Curso de Web Design Online - 100% online

Curso de Web Design

O Curso de Web Design Online é um curso online que prepara o profissional para atuar como Web Designer, dominando as principais ferramentas e linguagens para a construção de Web Sites, além de fornecer conteúdos adicionais de Design Gráfico e Marketing Digital.
O curso possui 12 meses de duração estimada, é 100% online, e não exige conhecimento prévio do aluno na área. Cada uma de suas 12 unidades é composta de vários cursos e uma avaliação final, que libera a unidade seguinte, permitindo ao aluno realizar toda a formação em menos tempo.

Cursos Gratuitos

Confira os cursos online que oferecemos gratuitamente, na área de Web Design:
- Estudo de HTML 1 - Site de Yoga
Para mais informações, entre em contato pelo telefone (51) 3073-2100, pelo e-mail info@alfamidia.com.br ou peça uma proposta online.


Conteúdo Programático

Linguagem HTML
- Introdução a Linguagens Web I – HTML 5 e CSS
- Introdução a Linguagens Web II – HTML 5 e CSS
- HTML 5 e CSS 3
- Estudo de HTML 1 - Site de Yoga
- Estudo de HTML 2 - Site Responsivo de Cursos
- Estudo de HTML 4 - Site com Bootstrap
- Estudo de HTML 3 - Site de Viagens
WordPress e Joomla
- Introdução ao Wordpress
- Wordpress Avançado I
- Wordpress Avançado II
- Plataformas CMS III Joomla I
- Wordpress Online
Adobe Photoshop
- Adobe Photoshop CC 2014 II
- Imagens para Web
- Adobe Photoshop CC 2014 Básico I
Adobe Dreamweaver
- Introdução ao Dreamweaver I
- Introdução ao Dreamweaver II
E-mail Marketing
- Estratégias de E-mail Marketing
- E-Mail Marketing - Métodos de Envio de E-mail
Otimização para Search Engines (SEO)
- Otimização para Search Engine/SEO I
- Otimização para Search Engine/SEO II
- SEO Avançado I - Indexação de Site
- Google Webmasters
- Práticas de SEO 1 - SEO OnPage
- Práticas de SEO 2 - Análise de Sites
- Práticas de SEO 3 - Identificação de Keywords
Google Analytics
- Google Adwords
- Google Analytics 1
- Google Analytics 2
- Google Analytics 3
- Google Analytics 4
Construção de Sites e Design Responsivo
- Arquitetura da Informação I
- Web Design Responsivo – desenvolvendo para web e mobile I
- Web Design Responsivo – CSS 3 Flexible Box
- Layout de Sites I
- Layout de Sites II
Bootstrap
- Bootstrap I
- Bootstrap II
- Bootstrap III
Tópicos de Marketing Digital
- Introdução a Marketing Digital
- Introdução a Redes Sociais
- Google Adwords
- Marketing em Redes Sociais I - Facebook
- Marketing de Conteúdo
- Google Display Network
- Criando e Editando Vídeos com Camtasia
Comércio Online
- Comércio Eletrônico I
- Comércio Eletrônico II
- Precificação e negociação de Serviços de Design
- Criando e apresentando seu portifólio
- Vendendo seu trabalho online I
Conceitos de Design
- Estudo de Cores e Tipografia I
- Estudo de Cores e Tipografia II

Batalha de Agrigento–História virtual

Coordenadas: 37° 19' 0.12" N 13° 34' 59.88" E

Batalha de Agrigento

Primeira Guerra Púnica

Agrigento Roma Cartagine.png
Agrigento, Roma e Cartago

Data
262 a.C.

Local
Agrigento, Sicília

Desfecho
Vitória romana

Beligerantes

República Romana República Romana
Cartago Cartago

Comandantes

República Romana Lúcio Postúmio Megelo
República Romana Quinto Mamílio Vítulo
Cartago Hanão
Cartago Aníbal Giscão

Forças

40 000 soldados
50 000 soldados
Guarnição de Agrigento

Baixas

1 200
30 000

Agrigento está localizado em: Sicília

Agrigento

Localização de Agrigento no que é hoje a Sicília

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Primeira Guerra Púnica (264–241 a.C.)

A batalha de Agrigento (Sicília, 262 a.C.) foi a primeira batalha da Primeira Guerra Púnica e o primeiro confronto militar de grande escala ocorrido entre os cartagineses e os romanos. A batalha aconteceu após um extenso cerco iniciado em 262 a.C. e resultou, com a vitória romana, no controle de Roma sobre a Sicília.

Índice

Prelúdio

Em 288 a.C., os Mamertinos, mercenários italianos, ocuparam a cidade de Messina, localizada numa região a nordeste da Sicília, matando todos os homens e tomando as mulheres como suas esposas. A partir daí, eles passaram a atacar e pilhar os campos e se tornaram um problema para a cidade independente de Siracusa. Quando Hierão II, de Siracusa, chegou ao poder, em 265 a.C., ele decidiu tomar uma atitude definitiva contra os Mamertinos e sitiou Messina. Os Mamertinos pediram ajuda aos dois Estados que, anteriormente, haviam lutado juntos contra Pirro: Cartago e Roma.

Interessados em ter controle sobre a ilha fértil da Sicília, Cartago e Roma enviaram exércitos para a área. Para os romanos, que não possuíam uma sólida frota militar até aquele momento, foi o primeiro envolvimento em uma campanha fora da Itália. Logo, o problema envolvendo Messina foi esquecido e o fato de que havia uma rivalidade entre estas duas potências, com o caso de Siracusa "esquecido" algum lugar entre elas, se tornou evidente. Nos anos seguintes, ocorreram poucos conflitos entre os exércitos, com os dois oponentes testando o terreno e aprendendo como manobrar e desenvolver táticas na região montanhosa da Sicília.

O cerco de Agrigento

Em 262 a.C., os romanos enviaram um exército completo para a Sicília, comandado pelos dois cônsules Lúcio Postúmio Megelo e Quinto Mamílio Vítulo, constituídos por quatro legiões consulares e flancos de aliados (formações de cavalaria), em um total de 40.000 homens. Essa foi a resposta ao maior esquema de recrutamento e treinamento que estava sendo feito na história dos cartagineses. Apoiados por Siracusa, agora oficialmente aliada a Roma, o exército dos cônsules marchou em junho para Agrigento, na costa sudoeste da Sicília. Esta cidade estava sendo preparada para atuar como uma base que iria receber o exército cartaginês que estava para chegar, mas até o momento estava ocupada apenas pela guarda local, comandada por Aníbal Giscão.

Giscão respondeu à ameaça protegendo a população de Agrigento com barricadas e sua guarda com muralhas, junto com todo o suprimento que puderam reunir das redondezas. A cidade foi preparada para um longo cerco e tudo o que tinham a fazer era esperar pelos reforços cartagineses que já estavam sendo preparados. Naquele tempo, a engenharia de cerco e a construção de equipamentos de assalto como torres eram artes estrangeiras para os romanos. A única maneira disponível aos romanos para conquistar uma cidade fortificada como Agrigento era o cerco. Desta forma, o exército acampou do lado de fora das muralhas e barricadas da cidade e se preparou para esperar o tempo que fosse necessário para a cidade se render pela fome. Com um auxílio logístico garantido por Siracusa, os mantimentos dos próprios romanos não era um problema.

Alguns meses depois, Giscão estava começando a sentir o o peso do bloqueio e apelou por uma ajuda urgente de Cartago. Os reforços desembarcaram em Heracleia Minoa no início do inverno de 262-261 a.C., compostos por 50.000 homens de infantaria, 6.000 homens de cavalaria e 60 elefantes de guerra comandados por Hanno. Os cartagineses então marcharam para o sul para resgatar seus aliados e, após uma pequena batalha entre as cavalarias, ganha por Hanno, eles ergueram acampamento muito próximos dos romanos, mantendo-os presos entre as duas forças cartaginesas, em um esquema de circunvalação. Hanno imediatamente dispôs suas tropas em formação de batalha, mas os romanos negaram o "convite". Em vez disso, eles se fortificaram do outro lado, construindo uma linha de contravalação. O bloqueio a Agrigento continuou, mas agora os próprios romanos é que estavam cercados.

A Batalha de Agrigento

Com Hanno acampado na frente de sua base, a linha de suprimentos vindos de Siracusa não estava mais acessível aos romanos. Com eles mesmos correndo agora o risco de sofrer com a fome, os cônsules escolheram por oferecer uma batalha. Essa foi a vez de Hanno recusar, provavelmente com a intenção de vencer os romanos pela fome. No entanto, a situação dentro de Agrigento após mais de seis meses de cerco estava à beira do desespero. Aníbal Giscão, comunicando-se com o lado de fora por meio de sinais de fumaça, enviou um pedido urgente de ajuda e Hanno foi obrigado a aceitar uma batalha campal. Os detalhes da devida luta são (como normalmente acontece com registros antigos) descritos de formas variadas e por diversas fontes diferentes.

Acredita-se que Hanno tenha distribuído a infantaria cartaginesa em duas linhas, com os elefantes e demais reforços na segunda linha e a cavalaria, provavelmente, nos flancos. O plano de batalha dos romanos é desconhecido, mas eles provavelmente organizaram na típica formação "triplex acies". Todas as fontes afirmam que a batalha foi longa e que os romanos conseguiram quebrar a frente cartaginesa. Isso provocou pânico nas fileiras secundárias e as reservas cartaginesas fugiram do campo de batalha. Também é possível que os elefantes tenham entrado em pânico e, em sua fuga estabanada, desorganizaram a formação cartaginesa. De qualquer maneira, os romanos derrotaram o inimigo e saíram vitoriosos. Sua cavalaria conseguiu atacar o acampamento cartaginês e capturaram uma grande quantidade de elefantes. No entanto, a batalha não foi um sucesso completo, uma vez que a maior parte do exército cartaginês escapou e Aníbal Giscão, junto da guarda de Agrigento, também foi capaz de quebrar as linhas romanas e escapar.

Consequências

Após esta batalha (a primeira entre quatro batalhas travadas em terra durante a Primeira Guerra Púnica), os romanos ocuparam Agrigento e venderam a toda a população como escravos. Os dois cônsules foram vitoriosos, mas, devido à fuga de Giscão, provavelmente não foram aclamados com triunfos quando retornaram.

Após 261 a.C., Roma passou a controlar a maior parte da Sicília e e garantiu uma fértil fonte de cereais para uso próprio. Além do mais, sendo esta a primeira batalha de grandes proporções travada em um território fora da Itália, esta vitória deu aos romanos mais segurança para buscar possíveis interesses além-mar.



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Mais informações:
Luis Borges
e-mail:
luisaugustoborges@gmail.com
Fone: (51) 9 8039-0049

Cerco de Siracusa (214–212 a.C.)–História virtual

Coordenadas: 37° 5' N 15° 17' E

Sítio de Siracusa

Segunda Guerra Púnica

Data
214-212 A.C.

Local
Siracusa

Desfecho
Vitória Romana

Beligerantes

República Romana
Reino de Siracusa

Comandantes

Marco Cláudio Marcelo

Siracusa está localizado em: Sicília

Siracusa

Localização do Siracusa no que é hoje a Sicília

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Segunda Guerra Púnica (218-201 a.C.)

O Cerco de Siracusa pela República Romana aconteceu de 214-212 a.C. Ao fim do cerco, a cidade Helenística de Siracusa, situada na costa leste da Sicília, caiu. Os romanos invadiram a cidade depois de um cerco prolongado, dando-lhes o controle de toda a ilha da Sicília. Durante o cerco a cidade era protegida por armas desenvolvidas por Arquimedes, o grande inventor e polímata. Ao fim do cerco Arquimedes foi morto por um soldado romano, que violou as instruções do general romano Marcelo para poupar sua vida.[1]

Índice

Prelúdio

A Sicília, que foi arrancada do controle de Cartago durante a Primeira Guerra Púnica, foi a primeira província da República Romana. O Reino de Siracusa foi uma região aliada independente no sudeste da ilha, e um aliado próximo de Roma durante o longo reinado do rei Hierão II.[2] Em 215 a.C., o neto de Hierão, Hieronymus, subiu ao trono com a morte de seu avô, e caiu sob a influência de uma facção anti-romana, que incluía dois de seus tios entre a elite de Siracusa. Apesar do assassinato de Hieronymus e da remoção dos líderes pró-cartagineses, Roma reagiu com ameaças sobre o perigo que uma aliança entre Cartago e Siracusa causaria, forçando os novos líderes republicanos de Siracusa a se preparar para a guerra.

Apesar dos esforços diplomáticos, a guerra entre a República Romana e o Reino de Siracusa irrompeu em 214 a.C. enquanto os romanos ainda lutavam com Cartago, no auge da Segunda Guerra Púnica.

Uma força romana liderada pelo general Marco Cláudio Marcelo sitiou a cidade portuária tanto por mar quanto por terra. A cidade, situada na costa oriental da Sicília, era famosa por suas significativas fortificações, com grandes muralhas que protegiam a cidade de ataques. Entre os defensores de Siracusa estava o matemático e cientista Arquimedes.

Sítio

A cidade foi ferozmente defendida por muitos meses contra todas as medidas tomadas pelos romanos. Percebendo o quão difícil seria o cerco, os romanos trouxeram seus próprios dispositivos e invenções para ajudar no ataque. Estes incluíram a sambuca, uma torre de cerco flutuante e com ganchos, bem como navios equipados com escadas que seriam baixadas com roldanas nas muralhas da cidade.

Apesar destas novas invenções, Archimedes criou máquinas defensivas para lutar contra os esforços dos romanos, incluindo um enorme guindaste equipado com ganchos, que foi usado para erguer os navios inimigos fora do mar antes de soltá-los para sua destruição. Diz a lenda que ele também criou um espelho gigante, que foi usado para desviar os poderosos raios solares do Mediterrâneo para as velas dos navios, incendiando-os, embora não haja prova de que tal arma tenha existido. Estas medidas, junto ao fogo de ballistas e onagros montados nas muralhas da cidade, frustraram os romanos e os forçaram a tentar uma custosa agressão direta.

O rei afogado

O cerco ocasionou uma situação conhecida no xadrez como Rei afogado, com os romanos incapazes de forçar a entrada na cidade ou manter um bloqueio forte o suficiente para impedir a cidade de receber suprimentos, e os cidadãos de Siracusa incapazes de forçar os romanos a bater em retirada. Os cartagineses perceberam o potencial obstáculo que um contínuo cerco à Siracusa poderia causar ao esforço de guerra romano, e tentaram livrar a cidade de seus sitiantes, mas foram rechaçados. Apesar de terem planejado uma outra tentativa, os cartagineses não conseguiram reunir as tropas e navios necessários, por causa da guerra em andamento contra os romanos na Hispânia, deixando Siracusa à própria sorte.

Vitória

Os sucessos de Siracusa em repelir o cerco romano deixou seus habitantes muito confiantes. Em 212 a.C., os romanos receberam a informação de que os habitantes da cidade iriam participar do festival anual da deusa Ártemis. Uma pequena parcela dos soldados romanos se aproximou das muralhas da cidade na calada da noite. Eles escalaram a muralha e mataram os poucos guardas que estavam de vigia, sendo reforçados por mais e mais soldados que atacaram os relaxados cidadãos, enquanto os portões da cidade eram abertos para o resto de suas forças.

Marco Cláudio ordenou que Arquimedes, o renomado matemático e inventor dos artifícios mecânicos que tanto atrapalharam o cerco dos romanos, não fosse morto. Arquimedes, que estava com 78 anos de idade, continuou seus estudos em casa após a invasão da cidade, e teve seus estudos interrompidos por um soldado romano. Arquimedes protestou contra a interrupção de seu trabalho e grosseiramente mandou o soldado deixá-lo. O soldado, sem saber quem ele era, matou Arquimedes imediatamente.

Os romanos passaram a controlar a parte externa da cidade, mas o restante da população de Siracusa rapidamente correu para a cidadela interior, oferencendo contínua resistência. Os romanos, por sua vez, cercaram a cidade, e dessa vez conseguiram cortar o abastecimento de suprimentos desta área reduzida. Após um prolongado cerco de oito meses, que trouxe imensas dificuldades aos defensesores por causa da fome, um traidor de Siracusa finalmente abriu os portões para os romanos. Frustrados e famintos após o prolongado cerco, os romanos invadiram enlouquecidamente a cidadela, matando muitos dos resistentes onde se encontravam e escravizando a maioria do restante. A cidade foi então saqueada e destruída.

Resultados

A cidade estava agora novamente sob controle dos romanos, que então reuniriam toda a Sicília em uma província romana. A tomada de Siracusa garantiu que os cartagineses não teriam um "pé" na Sicília, que poderia dar a eles suporte na campanha italiana de Aníbal. Isso permitiu aos romanos concentrar suas forças na Espanha e na Itália. A ilha foi usada como um ponto vital de recursos para a vitoriosa campanha romana na África, dez anos depois, e provaria sua importância nos conflitos romanos vindouros na África e na Grécia.

Referências

  • Plutarco, "Vida de Marcelo", Vidas
    1. Lívio xxi. 49-51, xxii. 37, xxiii. 21


  • Wikipédia

    Vivo será investigada pelo Ministério Público por uso de dados de 73 milhões de clientes

    por Daniel Camargos

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    Segundo Ministério Público, usuários não podem se opor ao uso de dados pela operadora

    O  MPDFT  (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) instaurou inquérito para apurar se a Vivo utiliza informações dos usuários para comercializar publicidade.

    O inquérito civil público considera que os interessados na investigação são os 73 milhões de usuários da operadora no Brasil.

    O serviço que será investigado pelo MPDFT é chamado de Vivo Ads, uma plataforma de marketing mobile da Vivo.

    Segundo o pedido de abertura do inquérito feito pelos promotores Frederico Ceroy e Paulo Binicheskey, a Vivo usa dados dos clientes, como perfil, localização, comportamento de navegação para vender publicidade.

    Os promotores usam como exemplo a possibilidade da empresa usar dados de localização de um consumidor submetido a tratamento médico. O mapeamento da circulação em clínicas e hospitais podem, segundo os promotores, serem usadas de maneira imprópria para venda do espaço publicitário.

    O inquérito destaca que o serviço Vivo Ads não permite que os clientes se oponham ao uso de seus dados pessoais para fins de publicidade.

    ESCÂNDALO

    O Facebook é acusado de ter permitido à consultoria Cambridge Analytica usar os dados dos usuários para favorecer a candidatura de Donald Trump para a presidência dos EUA.

    Os mesmos promotores do inquérito que investiga a Vivo instauraram inquérito em 21 de março para apurar se a Cambridge Analytica fez uso dos dados do usuários brasileiros da rede social.

    Os promotores ressaltam, contudo, que a telefonia móvel no Brasil é uma concessão de serviço público, o que não ocorre com o Facebook.

    O inquérito pode, segundo o MPDFT, resultar em uma ação civil coletiva de responsabilidade por danos aos usuários.

    OUTRO LADO

    A Vivo informou, em nota, que cumpre a legislação vigente e que não promove qualquer uso ilegal de dados pessoais de seus clientes.

    “A Vivo assegura que as informações de seus clientes não são, em hipótese alguma, transferidas ou compartilhadas com anunciantes. A Vivo Ads é uma plataforma de mídia, na qual o cliente interage com publicidade apresentada pela própria operadora e, muitas vezes, ganha benefícios como pacotes de internet móvel ou descontos em produtos e serviços”, diz trecho da nota.

    A empresa informa que a autorização do usuário é concedida quando o cliente assina o termo de adesão do serviço móvel. “A qualquer momento o cliente pode cancelá-la em canais de atendimento da Vivo. O centro de privacidade da empresa também contém orientações sobre o tema”, afirma.

    Fonte: Folha Online - 04/04/2018 e SOS Consumidor

    IGUALDADE, DIREITOS HUMANOS E A HIPOCRISIA DA ESQUERDA AUTOCRÁTICA

    Por Claudio José Miranda

    A esquerda autocrática marxista costuma se apresentar como a grande defensora da igualdade e dos direitos humanos. Mas, na realidade, isto é uma grande mentira, pois para esta esquerda autocrática alguns são ‘mais iguais’ do que outros assim como alguns humanos são ‘mais humanos’ do que outros.

    E quem seriam estes ‘mais iguais’ e ‘mais humanos’, portanto superiores e com mais direitos que todos os outros?

    São os revolucionários, os ativistas sociais, os militantes do partido e os autoproclamados representantes dos chamados grupos identitários ou minorias(mulheres, negros, gays, etc.). Só estes tem a Verdade, ou o lugar da Verdade. Só estes sabem o que certo e o que é melhor para os trabalhadores, para o povo e para os grupos que eles supostamente representam. Só estes têm o direito de influenciar, comandar e exercer o poder(econômico, político, cultural e simbólico). Só estes têm o direito de emitir opinião em função da ideologia e do lugar que ocupam.

    Cabe a todos os outros ouvirem calados, aceitarem e obedecerem para não serem tachados de alienados ou de inimigos do povo, reacionários ou fascistas. Ou seja, todos são iguais e tem direitos mas uns são ‘mais iguais’ e tem mais direitos do que os outros.

    Colocando de outra forma, apesar desta esquerda autocrática dizer que defende uma sociedade igualitária, na realidade, para estes a humanidade se divide em quatro categorias de pessoas:

    1) A elite superior que são os dirigentes partidários, intelectuais marxistas e altos funcionários estatais.

    2) Os servos voluntários desta elite que são os militantes e ativistas.

    3) A ‘massa atrasada’ ou alienada que precisa ser dirigida e doutrinada pela elite e seus servos.

    4) Os ‘inimigos do povo’ (ou ‘reacionários’ ou ‘fascistas’) que são todos aqueles que ousam questionar a dominação desta elite e que, portanto, devem ser calados ou eliminados.

    Eis a verdadeira face da ‘igualdade’ que esta esquerda autocrática defende. No nacional socialismo dos nazistas havia uma raça superior – a ariana – e uma raça inferior – os judeus – que deveriam ser calados ou eliminados.

    No internacional socialismo dos marxistas há um grupo social superior – os revolucionários – e há um grupo social inferior – os ‘inimigos do povo’ (na realidade inimigos desta elite dominante que se diz representante do povo) que também devem ser calados ou eliminados. E ainda tem gente que acha que nazismo e socialismo marxista são coisas muito diferentes! As referências e símbolos são diferentes mas a lógica fascista e autocrática é a mesma.


    Rodrigo Constantino

    Batalha de Tannenberg (1914)–História virtual

    Batalha de Tannenberg

    Parte da(o) Frente Oriental da Primeira Guerra Mundial

    Russian prisoners tannenberg.jpg
    Prisioneiros russos após a Batalha de Tannenberg.

    Data
    26 de agosto a 30 de agosto de 1914

    Local
    Allenstein, Prússia Oriental
    (hoje Olsztyn, Polônia)

    Desfecho
    Vitória do Império Alemão

    Combatentes

    Império Alemão Império Alemão
    Rússia Império Russo

    Principais líderes

    Império Alemão Paul von Hindenburg
    Império Alemão Erich Ludendorff
    Império Alemão Max Hoffmann
    Império Alemão Hermann von François
    Rússia Alexander Samsonov
    Rússia Paul von Rennenkampf

    Forças

    Império Alemão 8º Exército
    150 000 homens[1]
    Rússia 2º Exército
    230 000 homens[1]

    Vítimas

    10 000 – 15 000 mortos ou feridos[2]
    78 000 mortos ou feridos
    92 000 capturados[3]

    A Batalha de Tannenberg foi um grande confronto militar travado durante a Primeira Guerra Mundial entre os exércitos alemão e russo, que ocorreu a zona sul de Allenstein (hoje, Olsztyn), Prússia Oriental, no período de 26 a 30 de agosto 1914. O lado alemão, representado pelo 8º Exército, possuía 150 000 combatentes, enquanto o 2º Exército Russo contava com 230 000 homens. A batalha foi vencida pelas forças alemãs que cercaram e destruíram as forças russas invasoras no sul da Prússia Oriental.

    Inicialmente foi chamada de "Batalha de Allestein" pela mídia alemã, mas a pedido do General Hindenburg foi mais tarde renomeada, para fins de propaganda, como Batalha de Tannenberg. Na verdade, a cidade mais próxima da área principal da batalha não é Tannenberg (hoje Stębark), mas sim Hohenstein. Na historiografia alemã a Batalha de Tannenberg foi uma derrota dos Cavaleiros Teutônicos pela União Polaco-Lituana ocorrida em 1410.

    A vitória alemã em Tannenberg debilitou o avanço russo no leste da Alemanha e deixou a situação da Rússia no fronte oriental extremamente precária.

    Referências

  • Zentner 2000, p. 108
  • Spencer Tucker, The Great War: 1914-1918, 2002, p. 43
    1. Ian F. W. Beckett, The Great War: 1914-1918, 2014, p. 76

    Bibliografia

    • Goodspeed, Donald James (1968). Ludendorff. Soldado: Ditador: Revolucionário. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército. 272 páginas
    • Hoffmann, Max (2005). War Diaries and Other Papers (em inglês) ilustrada ed. Reino Unido: Naval & Military Press. 670 páginas. ISBN 9781845741242
    • Zentner, Christian (2000). Der Erste Weltkrieg (em alemão). Rastatt: Moewig. 478 páginas. ISBN 9783811816527

    Portal
    A Wikipédia tem o portal:

    [Esconder]

    ve

    Primeira Guerra Mundial

    Teatro Europeu: (BalcãsFrente OcidentalFrente OrientalCampanha Italiana)
    Teatro do Oriente Médio: (CáucasoMesopotâmiaSinai e PalestinaGallipoliPérsiaArábia do Sul)
    Teatro Africano: (SudoesteOcidenteOrienteNorte)
    Teatro da Ásia e Pacífico: (Cerco de Tsingtao)
    Oceano Atlântico

    Principais participantes
    (Pessoas)

    Potências da Entente

    Império Russo/RepúblicaImpério Francês: França, VietnãImpério Britânico: (Reino Unido, Austrália, Canadá, Índia, Nova Zelândia, Domínio de Terra Nova, África do Sul) • ItáliaRomêniaEstados UnidosSérviaPortugalChinaJapãoBélgicaMontenegroGréciaArmêniaBrasil

    Potências Centrais

    Império AlemãoÁustria-HungriaImpério OtomanoBulgária

    Linha do tempo

    Pré-conflitos

    Revolução Mexicana (1910–1920)Guerra ítalo-turca (1911–1912)Primeira Guerra dos Balcãs (1912–1913)Segunda Guerra dos Balcãs (1913)

    Prelúdio

    OrigensAtentado de SarajevoCrise de Julho

    1914

    Batalha das FronteirasBatalha de CerPrimeira Batalha do MarneBatalha de StallupönenBatalha de GumbinnenBatalha de TannenbergBatalha da GalíciaPrimeira Batalha dos Lagos MasurianosBatalha de KolubaraBatalha de SarikamishCorrida para o mar  • Batalha de Trindade  • Primeira Batalha de Ypres  • Trégua de Natal

    1915

    Segunda Batalha de YpresCampanha de GalípoliBatalhas do rio IsonzoGrande RetiradaConquista da SérviaCerco de Kut

    1916

    Ofensiva de ErzerumBatalha de VerdunOfensiva do Lago NarochBatalha de AsiagoBatalha da JutlândiaBatalha do SommeOfensiva BrusilovOfensiva MonastirConquista da Romênia

    1917

    Guerra submarina irrestritaCaptura de BagdáPrimeira Batalha de GazaOfensiva NivelleSegunda Batalha de ArrasOfensiva de KerenskyTerceira Batalha de YpresBatalha de CaporettoBatalha de CambraiArmistício de Erzincan

    1918

    Operação FaustschlagTratado de Brest-LitovskiFrente MacedôniaOfensiva da Primavera  • Batalha do Lys  • Ofensiva dos Cem DiasOfensiva Meuse-ArgonneBatalha de Baku, Batalha de MegidoBatalha do Rio PiaveBatalha de Vittorio VenetoArmistício com a AlemanhaArmistício com o Império Otomano

    Outros conflitos

    Revolta Maritz (1914–1915)Angola (1914–1915)Conspiração Hindu-Alemã (1914–1919)Revolta da Páscoa (1916)Revolução Russa (1917)Guerra civil finlandesa (1918)

    Pós-conflitos

    Guerra Civil Russa (1917–1921)Guerra Civil Ucraniana (1917–1921)Guerra Armeno-Azeri (1918–1920)Guerra Armeno-Georgiana (1918)Revolução Alemã (1918–1919)Guerra húngaro-romena (1918–1919)Revolta na Grande Polônia (1918–1919)Guerra de Independência da Estônia (1918–1920)Guerra de Independência da Letônia (1918–1920)Guerras de Independência da Lituânia (1918–1920)Terceira Guerra Anglo-Afegã (1919)Guerra polaco-soviética (1919–1921)Guerra de Independência da Irlanda (1919–1921)Guerra de Independência Turca incluindo a Guerra Greco-Turca (1919–1923)Guerra polaco-lituana (1920)Guerra soviético-georgiana (1921)Guerra Civil Irlandesa (1922–1923)

    Aspectos

    Guerra

    BatalhasGuerra navalGuerra AéreaUso de cavalos  •Uso de gás venenosoBombardeio estratégicoTecnologiaGuerra de trincheiraGuerra totalVeteranos sobreviventesTrégua de Natal

    Impacto civil /
    atrocidades

    VítimasGripe EspanholaViolação da Bélgica • Vítimas otomanas (genocídio armêniogenocídio assíriogenocídio grego)Cultura popularParticipantesPrisioneiros de guerra alemães nos Estados Unidos

    Acordos /
    Tratados

    Partilha do Império OtomanoSykes-PicotSt.-Jean-de-MaurienneFranco-ArmênioDamascoConferência de Paz de ParisTratado de Brest-LitovskTratado de LausanneTratado de LondresTratado de NeuillyTratado de St. GermainTratado de SèvresTratado de TrianonTratado de Versailles

    Consequências

    Pós-guerra • "Quatorze Pontos" • Liga das NaçõesNazifascismoCrise de 29Neo-otomanismoBolchevismo

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    PT critica decisão do STF e diz que hoje é "dia trágico para a democracia"

    Partido disse que Lula foi condenado sem provas e que processo foi ilegal

    Presidente assistiu julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

    Presidente assistiu julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

    Após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter rejeitado o pedido de habeas corpus preventivo para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota afirmando que quarta-feira foi  "um dia trágico para a democracia e para o Brasil". Para o partido, a Constituição "foi rasgada por quem deveria defendê-la e a maioria do Supremo Tribunal Federal sancionou mais uma violência contra o maior líder popular do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

    Na nota, a legenda diz ainda que "ao pautar o julgamento do habeas corpus de Lula, antes de apreciar as ações que restabelecem a presunção da inocência como regra geral, a presidenta do STF determinou mais um procedimento de exceção".

    "Não há justiça nesta decisão. Há uma combinação de interesses políticos e econômicos, contra o país e sua soberania, contra o processo democrático, contra o povo brasileiro. A Nação e a comunidade internacional sabem que Lula foi condenado sem provas, num processo ilegal em que juízes notoriamente parciais não conseguiram sequer caracterizar a ocorrência de um crime. Lula é inocente e isso será proclamado num julgamento justo".

    O partido argumenta que a decisão desta quarta-feira visa impedir uma candidato de Lula nas eleições deste ano. "O povo brasileiro tem o direito de votar em Lula, o candidato da esperança. O PT defenderá esta candidatura nas ruas e em todas as instâncias, até as últimas consequências".

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se pronunciar sobre o julgamento, conforme informação da sua assessoria. Ele acompanhou o julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.


    Agência Brasil e Correio do Povo


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    Mesmo com rejeição de habeas corpus, início da prisão de Lula ainda não tem data

    Defesa do ex-presidente já declarou que irá apresentar novo recurso no TRF4

    Mesmo com rejeição de habeas corpus, início da prisão de Lula ainda não tem data | Foto: Evaristo Sa / AFP / CP

    Mesmo com rejeição de habeas corpus, início da prisão de Lula ainda não tem data | Foto: Evaristo Sa / AFP / CP

    Com a rejeição do habeas corpus preventivo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esgota as possibilidades de recorrer contra sua eventual prisão. Apesar de a Corte ter negado o pedido, Lula não deve ser preso imediatamente.

    É preciso que o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba e responsável pela condenação na primeira instância, emita um mandado de prisão. Há ainda trâmites processuais pendentes no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal com sede em Porto Alegre, o que pode retardar a ordem de prisão.

    A defesa de Lula já declarou que quer apresentar um novo recurso contra a rejeição do primeiro pelos desembargadores da Oitava Turma do TRF4. Os advogados têm dez dias corridos a partir da publicação do acórdão - que ocorreu no dia 27 de março - para abrir a intimação sobre o resultado, e mais dois dias úteis de prazo para entrar com o novo recurso: prazo que vai até 10 de abril.

    A interpretação é que se este recurso, denominado embargos dos embargos declaratórios, não for julgado, o processo ainda não teve a tramitação esgotada no TRF4, o que impede a execução provisória da pena. O costume no TRF4 tem sido o de negar rapidamente, por considerar esse tipo de recurso protelatório. Porém, o juiz Sérgio Moro pode entender que a negativa do primeiro embargo, pelos desembargadores, já encerrou a possibilidade de recursos e decrete a prisão.

    No passado, Moro já proferiu decisões com ambos entendimentos. Se o TRF4 negar os embargos antes de uma decisão de Moro, o tribunal deve comunicar o juiz para que ele possa expedir o mandado de prisão contra o ex-presidente. Somente com uma ordem de Moro é que o ex-presidente poderá ser preso. Caso isso ocorra, o mais comum é que ele seja levado para alguma carceragem no Paraná, estado de origem da 13ª Vara Federal - que determinou a condenação e onde Lula deve cumprir, em regime inicial fechado, a pena de 12 anos e um mês estipulada pelo TRF4 em janeiro.

    Novos recursos

    Uma vez encerrada a tramitação na segunda instância, a defesa de Lula pode entrar, no prazo de 15 dias, com recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação de Lula. Nessa nova apelação, na qual não haverá reexame de provas, mas somente a análise sobre a legalidade do julgamento, os advogados podem pedir efeito suspensivo da condenação, o que pode resultar na soltura de Lula caso ele já esteja preso.

    Os advogados podem ainda entrar, paralelamente e no mesmo prazo, com outro recurso, dessa vez chamado extraordinário, no próprio STF, contestando irregularidades de natureza constitucional.


    Agência Brasil e Correio do Povo


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    Lula decide não se pronunciar sobre julgamento de habeas corpus no STF

    Ex-presidente acompanhou sessão no segundo andar do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

    São Bernardo do Campo concentrou manifestações contra prisão do ex-presidente | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

    São Bernardo do Campo concentrou manifestações contra prisão do ex-presidente | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se pronunciar sobre o julgamento de seu habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), que começou às 14h desta quarta-feira, conforme informação da sua assessoria. Ele acompanhou o julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

    Instalado no segundo andar, Lula estava acompanhado da ex-presidenta Dilma Rousseff; do ex-prefeito Fernando Haddad; do presidente estadual do PT de São Paulo, Luiz Marinho; dos governadores Fernando Pimentel (Minas Gerais), Tião Viana (Acre) e Wellington Dias (Piauí); e dos ex-ministros Miguel Rosseto e Paulo Vanucchi. No terceiro andar, apoiadores de diversos movimentos sociais e categorias de trabalhadores acompanhavam o julgamento por um telão. Eles cantavam e gritavam palavras de ordem em apoio ao ex-presidente e disseram resistir contra tentativas de inviabilizar a candidatura de Lula.

    O único a falar com a imprensa na ocasião foi o dirigente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo, Luiz Marinho. Ele destacou a importância da pacificação no país, o que atribui ao cumprimento da Constituição Federal. "É preciso que a gente coloque o processo de construção de pacificação no nosso país e para pacificar basta cumprir o que está nos preceitos da nossa Constituição, construída lá em 1988", disse.

    Segundo ele, a Constituição é clara no que diz respeito à concessão do habeas corpus ao ex-presidente. "O presidente Lula nunca pediu privilégio, o que ele exige é um direito que é garantido pela Constituição, portanto é o que nós aguardamos". Marinho acrescentou que espera "que o povo brasileiro tenha garantido constitucionalmente o direito de votar livremente nas próximas eleições".


    Agência Brasil e Correio do Povo