Porto Alegre – 14 de abril de 2026 – A CPI dos Pedágios teve seus trabalhos prorrogados por mais 60 dias e entra em nova fase de investigações. O colegiado da Assembleia Legislativa do RS pretende aprofundar a análise sobre a concessão do bloco 3 de rodovias, enquanto aguarda a publicação do edital do bloco 1 pelo governo estadual.
Oitiva de Marcelo Spilki
Nesta quarta-feira (15), o presidente da Agergs, Marcelo Spilki, será novamente ouvido pela comissão. Na primeira participação, ele admitiu ter atuado na modelagem do bloco 3 quando estava na Secretaria de Parcerias, o que levou a CPI a aprovar requerimento pedindo sua saída do cargo por conflito de interesses.
Expectativa pelo depoimento de Leite
O colegiado também aguarda o depoimento do governador Eduardo Leite (PSD), que já se colocou à disposição em fevereiro. Deputados reforçaram o convite, mas ainda não há data definida. O relator da CPI, Miguel Rossetto (PT), cobra explicações sobre pontos considerados pouco transparentes, como o cronograma de obras do bloco 3.
Mudanças na composição
A janela partidária e o retorno de titulares provocaram alterações na comissão:
Frederico Antunes (PP) deixou a CPI, sendo substituído por Joel Wilhem.
Rafael Braga (MDB) saiu e deu lugar a Beto Fantinel, que tem atuado como resistência governista.
Aloísio Classmann (União Brasil) foi substituído por Dirceu Franciscon.
Tiago Cadó (PDT) deixou o posto de suplente, assumido por Dr. Thiago.
Nova dinâmica
Com a prorrogação, as reuniões da CPI passam a ocorrer apenas às quartas-feiras, sempre às 16h.
👉 A comissão entra em reta final com foco no bloco 3 e na expectativa pelo depoimento do governador, em meio a disputas políticas e questionamentos sobre transparência nas concessões.
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