Primeira Batalha do Marne–História virtual

Primeira Batalha do Marne

Parte da(o) Primeira Guerra Mundial

Battle of the Marne - Map.jpg

Data
6 de setembro — 12 de setembro de 1914

Local
Rio Marne, próximo a Paris, França

Desfecho
Vitória decisiva dos Aliados

Combatentes

França França
Reino Unido
Império Alemão Império Alemão

Principais líderes

França Joseph Joffre
França Franchet d'Espèrey
França Michel-Joseph Maunoury
França Joseph Gallieni
França Ferdinand Foch
Reino Unido Sir John French
Império Alemão Helmuth von Moltke
Império Alemão Karl von Bülow
Império Alemão Alexander von Kluck
Império Alemão Max von Hausen

Forças

1 071 000
1 485 000

Vítimas

263 000 (81 700 mortos)
256 000 mortos ou feridos

Soldados franceses alinhados para a luta (1914).

A Primeira Batalha do Marne ou, na sua forma portuguesa, do Marna[1] foi uma batalha da Primeira Guerra Mundial que durou de 5 de Setembro a 12 de Setembro de 1914. Foi uma vitória franco-britânica sobre a Alemanha, em um dos momentos decisivos da Primeira Guerra Mundial.[2]

A batalha

No fim de Agosto de 1914 toda a tropa da Tríplice Entente na Frente Ocidental foi forçada a recuar em direção à Paris. Ao mesmo tempo as duas principais forças alemãs continuavam avançando pela França. Segundo as diretrizes do Plano Schlieffen, o avanço alemão se fazia em um movimento duplo de duas grandes alas, a esquerda que penetrava pela fronteira da Renânia com a Lorena e enfrentava o sistema de defesa fortificado francês, e a direita, que invadiu pela Bélgica e faria uma grande e progressiva conversão, avançando em território francês no sentido nordeste - sudoeste, com a intenção de capturar Paris e surpreender a retaguarda inimiga. A tomada da capital francesa parecia inevitável.

Foi então organizado um contra-ataque pelo chefe militar de Paris, Joseph Simon Gallieni, ao longo do rio Marne para parar a ofensiva alemã. A batalha começou no dia 5 de Setembro quando a Sexta Infantaria Francesa, liderada pelo general Michel-Joseph Maunoury, encontrou a Primeira Infantaria Alemã. A ajuda britânica só veio em 9 de Setembro, o que obrigou o recuo da Alemanha.

Este desfecho, no entanto, se deve mais às falhas de execução no plano alemão, do que propriamente aos méritos dos defensores. Segundo o Plano Schlieffen, o avanço da ala direita seria o pilar da estratégia, o que requeria que a maioria das tropas avaçasse por ali. Porém, o Marechal Moltke (sobrinho menos brilhante do célebre Helmuth von Moltke), comandante-em-chefe da frente ocidental, inseguro em relação aos resultados de um combate tão próximo da fronteira renana com tropas reduzidas, mudou a proporção dos contingentes, tornando-os praticamente equivalentes. Ocorre que o braço oeste da ofensiva era realmente gigantesco, cobria uma extensa faixa de território, exigia um movimento acelerado e não toleraria atrasos, todos fatores que demandavam grandes contingentes. Em contrapartida, a frente a leste Verdun se fazia de forma mais concentrada, exigia mais artilharia do que tropas, e não tinha outra função a não ser atrair as forças francesas para uma concentração nas linhas defensivas, desguarnecendo o norte e o oeste.

O avanço da ala oeste sobre a Bélgica se revelou mais difícil que o imaginado, Namur e Liege só caíram após violenta e heróica resistência. Se antecipou que os belgas simplesmente se submeteriam sem resistir, permitindo a passagem do contingente alemão de quase dois milhões de homens. A Bélgica, no entanto, escolheu o "suicídio" na visão dos alemães, e teve que ser duramente castigada. Foi o primeiro atraso, e alertou parte dos militares franceses, que passaram a tentar mudar a opinião de um inflexível Marechal Joseph Joffre, que julgava possível vencer apenas pela determinação ofensiva e dava prioridade ao combate em direção à fronteira leste.

Batida a Bélgica, a ala oeste começou sua curva sobre o território francês, mas com número reduzido de tropas, o fez com maiores brechas e não com a superioridade numérica requerida para esmagar rapidamente a resistência francesa. Outra consequencia da modificação do plano Schlieffen foi que, para tentar compactar o avanço, a extensão da linha teve de ser reduzida e somente as tropas de sua extremidade ocidental, o primeiro exército sob comando de von Kluk, é que poderiam ameaçar Paris. Preocupado em dar combate ao quinto exército francês, que estava a leste, Moltke ordenou uma conversão mais acentuda para o sul antes que Paris fosse ultrapassada, de modo que os exércitos passaram a leste da cidade.

Percebendo o flanco alemão vulnerável, a defesa de Paris iniciou os ataques e obrigou o primeiro exército alemão a se voltar para oeste. Quando os avanços começaram a se retardar, Moltke enviou um oficial subalterno e inexperiente para a ala oeste, já com a missão de abortar o avanço rápido, recuar e reagrupar ao longo do rio Aisne. Encontrou generais com diferentes avaliações dos resultados dos combates, que não dialogavam claramente entre sí. Estavam a 40 km de avistar a própria torre Eifel! Bastaria apenas avançar mais, em bloco e em direção a Paris, os franceses já se preparavam para recuar e os britânicos ainda não haviam chegado. Manoury lutava sem esperanças e Gallieni tentava lhe mandar reforços até por meio de táxis. Mas a ordem do alto comando alemão foi atendida, poucos generais se sentiriam seguros de tomar uma decisão autônoma, mesmo vendo o inimigo praticamente batido.

Moltke temia o 5.º exército francês posicionado mais a leste, apesar de tê-lo feito recuar continuamente até então. Deixou por isto de considerar reforçar o avanço de von Kluk em direção a Paris com o deslocamento para o oeste do segundo exército, comandado por von Bullow, assim o esforço de primeiro exército criou uma grande brecha na frente alemã. O próprio von Kluk, que chegou a quase derrotar sozinho a defesa de Paris, deixou de prosseguir após o chamado de Moltke e não teve personalidade para defender um apoio a seu avanço. Não fosse a hesitação alemã, os combates mais duros ocorreriam realmente às portas de Paris, com enorme desvantagem defensiva em termos de terreno e com a captura certa do tronco ferroviário francês.

Joffre então entendeu a catástrofe iminente, para o alívio de Maunoury e Gallieni, e deslocou suas forças para o Marne, com o devido reforço britânico a caminho. Os exércitos franceses penetraram a brecha entre o primeiro e o segundo exército, enquanto a Força Expedicionária Britânica e as tropas de Manoury fustigavam o flanco direito de von Kluk. Os alemães foram detidos, cercados e obrigados a recuar com urgência. Começou a corrida para oeste que estendeu a frente de combate até o mar sem que nenhum dos lados conseguisse se impor e, fato definitivo, começaram a ser cavadas as trincheiras, que se revelariam mais tarde praticamente intransponíveis.

Referências

  • Fernandes, Ivo Xavier (1941). Topónimos e Gentílicos. I. Porto: Editora Educação Nacional, Lda.
    1. Beyer, Rick, The Greatest Stories Never Told, A&E Television Networks / The History Channel, ISBN 0-06-001401-6. p. 148-149

    Ver também

    Commons

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    ve

    Primeira Guerra Mundial

    Teatro Europeu: (BalcãsFrente OcidentalFrente OrientalCampanha Italiana)
    Teatro do Oriente Médio: (CáucasoMesopotâmiaSinai e PalestinaGallipoliPérsiaArábia do Sul)
    Teatro Africano: (SudoesteOcidenteOrienteNorte)
    Teatro da Ásia e Pacífico: (Cerco de Tsingtao)
    Oceano Atlântico

    Principais participantes
    (Pessoas)

    Potências da Entente

    Império Russo/RepúblicaImpério Francês: França, VietnãImpério Britânico: (Reino Unido, Austrália, Canadá, Índia, Nova Zelândia, Domínio de Terra Nova, África do Sul) • ItáliaRomêniaEstados UnidosSérviaPortugalChinaJapãoBélgicaMontenegroGréciaArmêniaBrasil

    Potências Centrais

    Império AlemãoÁustria-HungriaImpério OtomanoBulgária

    Linha do tempo

    Pré-conflitos

    Revolução Mexicana (1910–1920)Guerra ítalo-turca (1911–1912)Primeira Guerra dos Balcãs (1912–1913)Segunda Guerra dos Balcãs (1913)

    Prelúdio

    OrigensAtentado de SarajevoCrise de Julho

    1914

    Batalha das FronteirasBatalha de CerPrimeira Batalha do MarneBatalha de StallupönenBatalha de GumbinnenBatalha de TannenbergBatalha da GalíciaPrimeira Batalha dos Lagos MasurianosBatalha de KolubaraBatalha de SarikamishCorrida para o mar  • Batalha de Trindade  • Primeira Batalha de Ypres  • Trégua de Natal

    1915

    Segunda Batalha de YpresCampanha de GalípoliBatalhas do rio IsonzoGrande RetiradaConquista da SérviaCerco de Kut

    1916

    Ofensiva de ErzerumBatalha de VerdunOfensiva do Lago NarochBatalha de AsiagoBatalha da JutlândiaBatalha do SommeOfensiva BrusilovOfensiva MonastirConquista da Romênia

    1917

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    1918

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    Outros conflitos

    Revolta Maritz (1914–1915)Angola (1914–1915)Conspiração Hindu-Alemã (1914–1919)Revolta da Páscoa (1916)Revolução Russa (1917)Guerra civil finlandesa (1918)

    Pós-conflitos

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    Aspectos

    Guerra

    BatalhasGuerra navalGuerra AéreaUso de cavalos  •Uso de gás venenosoBombardeio estratégicoTecnologiaGuerra de trincheiraGuerra totalVeteranos sobreviventesTrégua de Natal

    Impacto civil /
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    Acordos /
    Tratados

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    CategoriaPortal



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    LULA PRESO, UM CAOS EM SUSPENSO E A POLÊMICA DA AÇÃO MILITAR

    Por Lucas Berlanza, publicado pelo Instituto Liberal

    Meus amigos, entre o dia 3 e o dia 5 de abril tivemos tantas emoções e tantos acontecimentos – e algumas polêmicas – que se tornou necessário dividir este registro em tópicos para tentar dar conta de tudo. Vamos a eles:

    Lula preso

    Em primeiro lugar, o momento que todos esperávamos desde pelo menos 2005 finalmente chegou. Não tem choro, nem vela. Nossos amigos da extrema esquerda – que, independentemente de partidos, se reuniram para defender o “perseguido político” da “ditadura Temer-Moroísta” no Rio de Janeiro na segunda-feira (2) – podem promover a guerra civil, o chororô, perguntar “mas e o Cunha e o Aécio?”, gritar “não vai ter golpe!”, que de nada adianta. O juiz Sérgio Moro, liberado pela não-concessão de habeas corpus ao ex-presidente Lula na sessão do STF da quarta-feira (4), deu ordem para a prisão do mais degradante vilão da história do Brasil.

    A população que esteve nas ruas clamando por justiça encontra sua recompensa e o que outrora parecia impossível se torna História diante de nossos olhos. A derrocada, perante a pátria e o mundo, deste infame criminoso, corruptor de almas, “glamourizador” da ignorância, é uma página gloriosa, sem igual – “nunca antes na história deste país”! Comemoremos sim. Que chegue o dia em que ele não será mais do que uma triste lembrança, sem peso sobre as nossas vidas.

    Um caos em suspenso

    Contudo, é preciso que alguém seja um pouco ranzinza e banque o chato. Muito raramente nos dignamos de cumprir este ofício; normalmente, a cada vitória importante, mesmo diante da constatação de que há ainda muito a ser feito, fazemos questão de celebrar com entusiasmo, reverberando a esperança que devemos ter em nós mesmos como sociedade e em nosso poder de transformação. Desta vez, ao contrário, percebendo o alastramento de um triunfalismo algo eufórico, sentimo-nos compelidos a inverter os papeis.

    A sessão do STF em que os nossos distintíssimos ministros tiveram algum juízo e não concederam o habeas corpus preventivo a Lula foi, em primeiro lugar, uma amostra inequívoca da degradação da instância suprema do Judiciário. Justificativas tão longas quanto inócuas, floreios sem qualquer relação plausível com a questão avaliada e a postura desrespeitosa e repugnante de alguns dos ministros que demonstravam ansiedade por salvar o condenado – e quem mais poderia se beneficiar com o precedente que seria aberto por uma decisão oposta, é evidente -, em especial Marco Aurélio Mello, dando guarida a uma nova tentativa de chicana do advogado de Lula, tentando estender o “salvo-conduto” imoral que lhe havia sido dado de presente na sessão anterior… Mello, Mendes e seus colegas indignaram-se com o digno e teriam se glorificado pela indignidade. Trocariam com prazer seu país por Lula – e todos os outros que ririam de orelha a orelha com sua salvação imediata.

    Só que o maior problema não foi esse. A ministra Rosa Weber deixou claro que votaria de acordo com a jurisprudência vigente, mas que discorda dele, isto é, é contra a prisão em segunda instância. Caso os ministros e forças interessadas (advogados de investigados e criminosos, principalmente) consigam pautar as Ações Declaratórias de Constitucionalidade a respeito do tema, a qualquer momento – seja agora, seja em setembro, quando Dias Toffoli assume a presidência do STF no lugar de Carmen Lúcia -, o voto de Weber poderá ir na direção contrária à atual e tudo será revertido.

    A perspectiva de que o tribunal acolhesse essas ADCs e/ou cedesse o habeas corpus (qualquer uma das duas coisas abriria um precedente, a primeira uma regra geral em si mesma) provocou receio profundo na sociedade, configurando risco real de entrave definitivo à Operação Lava Jato e a soltura de todos os tipos de escroques da pior espécie. Independentemente do positivismo jurídico, é um caminho antissocial, isto é, que, em nome de alegações calcadas no formalismo do Direito – e outras nem tanto assim -, poderia desintegrar a coesão social e a credibilidade (posto que mínima) das instituições. Essa perspectiva ainda existe, razão por que é imperativo permanecermos mobilizados.

    Afora isso, insistimos, permanece a penumbra sobre a eleição do final do ano, que segue sendo prevista para ser realizada com impressão em apenas 5% das urnas, em flagrante desrespeito do Tribunal Superior Eleitoral ao Parlamento. Ainda não há barulho suficiente de liberais e conservadores contra um problema tão grave.

    A polêmica da ação militar

    O quadro assumiu proporções tão intensas que os militares se manifestaram, chamando a atenção da grande imprensa, na noite das manifestações nacionais pela prisão de Lula. O general Villas Bôas, Comandante do Exército Brasileiro, tradicionalmente discreto, como orientam seu cargo e sua farda, soltou um comentário sutil em seu Twitter, dizendo que a instituição se solidarizava com a rejeição nacional à impunidade e que se manteria “atenta às suas missões institucionais”. Disse ainda que a sociedade deveria identificar quem agia pensando no bem do país e quem agia movido por interesses pessoais. Muitos generais repercutiram em seus próprios perfis de rede social a manifestação de Villas Bôas, endossando seu tom. O general da reserva Paulo Chagas chegou a dizer: “Aguardo suas ordens”.

    A esquerda, obviamente, reclamou. Petistas já queriam a punição de todos, especialmente do próprio Villas Bôas. Ocorre, porém, que tal reação também se deu entre liberais, indignados com a “intromissão dos homens do coturno”, a “ameaça da ditadura militar”, com direito a queixas bastante “bravinhas” de quem queria dar uma reprimenda ao Comandante.

    Respeitamos, naturalmente, os confrades que têm suas convicções diferenciadas nessa matéria; os melhores homens da História divergiram, às vezes em aspectos significativos, e não foi por isso que foram menores ou brilharam menos. Pessoalmente, porém, acreditamos que a pressão dos militares no caso específico não deve ser malvista, porque há grandes chances de ter sido importante para evitar que os ministros do STF promovessem uma precipitação em definitivo de uma ruptura institucional mais acentuada, que ninguém deseja. Pontuamos isto sem qualquer receio de sermos chamados de baboseiras infantiloides como “reacionário”, “defensor dos milicos”, “falso liberal” ou quejandos; não estamos nem um pouco interessados nessas provocações de jardim de infância, nem buscando algum “diploma de liberalismo” das mãos de libertários.

    Dizemos mais acentuada porque, em verdade, em virtude do ativismo judicial e da ideologização do Direito, já vivemos um cenário de constante invasão de prerrogativas de poderes e a Constituição já tem sido mais de uma vez rasgada pelo STF ao seu bel-prazer. Ocorre que, até o momento, essas investidas nocivas ao sistema republicano se restringiram a um determinado grau; a aprovação de um entendimento que seria, na prática, extremamente deletério e poderia estabelecer o caos nas ruas preocupou a todos e os militares não foram exceção, responsáveis que são por manter a lei e a ordem pela força, decidindo agir, com a sutileza que lhes foi possível, quando o sinal amarelo acendeu mais vivo que o normal. Foi apenas isso.

    Oportuno dizer que compreendemos, como nossos amigos liberais que repudiaram a atitude dos generais, que qualquer ação militar ou de força para derrubar um esquema de poder (ação essa que em nenhum momento foi realizada) gera um vácuo imprevisível e incontrolável, que pode se acentuar em seu viés revolucionário e provocar desastres autoritários indesejáveis. Compreendemos que, idealmente, as Forças Armadas devem ficar em seu lugar, atuando sob comando do presidente da República, respeitando-se a posição de cada um dos poderes republicanos e todo o processo democrático, persistindo a normalidade das instituições. As prevenções contrarrevolucionárias de um pensamento conservador, ao estilo de Edmund Burke, e os princípios liberais clássicos nos levam nesse mesmo sentido e a alimentar os mesmos receios.

    Porém, lamentamos reconhecer que, como diria Bernardo Pereira de Vasconcelos, não há que se viver apenas de “principismo”. Certos ou errados, alguns dos homens que mais admiramos tiveram que tomar decisões reais, concretas, em virtude das imposições dramáticas e delicadas das circunstâncias, que nem sempre estariam de acordo com reluzentes programas universais feitos pelo seu autor liberal de preferência. Carlos Lacerda, diante de uma estrutura política herdada quase sem retoques da ditadura varguista, chegou a sugerir um breve regime de emergência (autorizado pelo Congresso) para saneá-la, inspirado no processo de desnazificação da Alemanha. Os saquaremas (muitos deles influenciados por Burke), no Império, contiveram certo nível de descentralização, ansiado pelos liberais que se lhes opunham, para se contrapor aos mandonismos locais e evitar uma onda crescente de guerras civis.

    Esta preocupação com o realismo e o excepcionalismo circunstancial, equilibrada nas doses mais saudáveis possíveis com os princípios gerais e morais, acompanha-nos em nossas avaliações. Podemos errar e até grandemente ao fazê-lo, mas não apenas não estaremos sozinhos nisso, como não existe nenhuma receita de bolo para todas as situações.

    É óbvio que é ideal que os poderes estejam bem divididos, impere a liberdade e façamos eleições; mas quando a Alemanha, derrotada na guerra, era um país tomado pelo nazismo, deveriam as potências estrangeiras apenas permitir que eleições acontecessem sem interferir nas instituições viciadas pela ditadura, prender e julgar os criminosos? Obviamente, o nazismo teria tudo para se reerguer. É ideal que os militares “fiquem no quartel”? Claro; mas se o Judiciário provocar o caos total, em um país tão imaturo institucionalmente como o nosso, não há remédio senão que estejam vigilantes para, apresentando-se a necessidade, combatê-lo. Recurso de “último/extremo caso” não equivale a “nenhum caso”. É mundo real, meus caros, não é mundo de sonhos.

    Se o STF estabelecesse uma genuína ditadura do Judiciário – e não façam troça, a expressão foi usada por ninguém menos que Rui Barbosa -, não haveria nenhum poder republicano capaz de impedi-lo por completo; pedidos de impeachment isolados para cada ministro a um Senado com investigados ou aliados de investigados não agiriam em tempo hábil para sanar impactos destrutivos imediatos. Uma emenda constitucional não pode ser aprovada sob a intervenção federal de Temer no Rio – e, no caso de um ativismo judiciário extremo, poderia ser “reinterpretada” de “ene” maneiras espertas pelos tiranos. O liberal, então, que não admitir, em nenhum cenário imaginável, a possibilidade de uma ação de força contra eles, pelo medo (racional, plausível, justo, porque tratar-se-ia de assumir riscos, como nada fazer também seria arriscado) de que esta ação se convertesse em uma ditadura militar, teria a obrigação de oferecer uma outra saída à tirania real e estabelecida, que francamente não conseguiríamos conceber. Caso contrário, estaria oferecendo apenas a absoluta desesperança.

    Ao dizermos isso, atenção, falamos sempre em tese, considerando um cenário extremo, que apenas tememos nos últimos dias que poderia se verificar e não se verificou. Quem nos acompanha sabe que jamais defendemos qualquer intervenção militar – ao contrário, fizemos questão de sustentar no passado recente que ela não é constitucional, como se alegava. Não o desejamos. Não queremos chegar a este ponto. Por ora, não chegamos. Respiramos. Lula foi condenado e sua prisão foi sacramentada.

    O que todos realmente desejamos é que possamos desenvolver e aprimorar a nossa democracia, o senso de propósito e participação da sociedade, a fim de que nosso sistema político apenas caminhe mais na direção da maturidade que almejamos e da qual permanecemos tão distantes, e de que assumamos, nós, o povo, os indivíduos, o protagonismo de nosso futuro, dispensando salvadores externos.

    Governo desiste de teto salarial de R$ 5.000 para servidores federais

    por GUSTAVO URIBE e LAÍS ALEGRETTI

    Captura de Tela 2018-04-09 a?s 09.26.36.pngLeandro Benassatto

    Proposta limitaria valor inicial pago a futuros funcionários

    Em ano eleitoral, o presidente Michel Temer desistiu de enviar ao Congresso a proposta que limita o salário inicial de servidores federais do Poder Executivo.

    Sem a medida, o governo vai deixar de economizar R$ 69,8 bilhões em dez anos, de acordo com a previsão oficial.

    A proposta que fixa teto de R$ 5.000 para o salário inicial dos futuros funcionários federais foi divulgada em agosto do ano passado como uma das ações para cortar gastos da União.

    O anúncio da proposta que reestrutura carreiras do serviço público foi feito na mesma ocasião em que o governo divulgou a elevação do teto para o rombo das contas públicas, para R$ 159 bilhões em 2017 e 2018.

    A Folha mostrou que, a cada dez servidores ativos no Executivo hoje, quatro se aposentarão na próxima década —dado que, com a situação fiscal precária, pressiona o governo a planejar a renovação do corpo de funcionários públicos.

    Sem encaminhar o texto ao Congresso, Temer deixa de lado uma briga com servidores públicos.
    Apesar do apoio da área econômica, a proposta sofre resistência na Casa Civil.
    Segundo a Folha apurou, a Subchefia de Assuntos Jurídicos, coordenada pelo ministro Gustavo Rocha, posicionou-se contra a iniciativa.

    O argumento é que o projeto cria classes distintas de servidores públicos, já que, na prática, profissionais com a mesma função podem receber remunerações diferentes.
    Em ano eleitoral, a avaliação do Palácio do Planalto é que dificilmente a proposta seria aprovada pelo Congresso.

    Há o receio também de que o envio poderia criar mais um desgaste entre Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Nos últimos dias, até propostas com apoio no Poder Legislativo, como a reoneração da folha de pagamento e a privatização da Eletrobras, têm enfrentado dificuldades na base aliada.

    Fonte: Folha Online - 08/04/2018 e SOS Consumidor



    A verdadeira revolução: Lula preso!


    ROBERTO RACHEWSKY
    Existe algo mais revolucionário do que a lei verdadeira ser cumprida no Brasil contra gente poderosa, principalmente, se for um político como o Lula? O que é a lei verdadeira? É aquela que diz o quê um indivíduo não pode fazer porque estará ferindo um direito de alguém, de um terceiro. Leis verdadeiras não são […]




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    Existe algo mais revolucionário do que a lei verdadeira ser cumprida no Brasil contra gente poderosa, principalmente, se for um político como o Lula?
    O que é a lei verdadeira?
    É aquela que diz o quê um indivíduo não pode fazer porque estará ferindo um direito de alguém, de um terceiro.
    Leis verdadeiras não são as que nos protegem de nós mesmos como se fôssemos estúpidos, nos tirando a liberdade.
    Leis verdadeiras não são as que colocam o que é nosso à mercê dos outros, ou do próprio governo.
    Leis verdadeiras são aquelas que indicam, claramente, o que acontecerá se alguém violar, com o uso da coerção, uso da força ou fraude, o direito à vida, à liberdade e à propriedade de alguém.
    Existe algo mais revolucionário no Brasil do que prender um ex-presidente por corrupção, independentemente da sua popularidade?
    Não existe. Nunca existiu.
    Vivemos uma revolução. Um tipo novo de revolução porque é diferente das inúmeras revoluções que já ocorreram no Brasil.
    Em 07/04/2018, o Brasil conseguiu fazer uma revolução com um ato simples, esperado por todos os brasileiros de bem, que sonham com um Brasil diferente.
    Em 07/04/2018, o Brasil fez uma revolução, apenas aplicando a lei a serviço da justiça, apenas expedindo e cumprindo, mal ou bem, um mandado de prisão contra um ex-presidente, o maior traidor que essa nação já teve, Luís Inácio Lula da Silva, o homem que inventou, aperfeiçoou e institucionalizou o Mecanismo.
    Toda revolução deve ser disruptiva, a nossa deve ter um propósito, diminuir a interferência governamental na vida das pessoas.
    É a interferência governamental na vida do mais comum dos brasileiros que por o Mecanismo em funcionamento.
    Precisamos reescrever a nossa constituição devolvendo a liberdade e a responsabilidade para cada um dos brasileiros que formam o Brasil.
    Precisamos reescrever a nossa constituição separando o governo das ideias, da ciência, da saúde, da economia e principalmente da educação.
    O Brasil precisa urgentemente fazer a sua Revolução Gloriosa, a sua Revolução Americana, a sua Revolução Industrial, a sua Revolução Digital, a sua Revolução Liberal.
    Precisamos mudar radicalmente a governança do setor público brasileiro desconstituindo os políticos e burocratas estatais dos poderes que lhes foram outorgados.
    Precisamos liberar o governo do chamado estado de bem estar social para que cada indivíduo fique livre para desenvolver o seu potencial e usar sua capacidade produtiva para atender por si as suas necessidades de vida.
    Precisamos transformar o governo numa agência a serviço do bem, oferecendo os serviços que lhe competem exclusivamente, polícia e justiça e nada mais do que eles.
    Vivemos uma revolução no Brasil, finalmente parece que os brasileiros estão acordando para a realidade que ensina não ser ético roubar, mentir e trapacear. Que diz não ser ético viver à custa do esforço alheio mediante coerção, diretamente, ou através do governo.
    A prisão de Lula não pode ser apenas a prisão de Lula, deve transcender pelo seu significado. A prisão de Lula deve ser o estopim para a única revolução pacífica possível de acontecer, a revolução capitalista, racional, evolutiva, inclusiva, baseada na livre iniciativa, na propriedade privada, no estado de direito a proteger os direitos individuais que permitem a existência do livre mercado, de uma sociedade livre, civilizada, próspera e digna para se viver como seres humanos que somos e não como os bárbaros nos quais quiseram nos transformar.
    Viva a prisão do Lula!
    Viva a Revolução!

    Instituto Liberal



























    Fatura do cartão de crédito consome cerca de um terço do orçamento

    por Jéssica Alves

    1447341174037.jpgThiago Teixeira

    Nos últimos tempos, os gastos excessivos com o cartão de crédito entraram no foco do Banco Central e de entidades de defesa do consumidor. No ano passado, chegou-se a lançar uma campanha pelo “uso consciente” do cartão, e houve mudança nas regras do pagamento do crédito rotativo, uma forma de diminuir os juros pagos pelo consumidor. Mesmo assim, o pagamento da fatura do cartão ainda consome cerca de um terço do orçamento de quem usa o “dinheiro de plástico”.
    Segundo dados da plataforma de finanças pessoais Guia Bolso, em média, 33,22% dos ganhos foram usados para quitar a conta do cartão em janeiro – número até um pouco maior que o observado seis meses antes (32,81%). O número está bem acima do recomendado por especialistas – para Bruno Poljokan, diretor da fintech de crédito Just, o ideal seria algo em torno de 10%. Entre os principais gastos dentro da fatura do cartão estão as compras, que vão desde roupas e utensílios a jogos online, (26,93%), mercado (12,86%) e transporte (12,05%).

    Gastos com serviços e mercado – além das famosas “parcelinhas” – são as principais contas da fatura do editor de vídeo João Vitor Albuquerque. O saldo final das contas corrói 60% do orçamento todo mês. O número é alto porque é no cartão que ele concentra todos os gastos – até a recarga do bilhete único. Albuquerque justifica que adota essa estratégia para obter vantagens oferecidas pelas instituições financeiras como a conversão em milhas aéreas.

    A peleja de todo mês é organizar as parcelas de modo a não comprometer ainda mais o fluxo de caixa e acabar caindo na ciranda de juros da dívida mais cara do mercado: o rotativo do cartão de crédito. “Quando era mais novo, tinha muita dificuldade de pagar, e acabava empurrando com a barriga. Não sei se o que faço hoje é muito inteligente, mas foi como consegui me organizar.”

    Para Nicola Tingas, economista da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), as pessoas abusam do cartão de crédito pela falta de informação e pela necessidade de complementar a renda. “Muita gente não tem noção de que está com um produto tão caro e, quando vê, já está afundada em dívidas”, observa. Além disso, lembra, em fase de recuperação da economia, as pessoas começam a voltar a cometer pequenas “extravagâncias”.

    Dívidas. Para Poljokan, da Just, o grande vilão do cartão são as compras parceladas. “Quando parcela o valor da compra, a pessoa perde a noção de fluxo de caixa e vai comprometendo a conta até chegar ao limite e não conseguir pagar, acabando no rotativo”, explica.

    Uma regra geral de finanças que ele recomenda é a 50-15-35, em que 50% do orçamento é destinado a gastos essenciais, como aluguel e contas da casa; 15% para juros de financiamentos, como carros, apartamento ou empréstimo pessoal; e 35% para gastos com estilo de vida. O primeiro passo para se organizar, segundo Poljokan, é evitar parcelar compras atreladas ao estilo de vida – como salão de beleza e viagens –, deixando essa facilidade para gastos maiores.

    Além da comodidade de contratação e da popularização do cartão de crédito, Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), explica que o cartão toma tanto espaço no orçamento porque vem substituindo outras modalidades de dívida mais utilizadas pelo brasileiro no passado, como o cheque pré-datado e o carnê de loja.

    No início de 2010, quando teve início a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), medida pela CNC, o cheque pré-datado era apontado como a principal dívida por 4% dos entrevistados. Já em março deste ano, essa modalidade foi apontada como a maior por apenas 1,2%. No caso do carnê de loja, era o principal responsável pelas dívidas para 30% dos entrevistados em 2010, tendo caído quase à metade no mês passado (16%). Já a dívida do cartão de crédito hoje é apontada como a principal por 76,4% das famílias endividadas, de acordo com a CNC.

    Regras do rotativo. Há um ano o governo mudou as regras do rotativo. Agora, os bancos são obrigados a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão para a modalidade parcelada, a juros mais baixos.

    A intenção do governo era permitir que a taxa de juros para o rotativo recue, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado. O juro médio total cobrado no rotativo, entretanto, subiu 5,9 pontos porcentuais de janeiro para fevereiro, segundo o Banco Central. Com isso, a taxa passou de 328% em janeiro para 333,9% ao ano em fevereiro.

    Fonte: Estadão - 09/04/2018 e SOS Consumidor



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    Dyogo Oliveira toma posse como presidente do BNDES

    O ex-ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, assume nesta segunda-feira (9) a presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento: https://goo.gl/wWeoHL #GloboNews

    Dyogo Oliveira toma posse como presidente do BNDES

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    LULA PRESO: DO MITO DAS ELITES AO BÊBADO FANFARRÃO E COVARDE

    Capa do Estadão

    Que espetáculo lamentável o povo brasileiro assistiu nas últimas horas! Após o show do STF, com direito a advogados de defesa de Lula disfarçados de ministros, a Justiça logo autorizou a prisão do ex-presidente, o que levou Sergio Moro a determinar um prazo para que Lula se entregasse pacificamente. Encastelado no sindicato dos metalúrgicos, o que fere claramente a CLT, Lula montou um bunker com seus comparsas, os mesmos de sempre – só a militância de olho no butim do estado. E dali fez o que sempre soube fazer melhor em sua vida: discursos com bravatas, calibrado por cachaça.

    Que aquela água dele passarinho não bebe não sou eu quem diz, mas Gleisi Hoffmann, presidente do PT. No vídeo fica claro quando “narizinho” dá uma cafungada no chefe e comenta com Dilma sobre o fedor da cachaça. Quando Lula pega o microfone, isso fica mais evidente ainda: o homem arrasta a voz, quase não diz coisa com coisa, elogia invasores de propriedade, nega que o apartamento pelo qual foi condenado era seu, após ato falho em que diz “meu” apartamento, e tenta inverter tudo, transformando sua covardia em ato de coragem.

    Sim, Lula só se entregou porque Moro ia decretar sua prisão provisória, dificultando muito seu recurso de habeas corpus, que tem em Marco Aurélio Mello um ávido aliado para lhe conceder tal beneficio assim que possível. Após o ultimato de 30 minutos para se entregar, Lula viu que a chapa tinha mesmo esquentado, Gleisi “pediu” para a militância permitir a saída de Lula, e o show terminou. Não sem antes Lula repetir que ia lá falar nas “barbas” dos juízes e policiais que não tem medo, que vai provar que é inocente, e que não vai fugir, tornar-se um foragido.

    Tudo muito medonho. Mas a cara do PT! A cara da extrema-esquerda toda, do MST, MTST, PSOL, PCdoB, UNE, CUT. Todos os de sempre, defensores do que há de mais criminoso e atrasado no planeta: a revolução socialista, para transformar o Brasil numa Venezuela. Essa imagem não pode mais ser manipulada pela imprensa, e olha que ela tentou – e ainda tenta. Todo o país viu do que se trata o esquerdismo, com uma clareza ímpar. Lula carismático? Não! Um bêbado fanfarrão que distribui bravatas para cúmplices de quadrilha. Apenas isso.

    “Gênio político”; “líder carismático”. Nada disso! A imagem inconteste que surge com esse espetáculo é a de um cachaceiro sem vergonha, só isso. Lula tem razão em sua viagem megalomaníaca: ele não é um ser humano, mas uma ideia. Foi a ideia romântica, do metalúrgico analfabeto que lutaria pelos pobres e oprimidos, que o colocou nessa posição. Nada mais. O ser humano seria apenas um traste qualquer, bandido comum, sem esse verniz ideológico.

    Como foi que o Brasil permitiu que esse sujeito acumulasse tanto poder?! Sem milionários, banqueiros, “professores”, artistas e “intelectuais”, isso jamais seria possível. Foi a ideologia, o mito, a utopia criada e disseminada por esses canalhas que fez um pulha desses se comportar como se fosse o dono do país. Que vergonha pelo passado! Mas que satisfação em o ver finalmente atrás das grades. O editorial da Gazeta de hoje foi duro como se exige de um jornal imparcial:

    Todas as protelações e provocações não impediram, no entanto, o desfecho que o país esperava: agora, Lula ruma para a sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde ficará encarcerado. Ganhou algo com toda essa cena? Possivelmente não. A militância, claro, aplaudirá a “astúcia” do ex-presidente que teria “passado a perna” em Moro e na Polícia Federal ao não se submeter a seus prazos. Mas, para o brasileiro comum, mesmo aquele que tem alguma admiração por Lula e até votaria nele em outubro caso ele pudesse se candidatar, a imagem que ficou é a de um covarde que não respeita a lei e não tem vergonha de se esconder atrás da falecida esposa e de um punhado de militantes.

    E como o país reagiu a Lula preso? Aqueles que previam – ou desejavam – uma enorme convulsão social deram com os burros n’água. Os petistas disseram o tempo todo que o “povo” protegeria Lula e tomaria as ruas por ele, mas quem deu as caras foi apenas a militância profissional, seja em São Bernardo do Campo – com direito a agressão a jornalistas, o que também ocorreu em outras cidades, incluindo Curitiba –, seja vandalizando prédios residenciais ou públicos (a exemplo do edifício onde mora a ministra Cármen Lúcia, em Belo Horizonte, ou o Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio), seja bloqueando estradas. Quanto a esses, espera-se que os agressores sejam identificados e presos, e que as forças de segurança restabeleçam rapidamente o direito de ir e vir onde quer que ele seja violado. Enquanto isso, o povo de verdade estava e está seguindo em frente com sua vida, aguardando ansiosamente que a Justiça e a lei prevaleçam.

    O que vimos nas últimas horas foi o tão esperado crepúsculo de um mito, de um ídolo com os pés de barro, de um enganador, um criminoso, um bandido que logrou enganar milhões de pessoas com a ajuda de “intelectuais” e artistas moralmente degradados. Um projeto a tirano tupiniquim, que foi abortado pela Justiça brasileira, pela população que tomou as ruas, para lembrar que esse país é nosso e não será entregue de bandeja para safados com seus discursos revolucionários socialistas, manto que esconde o real e único objetivo: o poder totalitário com as regalias que ele traz.

    O Brasil é um país melhor hoje. Lula, o cachaceiro covarde, é menor do que a nação, e nossa bandeira verde e amarela jamais será vermelha. Lula está preso!

    Rodrigo Constantino

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