Cafeteira Expresso Oster Cappuccino

 


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Países e organizações prometem R$ 7,7 bilhões à ONU para Ucrânia

 Segundo Nações Unidas, valores seriam destinados para ações humanitárias no país e para apoiar nações vizinhas com refugiados



Países e organizações prometeram 1,5 bilhão de dólares (R$ 7,7 bilhões) à ONU nesta terça-feira (1º) para apoiar urgentemente a resposta humanitária à guerra na Ucrânia, em uma rápida demonstração de solidariedade internacional.

"Esta é uma das respostas mais rápidas e generosas a um pedido humanitário urgente recebido até hoje", disse o porta-voz das Nações Unidas, Stéphane Dujarric, em entrevista coletiva.

A ONU anunciou hoje seu pedido de fundos para responder à crise na Ucrânia, com necessidades totais de 1,7 bilhão de dólares (R$ 8,7 bilhões), sendo 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) para ações humanitárias no país nos próximos três meses e o restante para apoiar nações vizinhas diante do fluxo de refugiados.

Os valores foram anunciados em um evento em Genebra, no final do qual a organização disse ter conseguido arrecadar 1,5 bilhão de dólares, a maior parte do dinheiro necessário.

"Agradecemos aos Estados-membros e parceiros por sua generosa demonstração de apoio aos ucranianos e, como sempre, pedimos que essas promessas sejam rapidamente transformadas em ações", disse o porta-voz da ONU.

Entre as prioridades da operação humanitária estarão, por exemplo, a reabilitação de infraestruturas essenciais danificadas, o acesso a cuidados médicos e o apoio a pessoas que perderam todas as fontes de renda, como os aposentados que deixaram de receber pensões.

"As agências das Nações Unidas e nossos parceiros estão trabalhando 24 horas por dia, sete dias por semana para avaliar as necessidades humanitárias e aumentar a ajuda, em particular para mulheres, crianças, idosos e pessoas com deficiência", disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em discurso.

AFP e Correio do Povo

Fifpro confirma morte de dois jogadores na invasão da Rússia na Ucrânia

 Vitalii Sapylo, de 21 anos, e Dmytro Martynek, de 25, foram mortos no conflito enquanto serviam o exército ucraniano



As primeiras mortes no futebol causadas pela invasão da Rússia na Ucrânia foram relatadas nesta segunda-feira. Vitalii Sapylo, de 21 anos, e Dmytro Martynek, de 25, foram mortos no conflito enquanto serviam o exército ucraniano. Ambos defendiam equipes das ligas inferiores do país.

A informação foi confirmada, via redes sociais, em um anúncio da Fifpro (Federação Internacional de Futebolistas Profissionais). "Nossos pensamentos estão com as famílias, amigos e colegas de equipe dos jovens jogadores de futebol ucranianos Vitallii Sapylo (21 anos) e Dmytro Martynenko (25 anos), as duas primeiras derrotas do futebol nesta guerra. Que ambos descansem em paz", escreveu a entidade.

De acordo com o jornal Sky Sports, Sapylo, que era jogador do Karpaty, foi morto em uma batalha nas redondezas de Kiev.

Atacante do FC Hostomel, Martynenko, foi o melhor jogador e o artilheiro da temporada passada da segunda divisão. Ele e sua mãe acabaram mortos após uma bomba atingir a casa da família. A irmã de sete anos do atleta ficou gravemente ferida. E seu pai sobreviveu ao bombardeio.

Agência Estado e Correio do Povo

Mundo busca consequências jurídicas para Rússia e Putin diante da invasão à Ucrânia

 Tribunal Penal Internacional foi acionado para analisar agressão de Moscou a Kiev



O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou que abriu uma investigação sobre a situação na Ucrânia, após denúncias de "crimes de guerra e contra a humanidade" cometidos pela Rússia. A Corte Internacional de Justiça (CIJ), da ONU, convocou, por sua vez, audiências para os próximos dias 7 e 8 sobre as denúncias apresentadas envolvendo ações das tropas russas que invadiram solo ucraniano.

A Rússia violou o Artigo 2 (4) da Carta das Nações Unidas, que proíbe o uso da força em nível internacional, diz Geoff Gordon, pesquisador principal do Instituto Asser de direito internacional e europeu, com sede em Haia. "O uso da força militar russa não é desconhecido" na Ucrânia, acrescenta Philippe Sands, professor de direito internacional no Reino Unido. Mas "hoje existem regras para nos proteger de tais atos, refletidas na Carta da ONU, o que temos de mais parecido com uma Constituição internacional", destacou Sands em artigo publicado no "Financial Times". "Foram os compromissos mais importantes da Carta o que Putin menosprezou."

Os tribunais nacionais também podem julgar casos relacionados a violações do direito internacional. A Rússia também poderia ter que comparecer perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, ao ser acusada por Kiev de violações nessa área.

A Ucrânia não é signatária do Estatuto de Roma, tratado fundador do TPI, mas reconheceu formalmente em 2014 a jurisdição do mesmo em relação aos crimes cometidos em seu território. A Rússia, por sua vez, retirou-se do TPI, razão pela qual este não pode processar cidadãos russos em solo russo, apenas se estiverem detidos no território de um Estado que reconheça a jurisdição do tribunal.

O TPI julga os acusados das piores atrocidades cometidas no mundo, que incluem genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Os indivíduos também podem ser processados por tribunais nacionais. O TPI, no entanto, não pode julgar o crime de agressão - ataque de um Estado contra outro planejado por um líder político ou militar - se esse país não tiver ratificado o Estatuto de Roma, como é o caso da Rússia e da Ucrânia.

Philippe Sands sugeriu a criação de um tribunal penal internacional ('ad hoc') consagrado à agressão russa contra a Ucrânia.-

De acordo com Cecily Rose, professora assistente de direito internacional público na Universidade de Leiden (Holanda), as audiências e a decisão da CIJ poderiam acontecer em breve, em virtude da urgência. Sobre o TPI, o mesmo poderia emitir atas de acusação se os juízes determinarem que tem jurisdição e provas suficientes, ou se um Estado-membro apresentar o caso diretamente ao tribunal.

É difícil prever os efeitos, dizem os especialistas. A CIJ, cujas sentenças têm caráter definitivo e inapelável, "não conta com um mecanismo de aplicação clássico" para fazer com que as mesmas sejam cumpridas, diz Geoff Gordon. Já o TPI não tem uma força policial própria e depende dos Estados-membros para efetuar prisões.

"Por outro lado, assistimos à mobilização de uma série de mecanismos mais ou menos coordenados, cujo objetivo é punir a Rússia por travar uma guerra ilegal", como sanções econômicas, restrições de viagens e cancelamento de eventos esportivos, explica Gordon. "Uma sentença da CIJ poderia ter um papel nessas ações no futuro", estima.



AFP e Correio do Povo

Torradeira Oster Day Light Red

 


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EUA diz que avanço russo em Kiev foi interrompido

 Avanço militar russo parou devido à resistência ucraniana e à escassez de combustível e alimentos, afirmou funcionário da Defesa dos EUA



avanço militar russo sobre Kiev parou momentaneamente devido à resistência ucraniana e à escassez de combustível e alimentos, afirmou um alto funcionário da Defesa dos Estados Unidos nesta terça-feira. "Em geral, sentimos que o movimento militar russo (...) em direção a Kiev está no momento em ponto morto", disse o funcionário a jornalistas.

"Achamos que parte disso tem a ver com sua própria manutenção e logística", acrescentou. "E também acreditamos que, em geral, (...) os próprios russos estão se reagrupando, repensando e tentando se adaptar aos desafios que enfrentam."

Seis dias depois de Moscou invadir seu vizinho ex-soviético, segundo a fonte, um enorme comboio russo que se encontra ao norte de Kiev mal está se movendo, mas os EUA acreditam que ainda pretendem cercar a capital ucraniana.

Além disso, disse que os militares ucranianos seguem desafiando a força invasora e que os russos não alcançaram o controle dos céus do país. Também não conseguiram atingir seu primeiro grande objetivo, a segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, no nordeste, onde ocorreram os combates mais intensos.

Já no sul, os russos posicionaram suas forças ao longo da costa desde a Crimeia até a fronteira russa no leste e cercaram a cidade portuária de Mariupol.

O Pentágono acredita que o avanço da força de combate russa de 150 mil homens na Ucrânia (cerca de 80% dos quais já entraram no país) foi muito mais lento do que o planejado e agora enfrenta escassez de suprimentos, como combustível e comida.

O funcionário também afirmou, embora não tenha apresentado provas, que havia sinais de que os ânimos estavam começando a enfraquecer no lado russo, que utiliza um grande número de soldados recrutado. "Aparentemente, nem todos estavam totalmente treinados e preparados, ou mesmo avisados de que seriam enviados para uma operação de combate", disse o funcionário.



AFP e Correio do Povo

Sol volta a aparecer, mas chuva segue em alguns pontos do RS nesta quarta

 No Oeste e no Sul, o tempo estará aberto. Já na Metade Norte, o dia será de muitas nuvens e chuva



O sol vai predominar no Oeste e na Metade Sul gaúcha no decorrer desta quarta-feira, com períodos de céu claro em diversas cidades. O começo da manhã é agradável e a tarde será mais quente.

Já na Metade Norte, o dia será de muitas nuvens, chuva e garoa em diversos pontos. Há risco de chuva localmente forte e não se afasta a possibilidade de granizo localizado.

A temperatura não se eleva muito e varia pouco em pontos do Noroeste, Norte e Nordeste do Estado. Em Porto Alegre, a mínima é de 21°C, e a máxima chega aos 28°C.

Mínimas e máximas no RS

Torres 21°C / 25°C
Uruguaiana 19°C / 32°C
Bagé 15°C / 30°C
Santa Cruz 20°C / 30°C
Vacaria 18°C / 23ºC

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Biden diz que Putin nunca esteve tão isolado e anuncia mais sanções contra Rússia

 Presidente dos EUA disse que vai fortalecer países da Otan e dar suporte à Ucrânia



O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, acusou nesta terça-feira o mandatário russo, Vladimir Putin, de querer "abalar as fundações do mundo livre" com a invasão à Ucrânia. Ele ressaltou que "a liberdade sempre vencerá a tirania. Nós estamos prontos para enfrentar Putin. Nós pegamos os russos com as mentiras". Ele enfatizou que o líder russo nunca esteve tão isolado.

"Putin achou que iria abalar as as próprias fundações do mundo livre, pensando que poderia fazê-lo se curvar aos seus caminhos ameaçadores, mas ele teve um erro de calculo, ele se deparou com o povo ucraniano", relatou Biden. A declaração abriu o primeiro discurso de Biden sobre o Estado da União, perante as duas câmaras do Congresso dos EUA. Nesse discurso o presidente deve relatar as condições nas quais os EUA se encontram em todos os sentidos: economia, saúde, educação, militarismo, impostos e segurança.

Biden disse que Putin "não tem ideia do que está vindo". "O mercado da Rússia já caiu 40%, a economia da Rússia está caindo", declarou. "Juntos com as nossas alianças estamos prestando suporte à Ucrânia. Já gastamos mais de US$ 1 bilhão para ajudar a Ucrânia."

No discurso, Biden anunciou novas sanções, como o fechamento do espaço aéreo norte-americano às companhia russas, e disse que os Estados Unidos irão proteger todos os países membros da  Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que ficam próximos à Rússia. No entanto, ele garantiu que o exército dos Estados Unidos não irá lutar na Ucrânia contra o exército da Rússia.

"Nossas forças não vão à Europa para lutar na Ucrânia, mas para defender nossos aliados da Otan caso (Vladimir) Putin decida seguir para o oeste", disse Biden. "Estamos dispostos a proteger todo o resto da Europa, vamos defender todo território da Otan com toda a nossa força."

O presidente dos Estados Unidos disse que o país perseguirá os crimes de oligarcas russos, e que o Departamento de Justiça americano está formando um grupo de trabalho para esta finalidade. "Estamos nos unindo aos nossos aliados europeus para encontrar e apreender iates, apartamentos de luxo e aviões particulares deles", anunciou Biden.

R7 e Correio do Povo


Sol volta a aparecer, mas chuva segue em alguns pontos do RS nesta quarta


EUA diz que avanço russo em Kiev foi interrompido


Mundo busca consequências jurídicas para Rússia e Putin diante da invasão à Ucrânia


Fifpro confirma morte de dois jogadores na invasão da Rússia na Ucrânia


Novo ataque russo atinge área residencial em cidade da Ucrânia


Grêmio perde para o Mirassol com um a mais e dá vexame na 1ª fase da Copa do Brasil



Roger elogia jovens da base, mas admite necessidade de reforçar elenco do Grêmio

Direção garante convicção do Grêmio, mas reconhece busca por reforços


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Diplomata ucraniano pede que Brasil corte relações com a Rússia


Itamaraty anuncia postos de atendimento a brasileiros na Ucrânia e na Moldávia


Palácio Piratini recebe as cores da Ucrânia


Filho atira e fere os pais e um policial militar, em São Martinho


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Samba enredo anima o último dia de Carnaval no Centro de Porto Alegre


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Brasileiros alugam carros para resgatar conterrâneos na Ucrânia



Bolsonaro anda de moto aquática e reúne apoiadores em praia de SP


Estiagem segue na pauta da Assembleia do RS



Ex-campeão do UFC, Cain Velásquez é detido nos Estados Unidos por tentativa de homicídio


Mortos em Petrópolis chegam a 231, na tragédia mais fatal da história da cidade


Fluminense elimina o Millonarios e vai para a terceira fase da Copa Libertadores



Nicolás Maduro expressa "forte apoio" a Vladimir Putin em ligação


Federação Internacional de Vôlei retira sede do Mundial masculino da Rússia


União Europeia proíbe canais estatais russos RT e Sputnik


Preparativos para implosão do prédio da SSP seguem no Carnaval


Apple anuncia boicote e interrompe vendas de produtos na Rússia


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Rússia e Ucrânia voltam à mesa de negociação nesta quarta-feira

 


A segunda rodada de negociação entre Rússia e Ucrânia acontecerá nesta quarta-feira (2), anunciou a agência russa Tass, citando uma fonte do lado russo. Na segunda-feira, delegações da Rússia e da Ucrânia encontraram-se para a primeira rodada na Bielorrússia, perto da fronteira com a Ucrânia. Após o encontro, foi afirmado que as delegações iriam fazer consultas com suas lideranças nas capitais, antes da continuidade da negociação. A Ucrânia classificou a negociação como “difícil”.

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse nesta terça-feira (1°) que a Rússia deve parar de bombardear cidades ucranianas antes que negociações significativas de cessar-fogo possam começar, já que a primeira rodada de negociações deu poucos resultados.

Em uma entrevista em um complexo do governo fortemente vigiado, Zelensky pediu aos membros da Otan que imponham uma zona de exclusão aérea para deter as forças aéreas russas, dizendo que era uma medida preventiva e não pretendia arrastar a aliança para uma guerra com a Rússia.

Zelensky, que rejeitou ofertas para deixar a capital ucraniana diante do avanço das forças russas, também disse que a Ucrânia exigirá garantias de segurança juridicamente vinculativas se a Otan fechar a porta às perspectivas de adesão da Ucrânia.

Ofensiva continua

O anúncio da segunda reunião aconteceu horas após o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, declarar que a Rússia continuará a sua ofensiva na Ucrânia até alcançar os seus objetivos, em um contexto de intensificação do uso da força por parte das tropas de Moscou.

“As Forças Armadas russas continuarão a operação militar especial até que sejam cumpridos os objetivos fixados”, afirmou Shoigu em uma entrevista coletiva.

O ministro mais uma vez disse que a Rússia busca a “desmilitarização” e a “desnazificação” da Ucrânia, assim como proteger a Rússia da “ameaça militar criada pelos países ocidentais”. Todas estas metas já foram declaradas antes.

Por desnazificação, é incerto ao que o ministro se refere. Embora haja grupos paramilitares de extrema direita em operação na Ucrânia, o governo russo, desde o começo da ofensiva, tem falsamente acusado a liderança ucraniana de ser comandada por neonazistas.

Shoigu também justificou a ofensiva em termos defensivos:

“O principal para nós é proteger a Federação Russa da ameaça militar representada pelos países ocidentais que estão tentando usar o povo ucraniano na luta contra nosso país”, disse ele, afirmando ainda que a Rússia busca evitar expor civis. “Gostaria de salientar que os ataques são realizados apenas em alvos militares e exclusivamente com armas de alta precisão.”

No entanto, após iniciar a ofensiva com ataques mais pontuais, há sinais de que a Rússia começa a adotar táticas mais brutais e destrutivas ao encontrarem uma resistência mais dura do que esperava.

Após vários fracassos militares – como visto, por exemplo, na coluna de veículos russos Tigr fortemente blindados destruídos após tentarem entrar em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia –, autoridades dos EUA e nações aliadas esperam táticas agressivas mais indiscriminadas, com um uso de artilharia e bombardeios pesados. Isto acarretará um número de vítimas e uma destrutividade muito maiores.

Apesar de o número de vítimas civis já estar aumentando, o ministro negou que as tropas russas tomem como alvos infraestruturas civis ou residenciais. Ele repetiu o discurso das autoridades de Moscou de que as forças ucranianas utilizam os civis como escudos.

“Lança-foguetes múltiplos e morteiros de grande calibre estão instalados nos pátios dos imóveis próximos de escolas e jardins de infância”, afirmou Shoigu.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez as mesmas acusações, o que alimentou o temor de intensificação dos ataques em áreas urbanas. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.

O Sul


Vacinação infantil contra a covid segue nesta quarta-feira, em Porto Alegre


Fevereiro chega ao fim como pior mês de contágio por Covid no Brasil