Prefeitura de Porto Alegre reestabelece iluminação na Praça da Matriz após duas semanas

 Técnicos da IPSul, Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb), CEEE Equatorial e empresa Elo atuaram no local após alertas da reportagem do Correio do Povo



A prefeitura de Porto Alegre informou que a iluminação na Praça da Matriz foi reestabelecida na noite desta sexta-feira. O local ficou sem iluminação por duas semanas, conforme mostrado pela reportagem do Correio do Povo e as explicações das autoridades divergiram até uma solução. 

Na manhã desta sexta-feira, técnicos da IPSul, Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb), CEEE Equatorial e empresa Elo, que executa a obra da revitalização da Praça da Matriz, no Centro Histórico de Porto Alegre, estiveram no local e atuaram para solucionar o problema. 

Após investigação, os técnicos apontaram para um cabo de alimentação antigo que vem da subestação de energia até a caixa de distribuição de luz, na entrada da praça. 

Correio do Povo

Estudo será elaborado para tentar resolver impasse no IPE Saúde no RS

 Por ora, os 992 mil beneficiários terão atendimentos mantido



Uma reunião entre o governador Ranolfo Vieira Júnior com o Ministério Público (MPRS) e representantes de federações hospitalares e hospitais credenciados ao IPE Saúde, nesta sexta-feira, decidiu pela elaboração de um estudo nos próximos 30 dias para resolver o impasse relacionado ao órgão. Por ora, os 992 mil beneficiários terão atendimentos mantidos, de acordo com o governador, após a ameaça das federações em suspender procedimentos eletivos a partir da próxima segunda-feira caso não houvesse avanço nas negociações.

A reunião foi mais longa do que o previsto, terminando após duas horas. Ainda conforme Ranolfo, será criada uma comissão específica para tratar do assunto, que será comandada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior, e pelo secretário-chefe em exercício, Bruno de Freitas, que “comandarão as reuniões”. Ranolfo, porém, prometeu acompanhar diariamente a questão, que está “sob a mesa do governador do Estado”, conforme definido por ele próprio. “Vamos trabalhar a várias mãos buscando essa solução”, comentou o governador. 

O passivo do IPE Saúde está acumulado há mais de 90 dias, preocupando os prestadores de serviço, assim como a nova tabela de medicamentos adotada pelo órgão a nível estadual. Conforme o governador, como há um inquérito civil-público em andamento a respeito das tabelas, elas serão mantidas. “Buscaremos outras formas de equilíbrio a partir deste estudo, como reajustes em outras prestações de serviços que estejam defasadas”, disse Ranolfo. Segundo ele, entre as possibilidades, estão a revisão da taxa de logística e na remuneração de diárias, que também serão objetos de estudo.

O procurador-geral de Justiça do Estado, Marcelo Dornelles, disse que a reunião, chamada pelo MPRS, ocorreu no sentido de “articular e mediar uma composição”. “Pelo que vi, haverá avanços. Não vai ficar na situação atual, então já será um grande ganho, porque temos que encontrar uma solução para todo o problema”. Conforme ele, os resultados deste estudo virão “aos poucos”, mas que podem surgir antes deste prazo de aproximadamente um mês. 

O presidente da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul), Cláudio José Allgayer, afirmou que o assunto está sendo tratado “com muita propriedade”. “Nós vamos trabalhar nos próximos 30 dias para que o governo identifique as fontes de custeio e que possa diminuir o passivo, e o segundo ponto é encontrar formas, através da taxa de logística e das diárias, para que possam manter a sustentabilidade econômico-financeira dos hospitais e do próprio plano do IPE Saúde”, disse.

Correio do Povo

Lira afasta deputado do PT e retoma mandato de Valdevan Noventa

 Presidente da Câmara publicou ato no Diário Oficial da Casa autorizando retorno do parlamentar após decisão de Kassio Nunes



O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), determinou nesta sexta-feira (3) que Valdevan Noventa (PL-SE) retome o mandato como deputado federal. O parlamentar tinha sido cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março deste ano por abuso do poder econômico e compra de votos durante a campanha eleitoral de 2018, mas o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a decisão do TSE.

Em ato publicado no Diário Oficial da Câmara desta sexta, Lira diz que restaurou o mandato de Valdevan em cumprimento ao que foi definido por Nunes Marques. O presidente da Câmara também afastou o deputado Márcio Macedo (PT-SE), que tinha assumido uma cadeira na Casa depois da saída de Valdevan.

"Dando cumprimento à decisão proferida pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, determino o imediato afastamento de Márcio Costa Macedo, nome parlamentar Márcio Macedo, e a reassunção de Jose Valdevan de Jesus Santos, nome parlamentar Valdevan Noventa. Oficie-se. Publique-se", escreveu Lira.

A decisão de Nunes Marques que anulou a cassação de Valdevan já foi contestada no STF. Nesta sexta, o PT apresentou um recurso pedindo a anulação do ato do ministro. A solicitação foi enderaçada ao presidente da Corte, Luiz Fux, que pode remeter a decisão de Nunes Marques para julgamento no plenário do STF.

O PT critica o ato de Nunes Marques e diz que a cassação de Valdevan deveria ter sido contestada no âmbito do TSE, e não no STF. "A supressão de instância, no presente caso, viola a ordem pública, motivo pelo qual a decisão liminar do ministro Nunes Marques deve ser cassada, representa uma afronta às regras processuais impostas, além de violar a competência do Tribunal Superior Eleitoral e o princípio da segurança jurídica", diz o partido.

R7 e Correio do Povo


Articulações nacionais ainda sem efeito no MDB gaúcho


Porto Alegre começa a vacinar população em geral contra gripe na próxima segunda-feira

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Sábado começa com frio no RS, mas terá temperatura agradável à tarde

 MetSul alerta para chuva com risco de temporais localizados no começo da próxima semana



O sol aparece em todo o Rio Grande do Sul neste sábado, mas são esperadas nuvens em todas as regiões no decorrer do dia. O sábado começa frio, mais intenso nas regiões serranas, e ainda pode gear em algumas cidades, contudo, as marcas nos termômetros se elevam rapidamente durante a manhã. A tarde será agradável. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 8ºC e 19ºC.

O tempo começa a mudar da tarde para a noite e pode chover em pontos isolados na segunda metade do dia no Oeste, Norte, Noroeste e no Centro gaúcho. A MetSul alerta que uma área de baixa pressão vai mudar o tempo no Estado e trará chuva com risco de temporais localizados no começo da semana.

A instabilidade será generalizada no território gaúcho, e algumas regiões terão elevados volumes de chuva. O tempo instável vai se generalizar ao longo do domingo, com chance de chuva na maioria das regiões entre a madrugada e durante a manhã, mas de forma irregular. Nuvens mais carregadas devem se formar da tarde para a noite de domingo.

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 6°C / 20°C
Passo Fundo 7°C / 20°C
Capão da Canoa 10°C / 20°C
Santa Cruz 7°C / 21°C
Caxias do Sul 4°C / 18°C

Correio do Povo

Dólar destoa do exterior e cai 0,20% no dia, mas fecha semana com alta de 0,85%

 Moeda norte-americana encerrou sessão cotado a R$ 4,77



Apesar do sinal predominante de alta da moeda norte-americana no exterior, na esteira de dados fortes de geração de emprego nos Estados Unidos, o dólar apresentou bastante instabilidade no mercado doméstico de câmbio na sessão desta sexta-feira. Segundo operadores, entrada de fluxo estrangeiro (comercial e financeiro) e desmonte parcial de posições defensivas no mercado futuro, em meio à redução dos temores de que o governo opte por decretar estado de calamidade, serviram de contrapeso à aversão ao risco.

Com trocas de sinal ao longo do dia, a divisa chegou a correr até a máxima de R$ 4,8320 pela manhã. A mínima, a R$ 4,7762, veio já na reta final da sessão. No fim do dia, o dólar à vista era cotado a R$ 4,7787, em baixa de 0,20%. A moeda fecha a semana valorização bem modesta, de 0,85%, interrompendo uma sequência de três semanas de queda expressiva, quando desceu do patamar de R$ 5,05 para operar ao redor de R$ 4,80.

Segundo apuração do Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o ministro Paulo Guedes prometeu, ao presidente Jair Bolsonaro, em reunião na quinta-feira à noite, que apresentará uma solução para amenizar a alta dos preços de combustíveis na tentativa de evitar a decretação de estado de calamidade do País - medida aventada pela ala política do governo e que abriria espaço para subsídio aos combustíveis e aumento do Auxílio Brasil.

A economista Cristiane Quartaroli, do Banco Ourinvest, observa que provável fluxo de recursos para o País nesta sexta, em meio a ambiente positivo para commodities com a reabertura da China, tirou pressão sobre a taxa de câmbio. "As moedas emergentes e o real ainda devem se beneficiar pela perspectiva de que a China possa contribuir para melhora do crescimento mundial. Existe uma aparente entrada de fluxo que contribuiu para a queda do dólar hoje", afirma.

Lá fora, o dólar subiu em relação seus pares, especialmente o iene e a libra esterlina, com o índice DXY voltando a ser negociado acima da linha dos 102 pontos. A moeda americana também avançou frente à ampla maioria de divisas emergentes e de países exportadores de commodities, mas com ganhos bem modestos. O real, que vinha apanhando mais que seus pares nos últimos dias, nesta sexta apresentou o melhor desempenho. Além da moeda brasileira, o peso chileno também se apreciou ante o dólar.

A semana foi dominada pelos debates em torno do ritmo de ajuste da política monetária norte-americana, em meio a dados de atividade e à divulgação nesta sexta pela manhã do relatório de emprego (payroll) nos EUA em maio. Foram criadas 390 mil vagas no mês passado, acima das expectativas (328 mil). A taxa de desemprego ficou estável em 3,6%. Já o salário médio por hora avançou 0,3% em relação a abril, ligeiramente abaixo da previsão (+0,4%), amenizando em parte as pressões geradas pela geração de empregos.

"O relatório de emprego mostra que a atividade americana está forte. Existe um temor grande de como o mercado pode reagir a esse choque de redução de estímulos nos Estados Unidos, que não tem precedente histórico", afirma o economista Rodrigo Marcatti, CEO da Veedha Investimentos.

Começa a perder força a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), adote uma pausa no processo de elevação de juros em setembro, após ter promovido duas altas consecutivas da taxa básica em 50 pontos-base (em junho e julho). O prolongamento da guerra na Ucrânia, que completou 100 dias, e as sanções ao óleo russo pela União Europeia mantêm os preços do petróleo em ascensão, o que aumenta os riscos inflacionários globais. O petróleo para agosto tipo Brent, referência para Petrobras, fechou em alta de 1,79%, a US$ 119,72 o barril, tendo ultrapassado a marca de US$ 120 ao longo do pregão.

Após a vice-presidente do BC norte-americano, Lael Brainard, dizer na quinta-feira que considera "improvável uma pausa no processo de ajuste monetário", a presidente do Fed de Cleveland, Loreta Mester, afirmou nesta sexta que poderá haver "facilmente" um aumento de 50 pontos-base da taxa básica americana em setembro. "Preciso de evidências robustas para ter certeza de que a inflação atingiu o pico", disse Mester, que julga apropriado elevar os juro em 0,50 ponto em cada uma das duas próximas reuniões do Fed.

"A criação de empregos foi impressionante. E houve ganhos salariais. São sinais de que o mercado de trabalho americano continua forte. A inflação está pressionada e o mercado pode precificar um prolongamento da alta dos juros americanos", diz o economista-chefe da JF Trust, Eduardo Velho, que não acredita, porém, que o Fed será muito agressivo no ajuste da política monetária.

Taxas de juros

Os juros futuros fecharam a sexta-feira em leve baixa, corrigindo parcialmente as altas das últimas sessões, principalmente na ponta longa, que vinha subindo mais. O sinal de queda foi definido à tarde, depois que o mercado absorveu o choque com o relatório de emprego nos Estados Unidos, que pressionou a curva dos Treasuries e também as commodities.

O risco fiscal continuou no radar, mas o surgimento de alternativas a uma possível decretação do estado de calamidade, que poderia abrir a torneira dos gastos em ano eleitoral, traz algum alento aos investidores.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 fechou a etapa regular em 13,425%, de 13,440% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2024 caiu de 13,046% para 13,025%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa de 12,435%, de 12,455% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2027 terminou com taxa de 12,31%, de 12,355% quinta-feira. No balanço da semana, pelos DIs janeiro de 2027 e janeiro de 2024, a curva ganhou 15 pontos-base em inclinação.

A sexta-feira foi de alguma volatilidade no mercado de juros. Pela manhã, oscilaram majoritariamente com sinal moderado de alta, em meio à reação negativa dos ativos globais ao relatório de emprego norte-americano. A leitura é de que o mercado de trabalho apertado pode pressionar ainda mais a inflação, exigindo um ciclo de aperto dos juros mais agressivo pelo Federal Reserve.

Os juros dos Treasuries subiram, com a taxa da T-Note de dez anos tocando 2,98%, mas à tarde desacelerou a 2,94%, ajudando a encorajar uma correção em baixa na curva local, a despeito da manutenção firme do avanço nos preços do petróleo, que estão mais perto dos US$ 120.

O estrategista-chefe de renda fixa da Necton Investimentos, Felipe Beckel, atribui a virada das taxas a um ajuste técnico, com investidores trocando posições em NTN-B por prefixados. Segundo Beckel, as implícitas subiram muito nas últimas semanas com o fluxo negativo de notícias para Brasil e avanço nos preços do petróleo, enquanto no DI a curva está próxima das máximas do ano. Com a maioria das implícitas rodando a 6,5% e a curva do DI invertida, ele vê certa disfuncionalidade, o que naturalmente puxa um ajuste. "Quando tem certa irracionalidade em precificação, é natural que tenha uma virada e, neste sentido, o câmbio também favorece a desmontagem de posições", explicou.

Patricia Pereira, gestora de renda fixa da MAG Investimentos, viu algum alento no noticiário relacionado à possibilidade de adoção do estado de calamidade, que liberaria gastos fiscais no ano eleitoral, com a sinalização de Guedes para Bolsonaro, mas acredita que o assunto voltará a tona em algum momento.

A chance de aprovar a tempo uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para abrir caminho a medidas de combate à alta no preço dos combustíveis, como alternativa à calamidade e proposta por aliados do governo, na visão da gestora, é pequena. "É certo que Lira (presidente da Câmara, Arthur Lira) está correndo com a pauta no primeiro semestre, mas acredito que não dará tempo de aprovar a PEC antes do recesso", disse, lembrando que no segundo semestre os parlamentares vão se dedicar ao processo eleitoral.

Bolsa

O Ibovespa encerrou a semana acumulando perda de 0,75% no intervalo, vindo de ganhos nas três anteriores, com destaque para o avanço de 3,18% na semana passada. Nesta sexta-feira, em sessão também negativa nos mercados da Europa e de Nova York, fechou em baixa de 1,15%, aos 111.102,32 pontos, entre mínima de 110.935,15 e máxima de 112.391,83, da abertura, após ter encerrado a quinta-feira no maior nível desde 20 de abril. Nestas três primeiras sessões de junho, teve perda de 0,22%, mostrando ganho no ano de 5,99%. Enfraquecido, o giro desta sexta-feira foi de R$ 21,1 bilhões.

"Em sexta-feira com feriados na China, em Hong Kong e no Reino Unido houve menor liquidez global, numa semana que parecia a caminho de ganhos, aqui como em Nova York, até o dia de hoje. Sexta é o dia de não 'fazer bobagem', um dia que costuma ser de maior acomodação mesmo", diz Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, após uma quinta-feira em que o avanço do setor de tecnologia havia contribuído para as bolsas, aqui e fora.

Virada a página da quinta-feira, "houve hoje em Nova York um movimento bem pesado nas ações de techs, puxado pelas da Tesla e que se estendia a outros grandes nomes do setor, como Apple, Meta, Alphabet, Microsoft - e com avanço na curva de juros nesta sexta uma combinação típica de aversão a risco. Depois do payroll de maio, divulgado pela manhã, parte do mercado reavalia a possibilidade de um aumento mais forte nos juros americanos", diz Romero de Oliveira, head de renda variável da Valor Investimentos, referindo-se à chance de o BC dos Estados Unidos recolocar sobre a mesa aumento de 0,75 ponto porcentual na taxa de juros de referência, acima, portanto, do meio ponto já precificado pelo mercado.

"O Ibovespa acompanhou o dia ruim no exterior, mas, no Brasil, os ruídos políticos sobre a possibilidade de crédito extraordinário para subsidiar o diesel contribuem para a queda do mercado", acrescenta Oliveira, mencionando estratagemas em discussão no Planalto, como a possibilidade de adoção de situação de calamidade.

Nesta sexta, a leitura sobre a geração de vagas no mercado de trabalho dos Estados Unidos em maio - acima do esperado, mas com revisão significativa de resultados anteriores - reforçou as dúvidas sobre o grau de ajuste necessário à política monetária americana, ante a inflação. Uma leitura menor do payroll de maio ajudaria a tirar parte da pressão sobre o Federal Reserve, no momento em que o mercado de trabalho americano tem se mostrado mais apertado, situação em que a renda salarial tende a responder, em algum momento, a uma dificuldade maior para o preenchimento de vagas disponíveis.

"O último relatório de emprego mostrou um crescimento mais lento do emprego e uma inflação potencialmente mais branda, mas ainda mantém a porta aberta para o Fed continuar com sua campanha de alta das taxas de juros muito além do verão no hemisfério norte", observa em nota Edward Moya, analista da Oanda em Nova York. Ele acrescenta que "a moderação do crescimento econômico está acontecendo, mas não rápido o suficiente para sinalizar uma mudança de rumo pelo Fed". "O consumidor pode estar perdendo a batalha contra a inflação, mas os gastos não vão se enfraquecer tão rapidamente", aponta o analista.

Por outro lado, a recente reabertura da economia na China tem contribuído para a recuperação das commodities, em especial minério de ferro e petróleo, aos quais a B3 têm exposição. Assim, os ganhos recentes em Vale e siderurgia deram lugar nesta sexta a uma correção moderada, em dia negativo para os setores e ações de maior peso e liquidez, à exceção de Petrobras (ON +2,55%, PN +1,75%), que vinha perdendo a carona proporcionada pelo Brent nos últimos dias, movimento que levou os contratos do barril para agosto a serem negociados acima de US$ 120 na máxima desta sexta-feira.

Na semana, Petrobras ON e PN acumularam, respectivamente, leve avanço de 0,06% e perda de 1,05%, enquanto Vale ON ganhou 3,20% no mesmo intervalo. Na ponta do Ibovespa na sessão desta sexta-feira, destaque para Natura (+2,75%), à frente das duas ações de Petrobras. No lado contrário, Méliuz (-6,74%), Americanas ON (-5,83%), Yduqs (-5,59%) e Magazine Luiza (-5,53%). As perdas entre os grandes bancos chegaram nesta sexta a 1,39% (BB ON) e entre as siderúrgicas a 1,52% (Usiminas PNA). Destaque também para queda de 3,16% em Eletrobras ON e de 2,23% para Eletrobras PNB. Vale ON caiu nesta sexta 1,60%.

Agência Estado e Correio do Povo

Toffoli dá 5 dias para governo e PGR se pronunciarem sobre aumento dos planos de saúde

 Ministro do STF solicitou que as entidades apresentem informações depois de processo contra o aumento ser protocolado na corte


ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli solicitou que a Advogacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestem-se em cinco dias sobre o aumento de 15,5% no valor dos planos de saúde individuais e familiares. A Rede Sustentabilidade entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o reajuste, que foi autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Na arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), o partido alega que os planos de saúde sobem mais do que a inflação há anos, o que contraria o bem-estar social, um dos objetivos da Constituição.

"Fazendo-se a totalização dos dados de reajustamento, é de se dizer que os planos de saúde individuais subiram, desde 2000, 541,96%, ou seja, um plano de saúde que custasse R$ 100,00 em 2000 custará R$ 641,96 hoje. Por sua vez, o IPCA acumulado é da ordem de 319,71%, ou seja, R$ 100,00 de 2000 valem, atualmente, R$ 419,71. Trata-se de um acúmulo maior em cerca de 70%. Assim, é bastante evidente que a dita inflação da saúde vem pesando muito no bolso dos brasileiros há algum tempo — é cerca de 70% mais alta do que a inflação oficial —, sendo que 2022 foi certamente o ápice, com o reajuste histórico."

O reajuste

O aumento vale para contratados a partir de janeiro de 1999. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 27, e o reajuste poderá ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês da contratação do plano.

O percentual é o teto válido para o período entre maio de 2022 e abril de 2023 a cerca de 8 milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de assistência médica no Brasil. É o maior aumento autorizado pela agência desde o início da série histórica, em 2000.

Para chegar ao percentual de 2022, segundo a ANS, foi utilizada a metodologia de cálculo que vem sendo aplicada desde 2019, que combina a variação das despesas assistenciais com o IPCA, descontado o subitem plano de saúde.

"O cálculo é baseado na diferença das despesas assistenciais por beneficiário dos planos de saúde individuais de um ano para o outro. Dessa forma, o índice de 2022 resulta da variação das despesas assistenciais ocorridas em 2021 em comparação com as despesas assistenciais de 2020", afirma a agência, em nota.

Ministério da Saúde

Após o anúncio da ANS, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu "mudanças estruturais no setor privado". O objetivo seria dar maior transparência, mais eficiência e provocar ampliação da concorrência, segundo o chefe da pasta.

"Hoje, os aumentos das mensalidades arcadas pelos brasileiros que contratam plano de saúde não necessariamente estão associados com a qualidade do serviço prestado. Enquanto medidas como a mudança no modelo de cuidado e o open health não forem implementadas, os brasileiros continuarão reféns dessa ineficiência", disse Queiroga.

"O Ministério da Saúde não se ocupa apenas da saúde pública. Por isso, no ano passado convocamos o Conselho Nacional de Saúde Suplementar (Consu) e, pela primeira vez, aprovamos uma política pública dirigida para o setor. Convocarei novamente o conselho para avaliar os resultados", completou.

Congelamento na pandemia

Em 2020, os planos ficaram congelados por causa da pandemia de Covid-19. Já em 2021, pela primeira vez, a ANS definiu redução de 8,19% nos valores das mensalidades. A decisão foi motivada pela queda da demanda decorrente do período de isolamento na pandemia. Por causa do distanciamento social, muitos brasileiros adiaram a procura por serviços médicos não emergenciais.

"A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas adotadas para evitar a disseminação da Covid-19. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde", disse a ANS, em nota.


R7 e Correio do Povo


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Bolsonaro diz que cidadão armado garante "segurança nacional"

Presidente também comemorou a flexibilização da posse e do porte de arma de fogo e voltou a criticar os ministros do Supremo


Em visita a Umuarama, no Paraná, nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que flexibilizar o porte e a posse de arma de fogo dá "garantia de segurança nacional". O presidente está no estado para acompanhar a obra de um trecho da BR-487, a Estrada Boiadeira, e visitar a construção da ponte de integração entre o Brasil e o Paraguai, em Foz do Iguaçu. 

"Com meu governo, a posse e o porte de arma de fogo começaram a ser realidade. Todas as ditaduras começaram com campanhas de desarmamento do povo, assim foi no Chile. Nesta semana, o Canadá começou uma campanha. Mas a arma de fogo é garantia de sobrevivência das famílias é uma questão de segurança nacional", comentou o presidente, finalizando com a frase que tem repetido nos últimos discursos: "Povo armado jamais será escravizado."

O discurso segue a mesma linha do que o presidente disse em Jataí, em Goiás, na última terça-feira. Na ocasião, Bolsonaro falou sobre as suas principais bandeiras e enfatizou o discurso pró-armamento, ao dizer que "a arma de fogo nas mãos do cidadão de bem, mais que defender a sua família, passa a defender a pátria."

Dados do Exército mostram que houve um aumento de 333% no número de novos registros de armas para CACs (caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo) em 2021 em comparação com 2018. O total saiu de 59.439 registros para 257.541. No mesmo período, o número de CACs aumentou 325% – passou de 255.402 registros ativos, em 2018, para 1.085.888, em 2021. 

Críticas ao Supremo

No Paraná, Bolsonaro também fez críticas indiretas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), insinuando que "alguns querem roubar nossa liberdade". "Surgiu uma nova classe de ladrões no Brasil, os que querem roubar a nossa liberdade, eu peço que vocês cada vez mais se interesse por esse assunto. Se precisar, iremos à guerra", disse. 

Em seguida, Bolsonaro citou o caso do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). O parlamentar  foi preso em fevereiro do ano passado após sugerir o fechamento do Supremo e a volta do AI-5, o ato institucional mais severo do regime militar

"Nós defendemos, além da liberdade de expressão, o direito de ir e vir. Não pude admitir a prisão de um parlamentar por ter falado algo que eu não gostaria de ouvir, mas liberdade de expressão ou temos ou não temos", enfatizou Bolsonaro. 

O presidente está acompanhado dos ministros Adolfo Sachsida (Minas e Energia) e Marcelo Sampaio (Infraestrutura). Também participaram do evento o prefeito da cidade de Umuarama, Hermes Pimentel (Democracia Cristã-PR) e o deputado federal Osmar Serraglio (PP-PR).


R7 e Correio do Povo

Lei que fixa o valor do salário mínimo em R$ 1.212 é promulgada

 Para as remunerações vinculadas ao salário mínimo, os valores de referência diário e por hora serão de R$ 40,40 e R$ 5,51, respectivamente

Brasília - A lei que fixa o salário mínimo de R$ 1.212 neste ano, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 2. A norma, assinada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fixa o valor do piso nacional, que foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, em 31 de dezembro ano passado por meio de medida provisória (MP).  

À época, a MP nº 1.091 elevou o mínimo em 10,18% em relação aos R$ 1.100 pagos em 2021, com reposição da inflação do período.  

 

Para as remunerações vinculadas ao salário mínimo, os valores de referência diário e por hora serão de R$ 40,40 e R$ 5,51, respectivamente. Segundo o Ministério da Economia, cada real a mais representa uma despesa de quase R$ 365 milhões aos cofres públicos.   O plenário do Senado aprovou a MP, na semana passada, e o texto seguiu para promulgação de Pacheco.  

Fonte: O Dia Online - 02/06/2022 e SOS Consumidor