Deputado pede a Aras que investigue Lula por "carona" com empresário preso na Lava Jato

 Pedido foi feito pelo deputado Ubiratan Sanderson, que enviou um ofício à PGR após o embarque do presidente eleito ao Egito


embarque ao Egito do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na aeronave do empresário José Seripiri, preso em desdobramento da Operação Lava Jato, é motivo de um pedido de investigação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR). O deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) enviou a Augusto Aras um ofício solicitando a apuração do motivo e da circustância do empréstimo do avião. 

Lula viajou nesta segunda-feira (14) para participar da 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP27). Seripieri Junior acompanhou o presidente eleito, além da comitiva formada pela futura primeira-dama, a socióloga Rosângela da Silva, a Janja, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT). 

Sanderson justificou o pedido como uma necessidade de proteger o país de "relações espúrias". "Como não existe almoço grátis, a preocupação é proteger o país de relações espúrias como essas, que já custaram muito à nação", disse.

Seripieri é fundador e ex-presidente da administradora de planos de saúde Qualicorp. Ele foi preso em julho de 2020, após suspeitas de ter fraudado contratos para dissimular repasses à campanha de José Serra (PSDB-SP) ao Senado Federal, em 2014.

A Polícia Federal constatou indícios de recebimento pelo parlamentar de doações eleitorais não contabilizadas que chegaram a R$ 5 milhões. Os valores seriam repassados por meio de operações financeiras e societárias simuladas para ocultar a origem ilícita do dinheiro.

COP27

No Egito, Lula participa de debates durante a semana como integrante da comitiva dos governadores de estados que têm Floresta Amazônica. Também está prevista uma reunião com o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, além de encontros bilaterais.

R7 e Correio do Povo

"Perdeu, mané. Não amola", diz Barroso a brasileiro em Nova York

 Ministro do STF foi cobrado por brasileiro sobre supostas falhas no sistema de votação feitas por militares e respondeu com irritação


ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu com irritação a um brasileiro que o abordou nesta terça-feira em Nova York, nos Estados Unidos, questionando a atuação da Justiça nas eleições deste ano. Após ser cobrado a dar uma satisfação pelas supostas falhas no sistema de votação apresentadas pelas Forças Armadas, Barroso respondeu: "Perdeu, mané. Não amola".

Barroso estava acompanhado do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Os dois foram abordados por um grupo de brasileiros, e um deles perguntou se a Justiça eleitoral vai ignorar as informações dos militares.

"Moraes, o senhor vai responder as Forças Armadas? O Brasil precisa dessa resposta, com todo o respeito", disse o homem. Moraes, no entanto, ficou calado. O homem, então, repetiu a pergunta a Barroso. Ao ouvir a resposta do ministro, o brasileiro ficou inconformado. "É sério? Não fala isso não, ministro".


Barroso, Moraes e outros ministros do STF estão em Nova York para participar da Lide Brazil Conference, evento para discutir a democracia brasileira. Desde a chegada à cidade norte-americana, eles têm sido hostilizados por brasileiros. No domingo, um grupo de cerca de 60 manifestantes se reuniu em frente ao hotel onde Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski estão hospedados. Os manifestantes hostilizaram os magistrados e gritaram palavras de ordem contra o STF: "Alexandre ditador" e "Supremo é o povo" estavam entre as frases ditas.

R7 e Correio do Povo

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Rússia descreve como "provocações" relatos de queda de mísseis russos na Polônia

 Ataque do país ao território polonês significaria uma grande escalada do conflito na Ucrânia, com risco de ampliá-lo


A Rússia descreveu como "provocações" os relatos desta terça-feira de que mísseis russos haviam caído na Polônia, um país membro da Otan e vizinho da Ucrânia. "As declarações da mídia polonesa e de autoridades oficiais sobre uma suposta queda de mísseis russos perto da cidade de Przewodow são uma provocação intencional que busca escalar a situação", disse o Ministério da Defesa russo.

"Não foi realizado nenhum ataque contra alvos próximos à fronteira ucraniana-polonesa", insistiu o ministério. As imagens de "escombros publicadas pela imprensa polonesa (...) da cidade de Przewodow não têm nenhuma relação" com os projéteis russos, acrescentou.

A Rússia bombardeou Kiev e outras cidades ucranianas nesta terça-feira. Um ataque russo ao território da Polônia significaria uma grande escalada do conflito na Ucrânia, com risco de ampliá-lo.

O Pentágono disse que estava "investigando" relatos da mídia de que mísseis russos teriam caído "no interior da Polônia ou na fronteira com a Ucrânia". O governo polonês convocou uma reunião de emergência de seu Conselho de Segurança Nacional "devido à situação de crise".

AFP e Correio do Povo

Zelensky fala em "escalada muito significativa" após mísseis russos atingirem a Polônia

 Explosão teria deixado dois mortos em vilarejo no leste do país, nesta terça-feira

O presidente da Ucrânia, Volodmyr Zelenskt, acusou a Rússia de ser responsável pela explosão que deixou duas mortes em vilarejo no leste da Polônia, nesta terça-feira. Pelas redes sociais, Zelenski afirmou que se trata de “uma escalada muito significativa” e acusou as tropas russas de terrorismo.

“O terror não se limita às nossas fronteiras nacionais. Mísseis russos atingiram a Polônia. Para disparar mísseis contra o território da Otan. Este é um ataque de míssil russo à segurança coletiva! Esta é uma escalada muito significativa. Devemos agir”, conclamou o presidente ucraniano.

Zelensky acrescentou seu apoio a “todos os nossos irmãos e irmãs poloneses: A Ucrânia sempre vai proteger vocês. O terrorismo não vai quebrar a liberdade das pessoas. A vitória é possível quando não há medo. A Rússia está nos aterrorizando e a todos que ela pode alcançar”. 

O Ministério da Defesa russo negou ter feito qualquer ataque aéreo entre a fronteira da Ucrânia e a Polônia, e chamou as acusações de "provocação deliberada". Bombeiros na Polônia disseram que duas pessoas morreram em uma explosão em Przewodow, um vilarejo no leste polonês próximo da fronteira com a Ucrânia.

A preocupação mundial com o fato se dá pois a Polônia é um país-membro da Otan. Nesse caso, respeitando o Artigo 5º do regulamento da organização, "um ataque armado contra uma ou várias nações na Europa ou na América do Norte será considerado um ataque a todas",

Além disso, se um ataque armado se verificar, cada uma das nações têm o exercício do direito de legítima defesa, individual ou coletiva, reconhecido pelo artigo 51° da Carta das Nações Unidas, podendo praticar, inclusive, o emprego da força armada, para restaurar e garantir a segurança na região do Atlântico Norte. "Qualquer ataque armado desta natureza e todas as providências tomadas em consequência desse ataque serão imediatamente comunicados ao Conselho de Segurança. Essas providências terminarão logo que o Conselho de Segurança tiver tomado as medidas necessárias para restaurar e manter a paz e a segurança internacionais", afirma o Artigo 5º.


R7 e Correio do Povo

Polônia confirma que "míssil de fabricação russa" atingiu seu território

 Governo informou que embaixador russo foi convocado para dar explicações em Varsóvia


O governo da Polônia confirmou, na noite desta terça-feira, que um projétil de fabricação russa caiu em seu território e matou duas pessoas. A ocorrência foi registrada na cidade fronteiriça de Przewodow, segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Polônia, Lukasz Jasina.

"Um míssil de fabricação russa caiu, matando dois cidadãos da República da Polônia", detalhou Jasina em comunicado, acrescentando que o embaixador russo em Varsóvia foi convocado para pedir "explicações detalhadas" sobre o ocorrido.

A Rússia, por sua vez, emitiu comunicado em que garante que não houve disparos em áreas próximas ao território polonês. A chancelara russa afirma que relatos são "provocações" que podem gerar escalada no confronto com a Ucrânia.

Nesta terça, a Rússia disparou uma série de mísseis contra Kiev e outras cidades ucranianas. A ofensiva deixou metade da população da capital sem energia, poucos dias depois da humilhante retirada das forças de Moscou do sul do país. 

Segundo o exército ucraniano, a Rússia lançou uma centena de mísseis, "do Mar Cáspio", da "região [russa] de Rostov" e "do Mar Negro", principalmente "contra infraestruturas energéticas". 

A presidência ucraniana afirmou que a situação da rede elétrica em todo o país é “crítica”.  Em Kiev, os ataques deixaram pelo menos um morto e privaram "metade" dos habitantes de eletricidade, disse o prefeito, Vitali Klitschko, no Telegram.


AFP e Correio do Povo

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Reação ucraniana

 Jurandir Soares

Uma das imagens mais significativas dos últimos dias é a dos moradores de Kherson comemorando a retomada da cidade pelas forças ucranianas, depois de terem expulsado dali as tropas russas. Kherson é uma cidade portuária no Sul da Ucrânia, junto ao Mar Negro e o rio Dnieper. É o lar de uma importante indústria de construção naval e um centro econômico regional. Sua população em tempos normais era de cerca de 290 mil habitantes. A Rússia tomou a cidade no início da guerra, em março. O objetivo era anexá-la para estabelecer através dela uma ligação entre a região do Donbas, no Leste, que a Rússia pretende incorporar ao seu território, e a província da Crimeia, mais ao Sul, tomada em 2014. Os russos chegaram a realizar um plebiscito na cidade, que não é reconhecido pela comunidade internacional.

A euforia vem acompanhada de desafios que o governo ucraniano terá de solucionar. O acesso às redes de infra estrutura básica e Internet na cidade foi danificado nos últimos meses. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensy, afirmou que, antes de recuar, tropas russas teriam destruído a estrutura de comunicação, água e eletricidade. "Em todos os lugares, russos têm o mesmo objetivo: humilhar as pessoas o máximo possível", disse, em seu pronunciamento diário por vídeo. "Mas vamos restaurar tudo, acreditem em mim." E pela determinação demonstrada na luta pelas forças ucranianas, é de se acreditar.

A reação da Ucrânia acontece num momento em que o presidente Zelensky estava sendo pressionado pelo Ocidente a sentar a uma mesa de negociação com a Rússia. Há uma semana o jornal Washington Post noticiou que autoridades do governo norte-americano se manifestaram sobre uma “fadiga ucraniana” entre os aliados se Kiev continuar fechada a negociações. Mostram-se essas autoridades preocupadas com os efeitos econômicos de uma protelação do fim da guerra. Alertam que a guerra provocou uma grande elevação nos preços dos combustíveis e da alimentação, além de estar exigindo um elevado gasto mensal por parte dos aliados com suprimentos para a Ucrânia. Em função disto pressionam Zelensky, não a ir imediatamente a uma mesa de negociação, mas pelo menos acenar com a possibilidade de diálogo, sem imposição de condições. O presidente, no entanto, parece estar apostando mais na reação que as forças ucranianas estão tendo, com as derrotas que vêm impondo aos russos em áreas por estes ocupadas. Ou seja, apesar das pressões do Ocidente, Zelensky demonstra estar apostando mais na força das armas do que das palavras. Ainda mais que, como foi revelado pela agente da KGB Yeugenia Albats, Putin está cada vez mais desacreditado nos meios militares russos.


Correio do Povo

Rússia bombardeia Kiev e outras grandes cidades da Ucrânia

 Movimento ocorre após humilhante retirada das forças de Moscou no Sul do país invadido

A Rússia disparou uma série de mísseis contra Kiev e outras cidades ucranianas nesta terça-feira, deixando metade da população da capital sem energia, poucos dias depois da humilhante retirada das forças de Moscou do Sul do país. Segundo o exército ucraniano, a Rússia lançou uma centena de mísseis, "do Mar Cáspio", da "região (russa) de Rostov" e "do Mar Negro", principalmente "contra infraestruturas energéticas".

A presidência ucraniana afirmou que a situação da rede elétrica em todo o país é "crítica". Em Kiev, os ataques deixaram pelo menos um morto e privaram "metade" dos habitantes de eletricidade, disse o prefeito, Vitali Klitschko, no Telegram. Sirenes antiaéreas soaram em toda a Ucrânia pouco antes das 15h30min (10h30min em Brasília). Minutos depois, explosões foram ouvidas em Kiev, Lviv (oeste) e Kharkiv (nordeste).

Um funcionário da administração presidencial ucraniana divulgou um vídeo mostrando um prédio de cinco andares em chamas. No nordeste, houve "um ataque com mísseis no distrito Industrialniy de Kharkiv", disse Igor Terekhov, prefeito da segunda maior cidade da Ucrânia.

No oeste, explosões foram ouvidas em Lviv. "Que todos fiquem seguros", pediu o prefeito, Andriy Sadovi, no Telegram, acrescentando que "parte da cidade (estava) sem eletricidade". Os últimos bombardeios contra a capital ucraniana datam de 10 e 17 de outubro e tiveram como alvo a infraestrutura de energia no início do inverno. O Kremlin alegou então que se tratava de uma retaliação pela destruição parcial da ponte que ligava a Rússia à península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014.

Retirada russa

Estes ataques ocorreram quatro dias após a humilhante retirada das forças russas da região de Kherson, incluindo a capital regional de mesmo nome, após quase nove meses de ocupação. O Kremlin foi forçado a se retirar por uma contraofensiva ucraniana, apoiada pelo fornecimento de armas ocidentais.

A Rússia já teve que se retirar do norte do país há alguns meses e depois do nordeste, em setembro. Após a libertação de Kherson, na margem ocidental do Dnieper, a contraofensiva concentrou os seus ataques em Nova Kakhovka, na margem oriental, com fogo de "artilharia pesada e morteiros", segundo a administração da ocupação russa. "A vida na cidade tornou-se perigosa", acrescentou, assegurando que "milhares" de residentes partiram.


AFP e Correio do Povo

RS terá grandes variações de temperatura e calor à tarde nesta quarta-feira

 Marcas se alternam entre 5ºC nas mínimas e 33ºC nas máximas de alguns pontos


Massa de ar seco irá dominar as condições do tempo, nesta quarta-feira, no Rio Grande do Sul. Ciclone se afastou e com isso o vento perde intensidade e já não interfere na sensação térmica ao ar livre. A expectativa é de um dia ensolarado e de grande amplitude térmica.

O amanhecer terá um pouco de frio, com mínimas entre 5 e 8°C em diversas cidades de maior altitude da Metade Norte. Por outro lado, durante a tarde esquenta rápido e as máximas poderão oscilar entre 32º e 34°C em municípios da Metade Sul e Oeste.

As mínimas rondam os 5ºC em São José dos Ausentes e os 11ºC em Erechim. As máximas, por sua vez, podem chegar a 32ºC em Santa Rosa e 33ºC em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 15ºC e 30ºC.

Centro do país terá sequência de temporais

Forte tempestade atingiu a cidade de Brasília no começo da tarde de terça. Já havia chovido no dia anterior. Choveu 20% da média mensal  em menos de uma hora e a temperatura despencou 7°C neste período. Essa instabilidade marca o início de uma onda de temporais e chuva forte que irá afetar o Centro do país nesta semana.

Um corredor de umidade irá atuar entre o Amazonas e parte do Sudeste, Centro Oeste e Sul do Nordeste formando uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Esse fenômeno irá formar nuvens de grande desenvolvimento vertical em toda a sua faixa de atuação promovendo uma sequência de dias com chuva forte e temporais.

O sol poderá aparecer em alguns momentos. Modelos atmosféricos indicam que os maiores acumulados deverão se concentrar na Metade Leste de Minas Gerais, no Espírito Santo e no Sul da Bahia. A projeção é de 150 a 300 mm nessas áreas. A Metsul adverte que é alto o risco de transtornos com alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra.

MetSul e Correio do Povo