TSE divulga cálculo para distribuição de tempo no horário eleitoral

 Propaganda no rádio e TV no 1º turno começa dia 26 de agosto



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (12), em Brasília, a base de cálculo para a distribuição de tempo no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. O tempo é calculado conforme a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados. 

De acordo com a tabela, o primeiro da lista é o União Brasil, com 81 deputados federais eleitos, seguido pela Federação Brasil da Esperança (Fe Brasil), composta pelo PT (Partido dos Trabalhadores), PCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PV (Partido Verde), que possui 70; Partido Progressista (PP) com 38; Federação PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) - Cidadania com 37; PSD (Partido Social Democrático) (35); MDB (Movimento Democrático Brasileiro) (34) e PL (Partido Liberal) (33). Na última colocação estão Avante e PSC (Partido Social Cristão), ambos com sete deputados.       

Tempo de propaganda

Conforme a legislação eleitoral, 90% do tempo total de propaganda são distribuídos proporcionalmente pelo número de deputados. O restante (10%) é dividido igualitariamente. 

A portaria também traz a tabela de representatividade dos partidos para a realização de debates entre os candidatos. Nesse caso, o critério é a bancada no Congresso Nacional. 

A propaganda no rádio e na TV do primeiro turno começa no dia 26 de agosto e vai até 29 de setembro. 

O primeiro turno será no dia 2 de outubro, quando os eleitores irão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Agência Brasil e Correio do Povo


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Caixa paga Auxílio Brasil e Vale-Gás para beneficiários com NIS final 3

 


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Todas as informações de pagamento podem ser consultadas pelo aplicativo do benefício e pelo Caixa Tem

A Caixa Econômica Federal paga, nesta quinta-feira, 11, a parcela de agosto do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 3. Esta é a primeira parcela com o valor mínimo de R$ 600, que será paga até dezembro, com base na emenda constitucional promulgada no último dia 14 pelo Congresso Nacional. Vale lembrar que os pagamentos seguem o calendário habitual do extinto Bolsa Família, conforme o número final do NIS.  

O calendário do programa foi antecipado neste mês, mas as datas das parcelas do Auxílio Brasil referentes aos outros meses restantes do ano - setembro, outubro, novembro e dezembro - não foram afetadas. A emenda também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no programa. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo Auxílio Brasil sobe para 20,2 milhões a partir deste mês.

O adicional de R$ 200 para o programa, que eleva o valor mínimo do benefício de R$ 400 para R$ 600, está dentro da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e prevê gastos de R$ 41,2 bilhões em medidas de auxílio à população pobre e a algumas categorias profissionais.  

Todas as informações de pagamento — a disponibilidade, valores, datas e a composição das parcelas do benefício — podem ser consultadas tanto pelo aplicativo "Auxílio Brasil", quanto pelo aplicativo "Caixa Tem". No caso do app próprio do benefício, basta fazer o login com o CPF e a senha utilizada na antiga plataforma do Bolsa Família.  

Vale-Gás  

Além do auxílio, este mês o Vale-Gás está disponível com valor de R$ 110, para 5,6 milhões de famílias. Vale lembrar que o auxílio-gás é concedido uma vez a cada dois meses para cada família.   Logo, após o pagamento deste mês, o próximo ciclo será no mês de outubro. O valor, em dobro, será pago até dezembro.  

Tanto o valor do Auxílio Brasil quanto do Vale-gás poderão ser retirados com o cartão do benefício, que é gerado automaticamente em nome do responsável familiar. Com ele, é possível sacar o valor integral do benefício ou fazer saques parciais. Além disso, o beneficiário pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, com opções de pagar contas, fazer transferências, conferir extrato e outros serviços.  

Os beneficiários terão até 120 dias para fazer o saque a partir da data de disponibilização dos valores. Eles podem consultar a disponibilidade do Vale-gás pelos aplicativos do Auxílio Brasil, Caixa Tem ou através do telefone 111.

Fonte: O Dia Online - 11/08/2022 e SOS Consumidor

Caixa libera novo lote do Auxílio Brasil; veja quem tem direito e o calendário de 2022

 por Luiz Paulo Souza e Felipe Nunes

Podem receber o benefício famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico

RIBEIRÃO PRETO e SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

O pagamento do novo benefício do Auxílio Brasil de R$ 600 começou na terça-feira (9), mas nesta quarta (10) um novo grupo já tem direito a sacar a parcela. De acordo com o calendário do programa que substituiu o antigo Bolsa Família, o benefício será pago até o dia 22 de agosto.

O acréscimo de R$ 200 foi liberado de forma temporária de agosto a dezembro —o valor mínimo do benefício original é de R$ 400. Segundo o Ministério da Cidadania, neste mês houve a inclusão de 2,2 milhões de novas famílias. Com isso, o número de famílias cadastradas chegou a 20,2 milhões.

 

QUEM TEM DIREITO AO AUXÍLIO BRASIL DE R$ 600?

O programa Auxílio Brasil é destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social.

Têm direito ao benefício as famílias em situação de extrema pobreza, com renda familiar mensal por pessoa (per capita) de até R$ 105, e as que estão em situação de pobreza, com renda familiar mensal por pessoa entre R$ 105,01 e R$ 210.

Para ter acesso ao benefício, a família precisa estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal), ferramenta que permite o recebimento de auxílios federais, estaduais e municipais. Entretanto, nem todos os cadastrados no banco de dados se enquadram nos critérios do programa.

Além do Auxílio Brasil, dentre os programas executados pelo governo federal que utilizam a base do CadÚnico estão o Vale-gás, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), a tarifa social na conta de luz, entre outros.

O cadastro pode ser realizado em uma unidade do Cras (Centro de Referência em Assistência Social) ou nas sedes da secretaria de assistência social das prefeituras. O próprio entrevistador avalia se a família atende aos critérios do programa e faz a solicitação de inclusão.

Segundo a Cidadania, a inscrição no CadÚnico não garante a entrada imediata nos programas sociais ou o repasse imediato de recursos.

Podem receber o Auxílio Brasil:

  • Famílias em situação de extrema pobreza, com renda mensal por pessoa de até R$ 105;
  • Famílias em situação de pobreza, com renda por pessoa de até R$ 210;
  • Famílias que estão em regra de emancipação.

Segundo a Cidadania, é necessário que essas famílias tenham o CadÚnico atualizado há pelo menos 24 meses. Os pagamentos serão feitos de acordo com o último dígito do NIS (Número de Inscrição Social):

VEJA O CALENDÁRIO DO AUXÍLIO BRASIL EM AGOSTO

Final do NISData de pagamento
19 de agosto
210 de agosto
311 de agosto
412 de agosto
515 de agosto
616 de agosto
717 de agosto
818 de agosto
919 de agosto
022 de agosto

Para consultar o valor do benefício pago, o cidadão pode acessar os aplicativos do Auxílio Brasil e do Caixa Tem, ligar para a Caixa, por meio do telefone 111, ou para o Ministério da Cidadania, no número 121.

VEJA CALENDÁRIO DE PAGAMENTO ATÉ DEZEMBRO

Final do NISSetembroOutubroNovembroDezembro
119181712
220191813
321202114
422212215
523242316
626252419
727262520
828272821
929282922
030313023

COMO SOLICITAR O AUXÍLIO BRASIL

O primeiro passo para a família solicitar adesão ao Auxílio Brasil é realizar o cadastro no CadÚnico, que funciona como um banco de dados para registro e identificação das famílias de baixa renda.

Nele são registradas informações como: características do domicílio, identificação de cada pessoa, escolaridade, situação de trabalho e renda.

Podem se inscrever as famílias que têm renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 606, em 2022). Se estiver em situação de rua, seja uma pessoa sozinha ou uma família, também pode se cadastrar.

  DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O CADASTRO:

Para o responsável pela família:

  • CPF ou título de eleitor

Para os demais membros da família:

  • Qualquer um dos documentos de cada uma das pessoas da família: certidão de nascimento, certidão de casamento, CPF, RG, carteira de trabalho ou título de eleitor

ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO

É de responsabilidade do responsável da família manter o cadastro atualizado, fornecendo informações a cada dois anos ou quando algum aspecto importante ligado à família for alterado, como nascimento ou morte de alguém, saída de um integrante para outra casa e mudança de endereço.

CADASTRO NO APLICATIVO

Desde março, as famílias podem realizar um pré-cadastro por meio do aplicativo do CadÚnico. O app ainda oferece opções para atualização dos dados cadastrais, mapa georreferenciado com pontos de atendimento mais próximos aos cidadãos e consulta dos benefícios recebidos pela família.

O pré-cadastramento tem o objetivo de reduzir a espera nas unidades de atendimento. Depois dessa primeira etapa, o cidadão que ainda não faz parte do Cadastro Único tem 120 dias para comparecer a um posto de atendimento para complementar informações como escolaridade, trabalho e remuneração.

Fonte: Folha Online - 10/08/2022 e SOS Consumidor

Notebook ASUS Vivobook X515JA-EJ1791W Intel Core i5 1035G1 8GB 512GB SSD W11 15,6" LED-backlit Cinza

 


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No interior do ASUS X515, existe uma estrutura de suporte de metal embaixo do teclado que fornece uma plataforma muito mais estável ao digitar e usar o touchpad. Além de fornecer rigidez estrutural, também fortalece a articulação da dobradiça e protege os componentes internos. Os lados da tampa também são reforçados e funcionam como vigas de proteção contra impactos laterais em automóveis. Eles fornecem suporte estrutural para a tampa, o painel de LED e a junta de dobradiça.


Proteção física e também para os seus dados. O ASUS X515 possui opções com armazenamento duplo SSD, que juntamente com o HDD é a combinação perfeita de velocidade e segurança.


Se você está sempre em movimento e quer produtividade onde estiver, o ASUS X515 tem tela grande, mas corpo pequeno. Provavelmente você deve pensar que notebooks de 15 polegadas são grandes, mas como a moldura da tela é muito fina, o notebook ficou extremamente compacto, ainda assim sem perder produtividade e mantendo o teclado numérico. Ele ainda é leve, com apenas 1,8Kg, e bem fino, com 19,9mm de espessura - perfeito para levar, com você, onde for.


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Novo Notebook ASUS X515, fácil de levar e produtividade sem esforço.


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Para o modelo X515JA, o processador gráfico é o Intel HD graphics 620 (integrado ao processador Intel Core CORE I5 / 8 GB / até 512GB SSD / 1256GB armazenamento duplo / Windows 10 Home / Cinza).


Os números de transferência de dados USB-C são baseados no desempenho teórico. O desempenho real pode variar em diferentes situações de uso.


Para o modelo X515JA-EJ592R, o processador gráfico é o Intel HD graphics 620 (integrado ao processador Intel Core CORE I5 / 8 GB / 256 GB / Windows 10 Pro / Cinza).

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Batata, cebola e leite têm maiores altas do semestre nos supermercados

  por Natalie Vanz Bettoni

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Levantamento leva em conta cesta com 35 produtos definidos como de largo consumo CURITIBA

No primeiro semestre de 2022, os produtos com as maiores altas de preço em supermercados foram batata, cebola, leite longa vida, feijão e queijo muçarela, segundo pesquisa divulgada pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados) nesta quinta-feira (11).

O levantamento leva em conta cesta com 35 produtos definidos como de largo consumo, incluindo alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza. A cesta como um todo acumulou alta de 10,41% entre janeiro e junho de 2022, atingindo R$ 773,44 em junho.

 

Confira os produtos com maiores altas de preços em supermercados, segundo a Abras:

  1. Batata: 55,81%
  2. Cebola: 48,13%
  3. Leite longa vida: 41,77%
  4. Feijão: 40,97%
  5. Queijo muçarela: 36,1%

Também foi destaque o aumento de 13,4% no preço do sabão em pó, entre os produtos de limpeza.

Dos produtos listados pela Abras, as menores variações de preço foram do açúcar e do queijo prato, que aumentaram 0,8%; do arroz, que aumentou de 1,8%; e do pernil, cujo preço caiu 3,8%.

  A associação também declarou que, com a a alta da inflação sobre os alimentos, os supermercados ampliaram o número de marcas e promoções nas lojas.

Já os consumidores valorizaram embalagens de melhor custo-benefício e marcas próprias do supermercado. Segundo a Abras, os preços são em média 20% a 30% mais baixos do que das principais marcas nas categorias e estão presentes em 34% dos lares.

ABRAS PREVÊ CRESCIMENTO DE ATÉ 3,3% NO CONSUMO

A associação divulgou ainda que o consumo nos lares encerrou o semestre com alta de 2,2%, anunciando novas projeções de consumo para o ano nos lares brasileiros. O crescimento antes previsto, de 2,8%, agora é projetado entre 3% e 3,3%.

A Abras cita como motivos para a expectativa de maior consumo a melhora no índice de inflação, o aumento do emprego formal e o pagamento dos auxílios para taxistas e caminhoneiros recentemente aprovados pelo congresso nacional.

Além disso, eventos como lotes de restituição do imposto de renda, pagamento do 13º, Black Friday, Copa do Mundo e festas de fim de ano devem motivar o consumo. 

Fonte: Folha Online - 11/08/2022 e SOS Consumidor

Setor de serviços avança quase 9% no 1º semestre, aponta IBGE

 Setor de transportes teve alta de 0,6% e foi o que mais influenciou o resultado dos serviços em junho

Puxado pelo segmento de transportes, o setor de serviços fechou o primeiro semestre com alta de 8,8%. Na passagem de maio para junho, avançou 0,7%. É o que apontam os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (11). Com o resultado, o setor se encontra 7,5% acima do patamar pré-pandemia.

A atividade responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo o principal empregador no país. Das três grandes áreas pela ótica da oferta do indicador, o setor de serviços foi o único que continuou a crescer em junho. A indústria caiu 0,4% no mês e fechou o primeiro semestre no vermelho, enquanto o varejo caiu 1,4%, embora tenha encerrado os primeiros seis meses do ano com alta de 1,4%.

 

Transportes puxa alta    

Das cinco atividades investigadas, quatro registraram crescimento em junho. O segmento de transportes - com destaque para o dutoviário, rodoviário de cargas e coletivo de passageiros -, foi o que mais influenciou o resultado em junho: a alta foi de 0,6% no período.

"O setor foi beneficiado inicialmente pelo aumento do transporte de cargas, muito disso devido ao aumento observado nas vendas on-line durante a pandemia, gerando impacto na cadeia logística, e, posteriormente, a recuperação do transporte de passageiros ajudou a impulsionar o setor", explica Luiz Almeida, analista da pesquisa. Retomada dos eventos impulsiona atividade

A retomada dos eventos também impulsionaram o setor. Os serviços profissionais, administrativos e complementares registraram avanço de 0,7%, puxado pelo aumento das atividades relacionadas a organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções, além de atividades técnicas relacionadas à arquitetura e engenharia, serviços de engenharia e segurança privada.

Perspectivas

Economistas avaliam que o setor de serviços deve seguir sua trajetória de recuperação este ano, dado que foi o setor que mais sofreu ao longo da pandemia. Mas não estão no radar altas muito expressivas. Passados os efeitos mais duros da Covid-19, pesa sobre o setor o cenário macroeconômico que combina inflação, juros em alta e desemprego ainda elevado. 

Fonte: economia.ig - 11/08/2022 e SOS Consumidor

Quase metade dos brasileiros faz bico para completar renda

 A maior parte dos bicos está relacionada com serviços

Brasília - Quase metade dos brasileiros com 16 anos de idade ou mais precisou fazer atividades extras nos últimos 12 meses para complementar a renda. A necessidade pela realização de bicos foi relatada por 45% dos entrevistados em uma pesquisa amostral conduzida pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), empresa fundada por executivos que respondiam pelo extinto Ibope Inteligência (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística).

O levantamento, divulgado hoje (10), foi encomendado pelo Instituto Cidades Sustentáveis (ICS), uma organização não governamental que desenvolve iniciativas com foco no combate às desigualdades, na promoção dos direitos humanos, na participação social e na defesa do meio ambiente.

A pesquisa foi planejada com o objetivo de revelar dados da percepção da população sobre questões sociais, raciais, de gênero e de orientação sexual. Entre 1º e 5 de abril, foram entrevistadas 2 mil pessoas em 128 municípios espalhados por todas as regiões do território nacional.

Bicos  

A maior parte dos bicos relatados está relacionada com serviços: 33% dos entrevistados citaram ter complementado sua renda com serviços de manutenção, de beleza, de segurança, de motorista, de entregas por aplicativos ou ainda com trabalhos domésticos de faxina, de babá, de aulas particulares e de cuidados com idosos e com animais. Outros 28% informaram que levantaram recursos para driblar dificuldades econômicas vendendo mercadorias, incluindo alimentos preparados em casa, objetos artesanais confeccionados manualmente, roupas e artigos usados, cosméticos e produtos de beleza ou produtos em geral, voltados para o comércio ambulante.

Alguns entrevistados relataram obter renda adicional com mais de uma dessas atividades. A pesquisa mostrou ainda que a necessidade de realização de bicos é mais frequente em famílias com renda até um salário mínimo.

O levantamento também revela que 34% dos entrevistados consideram que, nos últimos 12 meses, aumentou a população em situação de rua e 29% dizem ter visto mais indivíduos trabalhando nas ruas. Além disso, 74% avaliam que houve um crescimento do número de pessoas em situação de fome e pobreza. Esse índice é maior nas capitais, chegando a 85%, e cai para 57% em cidades menores, com até 50 mil habitantes.

Criado em 2007, o ICS concentra seus esforços em iniciativas alinhadas às agendas globais de desenvolvimento sustentável, como os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015.

Segundo nota divulgada pela entidade, os resultados da pesquisa apontam para um quadro preocupante em relação à ODS 10, que fixa dez metas para redução das desigualdades dentro dos países e também entre eles. "Os dados revelam que a maioria expressiva da população brasileira consegue perceber o aumento da pobreza no país, além de observar uma grande vulnerabilidade em relação às minorias sociais, como negros, mulheres e pessoas LGBTQIA+", diz a entidade.

Preconceitos      

A pesquisa buscou identificar a percepção da população sobre diversos tipos de preconceito. Do total de entrevistados, 74% apontam locais onde brancos e negros são atendidos de forma diferente. Essa situação foi associada principalmente aos shoppings e estabelecimentos comerciais, às escolas e universidades e aos ambientes de trabalho. Episódios de preconceito racial em algum desses espaços foram relatados por mais de 35% dos entrevistados.

No Sudeste, chega a 45% a parcela das pessoas que considera existir esse tipo de situação envolvendo shoppings. No Nordeste, chama atenção a menção a hospitais e postos de saúde por 27%, bem acima da média nacional de 19% para esses locais.

Entre as mulheres, 47% afirmaram que já enfrentaram algum tipo de assédio, sendo que 29% delas relataram situações em espaço público, 27% no transporte público e 23% em bares ou restaurantes. Esses percentuais atingem recordes na Região Sudeste, chegando respectivamente a 37%, 35% e 27%.

Além disso, 58% afirmaram que já sofreram ou viram alguém sofrer discriminação em função de sua identidade de gênero ou orientação sexual. Novamente o espaço público se destaca como local onde esses episódios acontecem com mais frequência, tendo sido citado por 30% do entrevistados.

Inclusão digital  

Dados associados à desigualdade na inclusão digital também estão presentes no levantamento. A pesquisa sugere uma população bem dividida em relação ao uso de serviços realizados pela internet. Para 49%, não houve necessidade de recorrer à tecnologia com este objetivo nos últimos 12 meses.

Outros 51% alegaram precisar realizar serviços online nesse mesmo período, sendo que 40% conseguiram e 11% não conseguiram por falta de acesso a computador e à internet ou por outros motivos. Foram consideradas demandas relacionadas à obtenção ou consulta de benefícios sociais, à participação de aulas remotas, ao atendimento de questões de saúde, entre outros.

A necessidade de usar serviços pela internet foi maior entre brasileiros de 16 a 44 anos de idade com renda familiar superior a dois salários mínimos e que moram em capitais ou em cidades com mais de 500 mil habitantes. O percentual também cresce conforme o nível de escolaridade.

Fonte: O Dia Online - 10/08/2022 e SOS Consumidor

Central Multimídia Pioneer 2 DIN TV Digital - Bluetooth 6,8” Touch USB DMH-Z5380TV

 


A Central Multimídia Receiver DMH-Z5380TV da Pioneer conta com tela touch de 6,8” WVGA em um visual muito elegante. Além disso, apresenta uma série de tecnologias e integração com smartphones para que você dirija conectado e com segurança, graças a compatibilidade com o Apple CarPlay, Android Auto e WebLink, por onde é possível acessar seus aplicativos compatíveis como Waze, Google Maps, YouTube, entre outros. O DMH-Z5380TV, também se destaca por incluir funções como TV Digital integrada, Bluetooth para ligações telefônicas e streaming de áudio, que permite ouvir músicas do seu smartphone ou Spotify, assim como fazer e receber chamadas telefônicas, tudo pelo comando de voz. E se tratando de um Pioneer, a qualidade de áudio não fica atrás. O multimídia oferece um extenso equalizador gráfico com 13-Bandas, controle de subwoofer, modo de rede em 3-vias, reforçador de graves e mais uma série de incrementos que fazem toda a diferença aos ouvidos. Ela possui saída de vídeo para monitor traseiro, entrada de câmera de ré e para comando de volante. Tudo isso com instalação 2-DIN, porta USB traseira e entrada AUX.

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Reduflação: embalagens menores não freiam alta nos preços

 Pesquisa mostra que pelo menos sete categorias de produtos que ganharam versões menores tiveram reajuste nos preços em meio à inflação

Pague mais e leve menos. Diante da disparada da inflação, a velha tática da indústria de reduzir embalagens para manter os preços, apelidada de “ reduflação ”, já não funciona mais como um freio nos reajustes. 

Pesquisa feita pela consultoria Horus a pedido do GLOBO mostra que pelo menos sete categorias de produtos, apesar dos pacotes menores, ficaram mais caras, na comparação do primeiro semestre de 2021 com os seis primeiros meses deste ano.

Segundo o levantamento, as embalagens de filezinho de peito de frango tipo sassami, por exemplo, tiveram redução média de 14,8 gramas, enquanto o quilo aumentou R$ 4,14.

 

No caso do sabão em pó, os pacotes ficaram 50,9 gramas menores. Mas, como o quilo do produto subiu 19,9% (ou R$ 1,06), na prática é como se o consumidor levasse para casa 214,5 gramas a menos.

"O filezinho de frango é um bom exemplo do que acontece quando a reduflação não tem efeito: a embalagem diminuiu, mas o preço não se manteve. Foi a categoria que menos diminuiu a gramatura média, é verdade, mas foi a que mais aumentou o preço. Diante do cenário econômico, o que vemos é que as embalagens de 700g ganharam relevância, por se encaixarem mais no bolso do consumidor", diz Alessandro de Luca, analista de inteligência da Horus.

Padronização

A pesquisa feita pela Horus analisou produtos de diversas marcas dentro dos 51 itens da cesta básica ampliada. Destes, cerca de 20 passaram pelo fenômeno de diminuição de tamanho, segundo de Luca. E pelo menos sete tiveram volume reduzido seguido de aumento de preço: sabão em pó, barra de chocolate, biscoito wafer, achocolatado em pó, leite em pó, coxa e sobrecoxa de frango e filezinho de peito de frango tipo sassami.    

O levantamento mostra também haver uma tendência de padronização no volume de alguns itens. No caso das barras de chocolate, as principais mudanças foram vistas nas embalagens de 100 gramas, que caíram para 90 gramas, e nas de 90 gramas, que passaram a ter 85 gramas. 

Os achocolatados em pó de 800 gramas diminuíram para 750 gramas ou para 730 gramas e os de 400 gramas para 370 gramas. Já o leite em pó de 800 gramas teve redução para 750 gramas e o de 400 gramas para 380 gramas.

Outro exemplo é o biscoito tipo wafer, que pesava 120 gramas e hoje é vendido em pacotes de 80 gramas. No ano passado, cada unidade custava, em média, R$ 1,56, mas, em 2022, subiu para R$ 1,87. A variação de centavos pode parecer pequena, mas, ao analisar o preço por quilo, constata-se que ele ficou R$ 2,58 mais caro.

"Neste caso, temos uma redução média das embalagens de cerca de 6 a 8 gramas. Enquanto isso, em tendência contrária, o preço aumentou mais de 15%, no caso do quilo, e pouco mais de 20%, no preço médio da unidade", analisa de Luca.

Fenômeno mundial 

Segundo o analista de inteligência da Horus, produtos com tamanhos menores têm sido mais consumidos. O consumidor brasileiro já se acostumou, por exemplo, com as caixas de ovos, que não trazem mais 12 unidades, mas apenas dez.

Ulysses Reis, coordenador do Núcleo de Varejo e Supermercados da FGV-Rio, afirma que há um movimento de mudança no comportamento de consumo. 

"Está ocorrendo uma mudança no comportamento de compra. As pessoas estão preferindo embalagens menores mesmo, como uma forma de consumir menos, principalmente os alimentos. Isso é uma tendência que ainda vai crescer em alguns grupos de produtos. Eu acredito que boa parte das embalagens vai reduzir de tamanho, e só não diminuíram ainda por uma questão de cadeia produtiva", afirma Reis.

O coordenador da FGV-Rio afirma que a redução das embalagens é um fenômeno mundial, impulsionado pela inflação alta:

"No mundo todo a inflação está acontecendo, com uma média entre 9% e 11% de taxa anual, e sem previsão de baixa. Com isso, mesmo que você diminua a embalagem, vai ter que aumentar o preço. Isso é uma tendência global." 

Fonte: economia.ig - 11/08/2022 e SOS Consumidor

Sabesp ressarcirá condomínio que ficou sem água e precisou contratar

 Para magistrado, evidente a falha na prestação de serviços da companhia.

O juiz de Direito Carlos Eduardo Prataviera, da 5ª vara Cível de Pinheiros/SP, condenou a companhia de água de SP, Sabesp, a ressarcir condomínio que ficou sem água e precisou recorrer ao fornecimento de água potável através de empresa privada. Para o magistrado, evidente a falha na prestação de serviços da companhia.

Condomínio ajuizou ação indenizatória em face da Sabesp aduzindo que a companhia realiza o abastecimento de água em seu condomínio, que passou a ser realizado de forma precária, com baixa pressão e vazão.

 

Formalizou reclamação, mas até a solução do problema foi obrigado a recorrer ao fornecimento de água potável através de empresa privada. Tentou o ressarcimento dos gastos extrajudicialmente, sem sucesso. Por isso, pediu a reparação dos danos.

Ao analisar o caso, o magistrado ressaltou que o caso em questão trata de responsabilidade objetiva, na qual não se perquire sobre ocorrência de ato ilícito decorrente de culpa, ou seja, da reprovabilidade da conduta do agente.

"Basta a ocorrência de resultado danoso, decorrente da conduta do agente. Trata-se da responsabilidade pelo risco, imposta aos prestadores de serviço ofertado indistintamente aos consumidores em potencial."

Para o juiz, evidente a falha na prestação de serviços da companhia, que que violou o art. 22 da lei 8.078/90, que dispõe que os órgãos públicos são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.

"Comprovados todos os requisitos da responsabilidade civil, é caso de condenação da ré ao ressarcimento dos prejuízos experimentados pelo autor em razão da falha na prestação do serviço essencial pela ré."

Assim, julgou procedente o pedido para condenar a companhia a ressarcir a quantia de R$ 4,9 mil a título de danos materiais, com juros de 1% ao mês desde a citação e correção monetária.

A causa é patrocinada pelos advogados Alex Araujo Terras Gonçalves e Matheus Henrique David Chemite, do escritório Terras Gonçalves Advogados.

Processo: 1005289-63.2022.8.26.0053

Veja a decisão.

Fonte: migalhas.com.br - 10/08/2022 e SOS Consumidor