"Novo projeto “Escola sem Partido” ‘aperta cerco’ à doutrinação política e ideológica em sala de aula" | Clic Noticias

“Documento atual assegura ao aluno direito de gravar aulas. Entenda como isso vai funcionar na prática
 
   Beta
Isabelle Barone  
“Tudo  que está  no projeto é garantido pela Constituição Federal e leis brasileiras, nós apenas expressamos isso, em linguagem mais simples e menos técnica”, afirma Miguel Nabig | Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
“Tudo que está no projeto é garantido pela Constituição Federal e leis brasileiras, nós apenas expressamos isso, em linguagem mais simples e menos técnica”, afirma Miguel Nabig Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
Na abertura do ano legislativo, uma nova proposta do projeto de lei “Escola sem Partido” foi protocolada na Câmara dos Deputados. Embora grande parte do texto continue semelhante, algumas mudanças significativas foram notadas. O documento atual, por exemplo, assegura aos alunos o direito de gravar as aulas e veda aos grêmios estudantis a promoção de atividade político-partidária.
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À Gazeta do Povo, Beatriz Kicis (PRP), deputada que protocolou o novo projeto ESP, e Miguel Nagib, advogado e fundador do movimento, contam quais são os objetivos com as mudanças. Para Beatriz, agora, sim, estão “começando a dificultar a vida dos doutrinadores”.
Leia a entrevista:
Depois de seguidas tentativas para votar o “Escola sem Partido”, o PL acabou sendo arquivado em 2018. Na época, o então deputado Marcos Rogério (DEM), presidente da comissão, atribuiu o que chamou de “sepultamento” do ESP aos próprios apoiadores da proposta. Você acha que esse ano será diferente?
Beatriz: Na verdade, isso ocorreu porque a esquerda, como estava mais organizada, conseguiu obstruir. Mas o projeto tinha, sim, votos suficientes para ser aprovado na comissão. Agora temos um congresso novo, bem mais conservador, com quase 50% de renovação. Acredito que temos muito mais chance de fazer o ESP passar.
Embora grande parte do texto do projeto continue semelhante, algumas mudanças significativas podem ser notadas. Uma delas é a questão de que o aluno poderia gravar as aulas. O documento, porém, não especifica que tipo de gravação seria, se áudio ou vídeo. Como isso vai funcionar?
Miguel: Da maneira como está redigido, o texto permite tanto o registro de vídeo como de áudio. Para os pais, obviamente, o mais importante é o registro fonográfico. Só assim eles poderão aferir a qualidade do serviço que está sendo prestado pela escola, o que é um direito deles, considerando que a CF assegura “garantia de padrão de qualidade” do ensino.
Na educação básica, o estudante, normalmente, não tem maturidade para aferir a qualidade do serviço prestado pela escola. Pelo contrário: para o aluno que não gosta de estudar, quanto pior o serviço, melhor, menos ele tem de estudar. Isso acontece muito: é o pacto da malandragem entre o mau professor e o aluno médio. Por isso, é muito importante que os pais possam acompanhar, tão de perto quanto possível, o processo pedagógico vivenciado por seus filhos, o que é um direito reconhecido também pelo ECA.
Beatriz: Na verdade, esse direito de gravar já existe. Os estudantes que quiseram sempre gravaram. Nas aulas que eu dou, por exemplo, meus alunos gravam e eu nunca tive o menor problema com isso.
É importante deixar claro que essa polêmica surgiu porque uma professora, que hoje é deputada em Santa Catarina, conclamou os estudantes a gravar os professores que estavam fazendo doutrinação em sala de aula. Imediatamente houve uma reação a isso, e os professores começaram a dizer que não aceitavam que gravassem as aulas. Quem reclama disso são os professores que querem abusar em sala de aula, querem poder falar o que bem entendem. Esses aí têm que ser incomodados mesmo, eles têm que ser coibidos de molestar as crianças.
Se um professor começar a molestar, causar problema, infringir a lei, o estudante pode ligar o modo vídeo. Se o professor chega na sala de aula vestindo uma camiseta do Che Guevara, por exemplo, é claro que o aluno pode filmar. Por que um professor tem que dar aula usando uma roupa assim? Se um estudante colocar uma camisa do Bolsonaro em sala, ele é expulso, porque é a parte mais frágil. Todo mundo tem o direito de se proteger em um caso desses, o código penal prevê isso também. Ao ver alguém em flagrante delito, você pode, inclusive, dar voz de prisão, só que o brasileiro não é acostumado a fazer isso.
Utilizar o celular em sala de aula não poderia prejudicar o aluno, distraí-lo, de alguma forma, e fazer com que ele fique mais preocupado em fiscalizar o professor do que reter o conteúdo ministrado?
Beatriz: O ESP não quer, e não prega, que os alunos saiam usando celular em sala de aula para perturbar o andamento da classe. Claro que não. Tem que ter disciplina, não é para ele ficar se distraindo, é para ligar o modo gravador. Não queremos radicalizar, queremos proteger as crianças dos abusos, essa é a verdade.
Leia também: Escola Sem Partido: quando a polarização política chega às escolas
Miguel: Há muita confusão sobre isso, o que ocorre, em parte, pelo fato de hoje as gravações serem feitas por meio de telefone celulares, e existem leis que proíbem o uso desses aparelhos em sala de aula. É evidente, no entanto, que essas proibições só se justificam por motivos pedagógicos, ou seja, para que o aluno não fique conversando ao telefone durante a aula. Não faz sentido proibir o aluno de usar o celular na função gravador, para que ele possa, em casa, quando for estudar, ouvir novamente as explicações do professor. O ideal seria que as próprias escolas fizessem essa gravação e disponibilizassem para os alunos. Mas, se isso não acontece, a escola deve assegurar aos alunos o direito de gravar as aulas.
Também houve alteração do texto em relação à abordagem de gênero. Você poderia nos explicar o motivo?
Miguel: O sentido é o mesmo: tem que respeitar o direito do aluno à intimidade. Não tem cabimento, por exemplo, uma professora entrar em uma sala de aula do 5º ano com um pênis de borracha de 15 cm, para ensinar crianças que estão em fases desiguais de desenvolvimento psicológico e amadurecimento sexual, a colocar camisinha. Isso é um desrespeito.
Especificamente no que tange às questões de gênero, o texto apenas salienta que o poder público não pode permitir uma abordagem ideológica dessas questões. Se as autoridades responsáveis pela definição dos conteúdos curriculares entenderem que isso é necessário (ter um tópico “questões de gênero”), isso tem de ser abordado do ponto de vista científico. Sem proselitismo e sem dogmatismo. De todo modo, é importante deixar claro que o projeto não impõe a abordagem desse conteúdo.
O documento também diz “É vedada aos grêmios estudantis a promoção de atividade político-partidária”.
Miguel: Existe uma lei de 1985 que disciplina o funcionamento dos grêmios estudantis. Ela assegura aos estudantes do ensino fundamental e médio o direito de se organizar como entidades autônomas, representativas dos interesses dos estudantes secundaristas, com finalidades educacionais, culturais, cívicas, esportivas e sociais. No entanto, ela não fala nada de atividades político-partidárias. Nós apenas queremos deixar claro que é permitido tudo o que está na lei, e esse tipo de atividade, especificamente, não está. Nós achamos importante impedir que esses grêmios sejam usados como um instrumento de ação política, de partidos e sindicatos dentro das escolas, como vem acontecendo hoje.
É importante salientar que o ESP não está criando nenhuma obrigação nova e nenhum novo direito para ninguém. Tudo aquilo que está escrito no projeto já está na Constituição Federal e nas leis brasileiras. O que fazemos é expressar, em uma linguagem mais simples e menos técnica, aquilo que já está garantido.
A proposta do ESP ainda alcança escolas públicas e privadas, certo?
Miguel: Se aplica às escolas particulares naquilo que a escola presta serviço público. As instituições particulares, especialmente as confessionais, prestam um duplo serviço. Primeiro, o serviço educacional, de natureza pública e, por causa disso, são autorizadas a funcionar e fiscalizadas pelo poder público. Mas elas também prestam serviço de caráter particular, auxiliando os pais na educação religiosa e moral dos seus filhos. Existe um contrato, e é aí que isso vai ficar estabelecido. Nessa parte, o estado não tem de se ‘meter’ (a menos que haja uma violação à ordem pública ou aos interesses da criança e do adolescente).
Beatriz: As regras são as mesmas. A diferença, por exemplo, é que se um diretor de escola particular quiser colocar um cartaz no colégio amanhã, ele já pode fazer isso, e ninguém pode reclamar, independente da lei. Se a instituição segue o princípio do movimento, ela coloca o que quiser, pois tem mais liberdade.
Você acha que, de alguma forma, professores que não têm intuito de doutrinar os alunos podem acabar sofrendo injustiças? Uma situação hipotética: o docente pode, por exemplo, falar sobre darwinismo e ser acusado de pregar ateísmo, ou dizer que a espécie humana sobreviveu graças à reprodução gerada pelas relações heterossexuais e ser acusado de homofobia. Como eles vão lidar com isso?
Beatriz: Alguns professores levam pra esse lado de querer se proteger, porque o escola sem partido não propaga nada disso do que ele está falando. O ESP acha que o professor não pode ensinar criacionismo, ele tem que ensinar aquilo que a ciência entende como sendo científico. Jamais, em uma aula de biologia, alguém vai poder reclamar que o professor está ensinando sobre darwinismo. Isso é um absurdo.
Mas muitos docentes não querem o ESP porque querem ficar a vontade pra falar o que quiserem. A verdade, porém, é que até o estatuto do servidor público não permite que ele faça o que bem entender no seu ambiente de trabalho. Ele tem que cumprir regras, e é, por exemplo, impedido de manifestar apreço ou desapreço por alguém. Professor têm que cumprir a lei. E sala de aula não é terreno sem lei.
No dia 30 de janeiro, o Ministério Público do Paraná emitiu uma nota em repúdio ao ESP. Isso, de alguma maneira, intimida o movimento?
Miguel: Eu vejo isso como um escândalo, pois caberia ao MP, justamente, promover a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes que estão sendo vítimas de doutrinação [política e ideológica] em sala de aula. Mas o MP não só não atua no sentido de coibir essas práticas ilícitas que notoriamente estão ocorrendo nas escolas de todo o país ‒ e o Paraná não é exceção ‒, como tenta impedir que a própria sociedade faça isso.
Sob a falsa alegação de que estaria defendendo a liberdade de cátedra dos professores, o MP está acobertando, na prática, a ação dos militantes disfarçados de professores no segredo das salas de aula. Ora, é evidente que a liberdade de cátedra não dá aos professores o direito de fazer propaganda político-partidária em sala de aula; o direito de perseguir alunos que discordam das suas opiniões; o direito de dizer aos filhos dos outros o que é certo ou errado em matéria de religião e moral. Mas é isso o que está acontecendo; é contra isso que nós estamos lutando, e o MP deveria lutar contra isso também. Mas, como eu disse, além de não fazer nada, ele tenta impedir a sociedade de fazer. É uma vergonha.
Leia também: Ceará publica resolução contra o Escola sem Partido
Recentemente, o PSOL protocolou o projeto “Escola sem Mordaça”, de autoria da deputada Talíria Petrone. Como você vê isso?
Beatriz: A esquerda vai chiar, vai estrebuchar, vai fazer gritos de guerra e não vai trazer nenhum argumento. É o que ela fez nos últimos dois anos. Onde é que tem mordaça? Eles não conseguem mostrar onde tem mordaça no ESP.
A única coisa que eles dizem é que o projeto não deixa o professor falar. Ué? A gente quer que o professor fale amplamente de tudo, mas que não imponha sua visão aos alunos. Pode falar de política à vontade, mas que fale os dois lados da história, que não engane as crianças e não tire delas o direito de conhecer a verdade, os dois lados da moeda. Na verdade, quem coloca censura o tempo todo tem sido eles. Essa é apenas mais uma falácia da esquerda. Mas já estamos acostumados.
Você acha que esse ano será mais desafiador nas escolas, ou seja, terá mais denúncias de doutrinação?
Beatriz: Eu acho que a tendência é que não tenha mais, não. Penso que agora, sim, estamos começando a dificultar a vida dos doutrinadores. Antes, as pessoas eram doutrinadas e nem percebiam, elas não tinham noção disso, mas agora elas estão mais atentas.
É impressionante a quantidade de jovens, por todo o Brasil, que apoia o projeto ESP, que faz denúncias. Há muitas pessoas que têm uma luta apaixonada em prol do movimento.”
Gazeta do Povo

Lava Jato: substituto de Moro, Bonat deve julgar ação sobre Instituto Lula | Clic Noticias



Lava Jato substituto de Moro, Bonat deve julgar ação sobre Instituto Lula

Como ter uma noite de sono perfeita | Clic Noticias

O segredo é controlar a temperatura e a luminosidade do ambiente, além de escolher a melhor posição na cama

Por Marcelo Testoni
(Estúdio Pingado/Superinteressante)
1. Apagão total
Se dormir no breu for um problema, use uma lâmpada azul. A cor mantém o quarto escuro o suficiente para estimular o cérebro a produzir melatonina, hormônio indutor do sono. Além disso, deixe o celular no modo silencioso e com a tela desligada.
2. Deite de lado
A posição mantém a coluna alinhada, com cabeça e pés no nível do coração, estabilizando a pressão arterial. Uma almofada entre os joelhos os deixa menos estendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas. O travesseiro ideal tem a altura do ombro, para o pescoço não ficar rijo, evitando torcicolos. Roupas justas demais prejudicam o sono. As peças devem ser folgadas e leves.
3. Sem gulodices
Nada de janta condimentada e gordurosa, para não causar má digestão e pesadelos. Nem de alimentos que despertem, como chocolate e café. Para evitar ir ao banheiro, não beba muito líquido antes de dormir.
4. Desacelere
Exercícios só devem ser praticadas até quatro horas antes do horário de repouso para a adrenalina não atrapalhar o sono.
5. Cada um na sua
Não durma com seu pet: 30% das pessoas que fazem isso acordam ao menos uma vez à noite. Eles trazem poeira, pólen e pelos, que podem prejudicar a respiração e provocar ronco.
6. Refresque-se
A temperatura ideal varia entre 20 e 22 °C. Se o problema for só pegar no sono, ligue o ar-condicionado para resfriar o quarto e desligue ao deitar. Se for usar ventilador, deixe-o no chão e direcionado para cima, só para desabafar o ambiente.
Superinteressante

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Arnaldo Jabor e os intelectuais omissos | Clic Noticias



Oportuna e excelente a fala do Jabor !  Realmente, cadê o manifesto dos “intelectuais” sobre a desgraça que se abate sobre o nosso vizinho?

Roberta Barroso, jornalista da Band | Clic Noticias



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Saiba mais:
Roberta Barroso – Notícias – TV – Band.com.br
Roberta Barroso – Esporte (@betabarroso) • Fotos e vídeos do Instagram
Roberta Barroso | Palestrativa | Palestras e Eventos
Roberta Barroso – Página inicial | Facebook
Roberta Barroso – Repórter e Apresentadora – TV Bandeirantes …
Roberta Barroso relata desespero ao presenciar assalto no Rio de …
Entrevista com Roberta Barroso | Blog do Gabriel Dantas
insta: betabarroso (@robertabarroso) | Twitter

JORNALISTA ROBERTA BARROSO

Roberta Barroso – Jogo Aberto

Roberta Barroso, repórter esportiva da Band, saúda Aurelino Pedro Filho e Cafelândia-SP

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Surto de ebola no Congo chega a 502 mortos em seis meses | Clic Noticias

Equipes de saúde conseguiram salvar 271 pessoas que contraíram a doença
Confrontos civis armados dificultam controle da doença
Confrontos civis armados dificultam controle da doença | Foto: Alexis Huguiet / AFP / CP
Um surto de ebola matou 502 pessoas em seis meses no leste da República Democrática do Congo, informou nesta sexta-feira o Ministério da Saúde local. “Além das 502 vítimas fatais, 271 conseguiram se curar”, detalhou um boletim diário, quando a marca de cinco centenas de falecimentos foi alcançada.
Esta é a segunda epidemia de ebola mais virulenta da história desde a que matou mais de 11 mil pessoas na África Ocidental (Guiné, Libéria, Serra Leoa) em 2014. A cidade de Beni é a mais afetada, com 147 mortes.
Trata-se da décima epidemia em solo congolês desde que o vírus apareceu pela primeira vez, no antigo Zaire, em 1976. A cepa atual apresenta uma complexidade singular, já que é registrada em uma região afetada pela violência das milícias armadas, o que complica a resposta.
AFP e Correio do Povo
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Conexão Varejo: confira o trabalho de marcas que dão show em representatividade | Clic Noticias



A modelo que figura nas campanhas publicitárias da sua loja tem o mesmo perfil do seu cliente? Pois saiba que foi a partir desse tipo de questionamento que grupos pouco representados pela indústria e pelo varejo começaram um processo de empoderamento. Hoje, públicos antes vistos como “minoria” pelo pouco protagonismo que ganhavam, autoafirmaram-se, criando nichos de mercado com necessidades urgentes para ser atendidas.
Perceber demandas pouco servidas no comércio é um excelente ponto de partida para empreender. Ter um olhar atento sobre a sociedade e uma genuína proximidade com o segmento que o negócio resolve se voltar são fundamentais. Mas entender verdadeiramente as dores e os desejos do público-alvo é essencial para conseguir se conectar a ele. Do contrário, a mensagem que fica é de que a empresa está só tentando lucrar em cima de um público que sequer compreende.
Orgulho estampado
Criada em 2017, em Barueri (SP), a Logay entende bem o que significa se apropriar de uma causa, já que o propósito que move a empresa é verdadeiramente importante para os fundadores. A loja virtual vende produtos personalizados com a temática LGBT e foi idealizada após o retorno de uma viagem ao exterior, quando Henrique Chirichella perdeu uma pulseira com as cores do arco-íris (que simbolizam o orgulho LGBT) e não encontrou outra no Brasil. A partir dessa carência, criou a marca com outros dois sócios, Silvia e Flavio Chirichella, seus pais.
A loja oferece vestuário, cosméticos, quadros, bandeiras, topos de bolo, almofadas, tapetes. Mas a linha que mais faz sucesso é a Pride, que destaca as cores do arco-íris. Recentemente a Logay conquistou um investimento no programa Shark Tank Brasil, mas mesmo antes de receber o aporte vê os acessos ao site aumentarem a cada mês. Além do e-commerce, a marca é membro da Câmara de Comércio e Turismo LGBT no Brasil e parceira da Associação da Parada LGBTI, colaborando com parte das vendas para a ONG.
Celebração às raízes
Fenômenos como o empoderamento e reconhecimento negro se intensificaram bastante nos últimos anos no Brasil. Com isso, um mercado de itens que evidenciam essa cultura ganhou força, já que as pessoas passaram a ter orgulho em estampar as suas origens. Em Porto Alegre, foi a percepção de que crescia a demanda por vestuário com características africanas que incentivou Agossou Kokoye “Kadi” a empreender. Morador da Capital desde 2010, Kadi veio de Benim para um intercâmbio estudantil. Em abril de 2018, ele abriu a Lojaconsone, com roupas vindas da Nigéria, Togo, Senegal, Costa do Marfim e Benim ou feitas aqui com inspiração e tecidos importados de lá.
Batizada a partir do verbo consonar, que significa harmonizar, aceitar, concertar, a marca busca elevar a autoestima das pessoas, especialmente das mulheres, por meio da celebração às raízes. Para isso, realiza desfiles e sessões de fotos nas quais os modelos são os próprios clientes. O estabelecimento fica na Rua Riachuelo, 1604, no Centro Histórico.
Moda para todos
Com a motivação de oferecer moda para todas as pessoas, a Equal nasceu em 2013 após uma extensa pesquisa de campo. Isso porque Silvana Louro, estilista e fundadora da empresa, queria entender bem os desafios das pessoas com deficiência para entregar um produto excelente, a altura do que elas merecem. Pensada com assessoria de fisioterapeutas e modelistas experientes, o objetivo é entregar as mesmas roupas com e sem adaptações, para que todos possam se vestir como quiserem. A diretriz que guia a empresa é que a moda tem uma função social, pois fortalece a identidade, e é uma ferramenta de inclusão.
E o trabalho vem dando certo, tanto que a Equal criou os primeiros uniformes adaptados para paratletas com diferentes deficiências, em 2015, nas Paralimpíadas Escolares em Natal (RN), vestindo toda a delegação fluminense. Além disso, a marca produz uniformes adaptados para empresas e escolas e dá assessoria para marcas que desejam ter coleções inclusivas, atuando na missão de retirar o véu da invisibilidade das pessoas com deficiência com ações e projetos que humanizem a moda e a sociedade como um todo.
Essa e outras matérias estão disponíveis na edição de fevereiro da revista Conexão Varejo, publicação mensal do Sindilojas Porto Alegre. Acesse aqui e leia mais!
Sindilojas Porto Alegre

Moro autoriza permanência da Força Nacional no Ceará por mais 30 dias | Clic Noticias



Decisão atende a um pedido do governador do estado
Força Nacional irá permanecer no Ceará por mais 30 dias
Força Nacional irá permanecer no Ceará por mais 30 dias | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, autorizou nesta sexta-feira a prorrogação do tempo de permanência da Força Nacional de Segurança Pública no Ceará por 30 dias. A decisão atende a um pedido que o governador Camilo Santana apresentou à pasta após o secretário nacional de Segurança Pública, Guilherme Theophilo, anunciar que os 420 agentes que estão atuando no Ceará desde o início da série de ataques criminosos que atingiu o estado durante o mês de janeirocomeçariam a deixar a região esta semana.
No mesmo dia, o ministério também informou não ter planos de enviar para o estado mais agentes penitenciários além dos 70 que já estão atuando no Ceará desde o último dia 14.
Segundo Theophilo, a desmobilização “progressiva” tinha sido decidida após o ministério concluir que a série de ataques a ônibus, veículos particulares, estações de abastecimento de energia elétrica e outras instalações tinha arrefecido e que as ocorrências que continuam sendo registradas não estão necessariamente associadas à ação de organizações criminosas, mas sim a “oportunistas que estão se aproveitando do clima de terror”.
Na quarta-feira, porém, o governador Camilo Santana defendeu a permanência do efetivo da Força Nacional no estado por, no mínimo, mais 30 dias. Além disso, a secretaria estadual da Administração Penitenciária confirmou que já havia solicitado ao ministério a cessão de mais 90 agentes penitenciários da Força-tarefa de Intervenção Penitenciária.
Resposta
No ofício que enviou ao governador Camilo Santana, o ministro Sergio Moro ressaltou que a atuação da Força Nacional em conjunto com as forças de segurança estaduais “promoveu uma redução das ações causadas pelos grupos criminosos, restaurando a lei, a ordem e protegendo a população cearense”.
Um plano de desmobilização gradativa do efetivo cedido será elaborado. Caso a situação da segurança pública volte a se agravar, as operações poderão ser retomadas. Além da Força Nacional, o Ceará também recebeu reforços da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional.
Agência Brasil e Correio do Povo