Função intestinal de Bolsonaro melhora e quadro segue em evolução

Candidato à Presidência da República segue internado após ser esfaqueado

A paralisia intestinal do candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, mostra sinais de regressão, informou boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado às 17h15 deste domingo. Ele foi atingido por uma faca na região abdominal na última quinta-feira, quando participava de uma atividade de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A equipe médica informou que o quadro de saúde segue em evolução e que a circulação do intestino para o fígado está preservada. Por causa desses avanços na função intestinal, é possível que, nos próximos dias, Bolsonaro volte a se alimentar por via oral. Por enquanto, o paciente mantém jejum, recebendo nutrientes por via endovenosa. O boletim informa ainda que ele continua recebendo cuidados de fisioterapia, que envolvem caminhadas e exercícios diários.

Bolsonaro não tem manifestado dor nessas atividades. Os exames laboratoriais mostram leve anemia decorrente da perda de sangue inicial. Fazem parte da equipe médica do candidato o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor-superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo. Bolsonaro foi transferido para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde deu entrada por volta das 10h45 de sexta-feira. Ele saiu da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde recebeu os primeiros atendimentos após a facada, e onde passou por cirurgia. O candidato foi transferido para São Paulo a pedido da família.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Em

Corrupção é tema de debate de presidenciáveis, com ataques a Alckmin e PT

Confronto de ideias foi o primeiro após ataque ao postulante Jair Bolsonaro

Confronto de ideias foi o primeiro após ataque ao postulante Jair Bolsonaro | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP

Confronto de ideias foi o primeiro após ataque ao postulante Jair Bolsonaro | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP

O primeiro debate presidencial após o ataque ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), promovido neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a TV Gazeta, a Rádio Jovem Pan e o Twitter, retomou a discussão sobre o combate à corrupção nos embates entre os postulantes ao Palácio do Planalto. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) respondeu pela primeira vez em um encontro com adversários sobre a acusação de improbidade administrativa em ação apresentada pelo Ministério Público de São Paulo, no dia 6. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Lava Jato, e o PT também foram alvo.

No primeiro encontro dos candidatos após o episódio, o radicalismo na política foi tratado como um entrave ao desenvolvimento do País por alguns postulantes. Em suas participações iniciais, Geraldo Alckmin, Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MD) defenderam a necessidade de se pacificar o ambiente público e a sociedade. A bancada reservada para Bolsonaro foi retirada do estúdio por um acordo entre os candidatos presentes, que solicitaram à direção do debate a anulação da regra determinava a permanência do púlpito vazio.

O PT, como ainda não possui candidatura oficial - o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, foi barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa - não contou com representante. Participaram também do debate Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (PSOL).

A violência na política protagonizou o início e o fim do encontro entre os presidenciáveis. Alckmin e Marina foram os que mais abordaram o tema da "pacificação". Primeiro a perguntar, Meirelles questionou o tucano sobre como por fim a "esse radicalismo que tanto prejudica o Brasil", mencionando o fato "lamentável" envolvendo Bolsonaro. "É necessário um grande esforço conciliador". "Sempre que há um esforço de união nacional, de pacificação, que é o que eu defendo, a democracia consolida-se", respondeu Alckmin.

O tema da corrupção dominou o segundo bloco do debate. Já na primeira pergunta, Alckmin teve de responder sobre a ação na qual é acusado de enriquecimento ilícito por suposto caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014. "Estranho que isso (a acusação) ocorra a menos de 30 dias das eleições."

Ao ser questionado por Marina Silva (Rede), o tucano fez questão de diferenciar o caso do ex-presidente Lula, que foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e do senador Aécio Neves. "Ele (Lula) foi condenado em segunda instância. Aécio nem julgado foi. Lei é para todo mundo. Quem deve, deve responder, deve ser punido. Quem não deve, deve ser absolvido."

Marina rebateu afirmando que "PT e PSDB passaram a ser faces da mesma moeda". "O que diferencia Aécio é o fato de ter foro privilegiado. Por isso, somos a favor de acabar com o foro, se não, se criam dois pesos e duas medidas no processo de combate à corrupção", disse Marina. Na tréplica, Alckmin relembrou o passado petista da candidata. "Marina esteve 20 anos no PT. Em 2006, ocorreu o mensalão. Ela não saiu do PT. Só saiu em 2008. Nós sempre estivemos do outro lado de onde estava o PT."

As questões éticas não se limitaram à polarização entre PT e PSDB. O candidato do MDB, Henrique Meirelles, foi questionado sobre investimentos que possui nas Bermudas, no Caribe. O emedebista disse que seus investimentos estavam em uma fundação "com finalidade de investir em educação no Brasil" depois que ele morrer.

O presidenciável Ciro Gomes (PDT), que foi quem levantou essa questão em entrevistas recentes, chegou a elogiar o adversário emedebista. "Fui colega do Meirelles e tenho apreço por ele. Não é uma pessoa desonesta. Mas o Brasil permite de forma imoral que ele, que comandou autoridade monetária, que vigia taxa de juros, e os brasileiros abastados, os ricos do Brasil, manter mais de R$ 500 bi no estrangeiro."

Ciro foi questionado se vai dar força para a Lava Jato ou vai colocá-la "na caixinha". O pedetista afirmou que Lava Jato "pode ser uma virada histórica", mas a criticou a "justiça barulhenta".

Alckmin disse dar "total apoio à Lava Jato". Os dois discordaram sobre a prisão de Lula. Ciro disse que "política é política e direito é direito". "O Brasil garante quatro graus de jurisdição, o que é uma aberração. O Lula está com pena executada na segunda instância. Isso é novo." Alckmin o contrariou e argumentou que a prisão em segunda instância é correta.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


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RS terá dia ventoso e com sensação de frio na segunda-feira

Mínimas rondam os 4°C na Serra e máximas não superam 22°C em Porto Alegre

Mínimas rondam os 4°C na Serra e máximas não superam 22°C em Porto Alegre | Foto: Joel Vargas / PMPA / Divulgação CP

Mínimas rondam os 4°C na Serra e máximas não superam 22°C em Porto Alegre | Foto: Joel Vargas / PMPA / Divulgação CP

O vento predomina com rajadas moderadas do quadrante Leste no Rio Grande do Sul. Desta forma, carrega a umidade do mar em direção à costa. Em consequência disso, o dia terá variação de nuvens e sensação térmica de frio.

Não estão afastados episódios isolados de garoa, sobretudo, no litoral e trechos de Serra. A temperatura sobe menos à tarde. Entre o Norte e o Noroeste, o tempo fica ensolarado e a temperatura sobe e chega perto de 30°C. Entre a quinta e a sexta-feira uma frente fria chega ao Estado e pode voltar a chover forte no Rio Grande do Sul.

As mínimas rondam os 4°C em São José dos Ausentes e os 9°C em Santa Rosa. As máximas, por sua vez, podem chegar 25°C em Alegrete e 30°C em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 13°C e 22°C.

O predomínio de sol no RS deve continuar até o meio da semana, quando uma mudança no tempo ocorre. A quinta-feira já tem previsão de chuva, que deve ter maiores volumes na sexta-feira.


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Barroso proíbe PT de apresentar Lula como candidato

Caso o partido descumpra a determinação, propaganda pode ser suspensa

TSE invalidou registro da candidatura do ex-presidente | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

TSE invalidou registro da candidatura do ex-presidente | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, determinou neste domingo que a coligação "O Povo Feliz de Novo" (PT/PCdoB/Pros) não apresente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, na condição de candidato ao cargo de presidente da República "em qualquer meio ou peça de propaganda eleitoral".

O ministro também proibiu a coligação de apoiá-lo na condição de candidato, sob pena de suspender a propaganda eleitoral da coligação - no rádio e na televisão - em caso de descumprimento da ordem judicial. A decisão de Barroso mostra que o TSE "subiu o tom" em questões envolvendo a propaganda presidencial petista, que já sofreu uma série de reveses na Corte Eleitoral.

Na madrugada do dia 1º de setembro, o TSE negou por 6 a 1 o registro de Lula, por considerar que o ex-presidente está enquadrado na Lei da Ficha Limpa após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no caso do tríplex do Guarujá. Em sua decisão, Barroso ressaltou que originalmente a Corte havia defendido a suspensão da propaganda eleitoral da campanha presidencial petista no rádio e na televisão até que houvesse a substituição da cabeça de chapa.

No entanto, naquela mesma sessão, o plenário do TSE acabou atendendo a um pedido do advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, um dos defensores de Lula, para permitir a continuidade da propaganda eleitoral da chapa, desde que o ex-presidente não aparecesse na condição de candidato. "Nada obstante, as sucessivas veiculações de propaganda eleitoral em desconformidade com o decidido revelam que a atuação da coligação se distanciou dos compromissos por ela assumidos, a exigir uma atuação em caráter mais abrangente", concluiu Barroso. A decisão de Barroso foi feita no âmbito de uma reclamação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra Lula e a coligação do PT.

O MPE apontou que, ao longo dos últimos dias, a coligação segue veiculando propagandas eleitorais que continuam a apresentar Lula como candidato à Presidência da República, "tanto de forma direta quanto indireta". "Entendo que a atuação pontual dos juízes auxiliares da propaganda, embora célere e diligente, não tem se revelado suficiente para preservar a autoridade da decisão deste tribunal. A própria dinâmica da propaganda eleitoral, veiculada diariamente nos meios de comunicação, aliada à resistência ao cumprimento da determinação desta Corte, têm imposto aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral a necessidade de prolação de sucessivas decisões a respeito do mesmo tema, sem, contudo, solucionar definitivamente a controvérsia", alegou Barroso.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



Confronto de ideias foi o primeiro após ataque ao postulante Jair Bolsonaro - Crédito: Miguel Schincariol / AFP / CP

ELEIÇÕES 2018

Corrupção é tema de debate com ataques a Alckmin e PT

    POLÍTICA

    Função intestinal de Bolsonaro melhora e quadro segue em evolução

      PT considerou pronunciamento de comandante do Exército "insubordinação" - Crédito: José Cruz / ABr / CP

      Villas Boas: ataque pode gerar "questionamentos a novo governo"

        Mínimas rondam os 4°C na Serra e máximas não superam 22°C em Porto Alegre - Crédito: Joel Vargas / PMPA / Divulgação CP

        PREVISÃO DO TEMPO

        RS terá dia ventoso e com sensação de frio na segunda-feira

          ACIDENTE

          Morre motorista do ônibus que colidiu com caminhonete em Rondinha

            20 jovens são presos por posse e tráfico de drogas na BR 470 - Crédito: PRF / Divulgação / CP

            POLÍCIA

            20 jovens são presos por posse e tráfico de drogas na BR 470

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                            Terremoto aconteceu na quinta-feira - Crédito: Jiji Press / AFP / CPDESASTRE

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