Segunda Batalha de Ypres–História virtual

Segunda Batalha de Ypres

Parte da(o) Frente Ocidental da Primeira Guerra Mundial

Ruins ypres.jpg
As ruínas de Ypres.

Data
22 de Abril - 25 de Maio de 1915

Local
Ypres, Bélgica

Desfecho
Vitória Aliada

Combatentes

Reino Unido Reino Unido

Canadian Red Ensign (1921-1957).svg Canadá
França França
Bélgica

Flag of the German Empire.svg Império Alemão

Principais líderes

Reino Unido Horace Smith-Dorrien[1]
França Henri Gabriel Putz[2]
Bélgica Théophile Figeys
Bélgica Armand De Ceuninck[3]
Flag of the German Empire.svg Albrecht de Württemberg[4]

Forças

8 divisões de infantaria
7 divisões de infantaria

Vítimas

87 223 mortos, feridos ou desaparecidos
35 000 mortos, feridos ou desaparecidos

A Segunda Batalha de Ypres, ou, na sua forma portuguesa, de Ipres,[5] foi uma série de batalhas ocorridas entre 22 de abril e 25 de maio de 1915, em que se enfrentaram as tropas da França, Reino Unido, Austrália e Canadá contra o Império Alemão. Foi a primeira batalha em que foi utilizado gás mortífero para fins militares. As forças alemãs lançaram gás clorídrico asfixiante contra as tropas aliadas, embora este fato não tenha sido decisivo para o resultado da batalha. Também foi a primeira vez em que uma força colonial (canadenses e australianos) enfrentava uma potência européia em solo europeu.

Ver também

Referências

  • General Sir Horace Lockwood Smith-Dorrien commanded II Corps, British Expeditionary Force at the beginning of the battle. He was replaced by Lieutenant-General Herbert Charles Onslow Plumer (officially) on 6 May 1915.[1]
  • Général Putz commanded the Détachement d'Armée de Belgique (formerly the French 8th Army).[2]
  • Général-Major Armand-Léopold-Théodore de Ceuninck commanded the 6th Division, Belgian Army. [3] [4]
  • General-Oberst Albrecht Maria Alexander Philipp Joseph of Württemberg commanded the 4th German Army.[5]
    1. Fernandes, Ivo Xavier (1941). Topónimos e Gentílicos. I. Porto: Editora Educação Nacional, Lda.

    Bibliografia

    • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «Second Battle of Ypres», especificamente desta versão.
    • Chattaway, F.D. (1908). The Action of Chlorine upon Urea Whereby a Dichloro Urea is Produced. Proc. Roy. Soc. London. Ser. A, 81:381-388.[6]
    • — (1916). Captain F.A.C. Scrimger, V.C., M.D. Can. Med. Assoc. J., 6:334-336.[7]
    • Howell, W.B. (1938). Colonel F.A.C. Scrimger, V.C. Can. Med. Assoc. J. 38: 279–281.[8]
    • Legion Magazine online.[9]
    • Love, D. (1996). The Second Battle of Ypres, April 1915. Sabretasche (Vol 26, No 4).[10]
    • Nasmith, G.G. (1917). On the Fringe of the Great Fight. McClelland, Goodchild & Stewart, Toronto.[11]
    • Scott, F.G. (1922). The Great War as I Saw It. Goodchild Publishers, Toronto.[12]

    Commons

    O Commons possui imagens e outras mídias sobre Segunda Batalha de Ypres

    [Esconder]

    ve

    Primeira Guerra Mundial

    Teatro Europeu: (BalcãsFrente OcidentalFrente OrientalCampanha Italiana)
    Teatro do Oriente Médio: (CáucasoMesopotâmiaSinai e PalestinaGallipoliPérsiaArábia do Sul)
    Teatro Africano: (SudoesteOcidenteOrienteNorte)
    Teatro da Ásia e Pacífico: (Cerco de Tsingtao)
    Oceano Atlântico

    Principais participantes
    (Pessoas)

    Potências da Entente

    Império Russo/RepúblicaImpério Francês: França, VietnãImpério Britânico: (Reino Unido, Austrália, Canadá, Índia, Nova Zelândia, Domínio de Terra Nova, África do Sul) • ItáliaRomêniaEstados UnidosSérviaPortugalChinaJapãoBélgicaMontenegroGréciaArmêniaBrasil

    Potências Centrais

    Império AlemãoÁustria-HungriaImpério OtomanoBulgária

    Linha do tempo

    Pré-conflitos

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    Prelúdio

    OrigensAtentado de SarajevoCrise de Julho

    1914

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    1915

    Segunda Batalha de YpresCampanha de GalípoliBatalhas do rio IsonzoGrande RetiradaConquista da SérviaCerco de Kut

    1916

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    1917

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    Aspectos

    Guerra

    BatalhasGuerra navalGuerra AéreaUso de cavalos  •Uso de gás venenosoBombardeio estratégicoTecnologiaGuerra de trincheiraGuerra totalVeteranos sobreviventesTrégua de Natal

    Impacto civil /
    atrocidades

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    Acordos /
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    Consequências

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    CategoriaPortal



  • Wkipédia

    França, Portugal e Espanha têm atos de apoio ao ex-presidente Lula

    Praça da República, em Paris, foi cenário escolhido por manifestantes em solo francês

    França, Portugal e Espanha têm atos de apoio ao ex-presidente Lula | Foto: Jefferson Coppola / AFP / CP

    França, Portugal e Espanha têm atos de apoio ao ex-presidente Lula | Foto: Jefferson Coppola / AFP / CP

    A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desencadeou atos não só no Brasil como também no exterior, neste domingo. A Praça da República, em Paris, foi o cenário escolhido por manifestantes que protestavam a favor do petista. Também foi convocado um ato para Barcelona, na Praça Sant Jaume, organizado pelo Coletivo Amigos da Democracia e também o Comitê Internacional pela anulação do impeachment.

    • Lula chega à Superintendência da PF, em Curitiba, onde cumprirá pena

    • Defesa entrará com recurso na segunda-feira, garante Lula

    Nesta segunda-feira, outra manifestação contra a prisão de Lula está prevista para ocorrer em Lisboa, Portugal, a partir das 18h, com organização do Coletivo Andorinha. O local escolhido foi a Praça Luís de Camões. Campanha internacional O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse neste domingo, em Curitiba, que os aliados do ex-presidente Lula vão fazer uma grande campanha internacional de liberdade para o petista. "Lula é uma figura que impressiona. Em todo esse processo, ele só cresceu. Quero ver a próxima pesquisa", afirmou ele.

    A ex-presidente Dilma Rousseff também iniciará nesta segunda-feira uma agenda no exterior a convite de universidades públicas e privadas e importantes instituições acadêmicas da Europa e Estados Unidos. Ela, que passará por Madrid e Barcelona, na Espanha, e depois vai para os Estados Unidos, em Berkeley, Stanford e San Diego, vai denunciar perseguição ao ex-presidente Lula.


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo

    Moreira Franco será ministro de Minas e Energia

    Policiamento reforçado



    Temer decide transferir Moreira Franco da Secretaria-Geral da Presidência para o Ministério de Minas e Energia: https://glo.bo/2IBFrom

    Lula foi preso sem provas, afirma Dilma

    Ex-presidente fala que país vive uma escalada fascista caminha para um Estado de exceção

    Ex-presidente fala que país vive uma escalada fascista caminha para um Estado de exceção | Foto: Facebook /  Dilma Roussef / Reprodução / CP

    Ex-presidente fala que país vive uma escalada fascista caminha para um Estado de exceção | Foto: Facebook / Dilma Roussef / Reprodução / CP

    A ex-presidente Dilma Roussef afirmou em nota, neste domingo, que Lula foi preso 'sem provas' e é um 'preso político'. Ela esteve com seu antecessor na última sexta-feira e dividiu com Lula comício sobre carro de som, em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, antes de ele se entregar à Polícia Federal.

    "O Brasil assistiu neste sábado, 7 de abril, a um dos mais tristes episódios de sua história: a injusta e cruel prisão de Luiz Inácio Lula da Silva, o mais importante líder político brasileiro desde a redemocratização do país, reconhecido mundialmente pela sua imensa capacidade de promover inclusão social e fazer política em benefício dos mais necessitados", escreveu Dilma.

    Segundo ela, "Lula tornou-se um preso político, vítima de uma perseguição implacável de adversários, que lançam mão do lawfare para calá-lo e destruí-lo, no esforço de desqualificar seu papel perante a história e o povo brasileiro". Nas palavras de Dilma, "a mídia brasileira golpista tenta, de forma vergonhosa, negar-lhe a condição de preso político. Assim como negou a ocorrência do Golpe de 2016 e finge não enxergar a ascensão do fascismo no País e a violência da extrema direita". "Prenderam-no sem provas. Condenaram-no injustamente. Promovem a injustiça usando o sistema judiciário. Tentam impedi-lo de voltar pelo voto ao poder. Há poucos dias, até um atentado com tiros foi montado para tentar calar Lula", diz Dilma.

    Segundo Dilma, "o País segue dividido, diante de uma escalada fascista e perigosa, com o risco da implantação em definitivo de um Estado de Exceção", ela defende. "Lula foi preso porque é o líder da corrida presidencial. Querem impedi-lo de reconquistar pelo voto direto e popular a Presidência da República. Sua prisão é mais uma etapa do golpe iniciado em 2016 com o meu impeachment, aprovado pelo Congresso Nacional sem que houvesse sequer qualquer tipo crime cometido." "

    Nossa resistência permanece e não vamos nos calar diante do arbítrio e da injustiça', ressaltou Dilma. "Somos a sua voz, somos o seu corpo e sua alma, somos a sua luta." Segundo Dilma, 'a frágil democracia brasileira está gravemente ameaçada, mas será defendida nas ruas, nas praças, nos parlamentos e nos tribunais. Denunciamos a prisão política, injusta e arbitrária de Lula, que os golpistas tentam esconder".


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo

    Grêmio goleia o Brasil de Pelotas e é campeão gaúcho

    Tricolor voltou a ter vantagem numérica e aplicou 3 a 0 no Bento Freitas

    Tricolor voltou a ter vantagem numérica e aplicou 3 a 0 no Bento Freitas | Foto: Ricardo Giusti

    Tricolor voltou a ter vantagem numérica e aplicou 3 a 0 no Bento Freitas | Foto: Ricardo Giusti

    O Grêmio mostrou, especialmente na reta final do campeonato, que é, sem sombra de dúvida, o melhor time do Estado. Por isso, o título conquistado diante de milhares de torcedores Xavantes neste domingo, no Bento Freitas, é o resultado deste trabalho de um grupo obstinado em vencer. A taça do Gauchão não era erguida pelo Grêmio desde 2010, por isso, a festa dos jogadores, dirigentes e torcedores foi tão grande. O Tricolor não se intimidou com um possível "caldeirão" em Pelotas e, com autoridade, goleou os donos da casa por 3 a 0, gols de Cícero, Alisson e Léo Moura. O 37ª título estadual tem a assinatura do técnico Renato Portaluppi e do timaço que já coleciona conquistas.

    Xavante pressiona, Tricolor controla

    O Xavante teve aquele empurrão inicial da torcida e pressionou para abrir o placar, mas não conseguiu quebrar a boa postura defensiva gremista. Depois de controlar as ações, foi o Grêmio que gerou as melhores chances da primeira etapa. Aos seis minutos, Jael mandou com perigo no levantamento de Luan, tirando tinta do poste esquerdo. O Brasil respondeu aos 12, num belo chute de Alisson Farias. O atacante ajeitou na entrada da área e disparou a bomba, que explodiu no ângulo esquerdo. Merecia o golaço, mas não levou sorte.

    O Xavante insistiu nas bolas erguidas na área, mas Geromel e Kannemann seguraram as pontas para manter o zero no placar. Aí o Tricolor assumiu as rédeas da partida. Aos 18, Everton fez grande jogada, roubou no meio, meteu uma caneta no lateral e cruzou para Jael. O atacante não conseguiu desviar para o gol, sob forte marcação. O Brasil tentou responder. Num contra-ataque, Mossoró abriu para Calyson na frente da área, mas o garoto chutou para fora.

    Para administrar o resultado, o Grêmio passou a tocar bem a bola e procurar espaços cirúrgicos, estocando nos erros do Xavante, mas também gerando um bom intervalo sem lances de gol. Eles vieram mais no fim da etapa.

    Aos 39, Luan tentou tabela com Ramiro e o zagueiro botou a mão na bola. O próprio Luan cobrou falta e fez parte da torcida gritar gol. O chute forte deslizou pelo ângulo direito, mas estava pelo lado de fora das redes. O craque perdeu mais um aos 41 minutos. Jael recebeu no meio, escapou de dois marcadores e entregou com açúcar para Luan. Só que o atacante chutou em cima de Pitol. Antes do intervalo, Alisson Farias tentou o chute de fora da área, mas parou em defesa de dois tempos por Marcelo Grohe.

    Expulsão e show tricolor na segunda etapa

    As equipes voltaram sem modificações para a segunda etapa. Logo, porém, o Xavante tornou uma chance de reação muito mais difícil. Jael puxou contragolpe aos dois minutos e Leandro Leite matou a jogada com falta. Levou o segundo amarelo e foi expulso, deixando o Brasil, como na primeira partida da final, com 10 em campo.

    Mesmo com o prejuízo, a equipe de Pelotas ainda tentou um último ímpeto. Aos cinco minutos, Lourency foi desarmado por Kannemann e sobrou para Ednei. O volante mandou a "patada", mas parou nas mãos de Grohe. Dois minutos depois, Kannemann errou um passe fácil e armou contragolpe. Calyson lançou Valdemir, que entortou Geromel e chutou forte, mas sobre a meta.

    A partir daí, o Tricolor mandou e sem qualquer pressa de levantar a taça. Trocando bolas com qualidade, Maicon e Arthur evitaram maiores riscos e organizaram os ataques com precisão. Faltava o gol, porém.

    Goleada para consagrar

    A primeira tentativa teve Everton e Luan desperdiçando, aos 9 minutos. Arthur lançou o Cebolinha na cara do gol, mas ele chutou em cima de Pitol. Sobrou rebote para Luan e sem goleiro o atacante chutou para fora. Everton tentou de novo aos 20, com um chute de fora da área. Pitol se atrapalhou, viu a bola quicar entre as pernas, mas recolheu, evitando o frango.

    Os esforços do Xavante, contudo, não impediram mais uma vitória tricolor. E com gol do homem de confiança de Renato. Cícero entrou no lugar de Luan para deixar sua marca. Aos 35, Léo Moura disparou na linha de fundo e rolou para Thonny Anderson. O garoto chutou e ia para fora, mas Cícero se atirou na bola e fulminou para o 1 a 0.

    Tinha mais no estoque, e um estoque de excelente qualidade. Aos 40 minutos, Alisson recebeu no lado esquerdo, escapou de um marcador e chutou entre dois zagueiros. A bola foi reta, sem escalas no ângulo direito para um golaço digno de título e o 2 a 0 consagrador.  Léo Moura definiu o 3 a 0 antes do apito final em linda assistência de Maicon nas costas da zaga. Era só correr para o abraço, colocar a medalha no peito e erguer a taça.

    Gauchão - Final

    Brasil de Pelotas (0)

    Pitol; Ednei, Leandro Camilo, Heverton e Bruno Collaço (Rafael); Leandro Leito, Mossoró (Van Basty) e Valdemir; Calyson, Alisson Farias e Lourency (Leo Bahia).

    Técnico: Clemer

    Grêmio (3)

    Grohe; Léo Moura, Pedro Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon, Arthur, Ramiro (Alisson) e Luan (Cícero); Everton e Jael (Thonny Anderson).

    Técnico: Renato Portaluppi

    Gols: Cícero (35min/2ºT), Alisson (40min/2ºT) e Léo Moura (44min/2ºT).

    Cartões amarelos: Jael (G) e Leandro Leite (B).

    Cartão vermelho: Leandro Leite.

    Árbitro: Leandro Vuaden.

    Local: Bento Freitas, em Pelotas.


    Correio do Povo

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    Novo currículo do ensino médio exigirá mudança dos professores, apontam especialistas

    Documento que vai estabelecer as habilidades e competências foi entregue semana passada pelo MEC

    Documento que vai estabelecer as habilidades e competências foi entregue semana passada pelo MEC | Foto: Guilherme Testa

    Documento que vai estabelecer as habilidades e competências foi entregue semana passada pelo MEC | Foto: Guilherme Testa

    O sucesso da implementação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio passará por mudanças na formação de professores e adaptações nas escolas, apontam especialistas. O documento, que vai orientar os currículos dessa etapa e estabelecer as habilidades e competências que devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo do ensino médio em cada uma das áreas, foi entregue na última terça-feira pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

    A BNCC do ensino médio é organizada por áreas do conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. Apenas as disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como componentes curriculares, ou seja, disciplinas obrigatórias para os três anos do ensino médio. Os alunos deverão cobrir toda a BNCC em, no máximo, 1,8 mil horas. O tempo restante deve ser dedicado ao aprofundamento no itinerário formativo de escolha do estudante.

    Para o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, essas mudanças vão exigir muito investimento na formação de professores e um “repensar da formação de professores no Brasil” para que haja uma integração entre as disciplinas.

    “Quando você faz um trabalho por área de conhecimento que reforça o caráter da interdisciplinariedade, você tem que investir muito na formação de professores. Hoje, como o professor de química é formado sem ter um diálogo direto com o professor de física ou biologia, que fazem parte da mesma área de conhecimento, por exemplo, agora para dar conta desse novo ensino médio, eles terão que se integrar já dentro da universidade”, diz.

    Segundo ele, a mudança vai ter impacto nos currículos das licenciaturas. “As coordenações dessas áreas vão ter que sentar e repensar. Não é que não vai mais ter professor de química, física e biologia, mas vai ter que haver um esforço para integrar esses conhecimentos”, diz.

    A formação dos professores deve ser priorizada também na visão da pedagoga Anna Helena Altenfelder. “Não só os professores, mas toda a estrutura da escola que hoje é pensada por disciplina e não por área de conhecimento. Então, temos um desafio grande”, diz a presidente do Conselho de Administração do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

    Ela também aponta um possível acirramento das desigualdades na educação como um dos riscos da nova base para o ensino médio. “Sabemos que os estados têm condições diferentes tanto técnicas como financeiras para construir seus próprios currículos. Então, a questão dos itinerários deve ser melhor definida em um apoio maior para os estados”, diz. O MEC se comprometeu a elaborar um guia de orientações para ajudar os estados na elaboração dos itinerários formativos.

    Aperfeiçoamentos

    A BNCC do ensino médio deverá ser analisada e aprovada pelo CNE e homologada pelo MEC antes de o documento começar a valer. O conselho irá fazer uma consulta pública em plataforma digital e audiências para colher sugestões da sociedade antes de submeter o texto à avaliação dos conselheiros.

    A presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscilla Cruz, considera que o CNE deve especificar melhor a forma como as redes vão se organizar, além de estabelecer o que é obrigatório ou não e deixar mais clara e objetiva a redação das habilidades previstas para serem alcançadas pelos alunos.

    “Há uma impressão que o ensino médio está 'menor' pela falta de objetividade nas habilidades, é muito dependente da implementação pelos estados, não há um plano de implementação progressiva que ajude as redes a se ajustarem”, diz. No entanto, ela considera positivo fato de o texto prever a formação mais integrada, “direcionando para mais profundidade, recomendando outros espaços de aprendizagem e formatos de aula, dando características juvenis ao ensino médio”.

    O conselheiro do CNE Cesar Callegari, presidente da comissão que vai analisar a BNCC, também considera que o colegiado terá que complementar o texto entregue pelo MEC. “A base está incompleta, está um documento bastante genérico e, no meu modo de entender, não atende às expectativas e necessidades do ensino médio no Brasil”, diz.

    O Ministério da Educação já instituiu o Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular para apoiar os estados no processo de revisão ou elaboração e implementação de seus currículos alinhados à BNCC. Segundo o MEC, no primeiro ano de execução, serão repassados às secretarias estaduais cerca de R$ 100 milhões para a implementação da base.


    Agência Brasil e Correio do Povo

    Palácio do Planalto confirma Moreira Franco como novo ministro de Minas e Energia

    Moreira vai conduzir a privatização da Eletrobras, que está pendente de aprovação de projeto no Congresso

    Moreira vai conduzir a privatização da Eletrobras, que está pendente de aprovação de projeto no Congresso | Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República / Divulgação / CP Memória

    Moreira vai conduzir a privatização da Eletrobras, que está pendente de aprovação de projeto no Congresso | Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República / Divulgação / CP Memória

    O Palácio do Planalto oficializou neste domingo, que o presidente Michel Temer escolheu Moreira Franco para assumir o Ministério de Minas e Energia, conforme antecipou a Coluna do Estadão. "O presidente Michel Temer definiu que o ministro Moreira Franco assumirá o Ministério de Minas e Energia", diz a nota enviada Planalto.

    Moreira é um dos principais interlocutores do presidente Temer, ao lado do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A informação de que Moreira era cotado foi antecipada pelo Estado na última quinta-feira.

    No ministério, Moreira vai conduzir a privatização da Eletrobras, que está pendente de aprovação de projeto no Congresso, que resiste ao tema. Moreira controla hoje o PPI, programa que cuida das privatizações e concessões do governo. Sob o comando de Moreira, o PPI já leiloou 72 projetos e arrecadou R$ 36 bilhões em outorgas. Para comandar o PPI, ele irá indicar um secretário da sua atual pasta.


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo


    As lições que ficam do uso da tática do Hamas para blindar Lula


    Por Rodrigo Constantino

    Então...

    Cruzeiro vence o Atlético-MG por 2 a 0 e fatura título mineiro

    Comandados de Mano Menezes reverteram desvantagem da ida para serem campeões

    Comandados de Mano Menezes reverteram desvantagem da ida para serem campeões | Foto: Vinnicius Silva / Cruzeiro / Divulgação CP

    Comandados de Mano Menezes reverteram desvantagem da ida para serem campeões | Foto: Vinnicius Silva / Cruzeiro / Divulgação CP

    A festa do Campeonato Mineiro é azul. Neste domingo, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o Cruzeiro derrotou o Atlético Mineiro por 2 a 0, reverteu a vantagem sobre o maior rival e faturou o seu 37º Estadual, ainda atrás do rival com 44 títulos. A equipe celeste não era campeã desde 2014. Arrascaeta e Thiago Neves marcaram os gols da vitória diante de 49.906 pagantes.

    O Cruzeiro havia perdido o primeiro jogo por 3 a 1, mas por ter vencido por dois gols de diferença, igualou o agregado e ficou com o título por ter feito melhor campanha. Na primeira fase, os cruzeirenses terminaram 11 pontos na frente do rival.

    A Raposa terá tempo para comemorar o título, pois volta a campo apenas no final de semana, na estreia do Campeonato Brasileiro, contra o Grêmio, no sábado, às 16h. Sem tempo para lamentar, o Atlético Mineiro joga nesta quarta-feira, quando visita o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires, pela estreia na Copa Sul-Americana.

    Para tentar entrar no clima do jogo e sentir o calor da torcida, a delegação do Cruzeiro desceu no meio dos torcedores que cercavam o Mineirão. Os cruzeirenses se animaram e abriram o placar logo aos três minutos. Depois de cruzamento da esquerda, Arrascaeta finalizou de primeira e Victor fez a defesa. Na sequência do lance, Edílson, uma das novidades do duelo, levantou e o uruguaio testou firme, sem chances para o camisa 1 atleticano.

    O Cruzeiro aproveitou o momento favorável para fazer pressão no adversário, especialmente na saída de bola. Com dificuldade e paciência, o Atlético Mineiro conseguiu sair da armadilha do adversário e assustou em cobrança de falta de Cazares. Quando o duelo parecia equilibrado, com os ânimos mais calmos, o árbitro paulista Luiz Flávio de Oliveira expulsou Otero por uma cotovelada em Edílson, após uma dividida entre ambos.

    Com o clima mais tranquilo, o Cruzeiro tentou retomar o controle do jogo, mas encontrou um adversário bem fechado. A única boa chance de gol antes do intervalo veio em cobrança de falta de Thiago Neves, que parou em boa intervenção de Victor.

    Novamente, o Cruzeiro voltou mais ofensivo, com Mancuello na vaga de Edílson. Logo no primeiro minuto, o argentino assustou em cabeçada. Mantendo o ritmo, os cruzeirenses ampliaram aos sete minutos. Em boa trama pela direita, Robinho fez o cruzamento rasteiro e Thiago Neves apareceu entre os zagueiros para desviar de carrinho para o fundo do gol.

    Com o gol, o Atlético Mineiro foi obrigado a sair de trás, mas teve que superar a inferioridade numérica e falta de inspiração. A perda de Otero sobrecarregou Cazares e o ataque atleticano pouco trabalhou. O técnico interino Thiago Larghi tentou mexer no time, colocando Róger Guedes e Erik. As chances, no entanto, não apareceram e o Cruzeiro teve caminho livre para comemorar o título sem sofrer depois de Patric também ser expulso.


    Estadão Conteúdo e Correio do Povo

    "Leva e não traz nunca mais", diz pessoa não identificada para piloto do avião que levou Lula

    Comunicação ocorreu durante procedimento de decolagem da aeronave em Congonhas

    Comunicação ocorreu durante procedimento de decolagem da aeronave em Congonhas | Foto: Marcelo Casal Jr / ABr / CP

    Comunicação ocorreu durante procedimento de decolagem da aeronave em Congonhas | Foto: Marcelo Casal Jr / ABr / CP

    O portal de notícias R7 teve acesso ao áudio da conversa entre o piloto do avião que levou o presidente Lula de São Paulo para Curitiba e a torre de comando. Durante a gravação, uma pessoa não identificada afirma: "Leva e não traz nunca mais".

    Questionada, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou ao R7 que a frase não foi dita por algum controlador da torre e nem pelo comandante da aeronave. "Ressalva-se que a frequência utilizada para essas comunicações aeronáuticas é aberta, por isso quem estiver conectado pode ouvir e falar. Porém, as regras de tráfego aéreo orientam que os usuários se identifiquem, o que evidentemente não ocorreu neste caso", explicou o comunicado oficial.

    Segundo a FAB, o canal de comunicação fica aberto para que pilotos, torres e os que estão na pista saibam da situação geral no aeroporto. O procedimento padrão é se identificar antes de entrar no canal, mas isso não foi feito pelo autor da frase. A FAB e a Anac não confirmaram se será feita uma sindicância sobre o caso.

    Ouça abaixo:



    Correio do Povo