Por 6 votos a 5, STF nega habeas corpus a Lula

Ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, votou contra o HC e desempatou julgamento.

MERVAL: 'A grande vitoriosa foi a coerência'

Preços dos imóveis à venda caem em Porto Alegre. Veja os bairros mais caros e mais baratos

Preços não estão acompanhando nem a inflação


GIANE GUERRA

Claudia Baartsch / Agencia RBSLevantamento FipeZap acompanha os preços dos imóveis em Porto AlegreClaudia Baartsch / Agencia RBS

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Apesar do pequeno aumento em março, o primeiro trimestre do ano fechou com queda real nos preços dos imóveis residenciais à venda em Porto Alegre. Descontando a inflação, o recuo foi de 0,48% no valor médio do metro quadrado.

A queda, no entanto, é menos intensa do que a média nacional: -0,84%. O Índice FipeZap considera 20 cidades.

O mercado imobiliário foi um dos primeiros segmentos a sentir a crise econômica. A retomada está difícil de acontecer. Previsões de recuperação começaram no ano passado, mas não se confirmaram ainda.

Em Porto Alegre, foram considerados em março 81.699 anúncios de imóveis na internet. O metro quadrado custou, em média, R$ 5.672.

Três Figueiras é o bairro mais caro da capital gaúcha. Na outra ponta, fica a Restinga, com o menor valor médio. Veja a tabela:

Tabela FipeZapBairros mais caros e mais baratos para comprasr imóveisTabela FipeZap


GaúchaZH

Vereadores retomam votação sobre projeto sobre aplicativos na segunda-feira

Porto Alegre pode se tornar a primeira cidade no Brasil a aprovar regulamentação

Projeto sobre aplicativos de transporte individual entra em discussão na Câmara de Vereadores | Foto: Alina Souza

Projeto sobre aplicativos de transporte individual entra em discussão na Câmara de Vereadores | Foto: Alina Souza

O Projeto de Lei do Executivo (PLE) 016/17 que altera a Lei 12.162, que dispõe sobre os aplicativos de transporte individual de passageiros, começou a ser discutido nesta quarta-feira no plenário da Câmara de Porto Alegre. Após aval da Câmara dos Deputados, cada município passou a ser responsável por regular as ferramentas. Com a abertura das discussões, a Capital pode se tornar a primeira cidade do Brasil a aprovar uma regulamentação.

Após duas horas de discussão sobre o tema, não houve desfecho. A discussão será retomada na próxima segunda-feira a partir das 14h. “Espero que na segunda a gente vá tão longe quanto for necessário, para concluir a votação”, declarou o presidente da Casa, Valter Nagelstein (PMDB). A proibição do pagamento em dinheiro e a redução na base de cálculo da Taxa de Gerenciamento Operacional (TGO) são duas alterações contidas na proposta do Executivo municipal.

Próximo das 18h45min, horário em que a sessão é encerrada na Câmara, foi convocada votação nominal para verificar a possibilidade de prorrogá-la por duas horas, fazendo com que a discussão fosse encerrada. Não houve quórum para aprovar a prorrogação da sessão, portanto a discussão será retomada na segunda-feira. “Mesmo que a prorrogação fosse aprovada, nós não conseguiríamos encaminhar todas as emendas destacadas e finalizar a votação”, explicou o presidente da Casa.

Galerias lotadas

Motoristas parceiros de diferentes plataformas, como Uber, Cabify e 99POP, lotaram as galerias do plenário e acompanharam por horas as discussões em torno da matéria. Durante o pronunciamento dos vereadores, os motoristas se manifestavam nas galerias, erguendo placas com os dizeres “sim” ou “não”, para demonstrar satisfação ou não a respeito dos objetos tratados na tribuna. No total, 35 emendas e cinco subemendas foram protocoladas.

Os textos dependem de maioria simples para serem aprovados ou não. Todas as emendas e subemendas foram destacadas e, por conta disso, poderão ser encaminhadas pelas bancadas. O projeto foi encaminhado pela Prefeitura de Porto Alegre à Câmara em julho de 2017.

Em função das emendas, textos considerados polêmicos para os motoristas serão colocados em votação. Entre eles, a obrigatoriedade dos carros serem emplacados em Porto Alegre para prestarem o serviço. Os motoristas são contrários a este ponto.

Outro tema polêmico envolve o limite de idade dos carros. O gerente de comunicação da Uber na região Sul, Andre Monteiro, informou que aproximadamente 42% dos veículos cadastrados na plataforma têm mais de seis anos. “Isto representaria um prejuízo muito grande aos motoristas”, destacou.

A Uber informou que 23 mil motoristas prestam serviço em diferentes cidades do Rio Grande do Sul, a maioria deles na Capital. Em nota, a multinacional revelou que 30% das corridas são pagas em cartões e o restante em dinheiro. A empresa também adverte que se o emplacamento dos carros for obrigatório em Porto Alegre, 70% dos colaboradores serão afetados.


Correio do Povo

Sol e chuva dividem tempo nesta quinta no Rio Grande do Sul

Temperatura aumenta durante a tarde no Estado

Porto Alegre terá tempo dividido entre sol e chuva nesta quinta-feira | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP

Porto Alegre terá tempo dividido entre sol e chuva nesta quinta-feira | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP

O Rio Grande do Sul terá o tempo dividido entre sol e chuva nesta quinta-feira. Segundo a MetSul Meteorologia, o sol aparece em todo o Estado acompanhado de nuvens, mas é esperada garoa ou chuva fraca em alguns pontos da Metade Leste durante a madrugada e a manhã. O nevoeiro e a neblina localizada também podem atingir a região.

No começo da manhã a temperatura será amena e agradável, mas no decorrer do dia aquece e faz calor com máximas elevadas no Oeste e Noroeste do Estado. No mesmo período, a Metade Norte pode ter possibilidade de chuva.

Em Porto Alegre, a quinta-feira repete a instabilidade registrada nos últimos dias com sol e chance de chuva. As marcas na Capital devem ficar entre 17°C e 28°C.

Mínima e Máxima

Caxias do Sul 13°C | 24°C

Rio Grande 17°C | 26°C

Pelotas 17°C | 27°C

Santiago 16°C | 27°C

Alegrete 16°C | 28°C

Uruguaiana 18°C | 30°C

Santa Rosa 17°C | 30°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

O PT corrompe até o calendário gregoriano

Publicado em 4 de abr de 2018

Dólar fecha no maior valor em 11 meses em dia de julgamento no STF

Moeda americana encerrou vendido a R$ 3,34 nesta quarta-feira

Dólar fecha no maior valor em 11 meses em dia de julgamento no Supremo | Foto: AFP / CP

Dólar fecha no maior valor em 11 meses em dia de julgamento no Supremo | Foto: AFP / CP

Em dia marcado por tensões no Brasil e no exterior, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior valor em 11 meses. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira vendido a R$ 3,341, com pequena alta de R$ 0,002 (0,08%). A cotação está no valor mais alto desde 18 de maio do ano passado (R$ 3,389).

A divisa começou o dia em forte alta, mas amenizou a tendência no início da tarde. O Supremo Tribunal Federal julga hoje o habeas corpus preventivo impetrado pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente é condenado em segunda instância no processo em que é acusado de receber um apartamento triplex da empreiteira OAS.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de cautela. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou a sessão com queda de 0,31%, aos 84.360 pontos. Em baixa pela terceira sessão seguida, o indicador começou o dia com forte recuo, mas oscilou bastante ao longo das negociações até reduzir o ritmo de queda.

Além das tensões com o julgamento do ex-presidente, o mercado financeiro foi influenciado pela escalada de medidas comerciais entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do mundo. Hoje, o país asiático retaliou o governo norte-americano com a sobretaxação de veículos e de soja, que atingirão US$ 50 bilhões e corresponderão à tarifação adicional anunciada ontem (3) pelo presidente Donald Trump sobre uma série de bens chineses.


Agência Brasil e Correio do Povo

Ministro da Segurança Pública descarta possibilidade de novo golpe militar no Brasil

Jungmann acrescentou que as Forças Armadas são "um ativo democrático" no Brasil hoje

Ministro descartou possibilidade de novo golpe militar no Brasil | Foto: Fabio Rodrigues Pozzobom / Agência Brasil / CP

Ministro descartou possibilidade de novo golpe militar no Brasil | Foto: Fabio Rodrigues Pozzobom / Agência Brasil / CP

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que, numa escala de zero a dez, a chance de haver um novo golpe militar no Brasil, como o de 1964, é de menos um. A declaração foi feita na manhã desta quarta após jornalistas perguntarem ao ministro sobre a repercussão das declarações do comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas. O militar usou o Twitter na noite de terça para dizer que a instituição compartilha "o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia".

"Não vejo nenhuma força política, à exceção daquelas que são absolutamente minoritárias, propor um retorno ao passado. Ninguém quer isso e isso não tem o menor curso no Brasil, eu posso assegurar", disse, durante um evento nas proximidades da Rocinha para anunciar medidas socioeducativas para a região. "O comandante tem efetivamente o respaldo para falar em termos da força. Se ele fala em nome da serenidade e do respeito às regras, eu acho que sim, é correto e bom falar", afirmou.

Jungmann também acrescentou que as Forças Armadas são "um ativo democrático" no Brasil hoje. "O comportamento das Forças Armadas tem sido impecável em termos de institucionalidade e constitucionalização. Digo isso na qualidade de quem foi praticamente dois anos Ministro da Defesa e conviveu com todos os militares", garantiu.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


Exército defende manifestações do general Villas Bôas

Corporação disse, em nota, que palavras do militar "deixam claro sua preocupação" com o Brasil

Corporação disse, em nota, que palavras do militar

Corporação disse, em nota, que palavras do militar "deixam claro sua preocupação" com o Brasil | Foto: Marcelo Camargo / ABr / CP

O Exército brasileiro defendeu, nesta quarta-feira, as manifestações do general Eduardo Villas Bôas na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pelo Twitter, ele afirmou que a instituição não aceitava “impunidade" e que estava atenta "às suas missões institucionais". “As palavras do general Villas Bôas deixam claro sua preocupação com o país, expressando ideias já abordadas em diversas outras ocasiões”, disse o Exército em nota.

Conforme o texto, "o Comandante do Exército é a autoridade responsável por expressar o posicionamento institucional da Força e tem se manifestado publicamente sobre os temas que considera relevantes”. O posicionamento do Exército foi enviado depois de o Estado questionar a instituição sobre o Regulamento Disciplinar do Exército, que proíbe militares de se manifestarem publicamente a respeito de assuntos de natureza político-partidário, ao menos que esteja autorizado.

O decreto de agosto de 2002 tem por “finalidade especificar as transgressões disciplinares e estabelecer normas relativas a punições disciplinares” e lista 113 ações que, em tese, não deveriam ser praticadas por todos os militares – inclusive pelo general Villas Bôas.

O regimento diz ainda que um militar da ativa não deve “tomar parte em discussão a respeito de assuntos de natureza político-partidária ou religiosa”. Um membro do Exército também precisaria de autorização para “discutir ou provocar discussão, por qualquer veículo de comunicação, sobre assuntos políticos ou militares”. Ao militar também é vedado “tomar parte, fardado, em manifestações de natureza político-partidária”.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


Gilmar Mendes diz que onda de intolerância ganhou força com PT


Ministro do Supremo Tribunal Federal proferiu fala durante julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula nesta 4ª feira (4.abr.2018).

Gilmar Mendes diz que onda de intolerância ganhou força com PT

‘Aprenderam na oficina do diabo’, diz

Gilmar também atacou a imprensa

O ministro do STF Gilmar MendesSérgio Lima/Poder360 - 20.set.2017


No julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Gilmar Mendes disse que o PT é responsável pela onda de intolerância no país. “Creio que nós devemos muito desse quadro de intolerância no país à prática de intolerância e de ataque às pessoas que o PT desenvolveu ao longo dos anos”, afirmou em seu voto.


O voto do ministro veio após a fala do relator, ministro Edson Fachin. Gilmar Mendes votou a favor de Lula, ou seja, contra a prisão após condenação em 2ª Instância. A leitura do voto durou 1h15. O ministro viaja para Lisboa ainda nesta 4ª feira (4.abril.2018) e, por isso, “furou a fila” e pediu para antecipar sua fala. O voo está previsto para às 17h.

Em seu voto, o ministro citou 1 episódio de ataques de grevistas contra Mário Covas em São Paulo. “Eu lembro dos ataques que fizeram aqueles grevistas de São Paulo a Mário Covas, com câncer, e Zé Dirceu, líder então, disse: bem feito. vai apanhar nas ruas e nas urnas”, disse.

Para Gilmar Mendes, esse tipo de ataque “gestou esse germe ruim da intolerância”. O ministro ainda afirmou que o PT tem uma grande chance, nesse momento em que ele se encontra com a realidade, de fazer 1 pedido de desculpas público por esse tipo de ataque.

“Os aprendizes aprenderam na oficina do diabo. Essa gente que hoje está aí. Facistóides, atacando as pessoas. Isso é extremamente ruim”, afirmou.

O ministro também atacou a imprensa. “Estou aqui há 15 anos e já vi quase de tudo. Nunca vi uma mídia tão opressiva”, afirmou. Gilmar Mendes disse que a imprensa chega a ser, de uma certa forma, chantagista.

Assista ao vídeo:



Poder 360