Sobre a importância do voto imprenso.
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Estado sofreu apagão que atingiu 14 de seus 16 municípios; no total, 51 toneladas de materiais serão enviados para a capital, Macapá
A Marinha do Brasil enviou neste sábado três navios, uma aeronave e mais de 40 fuzileiros navais para o Amapá, que há 4 dias sofreu um apagão em 14 de seus 16 municípios. O blecaute foi causado por um incêndio na principal subestação do Estado.
"Os meios navais e militares deslocados terão como objetivo apoiar as ações que estão em andamento no Amapá, com o intuito de amenizar os impactos da falta de energia elétrica que ainda permanece em alguns bairros da capital", diz a nota divulgada pelo braço das Forças Armadas.
Aviãos da FAB (Força Aérea Brasileira) também foram usados para o transporte de geradores de energia. Dois equipamentos chegarão hoje ao Amapá, destinados a unidades de serviços públicos essenciais, como hospitais, por exemplo. No total, serão levadas para Macapá, um total de 51 toneladas de materiais.
R7 e Correio do Povo
Medida deve durar pelo menos duas semanas
O estado de emergência sanitária entrará em vigor segunda-feira em Portugal acompanhado na maior parte do país por um toque de recolher noturno durante a semana a partir da segunda-feira, anunciou este sábado o primeiro-ministro António Costa.
Esta "proibição de circular na via pública" será aplicada nos 121 municípios sujeitos a partir de quarta-feira a novo confinamento e onde vivem cerca de 70% dos portugueses, afirmou Costa após conselho extraordinário de ministros.
A medida deve durar pelo menos duas semanas.
AFP e Correio do Povo
Grupo propôs fechamento da Avenida Beira-Rio diariamente, das 4h às 6h
Um grupo de 100 ciclistas e entidades vinculadas ao esporte realizaram no sábado a manifestação “Chega de Violência! Segurança no Lazer e no Esporte”. O protesto começou no viaduto Abdias do Nascimento, na orla do Guaíba, e seguiu até a rua Nestor Ludwig, nas proximidades do estádio Beira-Rio. Neste local, no dia 25 de outubro, o ciclista Matheus Kowalski pedalava pela avenida Edvaldo Pereira Paiva, quando foi atingido por um veículo Fox vermelho.
Após mais de uma semana hospitalizado, o fisioterapeuta recebeu alta no dia 3 de novembro. Ele participou do ato e carregava a faixa “Chega de violência. Queremos segurança no lazer e no esporte” ao lado do candidato a prefeitura José Fortunati. A professora de Educação Física Ana Paula Koetz, uma das organizadoras da manifestação, disse que quem treina ciclismo necessita da via pública: “Queremos horários para que a avenida Edvaldo Pereira Paiva, fique fechada durante a semana das 4h às 6h, para o treinamento dos atletas do ciclismo, triatlo e de corrida”, ressaltou.
Segundo ela, não é um horário que vai atrapalhar a circulação em Porto Alegre e os atletas vão conseguir praticar o esporte de maneira segura. Conforme Ana Paula, o protesto quis chamar a atenção da sociedade para a conscientização do motorista quanto à importância do respeito ao público em geral e a todos que estão nas ruas de Porto Alegre, utilizando as bicicletas como meio de transporte, recreação ou treinamento. "Os motoristas precisam se conscientizar de que é necessário manter uma distância de quem está praticando o seu lazer ou esporte", acrescentou.
Ana Paula ressaltou que os ciclistas querem uma resposta das autoridades policiais de como estão as investigações sobre o atropelamento de Matheus. “É fundamental acharem o carro e o motorista do Fox vermelho para que o caso não caia no esquecimento e o infrator fique impune”, destacou.
A empresária Luciene Fortunati Muniz, que começou a pedalar há poucos meses, pediu segurança para que os ciclistas possam treinar com tranquilidade. “Quem anda na rua sente a insegurança pelo fato dos motoristas não respeitarem quem anda de bicicleta”, acrescentou.
A professora de Educação Física afirmou que a suspeita dos ciclistas é de que a pessoa que atropelou Matheus Kowalski seja a mesma que conduzia um Voyage branco. “O Voyage foi apreendido e o condutor teve a carteira de habilitação cassada. No entanto, ele foi liberado pela polícia com o argumento de que não oferecia risco. Porém, ele como é um infrator pode muito bem pegar um carro emprestado e voltar a cometer os atropelamentos. Quem viu o acidente disse que o carro foi pra cima do Matheus”, ressaltou.
A Divisão de Delitos de Trânsito do Departamento de Homicídios segue com as investigações. Os policiais civis verificaram as imagens de câmeras cedidas pela Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC). No entanto, ela não ajudaram na identificação do veículo. A Polícia Civil trabalha na localização de outras imagens da região que possam ajudar na resolução do caso.
Correio do Povo
Valor: R$ 850,00
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 - Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a domingo a partir das 10 horas.
Ataque que ocorreu nessa segunda-feira deixou quarto pessoas mortas
O governo austríaco ordenou o fechamento das "mesquitas radicais", quatro dias depois do ataque cometido no centro de Viena por um simpatizante do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), informaram nesta sexta-feira fontes do Ministério do Interior. "O Ministério do Interior informou ao Escritório de Cultos que o agressor frequentava duas mesquitas em Viena desde sua libertação da prisão", explicou a ministra de Cultos e Integração, Susanne Raab, em uma entrevista coletiva. "Segundo os serviços de inteligência, a visita a essas mesquitas contribuiu para radicalizar o agressor", acrescentou.
O ministro do Interior, Karl Nehammer, por sua vez, apontou novos erros na vigilância do homem, simpatizante do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que tinha ficha policial e judicial. A investigação indicou que o agressor estava em contato com pessoas monitoradas pelos serviços de combate ao Terrorismo de Viena (LVT), mas nenhuma ação foi tomada naquele momento, segundo o ministro que denunciou "erros óbvios e, em nossa opinião, inaceitáveis".
O chefe desta entidade, Erich Zwettler, foi suspenso. "Ele me pediu para suspendê-lo de seu posto porque não quer obstruir a investigação", disse o chefe de polícia, Gerhard Purstl, nesta sexta-feira. Quatro pessoas foram mortas na segunda-feira quando o jihadista austro-macedônio abriu fogo contra transeuntes no centro da capital austríaca.
Em abril de 2019, ele foi condenado à prisão por ter tentado ir à Síria para lutar com os jihadistas. Foi libertado em dezembro de 2019 e a partir daí passou a frequentar as mesquitas em questão. Em um comunicado, o IGGÖ, principal organização que representa os muçulmanos e administra 360 mesquitas, confirmou que havia fechado um local de culto que "violava sua doutrina".
"A liberdade é um bem precioso em nosso país, que devemos proteger contra os abusos, mesmo quando emanam de nossas fileiras", comentou seu presidente, Ümit Vural.
Após o ataque de segunda-feira, o chanceler conservador Sebastian Kurz expressou sua determinação em lutar contra o "Islã político", uma "ideologia" que é um "perigo" para o "modelo de vida europeu". Pouco depois, a polícia prendeu 16 pessoas, algumas delas conhecidas Da Justiça por infrações de natureza terrorista. Seis foram liberadas.
AFP e Correio do Povo
Apresentação virtual está marcada para o próximo sábado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou nesta quinta-feira o show virtual do cantor e compositor Caetano Veloso para angariar fundos para a campanha de Manuela D'Ávila (PCdoB) à Prefeitura de Porto Alegre. Ao analisar um recurso apresentado pela Coligação Movimento Muda Porto Alegre (PCdoB e PT) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, que barrou o evento, a maioria do colegiado votou pela concessão de liminar para permitir a apresentação, marcada para o próximo sábado.
O relator do caso, ministro Luís Felipe Salomão, observou que eventos de arrecadação de campanha são permitidos por lei e que não cabe à Justiça Eleitoral exercer controle prévio sobre a apresentação.
"O evento que busca puramente a arrecadação de fundos é permitido pela legislação. Apenas vamos verificar se nesse caso haverá ou não excesso", disse Salomão em seu voto.
"Caso se confirmasse a proibição do evento, a Justiça Eleitoral estaria, a meu ver, exercendo um controle prévio sobre eventuais condutas e manifestações que nem se exteriorizaram no mundo dos fatos. Na lição da abalizada doutrina, a liberdade de expressão, enquanto direito fundamental, tem sobretudo um caráter de pretensão a que o Estado não exerça censura prévia. Ainda que não se trate de um direito absoluto, modalidade inexistente no ordenamento pátrio, no meu modo de pensar descabe à Justiça Eleitoral, no plano abstrato, concluir previamente que determinada conduta, a princípio consentânea com os dispositivos legais, ou ao menos harmônica com eles, apresentará outra espécie de conotação que possa torná-la ilícita", completou.
O entendimento foi acompanhado pelos colegas Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio (que substituiu Alexandre de Moraes), Luís Edson Fachin, Tarcísio Vieira de Carvalho e Sérgio Banhos. O ministro Mauro Campbell divergiu e votou para manter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral gaúcho.
Em seu voto, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, defendeu que o evento não deve ser confundido com os chamados "showmícios", proibidos pela legislação eleitoral desde 2006.
"No fundo, a norma (que proibiu os 'showmícios') visa a evitar o abuso de poder econômico. E não é esta a questão que se coloca aqui. Pelo contrário, em vez de dispêndio, o que se está fazendo é tentando arrecadar recursos privados, que eu considero legítimos, para a campanha eleitoral", observou Barroso. "Não estamos diante de um evento de propaganda de candidatura nem de um showmício, o que temos é um show pago, com finalidade de arrecadar recursos, inclusive sem pronunciamento da própria candidata", destacou.
O ministro Marco Aurélio usou uma composição do próprio Caetano Veloso para acompanhar a maioria dos ministros. "É proibido proibir", lembrou parafraseando a canção-hino contra a censura e a ditadura militar. "A atuação da Justiça Eleitoral não pode ser prévia, não pode a priori dizer as consequências eleitorais para proibir-se antemão certo ato", ressaltou.
Voto vencido, o ministro Mauro Campbell entendeu que, mesmo não sendo remunerada, a apresentação se enquadraria como 'showmício' ou 'livemício' por ser organizada pela equipe de campanha.
O Ministério Público Eleitoral já havia se manifestado, na última terça, 3, em favor do show. Em ofício encaminhado ao TSE, o vice-procurador-geral Eleitoral Renato Brill de Góes defendeu que a lei admite a partidos e candidatos organizarem eventos para arrecadação de recursos de campanha, sem restrição de formato.
Para Brill de Góes, a cobrança de ingressos, além de evidenciar o caráter arrecadatório, afasta a alegação de que a apresentação teria o intuito de cooptar eleitores através do oferecimento de evento gratuito entretenimento.
Agência Estado e Correio do Povo
Em meio à situação grave, já há supermercado vendendo um litro de água por R$ 35
Há quase três dias sem energia elétrica no Amapá, moradores de Macapá têm relatado falta de água, de alimentos e até a impossibilidade de compra para itens básicos. Sem uma previsão concreta de quando a situação deve se normalizar, a população começa a se organizar para uma manifestação no próximo domingo, para cobrar uma posição dos governantes, enquanto se vira para ter o básico.
A historiadora Marcella Viana, de 27 anos, conta que está recebendo amigos de todas as regiões de Macapá na quitinete de dois quartos que ela divide com a mãe, de 50 anos, e as irmãs, de 8 e 20. “A circulação de pessoas lá está alta porque tenho muitos amigos que moram sozinhos e estão sem ter como comer ou tomar banho e minha mãe ajuda eles”, relata.
Ela se refere a um restaurante no centro da cidade, que funciona por gerador e onde ela tem ido desde a última quarta-feira para carregar o celular e tentar divulgar a situação do Estado. Além disso, Marcella explica que algumas pessoas têm recorrido a lagos, poços e ao Rio Amazonas, onde recolhem água tanto para o banho como para beber, mesmo que ela não seja potável.
Para quem mora nas comunidades mais afastadas, os baldes e litros de água fluvial podem custar até R$ 20 para o transporte. Nos supermercados, o galão com um litro da água mineral já chega a custar R$ 35, e mesmo assim não é suficiente para toda a população. Na noite de quinta-feira, a Prefeitura de Macapá começou a distribuir caminhões pipa para abastecer algumas regiões da capital.
“Eu só saio de casa atrás de sinal depois que já consegui água e comida pra minha família. Ontem ainda consegui comprar água, hoje consegui baldes que as pessoas recolheram com o que caiu da chuva na véspera”, conta ela.
Os poucos supermercados que ainda estão vendendo água, ela explica, já começaram a racionar a venda por pessoas. “Mas a compra está sendo diária porque não tem gelo na cidade também então as pessoas não têm onde armazenar.”
Morando no bairro de Novo Buritizal, a estudante Cássia Riane Amanajas Cordeiro, de 14 anos, conta que ainda não viu nenhum dos caminhões pipa disponibilizados pela Prefeitura na área onde reside com os pais. “Estamos sem água também, até para beber. Os caixas eletrônicos não estão funcionando, então está difícil até de comprar comida, pois nem todos os comércios aceitam cartão de crédito”, relata.
Desde que a energia elétrica caiu na cidade, a família tem conseguido o mínimo de água por meio dos parentes e vizinhos próximos que têm poços.
O advogado Hélio Castro, de 34 anos, está ajudando a organizar o “Reacende Amapá”, protesto marcado para as 16h do domingo,na Praça da Bandeira, em Macapá. O objetivo é reunir a população vestida de preto, para simbolizar a falta de energia que assola o Estado há três dias e, simultaneamente, impedir que o ato seja tomado por bandeiras políticas. “Nossa única bandeira é a do Amapá”, afirmaram os membros do grupo.
Castro e os pais, os funcionários públicos Gersuliano da Silva e Ana Célia Pinto, de 63 e 55 anos, estão conseguindo tomar banho com a água da chuva que ficou retida na piscina. “Não tem como salvar os alimentos porque a geladeira não funciona e não temos gerador. A água da torneira parou de cair no primeiro dia de apagão”, explica, contando que alguns amigos também conseguiram recolher a água que caía das calhas nos dias anteriores.
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Saúde do Estado e de Macapá, assim como as assessorias do município e do Estado do Amapá, mas não obteve sucesso.
Agência Estado e Correio do Povo
Absurdo! Sandoval é candidato do PT.
Fonte: https://www.facebook.com/biakicisoficial/photos/a.530817357084831/1804863719680182/?type=3&source=48
Medida já está em vigor desde este sábado
Diante da falta de energia generalizada no Amapá, que afetou inclusive o fornecimento de água e comida para a população, operadoras de telecomunicações decidiram liberar o acesso a ligações e serviços de internet no Estado.
Com a medida, que já está em vigor, os clientes de uma operadora poderão utilizar gratuitamente as redes das demais nos municípios afetados. Numa nota conjunta, as empresas Claro, Oi, Vivo e TIM anunciaram a liberação do roaming no Estado já está valendo a partir deste sábado.
"Com isso, os usuários terão mais alternativas para acessar os serviços de internet e telefonia no Estado", informou a Conexis Brasil Digital, marca do SindiTelebrasil, entidade que representa o setor de telecomunicações no País.
A Conexis destaca que a maioria dos municípios do Estado ficou sem energia elétrica por três dias, após um incêndio na subestação de Macapá na noite da última terça-feira (3), que causou o desligamento de linhas de transmissão. O restabelecimento só começou neste sábado e levará dez dias para ser normalizado.
Apesar da iniciativa para minimizar os transtornos causados à população pelo não fornecimento de energia, as empresas de telecomunicações também se dizem atingidas pelo problema. "Isso porque elas dependem de eletricidade para oferecer os seus serviços e também têm tido dificuldades no acesso à energia e combustíveis. Para o enfrentamento da situação, as operadoras estão em contato com os governos federal, estadual e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que é o órgão regulador do setor".
As empresas de telecomunicações declararam que estão deixando a competição em segundo plano com o objetivo de atuar em conjunto para ajudar a população local. "As empresas de telecomunicações estão trabalhando em conjunto em prol da população do Amapá durante a crise energética que atinge o estado", finaliza a nota.
Agência Estado e Correio do Povo