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O Rio Grande do Sul registrou o primeiro semestre com o menor número de crimes contra a vida da série histórica, segundo dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública) divulgados nesta quinta-feira (08).
A soma de vítimas de homicídios, latrocínios e feminicídios – conjunto tecnicamente conhecido como CVLI (crimes violentos letais intencionais) – é a menor da série histórica no Estado para os primeiros seis meses.
Pela primeira vez desde 2012, quando o monitoramento passou a contar individualmente o número de vítimas dos três delitos, o total no primeiro semestre ficou abaixo de mil. Foram 870, 18,5% menos que as 1.068 do mesmo período no ano passado. Em relação ao pior momento já vivenciado no Estado, em 2017, quando 1.739 gaúchos perderam a vida em razão de CLVIs, o número atual representa uma retração de 50%.
Em junho, a soma também é a menor da série histórica, com 128 vítimas, o que equivale à redução de 15,2% na comparação com as 151 do sexto mês de 2020.
“A vida humana, como sempre dizemos, é o nosso bem supremo. É claro, portanto, que nenhum número de mortes violentas é aceitável. Mas os dados desse primeiro semestre, em que reduzimos esses crimes para o menor nível já computado no Estado, atestam que estamos no caminho certo para aprimorar cada vez mais a Segurança dos gaúchos. A ONU indica como parâmetro esperado para grandes populações o índice de até 10 homicídios por 100 mil habitantes. Se mantivermos até o final do ano a média dos últimos seis meses, a taxa no RS deve ficar em 13 homicídios a cada 100 mil gaúchos, quando já tivemos marca superior a 26, no ano de 2017, por exemplo. Então, não tenho dúvida de que alcançamos um avanço significativo, fruto do planejamento estratégico e do trabalho de excelência dos homens e mulheres das instituições da SSP”, afirmou o vice-governador e secretário da Segurança Pública, delegado Ranolfo Vieira Júnior.
Homicídios no RS reduzem 19% no 1º semestre
Principal crime contra a vida, os homicídios registraram queda de 19% no acumulado desde janeiro, diminuindo de 981 vítimas no ano passado para 795. Em junho, comparação com igual mês de 2020, a retração foi de 135 para 118 (12,6%). Em ambos os recortes, o dado atual é o menor desde 2006.
Os dados indicam ainda o foco territorial adotado pelo RS Seguro, que intensifica o combate ao crime nos locais em que ele mais acontece, como principal fator para puxar essa redução.
Dos 186 homicídios a menos na comparação dos primeiros semestres deste ano e do anterior, 122 deixaram de ocorrer no conjunto de 23 cidades priorizadas pelo programa para acompanhamento permanente pela GESeg (Gestão de Estatística em Segurança). Isso significa que o grupo de cidades respondeu por seis em cada 10 homicídios reduzidos entre um período e outro. A concentração de esforços nessas localidades repercute no cenário do Estado como um todo.
Entre os 23 municípios acompanhados pela GESeg, seis encerram o sexto mês do ano sem nenhum registro de homicídios. Além de Esteio e Canoas (terceira maior cidade do Estado), não houve assassinatos em Farroupilha, que já acumula cinco meses consecutivos sem mortes do tipo, em Capão da Canoa, onde o índice está zerado há três meses, e em Lajeado e Sapucaia do Sul, que completaram 60 dias sem vítimas desse delito.
Em Porto Alegre, o total de vítimas desde janeiro novamente é o menor para o período desde 2010. Foram 138 óbitos, 13,2% menos que os 159 registrados nos seis primeiros meses do ano passado. Em junho, houve 25 vítimas, quatro a mais que em 2020.
Latrocínios têm queda de 50% em junho
Outra redução criminal que aprofundou a preservação de vidas no Estado foi verificada nos latrocínios. O número de vítimas de roubo com morte no RS caiu pela metade em junho, de oito ocorrências em 2020 para quatro neste ano – segundo menor da série histórica de contabilização, iniciada em 2002, atrás apenas de 2009, quando o índice ficou zerado. Comparado com o pico, de 17 vítimas de latrocínios em 2016, o dado atual representa retração de 76,5%.
O resultado de junho ajudou a ampliar a diminuição no acumulado do primeiro semestre, comparado a igual período do ano passado. Os casos de latrocínio baixaram de 36 para 27 na soma dos seis meses, o menor total para esse intervalo desde que a contagem foi iniciada.
Estado tem redução de 6% nos feminicídios no 1º semestre
Após dois meses de alta, os assassinatos de mulheres por motivo de gênero voltaram a cair no Estado em junho. Foram seis vítimas de feminicídio, duas a menos que no sexto mês de 2020, o que representa retração de 25%. Com o resultado, o acumulado desde janeiro também fechou com queda. A soma de vítimas no primeiro semestre passou de 51 para 48, na comparação deste ano com o anterior, numa diminuição de 6%.
O Sul
A CEEE-D (Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica) passou oficialmente a ser administrada pelo Grupo Equatorial Energia. Na manhã desta quinta-feira (08), o governador Eduardo Leite assinou o contrato de venda, encerrando o primeiro processo de privatização da sua gestão.
A CEEE-D atende 1,6 milhão de clientes em 72 municípios da Grande Porto Alegre e das regiões Sul, Campanha e Litoral. No Brasil, o Grupo Equatorial, considerando as novas concessionárias adquiridas em 2021 no Rio Grande do Sul e no Amapá, passa a atender 13% do total de consumidores brasileiros e responder por 7% do mercado de distribuição de energia do País.
O controle acionário da CEEE-D, de titularidade da CEEE-Par (Companhia Estadual de Energia Elétrica Participações), foi leiloado em lote único pelo lance de R$ 100 mil, mas o grupo assumirá o passivo de quase R$ 7 bilhões da companhia.
“Obrigado ao Grupo Equatorial por acreditar mais do que na CEEE, no Rio Grande do Sul. Comprar uma empresa de energia que opera sob regime de concessão é um casamento, uma relação duradoura com o Estado, e significa que vocês acreditam na nossa economia, naquilo que nós produzimos e na capacidade de gerar riqueza desse Estado”, disse o governador Eduardo Leite.
“O primeiro foco do governo na privatização é o de viabilizar para a população a prestação de um serviço melhor, e isso é o que está acima de qualquer outro motivo. A energia é essencial para a vida dos consumidores domésticos e para a produção industrial. Todos precisam de segurança e confiabilidade na prestação do serviço. Em segundo lugar, a privatização representa a resolução de um problema para o Estado a partir do passivo que se constituía pela impossibilidade de a companhia pagar os impostos, portanto, de atender às necessidades da população em outras áreas a partir dos impostos recolhidos. Por isso, esse dia é histórico, é apenas a primeira parte da companhia e, tenho certeza, todos sairemos ganhando”, completou Leite.
O Sul
Em nova visita ao Rio Grande do Sul, o presidente Jair Bolsonaro estará nesta sexta-feira (9) em Caxias do Sul e Bento Gonçalves, chegando a Porto Alegre no sábado. Ele deve desembarcar na Serra Gaúcha no início da tarde, em voo procedente de São Paulo. Na pauta, encontros com empresários e apoiadores, inauguração de planta industrial, abertura de feira e participação em uma motociata.
De acordo com informações extraoficiais, a comitiva deve ficar hospedada em um quartel de Bento Gonçalves, cidade onde ele esteve em 2019, primeiro ano de seu mandato. O motivo de sua presença, na ocasião, era participar como chefe da Cúpula do Mercosul no Vale dos Vinhedos.
Antes, ele estará em Caxias, cidade na qual ainda não pisou como chefe do Executivo federal – ele percorreu a cidade em 2018, mas ainda como candidato ao Palácio do Planalto. A agenda inclui discurso na abertura da 1ª Feira Brasileira do Grafeno, em um dos ginásios do campus central da Universidade de Caxias do Sul (UCS).
De moto na Capital
Em Porto Alegre, a chegada tem realização prevista por volta das 10h de sábado. A programação deve ter como ponto-alto a participação em uma motociata, nome pelo qual são chamadas as “procissões” de motoqueiros. Bolsonaro tem participado de eventos desse tipo nos últimos meses.
Como ponto de encontro do evento foi escolhida a sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), no bairro Sarandi (Zona Norte). A duração estimada é das 10h ao meio-dia, percorrendo um trajeto de 90 quilômetros por quatro rodovias e 14 avenidas, chegando ao Túnel da Conceição (Centro Histórico).
A parada seguinte será em uma casa de eventos também nas imediações do Aeroporto Internacional Salgado Filho, para um almoço com representes do empresariado. Na sequência, o presidente deve pegar o avião para Brasília.
O Sul
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Semifinal vencida pelo Brasil contra o Peru gerou discussões e brigas entre os fãs em um distrito rural do país asiático
A polícia de um distrito rural de Bangladesh proibiu as aglomerações pela final da Copa América de futebol de sábado entre Brasil e Argentina no Maracanã, devido ao medo de possíveis distúrbios entre torcedores. Responsáveis da polícia explicaram nesta quinta-feira que a semifinal vencida pelo Brasil contra o Peru já gerou discussões no local.
Uma discussão entre dois rapazes desencadeou uma briga sobre qual equipe fazia um futebol melhor e isso acabou em uma briga de rua com pedaços de pau e socos em Brahmabaria, 120 quilômetros ao leste de Daca, explicou à policial-chefe Mohammad Amranul Islam, destacando que seu departamento está agora em alerta para a final.
"Pedimos aos habitantes que não assistam o jogo em telas gigantes. Fomos aos bairros e dissemos a eles que não podem se reunir durante a final", afirmou Islam. A final entre Brasil e Argentina acontecerá a 15 mil quilômetros de distância, no Rio de Janeiro. O críquete é o esporte principal de Bangladesh, um país asiático de 168 milhões de pessoas, onde o futebol também é popular.
Durante a Copa do Mundo de 2018, um menino de 12 anos morreu eletrocutado enquanto colocava uma bandeira do Brasil em um poste de rua. Um homem e seu filho ficaram gravemente feridos quando torcidas se enfrentaram na cidade central de Bandar.
AFP e Correio do Povo
Zagueiro Ricardo Graça é convocado para a seleção olímpica
País começa a diminuir restrições por conta da pandemia
O Canadá começou a diminuir as restrições de viagens para seus cidadãos devido à pandemia, mas o primeiro-ministro Justin Trudeau anunciou nesta quinta-feira (8) que levará "muito tempo" antes que turistas estrangeiros não vacinados possam entrar no país.
"Posso dizer agora que isso não vai acontecer por muito tempo", afirmou Trudeau.
"Precisamos continuar garantindo que a segurança dos canadenses, que todos os sacrifícios feitos por tantas pessoas nos últimos meses, não sejam em vão".
No entanto, indicou que haverá mudanças nas regras "nas próximas semanas" que podem permitir que turistas totalmente vacinados visitem o Canadá, mas não forneceu detalhes.
O enfraquecido setor de turismo pressiona o governo para diminuir as restrições a viagens e reabrir a fronteira com os Estados Unidos, a mais longa do mundo, fechada para viajantes não essenciais desde março de 2020.
Mas Trudeau sustenta que seu governo não quer comprometer as conquistas feitas para conter o coronavírus, dada a queda drástica das infecções nas últimas semanas, à medida que aumenta a taxa de vacinação no país.
A partir desta semana, o Canadá suspendeu a quarentena para os cidadãos e residentes permanentes que voltam do exterior e estão totalmente vacinados.
O fechamento da fronteira com os Estados Unidos, que foi renovado mês a mês por acordo entre Ottawa e Washington, vigorará pelo menos até 21 de julho.
Correio do Povo