'Black Friday' verde-amarela reúne 3.000 participantes

por Leonardo Diegues e Marina Estarque

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Construtoras darão um ano de condomínio grátis; bancos vão renegociar dívidas

A Semana do Brasil, evento de descontos que o governo criou para funcionar como uma longa Black Friday e estimular o consumo, já tem quase 3.000 participantes cadastrados, entre empresas e associações, segundo levantamento da Folha a partir de dados apresentados no site do evento até a manhã desta terça-feira (3).

Pelo calendário oficial, as promoções vão ocorrer em meio as comemorações da semana da pátria, de 6 a 15 de setembro.

Os estados de São Paulo e Paraná são os que mais tiveram participantes únicos cadastrados no site —foram 840 e 371, respectivamente. 

Da mesma forma, as suas capitais, São Paulo e Curitiba, aparecem no topo do ranking dos 705 municípios representados. São 232 e 143 participantes únicos, respectivamente.

Considerando as repetições, foram 4.263 registros. Nesses casos, participantes com lojas e filiais diferentes se inscreveram mais de uma vez. Há também situações em que uma mesma empresa fez um registro para cada ação prevista, como promoção, desconto ou apenas divulgação.
No início da noite, segundo o governo, as inscrições somavam mais de 6 mil.

O varejo é um dos segmentos mais engajados na campanha, mas empresas e entidades de outros setores, como imobiliário e bancário, também aderiram.

O Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário) e Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) decidiram estimular seus associados a participarem.

A principal ação articulada por empresas e entidades é oferecer um ano de condomínio grátis para quem comprar o imóvel durante a semana. Segundo a Abrainc, cada incorporadora vai determinar como fazer a sua promoção, e há uma expectativa de aumento das vendas.

“Estamos com uma adesão muito boa, até o momento são quase 14 empresas de grande porte. O benefício de um ano do condomínio grátis é interessante para quem compra, palpável, e a pessoa ainda pode negociar o valor”, disse o presidente da Abrainc, Luiz França.

Empresas como Econ, Cyrella , RNI, Setin, Exto/Casa Viva, Plano e Plano, Vitacon, Morar Construtora, Namour, Tegra e Even vão participar da Semana do Brasil, de acordo com a  Abrainc.

O presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, diz que a campanha é positiva e espera que ela se consolide como um evento anual.

“Nós achamos uma iniciativa espetacular sob todos os aspectos, cria uma oportunidade que gera vendas, movimenta a economia e todo mundo pode se dar bem”.

A Setin Incorporadora, por exemplo, vai dar um ano de condomínio grátis para a compra em empreendimentos residenciais e comerciais. Cyrela e Living vão conceder o benefício de um ano de condomínio grátis para todas as unidades prontas.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse que 17 instituições financeiras vão participar da semana, com produtos e serviços em condições especiais. “As ações envolvem desde a oferta de crédito, seguros, investimentos até a realização de feirões de renegociação de dívidas”, disse a federação, por meio de nota.

Os bancos participantes, de acordo com a Febraban, são: ABC, Alfa, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, BANESE – Banco do Estado de Sergipe, Banrisul, Bradesco, BTG, Caixa Econômica Federal, Daycoval, Itaú, Grupo Pan, Mercantil do Brasil, Votorantim, Safra, Santander e Semear.

O Itaú Unibanco, no entanto, não vai oferecer descontos na área financeira, mas em produtos culturais complementares, os cinemas e o sistema de bicicletas.

“De 6 a 15 de setembro, o plano diário das laranjinhas será gratuito para novos usuários; já nos cinemas, cliente Itaú Unibanco terá 50% de desconto em todos os combos da bombonière (exceto unidade Augusta)”, afirmou o banco.

Fonte: Folha Online - 03/09/2019 e SOS Consumidor

Greve dos Correios: veja quais os direitos e os deveres do consumidor

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Impasse pode levar a paralisação. Empresas devem se responsabilizar por entregas, mas cliente precisa honrar contas

RIO - O impasse das negociações entre trabalhadores e a direção dos Correios pode levar a paralisação da categoria a partir desta quarta-feira, dia 4. Na prática, isso pode significar atrasos na entrega de faturas e encomendas. Para que o consumidor não saia no prejuízos listamos os direitos e deveres caso a greve venha ser confirmada.

Encomendas

Segundo especialistas, o consumidor que contratar serviços dos Correios, como a entrega de encomendas e documentos, e estes não forem prestados, tem direito ao ressarcimento ou abatimento do valor pago. Em caso do atraso ou a não entrega vir a acarretar dano moral ou material, cabe acionar a Justiça em busca de uma indenização.

Compras à distância

Quem adquiriu produtos de empresas que fazem a entrega pelos Correios deve estar ciente de que essas empresas são responsáveis por encontrar outra forma para que os produtos sejam entregues no prazo contratado.

Contas a pagar

As empresas que enviam cobrança por correspondência postal são obrigadas a oferecer outra forma de pagamento que seja viável ao consumidor, como internet, sede da empresa ou depósito bancário, entre outras. Essas alternativas devem ser divulgadas amplamente, de forma clara.

Mesmo sem fatura, pagamento é obrigatório

Atenção: não receber fatura, boleto bancário ou qualquer outra cobrança em que o consumidor saiba ser devedor não o isenta de efetuar o pagamento. Caso não receba os boletos bancários e faturas, por conta da greve, o cliente deve entrar em contato com a empresa credora, antes do vencimento, e solicitar outra opção de pagamento, a fim de evitar a cobrança de eventuais encargos, negativação do nome no mercado ou ter cancelamentos de serviços. Caso o pedido não seja atendido, o ele poderá registrar sua reclamação no órgão de defesa do consumidor da sua região, sempre informando o número de protocolo dos contatos realizados com o credor. Segundo os órgãos de defesa do consumidor, se a empresa não disponibilizar essas formas alternativas para pagar, deve prorrogar o vencimento da conta.

Fonte: O Globo Online - 03/09/2019 e SOS Consumidor



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O CAPITALISMO NÃO ANDA BEM!

(The Economist - O Estado de S. Paulo) O capitalismo não está funcionando como deveria. Empregos existem, mas o crescimento se arrasta, a desigualdade é alta e o meio ambiente está sofrendo. Seria de se esperar que os governos fizessem reformas para enfrentar esses problemas, mas a política anda travada ou é instável. Quem, então, vai se encarregar do resgate?
Um número grande de pessoas acredita que a resposta é confiar nas corporações. Mesmo os executivos americanos, conhecidos por ignorar limites, concordam. Na semana passada, mais de 180 deles, incluindo os chefes do Walmart e do JPMorgan Chase, derrubaram três décadas de ortodoxia para anunciar que o propósito básico de suas empresas não é mais beneficiar apenas os donos, mas clientes, funcionários, fornecedores e comunidade.
A motivação deles é tática e parte de uma mudança de atitude contra os negócios. Funcionários jovens querem trabalhar para firmas que adotem padrões morais e políticos em relação a questões atuais.
Por melhores que sejam as intenções, porém, essa nova forma de capitalismo coletivo terminará provocando mais males que benefícios. Há riscos de se formar uma classe de executivos inexperientes e sem legitimidade. Há também uma ameaça à prosperidade de longo prazo, condição básica ao sucesso do capitalismo.
Desde que os negócios ganharam confiança limitada na Grã-Bretanha e na França, no século 19, discute-se o que a sociedade pode esperar em retorno. No anos 1950 e 1960, Estados Unidos e Europa experimentaram o capitalismo gerencial, no qual empresas gigantes trabalhavam com governo e sindicatos e ofereciam aos trabalhadores segurança no emprego e benefícios. Mas, após a estagnação dos anos 1970, o enriquecimento dos acionistas passou a dominar, no processo de maximizar os lucros. Sindicatos entraram em declínio e o sucesso dos acionistas conquistou os Estados Unidos e em seguida a Europa e o Japão.
É esse modelo que está sob ataque. Como parte da investida, há um perceptível declínio na ética dos negócios. Empresas listadas em bolsas são acusadas de uma série de pecados, como obsessão por ganhos de curto prazo, investimentos irresponsáveis, exploração de funcionários, achatamento de salários e recusa em pagar por danos ambientais que criaram.
Algumas das advertências são verdadeiras. Consumidores frequentemente saem perdendo e a mobilidade social afundou. De qualquer modo, a reação popular e intelectual ao lucro a qualquer preço já está alterando a tomada de decisões. Líderes empresariais passaram a apoiar causas sociais populares entre clientes e funcionários. Empresas investem levando em conta não apenas eficiência. A Microsoft está financiando um projeto habitacional de US$ 500 milhões em Seattle.
Parece ótimo, mas o capitalismo coletivo enfrenta dois grandes problemas: ausência de responsabilidade ética e de dinamismo. Em relação à ética, não está claro como os executivos ficarão sabendo o que a “sociedade” espera de suas empresas. As probabilidades são de que políticos, lobistas e os próprios executivos venham a decidir, não dando voz às pessoas comuns.
O segundo problema é o dinamismo. As empresas têm de abandonar pelo menos alguns participantes – um número necessário para enxugar uma empresa obsoleta e realocar capital.
O meio de fazer o capitalismo funcionar melhor não é limitar a responsabilidade ética e o dinamismo, mas aperfeiçoar ambos. Isso requer que os propósitos das empresas sejam estabelecidos pelos donos e não por executivos ou políticos. A maioria deles vai optar por maximizar valores de longo prazo.
Um bom modo de fazer empresas com mais responsabilidade ética é ampliar o número de proprietários. A proporção de famílias americanas ligadas ao mercado de ações é de apenas 50%. O sistema tributário deveria encorajar mais o compartilhamento da propriedade. Os beneficiários finais de planos de pensão e fundos de investimento deveriam poder votar em eleições de diretoria. Esse poder não deveria ser terceirizado para poucos barões da indústria de gestão de ativos.
Responsabilidade ética só funciona se houver competição. Isso faz baixar preços, impulsiona a produtividade e garante que empresas não consigam ter por muito tempo lucros fora do normal. Mais ainda: estimula as empresas a se anteciparem às mudanças – por medo de que um concorrente faça isso primeiro.
Infelizmente, desde os anos 90 a consolidação deixou dois terços das indústrias dos Estados Unidos mais concentradas. Ao mesmo tempo, a economia digital parece tender ao monopólio. Se os lucros das empresas estivessem em níveis historicamente normais, e os trabalhadores do setor privado usufruíssem os benefícios, os salários seriam 6% mais altos. Na lista dos 180 empresários americanos que se reuniram na semana passada, muitos estão em indústrias que são oligopólios – incluindo cartões de crédito, TV a cabo, farmacêuticas e empresas aéreas –, que cobram demais dos consumidores. Sem surpresa, ninguém estava ansioso para reduzir as barreiras para ingresso no clube.
Obviamente, uma economia competitiva e saudável requer um governo efetivo – para aplicar leis antitruste, reprimir lobismo e nepotismo excessivos, lidar com as mudanças climáticas. Essa política ideal não existe, mas dar poder a executivos de grandes empresas para atuar como substitutos não é a resposta. O mundo precisa de inovação, de um maior número de proprietários e de empresas que se adaptem às necessidades da sociedade. É esse realmente o tipo mais esclarecido de capitalismo.


Ex-Blog do Cesar Maia



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D. Pedro IV, O Rei-Soldado–História virtual


Segundo filho varão de D. João VI, o Clemente, de D. Carlota Joaquina (filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma), D. Pedro V, o vigésimo no no de Portugal e o primeiro imperador do Brasil nasceu em Queluz, a 12 de Outubro de 1798. Subiu ao trono por morte do seu irmão, que ainda reinou durante uns meses.
Com as invasões francesas (três no total), a família real fugiu para o Brasil na nau Príncipe Real, em 1807, contando D. Pedro apenas nove anos de idade. Instalaram-se no Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.
Em 1818, D, Pedro casou com D. Maria Leopoldina, filha de Francisco I, o Imperador da Áustria. Desta relação teve sete filhos. Voltou a casar em 1829, três anos depois de ter ficado viúvo, com D. Amélia de Beauharnais, com quem teve uma filha.
Com a saída dos franceses de Portugal, os ingleses vieram para liderar o exército português. Infelizmente, a presença destes em território português só trouxe mais destruição e vergonha ao país. A 24 de Agosto 1820, como seria de esperar, a população revoltou-se, no Porto, com o fim de expulsar os ingleses. D. João IV, perante tal situação do país, decide regressar a Portugal, onde chega a 3 de Julho de 1821, deixando o governo do Brasil ao seu filho D. Pedro.
Em 1822, D. Pedro confrontado com as agitações que se fazia sentir proclama a independência do Brasil a 7 de Setembro de 1822 (grito de ipiranga), sendo, mais tarde, aclamado Imperador do Brasil.
Em 1826, D. João IV falece, provocando uma crise de sucessão. D. Pedro abdica da coroa em favor da sua filha com apenas sete anos, contudo esta tinha de casar com o seu tio D. Miguel e jurar a carta constitucional. O Rei Absoluto foi proclamado rei, o que fez com D. Pedro juntasse tropas nos Açores, e desembarcasse no Porto para lutar contra as forças absolutistas e, assim, recuperar o trono da sua filha. A guerra demorou dois anos e acabou com a derrota de D. Miguel.
D. Pedro IV faleceu poucos meses depois, em Queluz.

Fonte: http://www.ruadireita.com/biografias/info/d-pedro-iv-o-rei-soldado/


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D. João V, O Magnânimo–História virtual


D. João Francisco António José Bento Bernardo nasceu a 22 de Outubro de 1689, em Lisboa, filho do rei português D. Pedro II, o Pacifico, e de D. Maria Sofia de Neuburgo. Subiu ao trono com 17 anos, e ficou cognominado D. João V, o Magnânimo (1706-1750).
O monarca português casou a 9 de Julho de 1708, com a sua prima, D. Maria Ana de Áustria, filha do imperador Leopold I e de D. Leonor Neuburgo por procuração em Klosterneubourg. D. Maria Ana de Áustria chegou a Portugal a 26 de Setembro de 1708 e encontrou um casamento muito infeliz pelos muitos casos amorosos de D. João V.
O Convento de Odivelas era um lugar muito apreciado pelo monarca, onde as freiras tinham um cariz duvidoso do seu dever de castidade. Aqui, arranjou os três filhos bastardos designados os Meninos de Palhavã: D. António (1714), D. Gaspar (1716) e D. José (1720). Estes filhos nasceram, respectivamente, de três mulheres religiosas, que viviam no Convento de Odivelas: Luísa Inês António Machado Monteiro, D. Madalena Máxima de Miranda e Paula Teresa da Silva.
A nível político, o governo lucrou por um período de paz pelas recentes descobertas minas de ouro e diamantes nas terras de Vera Cruz. Todo este ouro alimentou o enorme ego do monarca, que aspirava grandeza e «glamour». Podemos mesmo afirmar que D. João V foi o Luís XIV de Portugal.
Na política externa, D. João V manteve-se na neutralidade, mas nunca deixou de mostrar a grandeza de Portugal no estrangeiro, através das visitas diplomáticas, que primaram por trajes e coches pomposos. Não só mostrava que era rico, como tinha poder e autoridade.
D. João V foi ainda um mecenas no campo das artes. A ele devemos a construção do Convento de Mafra, em Mafra, do Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, da Biblioteca Joanina, em Coimbra, e da Capela de São João Baptista, na Igreja se São Roque, em Lisboa e a remodelação do Paço da Ribeira. Fundou a Real Academia da História, em 1722, e o observatório astronómico do Colégio de Santa Antão. Promoveu a impressão de muitas e diversificadas obras de prestígio.
Faleceu a 31 de Julho de 1750.

Fonte: http://www.ruadireita.com/biografias/info/d-joao-v-o-magnanimo/


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Números romanos, como surgiram, por que e como representá-los–História virtual

Os números romanos foram criados na Roma Antiga para facilitar contas, mas se espalharam pelo Império Romano. Hoje são usados para outros fins.
Por Adriano Curado

Os números romanos fazem parte de um sistema de numeração que usa letras maiúsculas do alfabeto latino.
Foram desenvolvidos na Roma Antiga para ajudar a fazer contas, só que eles usavam as letras do alfabeto. O zero não consta nessa numeração, posto que os romanos não o conheciam.
Na atualidade, os números romanos são bastante usados na indicação dos séculos. Empregam-se ainda seus caracteres nos nomes dos nobres e na numeração de capítulos. Há igualmente o modismo de usá-los como tatuagens e indicadores de horas nos relógios.
Considerações sobre os números romanos
Na Roma Antiga, por certo que, em dado momento, os comerciantes quiseram aperfeiçoar a forma de calcular. Então houve o desenvolvimento de um sistema único de numeração, posto que se utilizava das próprias letras do alfabeto.
Uma particularidade interessante é a ausência do zero, já que dele os romanos não tinham conhecimento. Na composição dos números (ou algarismo) romanos, são empregadas tão-só sete letras maiúsculas do alfabeto latino: I, V, X, L, C, D e M.

O I equivale ao número 1, o V ao 5, o X ao 10, o L ao 50, o C ao 100, o D ao 500 e, por fim, o M ao mil. Foi tão prático para a época, que com o tempo esse sistema passou a ser usado em todo o vasto Império Romano.
Embora tenha resolvido muitas questões, o sistema decimal se mostrou mais prático. É que se tornava complicado, por exemplo, dividir números grandes dessa forma. Por isso, atualmente, os números romanos servem para numerar capítulos, indicar nome de papas etc. Os mais ousados o usam como adornos em tatuagens. Mas podem ser também motivos de joias ou os indicadores das horas nos relógios.
Algumas particularidades dos números romanos
Aprender a utilizar o sistema romano pode ser simples, quando se aprende certas regrinhas. Emprega-se a letra I apenas antes do V e do X: exemplo IX = 9. A letra X é empregada apenas antes do L e do C: exemplo: XL = 40.
A letra C tem emprego tão-só antes do D e do M, por exemplo: CM = 900. Já as letras I, X, C e M são agrupadas apenas seguidas por três vezes, exemplificando: XXX = 30.

Se a intenção é empregar números maiores que 4000, entretanto, emprega-se um traço acima das letras. Isso quer que houve a multiplicação do número por mil, por exemplo:
Ocorrendo letras iguais, os valores são somados, por exemplo: XX = 20. Já duas letras diferentes com o menor antes do maior, subtraem-se os seus valores, por exemplo: IX = 9.
Duas letras diferentes com o maior antes do menor, somam-se os seus valores, por exemplo: XI = 11. Se entre duas letras existe outra menor, o valor desta vai pertencer à letra seguinte a ela, por exemplo: LIV = 54.
Fonte das imagens: Sites do Google, Pinterest, Youtube
Fonte: https://conhecimentocientifico.r7.com/numeros-romanos/


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Conjunto à venda. Informações: Judite Sandra La Cruz (51) 9 8502.8080


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Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 - Farroupilha, Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Com vocês, Fábio Porchat, o especialista em boi

O que não se sabia da França (E-mail recebido no RS Notícias)

Recebi, sem autoria, mas repasso, por conter interessantes enfoques.

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: Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que a França tem mais de 40 usinas nucleares. Os rejeitos vão ficar na natureza por  centenas de anos
  Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que a ALEMANHA tem sua matriz energética baseada AINDA no carvão
  Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que a Noruega AINDA caça baleia
  Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que universitários pensam que há girafas na Amazônia
: Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia.A França explodiu bombas A em Mururoa. A radiação acabou com a natureza por mil anos
: Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que os europeus não têm LEI de reserva legal. Nem de proteção das margens.
  Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que os agricultores da França estão contra a acordo UE - MERCOSUL
: Se não fosse Bolsonaro a gente não saberia que para a Globo, Porto Velho fica em Roraima
  Se não fosse Bolsonaro hoje seríamos uma Venezuela.