Relatora do Código Eleitoral inclui quarentena de 5 anos para militares e policiais disputarem eleições

 


A relatora do novo Código Eleitoral, Margarete Coelho (PP-PI), apresentou nesta quarta-feira (25) um novo parecer à Câmara dos Deputados. Com 905 artigos, o documento agora inclui a obrigatoriedade de uma quarentena de cinco anos para militares, policiais, magistrados e integrantes do Ministério Público que desejam disputar as eleições.

Em ritmo acelerado de tramitação, o projeto conta com o apoio do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e deve ser votado em plenário até a próxima semana.

A regra poderia afetar uma possível candidatura do ex-juiz Sergio Moro nas próximas eleições. Moro deixou a magistratura em 2018 e só poderia estar livre para buscar votos a partir de 2023.

À tarde, a relatora incluiu uma regra para não prejudicar os ex-servidores que já foram eleitos. Juízes, membros do Ministério Público, militares e policiais que estejam no exercício do mandato eletivo ou que já tenham exercido mandato até a publicação do código não estarão inelegíveis.

A inclusão da quarentena foi decidida na terça-feira (24), após sugestão de partidos de centro. Eles demonstraram à relatora preocupação com a possibilidade de essas autoridades se valerem do cargo para conquistar votos.

O movimento ocorre na esteira da politização de policiais e militares. O alinhamento de parte dessas forças ao presidente Jair Bolsonaro preocupa os parlamentares, principalmente no momento que o Palácio do Planalto se coloca de forma pública contra o Poder Judiciário.

Texto

O texto trata especificamente da necessidade de quarenta de cinco anos para “magistrados”, “membros do Ministério Público”, “militares da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios”, “servidores integrantes das guardas municipais, das Polícias Federal, Rodoviária Federal e Ferroviária Federal, bem como os das Polícias Civis”.

A proposta também veda aos partidos políticos a possibilidade de “instrução militar ou paramilitar” ou a adoção de “uniforme para seus membros”.

A proposta de uma quarentena para esses funcionários públicos já tramitava na Casa, mas em uma iniciativa isolada. O relator do projeto, Fábio Trad (PSD-MS), previa seis anos de resguardo, mas com efeitos apenas para o futuro. Ou seja, não prejudicaria possíveis candidatos como Moro. Ele criticou o novo formato da ideia.

“Como o dispositivo (do Código Eleitoral) é muito claro no sentido de vedar candidaturas de membros da magistratura antes da entrada em vigor da lei, não tem como negar um viés casuístico. Isso porque prejudica potenciais pré-candidatos até mesmo à Presidência, como Sergio Moro. Mesmo que se queira emprestar caráter genérico à proposta, não há como não ter uma fulanização do objeto”, disse Trad.

A deputada recuou ainda em relação a um ponto sensível do texto. Diferentemente da penúltima redação, ela adotou medidas de incentivo à participação das mulheres na política.

Foram incluídas cotas de financiamento de candidaturas para mulheres: no mínimo 30% dos recursos dos fundos públicos serão reservados. Além disso, haverá garantia de ocupação de 15% das cadeiras em disputa nas eleições proporcionais, com aumento gradativo até o percentual alcançar um terço das cadeiras.

Também foi incluída a distribuição proporcional de recursos às campanhas de candidatas e candidatos negros.

Pesquisas

Alguns temas polêmicos e criticados por especialistas permaneceram no relatório, como a restrição a pesquisas eleitorais. Os levantamentos só poderão ser publicados até a antevéspera do pleito.

Já no dia da eleição, quando a pesquisa tratar da corrida à Presidência da República, só poderá haver divulgação após o encerramento da votação em todo o território nacional. Nos demais casos, a partir das 17 horas.

Segue no texto a formulação de regras que, segundo especialistas, podem afrouxar a fiscalização do Fundo Partidário. Além de passagens aéreas, propaganda e outras atividades, há a possibilidade de o partido usar a verba para “gasto de interesse partidário, conforme deliberação da executiva do partido”, sem especificação do propósito.

O texto, entre outros pontos, estabelece ainda um teto de R$ 30 mil para multas decorrentes da desaprovação de contas. Assim, evita-se a aplicação de infração na casa dos milhões de reais, como é possível ocorrer com as regras de hoje.

O Sul

Ministro da Saúde diz que começará em 15 de setembro a aplicação da terceira dose da vacina contra o coronavírus

 


O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou nesta quarta-feira (25), que a aplicação de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19 começará no dia 15 de setembro. A nova etapa iniciará em idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos (pessoas que têm o sistema imunológico comprometido).

Além disso, o ministério vai antecipar, também a partir de 15 de setembro, a aplicação da segunda dose dos imunizantes da Pfizer e AstraZeneca das atuais 12 semanas para oito semanas. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nesta quarta-feira, mas a decisão foi tomada em reunião do ministério na noite de terça-feira (24).

A dose de reforço tem sido defendida por especialistas diante do aumento de infecções entre vacinados com as duas doses e de evidências científicas de que a proteção induzida pelos imunizantes cai ao longo do tempo. Em países onde a variante Delta se espalha rapidamente, como Estados Unidos, Israel e Chile, por exemplo, a estratégia da terceira dose também já foi adotada.

Segundo a publicação, no dia 10 de setembro o Ministério da Saúde finalizará a distribuição de imunizantes para a aplicação da primeira dose em toda a população brasileira com mais de 18 anos, o que abrirá espaço para a antecipação e reforço vacinal.

Com isso, já a partir do dia 15 de setembro, serão enviadas as doses de reforço para os imunossuprimidos – pessoas com câncer ou transplantados, por exemplo – que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 28 dias e de idosos com mais de 70 anos que tenham tomado a segunda há pelo menos seis meses.

A aplicação nos idosos seguirá ordem cronológica, do mais velho para o novo. A Saúde aguarda a conclusão de um estudo para decidir como será a aplicação da terceira dose em profissionais de saúde e pessoas com menos de 70 anos. O Ministério da Saúde estudará ainda a possibilidade de imunização cruzada entre as vacinas da Astrazeneca e Pfizer, mas isso será feito somente em caso de necessidade.

O Sul

Ministro da Saúde fala em extinguir a obrigatoriedade de máscara ao ar livre caso haja redução do número de casos de covid

 


Em um aceno ao presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a defender o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras. O cardiologista recuou, no entanto, ao afirmar que a medida deve ser adotada só em ambientes ao ar livre “em um curto espaço de tempo”. A declaração foi dada nesta quarta-feira (25) em conversa com jornalistas na sede da pasta.

A decisão, contudo, dependeria ainda do momento epidemiológico da pandemia no Brasil:

“Se tudo continuar como está hoje, caindo o número de casos, pouca pressão sobre o sistema de internação hospitalar, é possível, em um curto espaço de tempo, se flexibilizar o uso de máscaras no ambiente (ao ar) livre. Já no ambiente fechado, preservamos o uso de máscaras”, afirmou Queiroga.

Ainda não há previsão de quando a prévia do estudo para tornar facultativo o uso de máscara ficará pronto, O ministro disse que cobrou a diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit), Alessandra Siqueira, a respeito do tema. A pesquisa contará com revisão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Queiroga reiterou o posicionamento contra a obrigatoriedade da proteção facial e a aplicação de multas para quem não usá-las mesmo diante do avanço da variante Delta, da elevada taxa de contágio e do número de casos e de mortes. O próprio Bolsonaro já foi autuado cinco vezes em São Paulo por essa infração e recorreu. Para o ministro, vale a conscientização em torno do tema:

“Somos contra leis que obrigam as pessoas a usarem máscaras. Nós achamos que é algo que temos que conscientizar cada um a usar. O cuidado é individual, o benefício é de todos.”

Bolsonaro havia anunciado em 10 de junho que a pasta retiraria a obrigatoriedade do uso do aparato facial para quem tivesse se vacinado ou sido infectado. Na mesma data, Queiroga recuou e disse que o presidente havia lhe encomendado um estudo e que o país precisaria avançar na imunização. Desde então, a medida segue como uma das promessas não cumpridas pelo ministro.

Augusto Aras

Já o procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou na terça-feira (24) que punir criminalmente quem não utiliza máscaras na pandemia pode ser algo “extremamente perigoso”. Aras deu a declaração durante sabatina na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado, que analisou a recondução dele para mais dois anos à frente do Ministério Público Federal.

O procurador-geral foi questionado sobre as atitudes do presidente Jair Bolsonaro, que reiteradamente aparece sem máscaras em eventos públicos, e ainda provoca aglomeração. Máscaras e distanciamento, segundo autoridades sanitárias, são fundamentais para evitar o contágio de covid-19.

Aras reconheceu que o uso de máscaras é obrigatório, conforme legislação aprovada pelo Congresso para o enfrentamento da pandemia, mas que a análise das punições para o desrespeito à utilização do equipamento de proteção deve ocorrer, primeiramente, nas áreas cível e administrativa, com a aplicação de multas, por exemplo.

Para o procurador indicado por Bolsonaro, é preciso ter “cautela na criminalização do uso da máscara”. As informações são do jornal O Globo e do portal de notícias G1.

O Sul

"Em breve" . Quadro de Abdo Wgih

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1299078193840850

Governo dará bônus para quem reduzir consumo de energia em casa a partir de setembro

 


O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o programa de redução voluntária voltado para consumidores residenciais iniciará a partir de 1º de setembro. O governo vai dar descontos nas contas de luz de consumidores residenciais que economizarem energia elétrica. A expectativa, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), é divulgar as regras da medida no início da próxima semana.

“O programa está sendo estruturado e contará com definição de meta mínima de redução para concessão de crédito”, informou o ministério em nota distribuída à imprensa. “Estamos avaliando a métrica para todos os consumidores. A ideia do programa é premiar aqueles consumidores que se esforçarem em reduzir a carga e, assim, contribuir para o aumento da segurança, da confiabilidade e do custo de geração”, disse o secretário de energia elétrica do ministério, Christiano Vieira.

Sem muitas explicações, o secretário deu a entender que os descontos na conta de luz prometidos pelo governo aos que pouparem energia seriam pagos via Encargo de Serviços do Sistema (ESS) — uma taxa que é cobrada na própria conta de luz via tarifas ou bandeiras tarifárias. Dessa forma, o “bônus” seria custeado pelos próprios consumidores, tanto os atendidos pelas distribuidoras, como os residenciais, quanto pelos que operam no mercado livre, como as indústrias.

Vieira afirmou que havia uma escassez bem caracterizada nos reservatórios localizados no Sudeste, considerado a caixa d’água do sistema elétrico, mas que as perspectivas de chuvas na região Sul não estão se concretizando. Durante entrevista coletiva, ele citou aprovação para aumentar a transferência de energia do Nordeste para Sudeste e Sul, para aproveitar a geração de usinas eólicas.

Para garantir o abastecimento de energia elétrica, o governo tem autorizado o acionamento de usinas termelétricas, até mesmo as mais caras. Segundo o secretário, hoje há usinas em uso que custam acima de R$ 2 mil por megawatts-hora (MWh).

O governo espera, segundo ele, que o programa de redução de consumo voluntário voltado para os grandes consumidores (como a indústria), e as demais iniciativas, sejam opções mais “econômicas”. “Com economia voluntária, poderemos não colocar em operação usinas com custo acima de R$ 2 mil/MWh”, afirmou.

Apesar do incentivo financeiro para economia de energia, as medidas adotadas para evitar racionamento e apagões vão custar caro para o consumidor. Cálculos internos apontam a necessidade de que a bandeira vermelha nível 2, hoje em R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora (kWh), seja elevada para algo entre R$ 15 e R$ 20. A bandeira para setembro será anunciada na sexta (27).

Medidas

A bonificação para consumidores residenciais faz parte de uma série de ações que o governo busca para tentar evitar apagões em horários de pico, quando há mais demanda por energia.

Na segunda-feira, o MME publicou as regras para o programa similar de redução voluntária do consumo de energia, mas voltado para grandes consumidores, como as indústrias. Em contrapartida, as empresas vão receber compensações financeiras.

Para possibilitar uma maior adesão ao programa, o governo acatou pleitos de agentes do setor e reduziu o lote mínimo de economia que as empresas devem oferecer de 30 megawatts médios (MWm) para 5 MWm. As propostas deverão ser apresentadas ao ONS e serão analisadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). A medida valerá até 30 de abril de 2022.

Sem chuvas

Bento Albuquerque afirmou que as perspectivas de chuvas até o fim do período seco deste ano, meados dos meses de setembro e outubro, “não são boas no momento”. Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, ele afirmou que os meses de julho e agosto registraram a pior quantidade de águas que chegaram nos reservatórios da série histórica.

“As perspectivas para o futuro que temos até agora, em termos de precipitação até o final do período seco, não são boas. Permanece com a perspetiva de menores precipitações até o final do período seco, até o final de setembro, outubro”, afirmou.

O País enfrenta a pior crise hídrica nos últimos 91 anos, com grave escassez nos reservatórios das principais usinas hidrelétricas. Na terça (24), o Ministério de Minas e Energia (MME) admitiu, em nota, uma “relevante piora” no cenário hídrico do País e nas projeções para os próximos meses.

O Sul

Massa de ar frio derruba a temperatura no Rio Grande do Sul a partir desta quinta

 


Uma massa de ar frio começa a avançar pelo Sul e parte do Centro-Oeste do Brasil entre esta quinta (26) e a sexta-feira (27), trazendo queda da temperatura e o retorno do frio para algumas áreas, de acordo com a MetSul Meteorologia. O Estado que mais deve sentir o impacto da massa de ar frio é o Rio Grande do Sul, onde as mínimas caem acentuadamente e vai fazer frio mais intenso.

O amanhecer mais frio na maioria das cidades gaúchas será o desta sexta-feira (27). A previsão do tempo da MetSul Meteorologia é que as mínimas no amanhecer da sexta possam chegar a marcas entre 1ºC e 3ºC na Campanha, no Sul e na fronteira com o Uruguai, mas com marcas menores na Serra do Sudeste.

Porto Alegre e Santa Maria devem ter ao redor de 8ºC cedo na sexta. Na Serra, Caxias do Sul deve registrar entre 6ºC e 7ºC na sexta e no sábado (28). Na área dos Aparados, a temperatura deve oscilar entre 6ºC ou 7ºC na sexta e de 2ºC a 4ºC no sábado, podendo cair a 1ºC em um ponto ou outro.

O amanhecer com maior probabilidade de geada é o da sexta-feira, mas os produtores rurais preocupados com geada tardia podem ficar tranquilos, segundo a MetSul. Em grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul não vai gear e qualquer ocorrência nas áreas produtoras de trigo e milho, exceto dos Campos de Cima da Serra, será isolada e em baixadas.

O Sul

Porto Alegre mantém vacinação contra a Covid para pessoas com 18 anos ou mais nesta quinta

 


A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre irá manter a vacinação contra a Covid-19 para toda a população adulta (18 anos ou mais)  nesta quinta-feira (26).

A aplicação das doses ocorrerá em dez unidades de saúde. Nos mesmos locais será mantida a imunização de adolescentes com comorbidades de 12 anos a 17 anos. Não haverá drive-thru, que serão retomados após a chegada de nova remessa de doses suficientes para reabertura das estruturas.

O projeto Rolê da Vacina estará com equipes volantes no Centro Marista de Porto Alegre – Cesmar (Estrada Antônio Severino, 1493 – Rubem Berta) e no Supermercado Cruzeiro (rua Cruzeiro do Sul, 1824 – Santa Tereza), das 9h às 16h. Em caso de chuva, a ação no bairro Santa Tereza necessitará ser cancelada. À noite, a vacinação será na Escola de Samba Estado Maior da Restinga (avenida João Antônio Silveira – Restinga), das 18h às 21h.

Para receber a primeira dose, todos os públicos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência em Porto Alegre. Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho na Capital. No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.

Segunda dose

A aplicação da segunda dose segue disponível em 30 unidades de saúde e 14 farmácias parceiras para quem recebeu AstraZeneca há pelo menos dez semanas e em 13 unidades de saúde para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias. Já a aplicação da segunda dose da Pfizer segue disponível em quatro unidades de saúde para quem recebeu a primeira dose há dez semanais ou mais.

Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

O quê: primeira dose contra a Covid-19

Público: pessoas com 18 anos ou mais
Onde: 10 unidades de saúde (Assis Brasil, Belém Novo, Camaquã, Clínica da Família IAPI, Moab Caldas, Modelo, Morro Santana, Santa Cecília, Santa Marta e São Carlos)
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link

O quê: segunda dose da Coronavac/Butantan

Público: pessoas que receberam a primeira dose há 28 dias
Onde: 13 unidades de saúde (Clínica da Família Álvaro Difini, Assis Brasil, Belém Novo, Camaquã, Glória (Igreja Nossa Senhora da Glória), Clínica da Família IAPI, Moab Caldas, Modelo, Morro Santana, Panorama, Santa Cecília, Santa Marta e São Carlos + Ações do Rolê da Vacina
Horário: 8h às 17h
Endereços: confira no link

Onde: App 156+POA (agendas para a unidade Bananeiras)

O quê: segunda dose da AstraZeneca/Oxford

Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas
Onde: 30 unidades de saúde (Clínica da Família Álvaro Difini, Assis Brasil, Bananeiras, Barão de Bagé, Belém Novo, Camaquã, Chácara da Fumaça, Cristal, Diretor Pestana, Glória (Igreja Nossa Senhora da Glória), Clínica da Família IAPI, Ilha da Pintada, Jardim Leopoldina, Navegantes, Milta Rodrigues, Moab Caldas, Modelo, Moradas da Hípica, Morro Santana, Panorama, Parque dos Maias, Passo das Pedras 1, São Cristóvão, Santa Cecília, Santa Marta, Santo Alfredo, São Carlos, Sarandi, Tristeza e Vila Ipiranga) + 14 farmácias parceiras + Ações do Rolê da Vacina
Horário: 8h às 17h (unidades de saúde) e das 9h às 17h (farmácias parceiras)
Endereços: confira no link

Onde: App 156+POA (agendas para as unidades Belém Novo, Diretor Pestana, Nossa Senhora de Belém, São Cristóvão e Vila Jardim)
Horário: 10h às 19h

O quê: segunda dose da Pfizer/BioNTech

Público: pessoas que receberam a primeira dose há dez semanas ou mais
Onde: 4 unidades de saúde – Bananeiras, IAPI, Tristeza e Passo das Pedras
Horário: 8h às 17h

Rolê da Vacina nos bairros – 9h às 16h

– Centro Marista de Porto Alegre – Cesmar (Estr. Antônio Severino, 1493 – Rubem Berta)
– Supermercado Cruzeiro (rua Cruzeiro do Sul, 1824 – Santa Tereza) – em caso de chuva a ação no bairro Santa Tereza necessitará ser cancelada

Rolê da Vacina na Noite – 18h às 21h

Local: Escola de Samba Estado Maior da Restinga
Endereço: Avenida João Antônio Silveira – Restinga.

O Sul

Val d'Ossola - Itália

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1299105063838163

Nota Pública do MPPS contra a ilícita decisão do Corregedor de Justiça Eleitoral que manda desmonetizar sites e perfis de jornalistas independentes

 

Ganha de todos no 1º turno