aziz diz que o texto da Câmara tem dois pontos de preocupação. O primeiro ponto são as travas impostas no Fundo Constitucional do Distrito Federal pelo arcabouço, que podem impactar o pagamento dos servidores da saúde, da educação e da segurança do DF. O segundo é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Segundo Aziz, o ministro Fernando Haddad afirmou que eventuais mudanças no texto têm de ser tratadas entre os parlamentares. O senador, no entanto, admitiu a possibilidade de negociações para aprovar o arcabouço sem alterações em troca de vetos nos artigos sobre os dois temas. O relator assegurou que está debatendo as emendas recebidas no Senado ponto a ponto com o Ministério da Fazenda e disse que eventuais alterações de mérito no projeto serão decididas em acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira.

Agência Brasil e Correio do Povo

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