Tratado de Criação da União Soviética–História virtual | Clic Noticias



Tratado de Criação da URSS
Russo: Договор об образовании СССР
Ucraniano: Договір про утворення СРСР
Tipo de tratado
Tratado de União
Assinado
30 de Dezembro de 1922
Local
Moscovo, RSFS da Rússia
Expiração
26 de Dezembro de 1991
Signatários
Flag of the Russian Soviet Federative Socialist Republic.svg RSFS da Rússia
Tratado de Criação da União Soviética criou oficialmente a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), comumente conhecida como União Soviética, ao legalizar de iure a união de diferentes repúblicas soviéticas e criar um novo governo federal centralizado conformado por um poder legislativo (o Congresso dos Sovietes da URSS e o Comité Executivo Central da União Soviética (TSiK)) e um poder executivo (o Conselho dos Comissários do Povo da URSS), cujas principais funções foram centralizadas em Moscovo.
O Tratado, conjuntamente com a Declaração de Criação da URSS foi aprovado em 29 de Dezembro de 1922[1] por uma conferência de delegações da RSFS da Rússia, da RSFS Transcaucasiana, da RSS da Ucrânia e da RSS da Bielorrússia, e depois confirmado no Primeiro Congresso dos Sovietes da URSS e assinado em 30 de Dezembro pelos líderes de cada uma das delegações: Mikhail KalininMikhail TskhakaiaMikhail Frunze e Grigori Petrovski e Aleksandr Tchervjakov. O Tratado tinha um desenho flexível que permitia a incorporação de novos repúblicas como membros da federação, chegando a somar até 16 repúblicas em 1940.
O Tratado esteve em vigor até 8 de dezembro de 1991, quando os presidentes da RSFS da Rússia, da RSS da Ucrânia e da RSS da Bielorrússia assinaram os denominados Acordos de Belavezha, que constituíam a dissolução da União Soviética e o estabelecimento da Comunidade de Estados Independentes.

Índice

Causas do Tratado

O Tratado foi assinado como resultado de um número diverso de conflitos políticos no interior do Partido Bolchevique e dos governos que depois iriam conformar a União. Inicialmente, Lenin não tinha previsto que a Revolução Russa traspassasse fronteiras como efetivamente fez. Esta premissa era sim contemplada por Leon Trotski e a sua fração, que consideravam a Rússia como apenas o primeiro passo de uma Revolução Mundial.
Por outra parte, a medida que o Exército Vermelho se aproximava das antigas fronteiras exteriores, tornou-se evidente a necessidade de se dotar de uma legitimidade que permitisse transpô-las, o que se viu solucionado com a criação de um novo tipo de governo, a República Soviética, capaz de se fazer com o poder ao passo em que o Exército expulsava os governantes opostos à Revolução. Foi o caso da Ucrânia, a GeórgiaArménia e Azerbaijão, bem como das campanhas falidas na Lituânia e na Polónia. A derrota do Exército Vermelho na Polónia, com efeito, deixou em suspenso a ideia da “revolução mundial” de Trotski e, simultaneamente, a crescente figura de Iosif StalinComissário do Povo para as Nacionalidades, colocou na agenda uma política de “socialismo em um só país“. Stalin argumentou que, na medida em que a Guerra Civil Russa tinha terminado e o comunismo de guerra tinha sido substituído pela Nova Política Económica, era necessário passar de um Estado constituído de iure a um Estado constituído de facto, e ré-organizar o Estado bolchevique como uma entidade soberana e unificada, o que finalmente significou a preponderância de Moscovo sobre o conjunto de governos nacionais. Esta política derivou em alguns conflitos importantes, como a oposição de Christian Rakovski na RSS da Ucrânia ou como o conhecido Caso georgiano. Nessa sequência, a assinatura do Tratado era vista como uma solução capaz de satisfazer, por uma parte, as aspirações das grandes minorias nacionais, como a ucraniana ou a georgiana, e, por outra, permitir uma expansão potencial chefiada desde Moscovo.

Conteúdo

Portada
O documento original incluiu uma portada com a legenda União de Repúblicas Socialistas Soviéticas escrito em russo, francês, inglês e alemão, bem como as palavras Tratado sobre a Formação da União de Repúblicas Socialistas Soviéticas nos quatro idiomas, e o originário Brasão de armas da União Soviética.
Declaração
Após a portada, o documento incluiu a Declaração, escrita como reflexão sobre as relações internacionais da época e sobre a necessidade do Tratado. Segundo o texto, existiam dois campos distintos no mundo: um campo “capitalista” caraterizado pelo colonialismo, o chauvinismo e as desigualdades étnicas e sociais; e um campo “socialista” livre, baseado no apoio mútuo, na paz e na cooperação. Aliás, a declaração lista os três motivos pelos que é necessário o Tratado. Em primeiro lugar, a Guerra Civil destruiu as economias de várias das repúblicas, e uma reconstrução encaminhada à economia socialista seria muito complexa sem cooperação. Em segundo lugar, o campo capitalista continua interessado em destruir as repúblicas socialistas, pelo que se torna fundamental a cooperação para a defesa da soberania dessas repúblicas. Em terceiro lugar, o poder soviético é de natureza internacionalista e pula pela união de todo o proletariado. Estes três fatores justificam, segundo o texto, a constituição de um único Estado de forma a garantir a prosperidade, a segurança e o desenvolvimento. Por último, a declaração especifica que a União resultante é criada pela vontade livre dos povos, o que conserva para cada república socialista o direito de autodeterminação, mesmo no cenário de uma revolução mundial e da criação de uma futurível “República Socialista Soviética Mundial”.
Tratado
Após a Declaração, o texto inclui o corpo central do Tratado, que consiste em um prefácio e 26 artigos.
  • Prefácio. Nele, as partes acordam por livre vontade constituir a União de Repúblicas Socialistas Soviéticas segundo os artigos que figuram imediatamente.
  • Artigo 1. Lista as competências e responsabilidades que as autoridades da União, que incluem os negócios estrangeiros, os tratados internacionais, as fronteiras exteriores, a expansão da União pela incorporação de novos membros, a declaração de guerra e paz, o comércio exterior e interior, a autoridade sobre o desenvolvimento económico, a criação de serviços postais e de transporte unificados, as forças armadas, as migrações internas, a criação de uma autoridade judicial unificada, os serviços de educação e saúde e a unificação das medidas e dos pesos. Aliás, explicita-se que a autoridade da União irá supervisar as ações de todas as autoridades das repúblicas que possam entrar em conflito com os termos do tratado.
  • Artigos 2-10. Determinam a estrutura das autoridades supremas da União. A autoridade legislativa, de acordo com o texto, era o Congresso de Sovietes da União Soviética, e entre as sessões do Congresso, o Comité Executivo Central da União Soviética (TSiK). Explicitam, ainda, o sistema de eleição dos membros do Congresso e do TSiK.
  • Artigo 11. Trata sobre a autoridade executiva, o Conselho de Comissários do Povo (SNK), e dos seus membros.
  • Artigo 12. Especifica as funções do Supremo Tribunal da URSS, e da polícia secreta (OGPU), que justifica pela necessidade de vigiar elementos criminais e contra-revolucionários.
  • Artigos 13-17. Tratam sobre a rede de procedimentos legais entre as instituições supremas (TSiK e SNK) e os de cada uma das repúblicas, clarificando que as instituições federais têm capacidade em cada uma das repúblicas. Ainda, confirma o aspecto plurilingue da União, deixando como línguas oficiais o russo, o ucraniano, o bielorrusso, o georgiano, o arménio e o túrquico.
  • Artigo 18. Lista as autoridades que cada uma das repúblicas membro podem ter e as suas funções.
  • Artigo 19. Especifica os organismos nacionais que devem ficar sujeitos ao programa das instituições da União.
  • Artigo 20. Sobre o orçamento da União em relação aos orçamentos de cada um dos membros.
  • Artigos 21-23. Criam uma “cidadania soviética”, e definem a simbologia do Estado: bandeira, hino e brassão de armas; e situam a capital da União em Moscovo.
  • Artigo 24. Encoraja as repúblicas a desenvolverem as sua Constituições próprias de conformidade com o Tratado.
  • Artigo 25. Especifica que qualquer mudança dos termos do Tratado pode apenas ser aprovada pelo Congresso dos Sovietes.
  • Artigo 26. Reafirma o direito de autodeterminação de cada uma das repúblicas membro.

Resultado imediato

A aprovação do Tratado alterou apenas superficialmente a situação política real. A maioria das instituições de governo das diferentes repúblicas foram transferidas para os órgãos federais da URSS. Em alguns casos, também os indivíduos que tinham sido nomeados para as responsabilidades terminaram assumindo-as no plano federal. Foi o caso de Mikhail Kalinin, Presidente do Comité Executivo Central (TSiK) da URSS e do TSiK da Rússia simultaneamente; ou o de Lenin, ao mesmo tempo Presidente do Conselho de Comissários do Povo (SNK) da URSS e da Rússia. Ainda, na sequência da morte de Lenin, tanto o SNK da URSS como o da Rússia passaram a Aleksei Rykov.
Atualização do Partido
Simultaneamente, também o Partido adoptou uma nova formulação territorial. Antes do Tratado, o Partido Comunista Russo (bolchevique) (RKP(b)) possuía oficinas e departamentos para incidir sobre as regiões mais afastadas (v.g. a oficina do Turquestão, a oficina Transcaucásica, etc.). Após o tratado, o RKP(b) converteu-se no Partido Comunista de Toda a União (VKP(b)), embora cada uma das repúblicas — excetuando a Rússia — manteve um partido próprio. De modo que a RSFS da Rússia foi a única a carecer de Partido próprio, ainda quando controlava claramente o VKP(b).
Ásia Central
Os problemas que o Tratado viera a resolver continuaram, porém, na Ásia Central, que tinha sido um dos cenários principais da Guerra Civil Russa e que apresentava importantes conflitos territoriais. O Turquestão, por exemplo, tinha caído sob controlo russo apenas entre 1867-1885. E, aliás, a guerra tinha introduzido na Rússia dois territórios que nunca tinham sido parte de iure do território do antigo Império: o Emirato de Bukhara e o Canato de Khiva, que foram incorporadas respeitando o seu status particular como a RSP de Bukhara e a RSP de Khorezm. A incorporação desses territórios, mesmo que impecável do ponto de vista legal, apresentou conflitos intermitentes até a década de 1930, como a Revolta dos Basmachi.
Constituição Soviética de 1924
Em Janeiro de 1924, o Segundo Congresso dos Sovietes da URSS aprovou uma Constituição que era, em essência, uma nova versão do texto do Tratado, com algumas adições e uma reestruturação dos conteúdos, passado de 26 a 72 artigos, mas respeitando, por exemplo, o texto inicial da Declaração.

Incorporação de novas Repúblicas

Mudanças derivadas da Constituição de 1936
Constituição Soviética de 1936 alterou, porém, a de 1924 e, ao mesmo tempo, ultrapassou claramente o marco do Tratado de Constituição. A nova formulação fazia passar a URSS como confederação de base unionista para uma clara federação. Aliás, também suprimia o Congresso dos Sovietes e criava um órgão permanente de tipo parlamentar, denominado Soviete Supremo. Ainda, provocou uma reconfiguração territorial na qual as sete repúblicas que faziam parte na altura passaram a ser onze mediante a divisão da RSFS Transcaucasiana nas RSS de ArméniaRSS da Geórgia e RSS do Azerbaijão, e com a adopção das autonomias cazaca e quirguiza como RSS do Cazaquistão e RSS do Quirguistão.
Contudo, foi considerado que o Tratado de Constituição da URSS continuava a vigorar porquanto admitia a possibilidade de mudanças aprovadas pela suprema instituição legislativa da União.
Prelúdio da Segunda Guerra Mundial
Como prelúdio da Segunda Guerra Mundial, um importante número de novas repúblicas socialistas foram criadas e incorporadas à URSS. A primeira foi a RSS Carelo-Finlandesa em 31 de Março de 1940, que até à altura tinha feito parte autónoma (RSSA de Carélia) da RSSF da Rússia — e que havia ser degradada a república autónoma e ré-anexionada à Rússia novamente em 1956. A anexação dos Estados bálticos de Lituânia, Letónia e Estónia deram lugar à RSS da Lituânia (13 de Julho), à RSS da Letónia e à RSS da Estónia (21 de Julho), aderindo à URSS entre 3 e 6 de Agosto. Ainda, o último território em se unir foi a RSS da Moldávia como resultado da unificação do território da Bessarábia com a região autónoma da Moldávia que fazia parte da RSS da Ucrânia.

Anulação

O Tratado de Criação da URSS não trouxe novas incorporações à URSS a partir da Grande Guerra Patriótica, quando a Guerra Fria e o controlo da Europa por parte das potências vitoriosas aconselharam uma outra política de relacionamentos, dando origem ao Pacto de Varsóvia e à Cortina de Ferro.
Em 8 de Dezembro de 1991, na sequência do colapso final da União Soviética, os líderes das RSS da Ucrânia e da Bielorrússia, e da RSSF da Rússia acordaram a anulação do Tratado de 1922, que terminou de vigorar em 25 de Dezembro daquele ano, dissolvendo de facto a União Soviética.
Em 15 de Março de 1996, a Duma Estatal da Federação Russa expressou a sua valoração legal relativamente ao ato de dissolução da URSS aprovado e executado polo Soviete Supremo da RSSF da Rússia como uma ação errada e inconstitucional e como uma grave violação da Constituição da RSSFR, das normas da lei internacional e da legislação.

Ver também

Referências

Wikipédia

MEC finaliza proposta de ampliação de escolas cívico-militares no país | Clic Noticias

Medida é uma das prioridades do ministério que conta com secretaria especializada para modalidade de ensino
Em nota, MEC informou que proposta tem objetivo de combater criminalidade
Em nota, MEC informou que proposta tem objetivo de combater criminalidade | Foto: Vinícius Roratto / CP Memória
O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nos próximos dias as ações para ampliar o número de escolas cívico-militares no país. Na semana passada, houve uma reunião da equipe responsável. A Agência Brasil apurou que faltam apenas os ajustes finais antes do lançamento da política. Aumentar o número de escolas cívico-militares no país é uma das prioridades do MEC, que passou a contar com uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares.
Atualmente, são 120 escolas em 17 estados do país com o modelo, a maior parte em Goiás, com 50 estabelecimentos de ensino, de acordo com levantamento da Polícia Militar do Distrito Federal (DF). Na conta ainda não estão incluídas as escolas do DF.
Em nota, no mês passado, o MEC informou que o modelo se justifica pelos altos índices de criminalidade brasileiros. “O Ministério da Educação buscará uma alternativa para a formação cultural das futuras gerações, pautada no civismo, na hierarquia, no respeito mútuo, sem qualquer tipo de ideologia, tornando-os desta forma cidadãos conhecedores da realidade e críticos de fatos reais.”
De acordo com o ministério, são considerados também o desempenho positivo dessas escolas e os “elevados índices nas avaliações”. O modelo de escola, segundo o MEC, “contará com a participação de vários segmentos da sociedade. Cada ente envolvido, dentro de sua esfera de competência, terá importância fundamental para a construção de um Brasil melhor. Essas unidades de ensino serão voltadas para as famílias que concordam com essa proposta educacional”. Para ser implementado, o modelo precisa da participação de estados e municípios.
Moral e Cívica
Com a ampliação das escolas cívico-militares, voltou ao debate a inclusão da disciplina educação moral e cívica em sala de aula, que é defendida pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez.  No Distrito Federal, nas escolas cívico-militares, haverá aula de ética e cidadania.
Sob o nome educação cívica, moral e física da infância e da juventude, a disciplina tornou-se obrigatória no governo de Getúlio Vargas, em 1940. O objetivo era a formação da consciência patriótica.A disciplina foi adotada também em 1969. Instituída por decreto, tinha como objetivos a preservação, o fortalecimento e a projeção dos valores espirituais e éticos da nacionalidade;  culto à pátria, aos seus símbolos, tradições, instituições e aos grandes vultos de sua história; o aprimoramento do caráter, com apoio na moral, na dedicação à família e à comunidade, entre outros.
Agência Brasil e Correio do Povo
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Constituição soviética de 1977–História virtual | Clic Noticias



Bandeira da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Brasão da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Constituição Soviética de 1977, aprovada em 7 de outubro desse ano, foi a última Constituição vigente no estado soviético, foi criada durante o regime de Leonid Brejnev, por isso, muitas vezes é citada como Constituição Brejnev. A Constituição soviética de 1977 é uma das mais singulares de toda a história, pois tem por base um sistema socialista e todas as suas noções de justiça.
A Constituição defendia os poderes absolutos dos trabalhadores, sob a chamada Ditadura do Proletariado, conduzido pelo Partido Comunista da União Soviética, e os propósitos do desenvolvimento do comunismo no país, a Constituição também incluía um novo hino para a nação, e reformas no brasão e na bandeira.
Foi criada pela necessidade de um novo regulamento constitucional para o país.
Constituição Soviética de 1977
A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas é uma nação de todos os povos, expressante dos valores e desejos dos operários, camponeses, intelectuais e da classe trabalhadora de todas as nações e nacionalidades.
A Constituição considerava crime grave o parasitismo, que consistia na exploração do trabalho alheio, também era obrigatório o serviço militar, como forma de prestígio à pátria soviética, e a deserção era considerada crime de traição, a defesa da propriedade soviética considerava gravíssimo o vandalismo e a corrupção, a defesa da criança soviética previa a educação social das crianças, para que desenvolvesse trabalhos úteis para a sociedade socialista.
Com relação aos direitos individuais, eram somente respeitados se não ferissem os direitos comuns. A Constituição aumentava os direitos religiosos, de imprensa livre, expressão e manifestações, incluindo os direitos a quaisquer trabalhos artísticos, privacidade, segurança da casa e família e segurança social.
A Constituição manteve a seção a respeito da separação das demais repúblicas do país, importante para o desenvolver da desintegração da União Soviética, em 1991.
A data de aprovação, 7 de outubro, tornou-se um feriado no país, a um mês do principal momento festivo, a Revolução do Grande Outubro, comemorada no sétimo dia do mês seguinte.
Essa Constituição foi substituída pela Constituição russa de 1993, que defendia principalmente os direitos individuais e a liberdade dos cidadãos.

Documentos

v • e
História da União Soviética (1964–1985) e a Era da Estagnação
Leonid Brezhnev
Membros do Politburo
Aliyev · Andropov · Brejnev · Tchebrikov · Chernenko · Demitchev · Dolgikh · Gorbachev · Grechko · Grishin · Gromiko · Kirilenko · Kiselyov · Konayev · Kossygin · Kulakov · Kuznetsov · Masherov · Mazurov · Mikoyan · Mzhavanadze · Pelše · Podgorny · Polyansky · Ponomarev · Rashidov · Romanov · Shcherbytsky · Shelepin · Shelest · Shevardnadze · Shvernik · Solomentsev · Suslov · Tikhonov  · Ustinov · Voronov · Vorotnikov
Wikipédia

Nova ponte entre Tramandaí e Imbé possui três opções de trajeto | Clic Noticias

Obra já possui R$ 2,7 milhões em recursos para elaboração dos projetos de viabilidade
Por
Carmelito Bifano
Um dos traçados da nova ponte seria a ligação das duas avenidas Beira Mar de Imbé e Tramandaí
Um dos traçados da nova ponte seria a ligação das duas avenidas Beira Mar de Imbé e Tramandaí | Foto: Guilherme Almeida
A ponte Giuseppe Garibaldi deve perder a exclusividade de transportar turistas e moradores diariamente entre Imbé e Tramandaí depois de quase 70 anos. Um trabalho conjunto das forças políticas do Estado, capitaneado pelo prefeito de Imbé, Pierre Emerim, obteve em Brasília uma emenda de bancada que garante os recursos necessários para licitar o projeto de uma nova ligação entre os dois municípios.
Ainda não será a execução, que pode ocorrer em 2020, mas é um passo importante para os dois municípios solucionarem um problema que perdura há décadas. “É a obra mais esperada do litoral, pois é o grande gargalo no trânsito da região. Em alguns finais de semanas, pessoas levam duas horas para atravessar. É inaceitável para uma região turística”, declarou Pierre Emerim.
Na última semana foi publicado no Diário Oficial da União a disponibilidade de R$ 2,7 milhões para a criação dos projetos de viabilidade arquitetônico, de engenharia, trafegabilidade, solo e, principalmente, do traçado da nova ligação. Todo o trabalho deve estar pronto até janeiro de 2020, para ser incluído no orçamento federal.
No sábado, o governador Eduardo Leite confirmou que o técnicos do Estado irão auxiliar o setor de licitações da prefeitura para que o processo seja realizado dentro das obrigações legais e não sofra contratempos. “É aprovado pelo governo federal, vamos trabalhar para que se confirme para 2020 a execução do projeto”, revelou o prefeito de Imbé.
A prefeitura trabalha com três propostas diferentes de travessia, mas o projeto que será produzido durante 2019 é que definirá o melhor local de acordo com as exigências para uma obra deste porte.
Ponte Tramandaí Imbé
Os três locais possíveis citados pela prefeitura exigiram mudanças complexas na cidade, em especial, pelas dificuldades de criar uma nova ligação em dois municípios com grande número de edificações e população. A primeira é nas proximidades onde ficava a histórica Ponte da Sardinha, derrubada por falta de manutenção em 2013. As ruas Caxias, em Tramandaí, e Alfredo Elias são as duas mais próximas entre os três projetos, barateando o custo da obra. A segunda é a de maior extensão e seria construída sobre a lagoa Tramandaí. Ela ligaria a avenida Porto Alegre, próximo ao Ceclimar, em Imbé, a Rubem Berta. A terceira é uma ligação entre as duas avenidas Beira-Mar.
“A da Rubem Berta ficaria como uma [ponte] Rio-Niterói, sobre a Lagoa. Já a da Beira-Mar seria a mais atrativa para o turismo”, compara Emerim.
ade, que será analisada pelo comando e governo do Estado.
Correio do Povo

Ações no TSE e Supremo miram contas de Davi Alcolumbre | Clic Noticias



Presidente do Senado responde a inquéritos envolvendo fraudes
Alcolumbre teria usado empresas da família para justificar gastos
Alcolumbre teria usado empresas da família para justificar gastos | Foto: Pedro França / Agência Senado / CP Memória
Alvo de três ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo supostas fraudes na campanha de 2014, o novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), usou empresas da família e do contador e presidente do comitê financeiro do partido para justificar gastos de R$ 763 mil que estão sob suspeita, destaca o jornal O Estado de S. Paulo.
Em novembro passado, a ministra Rosa Weber, do STF, negou pedido de arquivamento da investigação feito pelo senador e autorizou a quebra de sigilo bancário do contador da campanha de Davi, Rynaldo Gomes, e de sua empresa, a R.A.M. Gomes. Gomes recebeu R$ 478 mil da candidatura do senador e do comitê do DEM – as contabilidades de ambos são controladas por ele. Os inquéritos estão em segredo de Justiça.
Gomes é peça central tanto nas ações no TSE, que pedem a cassação de mandato de Davi por abuso de poder econômico, quanto nos inquéritos no STF, que investigam suposto crime de falsidade ideológica. Ele é acusado de ter usado cinco notas frias no valor de R$ 157 mil em nome da empresa L.L.S. Morais-ME na prestação de contas da campanha de Davi e de ter falsificado documento da Prefeitura de Macapá para tentar regularizar a contabilidade.
Uma quebra de sigilo parcial feita ainda durante investigação no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) constatou que R$ 34 mil referentes a serviços prestados pela L.L.S. foram transferidos para a conta bancária de Gomes. A apuração teve origem em três ações eleitorais movidas pelo ex-senador Gilvam Borges (MDB-AP) – aliado de José Sarney, derrotado por Davi -, pela coligação e partido dele.
O TRE-AP indeferiu o pedido de cassação de mandato em 2016 entendendo que a participação ou ciência de Davi sobre a fraude não foi comprovada e determinou que o crime de falsidade ideológica fosse apurado em uma ação penal, aberta naquele ano. Três recursos foram apresentados ao TSE e estão desde agosto do ano passado no gabinete do ministro Edson Fachin.
Em abril do ano passado, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, defendeu em três pareceres a cassação do mandato de Davi e dos dois suplentes – um deles, Josiel Alcolumbre, é irmão do senador. O procurador afirmou que “restou comprovada a contaminação da campanha eleitoral” de Davi pelas “ações ilícitas em tratativa”. E, segundo ele, é “impossível desvincular” dos candidatos a figura de Gomes, contador responsável pela prestação de contas, fornecedor de campanha e presidente do comitê financeiro do DEM.
Gasolina
Além das ações envolvendo o contador, também são alvo de questionamento no TSE pagamentos de R$ 285 mil com “combustíveis e lubrificantes” feitos pela campanha de Davi e pelo comitê do DEM para a Salomão Alcolumbre & Cia Ltda., que pertence a uma tia e primos do senador.
Só a campanha de Davi em 2014 declarou ter gasto R$ 135 mil com gasolina em postos da família para 20 veículos. O valor é maior do que os gastos com combustível de todos os outros nove candidatos ao Senado juntos. Com a quantia seria possível encher o tanque de 1 mil carros, fazer 140 viagens de ida e volta entre Macapá e Brasília ou completar quase 17 voltas na Terra.
Dona de uma rede de postos em Macapá, a empresa Salomão Alcolumbre aparece como fornecedora de campanha em 2014 de outros 40 candidatos e três comitês ou diretórios partidários. Os gastos de Davi e de outros dois parentes candidatos naquele pleito, porém, representam mais da metade dos R$ 551,5 mil que a empresa da família recebeu naquela eleição.
O jornal tentou por quatro dias falar com Marina Alcolumbre, uma das proprietárias da rede de postos. Davi emprega em seu escritório político em Macapá a mulher de um dos primos herdeiros da empresa. Na sexta-feira, a reportagem não localizou Vânia Alcolumbre por telefone em seu local de trabalho.
A assessoria do presidente do Senado não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem até a conclusão desta edição. Davi tem afirmado que a prestação de contas foi aprovada pelo TRE do Amapá e que “está convicto de que, ao final das apurações, restarão todas as alegações esclarecidas e devidamente dirimidas”. Na disputa pela presidência da Casa, ele usou o discurso da renovação na política, se contrapondo ao senador Renan Calheiros (MDB-AL). Rynaldo Gomes não foi localizado. A R.A.M. Gomes e a L.L.S. Morais estão inativas, segundo a Receita Federal.
Parentes
As supostas irregularidades na campanha de 2014 do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também envolvem duas emissoras de TV da família do senador no Amapá, que teriam produzido, segundo ação que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), material de campanha clandestino e nota fiscal para prestação de contas com data posterior ao término da eleição.
A ação movida pelo diretório estadual do MDB contra Alcolumbre acusa a campanha do senador de apresentar uma nota de R$ 2,5 mil emitida pela empresa TV Amazônia Ltda.-ME, afiliada da TV Band no Amapá e dirigida pelo irmão e suplente de Davi no Senado, Josiel Alcolumbre, para compra de diversos materiais gráficos. Além da nota fiscal ter data posterior à da eleição, o que é vedado pela lei eleitoral, o cheque de R$ 2,5 mil que deveria ter sido pago à empresa de Josiel foi descontado em espécie pelo contador da campanha, Rynaldo Gomes, que já é investigado pela suspeita de usar notas frias e receber recursos de outros fornecedores.
Em parecer pela cassação de Davi, em 2018, o vice-procurador-geral eleitoral Humberto Jacques Medeiros, afirma que o fato “confirma” que foram usados na prestação de contas do senador “expedientes com vistas a ocultar o real destino dos valores movimentados na campanha e impedir ou, no mínimo, dificultar o controle a ser realizado pela Justiça Eleitoral, corroborando a conclusão pela necessária cassação dos mandatos pela prática de fraude e abuso de poder econômico”.
A ação movida contra o presidente do Senado afirma ainda que outra empresa da família, a TV Amazônia Ltda. – EPP, que é afiliada do SBT no Amapá e pertence a José Alcolumbre, tio do senador, encomendou em uma gráfica ao menos R$ 5,9 mil em material clandestino. A reportagem não conseguiu encontrar os dois empresários na última sexta-feira pelo telefone das empresas. O senador não retornou o contato feito pelo Estado até a publicação desta matéria.
A campanha de Davi ao Senado em 2014 custou R$ 2 milhões e teve entre seus financiadores as empresas JBS, com doação de R$ 138 mil, e Odebrecht, com R$ 100 mil. Ele não foi delatado pelos executivos da empreiteira e não é investigado pela Lava Jato, mas seu nome aparece na lista fornecida ao Ministério Público Federal por Joesley Batista, da JBS, dos supostos beneficiários de propinas “disfarçadas” de doações.
Agência Estado e Correio do Povo

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Temporal causa diversos estragos no interior do Rio Grande do Sul | Clic Noticias

Foram registrados destelhamentos e falta de energia elétrica em muitas cidades gaúchas
Por
Renato Oliveira
Temporal danificou casas em São Sepé
Temporal danificou casas em São Sepé | Foto: Leonardo Ineu / Especial / CP
Chuva e vento forte atingiram várias partes do Estado, nesta segunda-feira, com o registro de estragos em algumas cidades. Em São Sepé, na região Central, a Defesa Civil do município informou que os bairros mais afetados foram Pontes, Centro, Santos e Loteamento Vitória. O balanço inicial apontou cerca de 80 casas destelhadas até a noite de hoje.
A prefeitura de São Sepé, com apoio do Corpo de Bombeiros, distribuiu lonas para as famílias. Várias árvores tombaram na Praça das Mercês, o que também ocorreu na BR 392, no acesso à cidade. Parte do município está sem energia elétrica.
Em Cacequi, a ventania destelhou residências no Centro e na vila Álvaro Leitão, e árvores tombaram no bairro Novo e no interior do município. Segundo o coordenador da Defesa Civil local, Cléo Pinto, a prefeitura distribuiu lonas para quem ficou prejudicado pelo mau tempo. Em São Vicente do Sul, também na região Central, o vento derrubou duas árvores na BR 287 e teve registro de falta de luz.
O trânsito ficou prejudicado na BR 287, em Santa Maria, e em algumas avenidas da área urbana, em razão do grande volume de água na pista. Apesar da chuva torrencial, com duração de 50 minutos, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil não registraram nenhuma saída.
Já na Fronteira-Oeste, os estragos foram maiores em Alegrete, onde o temporal durou cerca de duas horas. Segundo o sargento do Corpo de Bombeiros Adão Rodrigues, um poste com transformador tombou na rua Santana, no bairro Promorar, interrompendo o fornecimento de energia elétrica no entorno.
Equipes da concessionária responsável foram acionadas. Em pontos isolados, houve alagamentos e queda de galhos de árvores. Também foram registrados danos nos bairros Anita Garibaldi, Restinga, Olhos D’água de Natal e Segabinazzi. Diversos postes ficaram danificados e algumas casas destelhadas.
Na cidade vizinha de Manoel Viana, houve interrupção parcial do fornecimento de luz por causa do temporal. Em Uruguaiana, a chuva somou 46 milímetros em três horas e causou alagamentos em pontos isolados. 
Correio do Povo
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