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Pelo menos 24 pessoas morreram após manifestações
Milhares de pessoas voltaram às ruas da Colômbia nesta quarta-feira (5) para protestar contra o governo do presidente Iván Duque, ao final de uma semana de manifestações que se tornaram violentas e deixaram 24 mortos, a maioria a tiros.
Sob o escrutínio da comunidade internacional, que denunciou os excessos da força pública, estudantes, sindicatos, indígenas e outros setores tomaram as ruas da capital Bogotá, assim como Medellín, no noroeste, e Cali, no sudoeste.
Suas reivindicações são variadas: melhores condições de saúde, educação, segurança nas regiões, cessação dos abusos policiais contra manifestações, entre outros.
"Dói (...) o descaso de um governo surdo, que prefere mandar forças públicas, em vez de ajudar [o povo], prefere ajudar os bancos, as grandes empresas", disse à AFP Héctor Cuinemi,estudante de 19 anos protestando em Bogotá.
Em diferentes partes da capital, numerosos grupos se reuniram para seguir em direção à praça central de Bolívar, adjacente à sede presidencial.
Em Cali, foco dos distúrbios, milhares de indígenas aderiram aos protestos gritando "resistência", enquanto uma manifestação massiva tomou as ruas de Medellín com música, teatro e discursos contra o governo.
As mobilizações foram em sua maioria pacíficas, mas em algumas cidades tornaram-se violentas. De acordo com dados oficiais contados até terça-feira, pelo menos 24 pessoas morreram (18 baleados), mais de 800 ficaram feridos e 89 estão desaparecidos. ONGs denunciam que a polícia atirou contra os manifestantes e que as mortes ultrapassam 30 pessoas.
As autoridades também registraram três policiais feridos por tiros.
O que começou em 28 de abril como uma manifestação pacífica em repúdio a uma reforma tributária já retirada se transformou em protestos graves contra o governo conservador que chegou ao poderem 2018.
A pressão nas ruas não cede, frente a vigilância da comunidade internacional que denuncia os ataques da polícia contra civis.
A ONU, a União Europeia, os Estados Unidos, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch pediram calma e exigiram garantias do governo em meio aos protestos.
Segundo a Repórteres Sem Fronteiras, também houve 76 ataques contra jornalistas, dez deles feridos pelas forças de segurança.
Bogotá viveu uma noite tensa na terça-feira. Trinta cidadãos e 16 policiais ficaram feridos após confrontos com soldados que deixaram 25 postos policiais afetados, segundo a prefeitura local.
A violência também estourou em Cali na segunda-feira, deixando cinco mortos e trinta feridos.
Segundo a promotoria, por trás dos excessos estão dissidentes das FARC que se desviaram do acordo de paz assinado em 2016; o ELN, a última guerrilha reconhecida na Colômbia, e as gangues de traficantes.
"A ameaça de vandalismo que enfrentamos consiste em uma organização criminosa que se esconde por trás de legítimas aspirações sociais para desestabilizar a sociedade, gerar terror entre os cidadãos e distrair as ações da força pública", disse o presidente nesta quarta-feira.
Além das mobilizações e tumultos, houve bloqueios nas principais rodovias de Cali, causando desabastecimento de gasolina e preocupação com o deslocamento de caminhões que levam oxigênio e material médico em meio à pandemia.
Duque garantiu que vai abrir "espaços de diálogo" para ouvir os cidadãos. O governo planeja onze reuniões, que começariam nesta terça-feira, com tribunais, Congresso, órgãos de controle e Ministério Público, ainda sem incluir os líderes dos protestos.
O chamado Comitê de Desemprego, que reúne setores insatisfeitos, disse estar aberto à negociação direta sem intermediários.
O Ministério da Defesa enviou 47.500 soldados para áreas de todo o país. Só em Cali há 700 soldados, 500 homens das forças antimotins (Esmad), 1.800 policiais e dois helicópteros adicionais. Desde o fim de semana, os militares também patrulham a capital.
Com a popularidade despencando (33%), o presidente enfrenta protestos massivos desde 2019, assolado pelo descontentamento alimentado pela pandemia em um país que sofre mais de meio século de conflito armado.
Embora o presidente tenha retirado a iniciativa de reforma tributária e o Ministro da Fazenda renunciado, o mal-estar pós-conflito parecia se instalar em um dos países mais desiguais do continente, com desemprego de 16,8% e pobreza chegando a 42,5% da população.
AFP e Correio do Povo
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Nesta quarta-feira, o legislativo municipal retomou as sessões híbridas na tribuna principal da Casa
As sessões híbridas iniciaram, nesta quarta-feira, na Câmara de Porto Alegre, com parte dos vereadores em modo presencial e o restante em modo virtual. Os parlamentares da nova legislatura, eleita em 2020, discutiram, pela primeira vez no plenário Otávio Rocha, principal auditório da Casa, sobre os projetos da ordem do dia. Com o objetivo de seguir os protocolos de distanciamento social, as mesas possuíam divisórias em acrílico. Apesar disso, em alguns momentos, alguns vereadores não faziam a utilização correta da máscara.
Em suas falas, os presentes comemoraram a retomada. “Estou muito feliz de poder ocupar a tribuna. Parece que agora, oficialmente, sou vereador. Do jeito que estava acontecendo não tinha a mesma emoção, hoje sim, parece que sou vereador de Porto Alegre, e é muito importante o poder que essa tribuna tem, a representatividade que ela tem”, disse o vereador Giovane Byl (PTB). “É importante estarmos olhando no olho de cada um dos representantes aqui presentes", pontuou a vereadora Mari Pimentel (Novo). Byl e Mari estão no primeiro mandato em Porto Alegre.
"Importantíssima a retomada das sessões no Plenário Otávio Rocha. Voltamos às nossas posições de trabalho com os devidos cuidados, como as divisórias entre cada vereador. Torço para que tenhamos êxito no formato, e que nossos debates e embates sigam, agora presencialmente", comentou a vereadora Mônica Leal (PP). Além do diretor legislativo e 22 parlamentares, o secretário de Governança, Cássio Trogildo (PTB), também estava presente.
Parte em função do retorno ao modo presencial, o período de fala de liderança se estendeu por cerca de 1h30min, tempo bem maior do que o usual utilizado pelos vereadores. Entre os assuntos que foram abordados, estava a peça produzida pela prefeitura de Porto Alegre para conscientização do uso de máscaras que utilizou os mascotes da dupla Grenal que que alguns vereadores da oposição apontaram problemáticas racistas.
Manifestações acerca da retomada às aulas presenciais também ocorreram. A vereadora Comandanda Nádia (Dem) elogiou a decisão da juíza Cristina Marchezan, que indeferiu o pedido de algumas entidades e manteve as escolas abertas no Estado. A vereadora Mônica Leal (PP) fez um pedido aos servidores municipais da educação para que não entrassem em greve e mantivessem os trabalhos. Em contraponto, o vereador Leonel Radde (PT) acusou de "insano" os argumentos de que "todas as categorias voltaram, por isso os professores podem voltar".
Bancada do Novo critica “intimidação”
No entanto, a sessão que iniciou com brincadeiras tomou outro rumo. Em um pedido de ordem, o vereador Felipe Camozzato (Novo) reproduziu um áudio identificado como sendo do vereador Jonas Reis (PT), no qual ele dizia aos servidores da educação que, caso alguma vereadora comparecesse nas escolas e "intimidasse a comunidade escolar", os trabalhadores poderiam lhe dar voz de prisão e chamar a polícia por crime de desacato ao servidor público.
O áudio em questão seria uma referência a vereadora Mari Pimentel (Novo), que está percorrendo as escolas do município. Em defesa da companheira de bancada, Camozzato informou que, além de um processo na Comissão de Ética, também seriam tomadas ações legais em relação à fala de Reis. Após as manifestações, o vereador do PT chegou a ocupar a tribuna, mas não comentou a fala do vereador do Novo.
Com o objetivo de promover o distanciamento social, mesas foram separadas por divisórias de acrílico. Foto: Ederson Nunes/CMPA
O vereador Giovane Byl (PTB) está no primeiro mandato na Casa e fala, pela primeira vez, na tribuna do plenário Otávio Rocha. Foto: Ederson Nunes/CMPACorreio do Povo
Robson Oliveira, que trabalhava para Fernando, jogador do Spartak Moscou, foi detido após entrar no país com medicação proibida
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), recebeu nesta quarta-feira, no aeroporto do Galeão (RJ), o ex-motorista do jogador do Spartak Moscou Fernando, Robson Oliveira, preso na Rússia por levar medicação proibida que era para o pai do atleta.
Ele estava detido desde março de 2019, após entrar na Rússia com duas caixas do medicamento Mytedom 10 mg. A substância é vendida legalmente no Brasil, sob receita médica, mas considerada um narcótico naquele país.
"Ele jamais imaginava que ia ser preso. Levou um medicamento que é permitido no Brasil para a Rússia, onde não era. Um homem que para nós, era e é inocente", disse o presidente. Depois ser condenado a três anos de detenção, o brasileiro recebeu o indulto do governo russo.
- Chegada Robson Nascimento de Oliveira (Galeão / RJ). pic.twitter.com/IYU2wwFfhR
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) May 6, 2021
Em outubro do ano passado, Bolsonaro disse que se empenharia pessoalmente no caso para tentar trazer o motorista brasileiro de volta. De volta ao país de origem, Robson agora vai trabalhar como motorista do vereador do Rio de Janeiro, Hélio Bolsonaro, anunciou o presidente. Ele também foi recebido pela família e por amigos no aeroporto.
A soltura de Robson motivou Fernando, de 29 anos, revelado pelo Grêmio, a se manifestar nas redes sociais.
“Sem palavras para descrever o tamanho da alegria que eu e minha família sentimos com a notícia da soltura do Robson. Infelizmente esse grande mal-entendido acabou se tornando uma questão diplomática complexa, então faço aqui um agradecimento especial ao nosso presidente Jair Bolsonaro, ao ministro Onix Lorenzoni a todos que ajudaram efetivamente no caso”, escreveu o jogador.
Bolsonaro garantiu que o episódio não criará mágoas entre Brasil e Rússia, afirmando que o presidente Vladimir Putin "cumpriu a lei" de seu país. Ele ainda afirmou que têm boas relações com chefes de estado de todo o mundo, inclusive com os da China, país alvo de ataque do presidente na manhã desta quarta.
Ainda sobre as relações exteriores, o mandatário afirmou que também mantém contato com o presidente dos EUA, Joe Biden, e que o Itamaraty negocia para os próximos dias a remessa de vacinas do parceiro ao Brasil.
R7 e Correio do Povo
300 por Hora analisa detalhes de duelo Hamilton x Verstappen no GP de Portugal
A Desperta desta quinta-feira, 6, destaca a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na CPI da Covid, os bons resultados financeiros da Volkswagen no primeiro trimestre e os lançamentos da Samsung no Brasil. |
CPI da Covid: Queiroga e diretor da Anvisa prestam depoimento nesta quinta |
1 - NO RADAR Os principais índices de ações do mercado internacional operam em leves altas nesta quinta-feira, 6, embalados por dados sobre a recuperação da economia global. Nesta manhã, foram as vendas do varejo europeu que surpreenderam as estimativas, crescendo 2,7% em março. Para o início do dia ainda estão previstas as divulgações dos pedidos semanais de seguro desemprego nos Estados Unidos. No Brasil, a Azul irá divulgar, ainda pela manhã, seu resultado do primeiro trimestre. Após o encerramento do pregão, serão divulgados os balanços da B2W, Lojas Americanas, B3 e Banco do Brasil. Leia mais. 2 - QUEIROGA NA CPI DA COVID O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, prestam depoimento à CPI da Covid nesta quinta-feira, 6. No caso de Queiroga, que chefia o Ministério da Saúde desde 23 de março deste ano, os questionamentos devem ser incisivos em relação ao cumprimento de metas de vacinação . Os senadores vão pedir dados detalhados sobre as negociações com farmacêuticas, eventuais negativas do governo na compra de vacinas, plano de vacinação e perspectivas para os próximos meses. Já Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa, deve falar sobre o processo de liberação de vacinas. Um dos assuntos de destaque será a recente negativa do pedido de importação da Sputnik V. Leia mais. 3 - BALANÇO DA VOLKSWAGEN A Volkswagen apresentou bons resultados financeiros nesta quinta-feira, 6. O grupo faturou 62 bilhões de euros no primeiro trimestre deste ano , marcado por um princípio de recuperação da economia global em meio à pandemia. É um resultado bem acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando teve receitas de 55 bilhões de euros. No primeiro trimestre de 2021, a Volkswagen reportou lucro antes do pagamento de impostos (Ebitda) de 4,5 bilhões de euros, quase cinco vezes mais do que o registrado no mesmo período do ano passado: 700 milhões de euros. Em 2020, a empresa alemã perdeu o posto de maior fabricante de veículos do mundo (que passou à Toyota) e concentrou esforços para se tornar o principal produtor de carros elétricos até 2025. Leia mais. 4 - LANÇAMENTOS DA SAMSUNG A Samsung vai apresentar hoje sua nova linha de smart TVs para o mercado brasileiro. Em evento online, a companhia deve revelar modelos e preços dos aparelhos com resolução 4K e 8K no Brasil . A empresa lidera o mercado global de televisores há 15 anos consecutivos, segundo a consultoria Omdia. A principal linha de televisores da Samsung em 2021 é a Neo QLED, que tem como inovação o uso da tecnologia chamada mini-LED. Com isso, há melhoria de brilho e contraste de imagens, um avanço especialmente perceptível em cenas escuras, onde as nuances de preto e cinza ficam mais nítidas. Leia mais. |
Brasil tem 2.811 mortes por covid-19 em 24 horas; tendência é de queda. Confira o balanço completo. CPI da Covid: Teich diz que não tinha autonomia para conduzir Ministério da Saúde e que o Brasil poderia ter comprado mais vacinas. Governo confirma compra só de metade dos 560 milhões de doses anunciadas. São Paulo vacinará pessoas com deficiência, grávidas e adultos com comorbidades. Saiba mais. Banco Central atende expectativa e eleva taxa Selic a 3,5% ao ano. Veja quanto rendem R$ 5 mil, R$ 10 mil e R$ 15 mil. Ações de farmacêuticas caem após Biden apoiar quebra de patente de vacinas. Exame In: Fundo de impacto do BTG elege empresa de educação para primeiro aporte. |
CAPA DO DIA — MUNDO |
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Bolsa |
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