Elaine Stritch, atriz e cantora norte-americana

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Elaine Strich

A atriz em 2009.

Nome completo
Elaine Strich

Nascimento
2 de fevereiro de 1925
Detroit, Michigan

Nacionalidade
Estados Unidos

Morte
17 de julho de 2014 (89 anos)
Birmingham, Michigan

Ocupação
Atriz e cantora

Atividade
1944 - 2014

Cônjuge
John Bay (1973-82; morte)

Emmys

2007 - Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia ou Musical

Tonys

1956 - Melhor Atriz Convidada em uma Peça

1962 - Melhor Atriz em um Musical
1971 - Melhor Atriz em um Musical
1996 - Melhor Atriz Convidada em uma Peça

IMDb: (inglês)

Elaine Stritch (Detroit, 2 de fevereiro de 1925Birmingham, Michigan, 17 de julho de 2014) foi uma atriz e cantora norte-americana. Estrelou peças de teatro, musicais, filmes e centenas de programas de televisão. Tornou-se conhecida por sua performance de The Ladies Who Lunch no musical Company de Stephen Sondheim de 1970, seu show Elaine Stritch at Libertye, recentemente, por seu papel como Colleen a mãe de Jack Donaghy na série de televisão 30 Rock da emissora NBC. Stritch foi indicada para o Tony Award quatro vezes em diversas categorias, e ganhou o prêmio pelo show Elaine Stritch at Liberty.

Filmografia

Ligações externas


[Esconder]

ve

Emmy do Primetime de Melhor Atriz convidada em série de comédia

1975 – 1989

1990 – 1999

2000 – 2009

2010 – presente

[Esconder]

ve

Emmy do Primetime de Melhor Atriz convidada em série dramática

1975 – 1978

1987–1989

1990–1999

2000 – 2009

2010–presente

Wikipédia


Anne Baxter, atriz americana

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Anne Baxter

Baxter em 1950.

Nascimento
7 de maio de 1923
Michigan, Indiana, Estados Unidos

Morte
12 de dezembro de 1985 (62 anos)
Nova Iorque, Estados Unidos

Ocupação
Atriz

Atividade
1940-1985

Cônjuge
David Klee (1977 - 1977)
Randolph Galt (1960 - 1968)
John Hodiak (1946 - 1953)

Oscares da Academia

Melhor atriz (coadjuvante/secundária)
1947 - The Razor's Edge

Globos de Ouro

Golden Globe icon.svg Melhor atriz (coadjuvante/secundária)/secundária em cinema
1947 - The Razor's Edge

IMDb: (inglês)

Anne Baxter (Michigan, Indiana, 7 de Maio de 1923Nova Iorque, 12 de Dezembro de 1985) foi uma atriz norte-americana.

Biografia

Neta do famoso arquiteto Frank Lloyd Wright, Anne Baxter passou a infância e adolescência em Nova Iorque, onde aos treze anos já trabalhava em teatro. Aos quinze anos foi submetida a um teste por Alfred Hitchcock e quase foi escolhida para trabalhar como a estrela de Rebecca, a mulher inesquecível, mas quem levou o papel foi Joan Fontaine.

Seu primeiro papel de verdade no cinema foi em Punhos de ferro, de 1940, dirigida por Richard Thorpe. Seis anos depois veio a consagração, fazendo uma garota alcóolatra em O Fio da navalha, baseado no romance de Somerset Maugham, que lhe valeu oOscar.

Sua segunda indicação ao Oscar foi como uma dissimulada atriz carreirista em A Malvada, em 1950, mas perdeu o prêmio paraJudy Holliday. Em toda a sua carreira de quase 40 filmes, foi justamente A Malvada o filme que mais marcou sua passagem porHollywood.

Como tantas outras atrizes, trabalhava regularmente no teatro e, em 1971, fez a versão de A Malvada para os palcos, naBroadway, que levou o título de Applause. A partir dos anos 60 começou a engordar com facilidade e a enfrentar enormes dificuldades para manter o peso adequado para uma atriz, mas era definida pelos diretores que trabalharam com ela com uma excelente atriz, muito discreta e sensível.

Casou-se três vezes: em 1946, com o ator John Hodiak; em 1960, com Randolph Galt, com quem foi morar em uma fazenda naAustrália e, em 1977, com o banqueiro David Klee, que a deixou viúva um ano depois do casamento.

Ela sofreu um desmaio em plena Quinta Avenida, em Nova Iorque quando se dirigia ao cabeleireiro, e foi levada para o hospital mais próximo, mas não resistiu a uma hemorragia cerebral.

Filmografia

Anne Baxter e Yul Brynner em Os Dez Mandamentos.

Anne Baxter em I Confess.

Ligações externas

Precedida por:
Teresa Wright
por Mrs. Miniver

Oscar de melhor atriz (coadjuvante/secundária)
por The Razor's Edge

1947
Sucedida por:
Celeste Holm
por Gentleman's Agreement

Precedida por:
Angela Lansbury
por The Picture of Dorian Gray

Golden Globe de melhor atriz (coadjuvante/secundária) em cinema
por The Razor's Edge

1947
Sucedida por:
Celeste Holm
por Gentleman's Agreement

[Esconder]

ve

Óscar da Academia para Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária

1937 – 1939

1940 – 1949

1950 – 1959

1960 – 1969

1970 – 1979

1980 – 1989

1990 – 1999

2000 – 2009

2010 – presente

[Esconder]

ve

Globo de Ouro de Melhor Atriz coadjuvante/secundária em cinema

1943-1949

1950-1959

1960-1969

1970-1979

1980-1989

1990-1999

2000-2009

2010-presente

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

Wikipédia

Justiça determina extinção de ação da OAB-RS contra aumento de combustíveis

Entidade pedia suspensão do decreto presidencial que reajustou PIS e Cofins

Justiça manda soltar bandido que baleou policial federal durante assalto em Porto Alegre

Marcelo Lopes Rosa, 27 anos, estava foragido do sistema prisional desde abril, quando foi preso

Por: Eduardo Matos


Justiça manda soltar suspeito de balear policial federal durante assalto em Porto Alegre /

O juiz Nelson Dagmar de Oliveira Ferrer, da 1ª Vara Criminal de Guaíba, mandou soltar o bandido que baleou um policial federal durante assalto em maio deste ano, nas proximidades do Praia de Belas Shopping, em Porto Alegre. Marcelo Lopes Rosa, 27 anos, que estava foragido do sistema prisional desde abril, foi preso na última quarta-feira (9). Ele já foi condenado a mais de 28 anos de prisão por diversos roubos. No momento da prisão, agentes da Polícia Federal apreenderam um revólver calibre 38, que foi roubado na última segunda-feira, munição e os tênis utilizados por ele no dia do crime.

O magistrado afirma que o suspeito foi preso por "em tese, crimes de porte ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido e posse ilegal de munição de uso restrito, crimes tipificados nos art. 14 e 16, da Lei de n. 10.826/03". Conforme o juiz, por esse motivo, ele não deve continuar preso.

"Na verdade, para o caso concreto, não vislumbro a necessidade e adequação de qualquer das outras medidas cautelares dispostas no artigo 319 do Código de Processo Penal, pois o flagrado foi preso portando apenas uma arma de fogo e munições em situação que não sugere maior grau de periculosidade. Nestes termos, ausentes os requisitos para a prisão preventiva, com fundamento no art. 310, III e art. 321, ambos do CPP, concedo liberdade provisória ao flagrado já nominado".

Até o fechamento dessa reportagem, a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) informou que Marcelo Lopes Rosa seguia preso. O escrivão, que foi baleado no rosto e nas costas após reagir a uma tentativa de roubo a veículo, recebeu alta do Hospital Mãe de Deus dias depois e já foi reintegrado à corporação.


Zero Hora

Trump diz que não descarta opção militar contra o governo de Maduro na Venezuela


O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11) que não descarta a opção militar contra o governo de Nicolas Maduro na Venezuela....
NOTICIAS.UOL.COM.BR

Deputado que fez relatório contra Temer pede desfiliação do PMDB

Em carta, Sergio Zveiter afirma ter sofrido ‘ameaças de represálias e de expulsão’ da direção do partido. Veja o comentário de Cristiana Lôbo:https://glo.bo/2fyjBbY

Justiça penhora 30% de recursos do PSDB-SP por dívidas de campanha

Débito foi contraído na campanha de José Serra para a Prefeitura de São Paulo em 2012

POR O GLOBO


O senador Jose Serra (PSDB-SP) - Evaristo Sá / AFP

SÃO PAULO - O juiz Mario Chiuvite Júnior, da 22ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou a penhora de 30% do faturamento dos diretórios municipal e estadual do PSDB em São Paulo em razão de dívidas de campanha durante a candidatura de José Serra à Prefeitura da cidade em 2012.

Veja também

Além da penhora, que incidirá sobre a quantia do fundo partidário que a legenda recebe, o PSDB terá que pagar uma multa de 10% do débito que tem com a Campanhas Comunicação, autora do processo na Justiça. O valor da ação foi estipulado em R$ 17 milhões mas, com a atualização monetária, o valor total deve chegar a R$ 21 milhões.

Na decisão em que aplicou uma multa de 10% e a também penhora de 30% do faturamento do partido, o juiz considerou que o partido cometeu um "ato atentatório à dignididade da Justiça", porque não se posicionou após a intimação que indicava a penhora de bens.

"Poderando-se que a parte foi intimada anteriormente acerca da indicação de bens à penhora no mês de abril de 2017, quedando-se interte a este respeito, tramitando a execução há certo tempo sem haver o cumprimento da obrigação", disse o juiz, antes de decidir:

"Fixo a multa no importe de dez por cento do valor atualizado do débito, em virtude do reconhecimento da prática de ato atentatório à dignidade da Justiça".

O diretório estadual do PSDB disse que vai recorrer da decisão.


O Globo

"DESCONDECORADO". GOLAÇO DA ARGENTINA!

Por decreto, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, retirou uma condecoração concedida a Nicolás Maduro por Cristina Kirchner em 2013.


O Antagonista

Teto furado

57 juízes de SP ganharam acima do teto em janeiro; 26, mais de R$ 70 mil

Eliane Catanhêde, O Estado de S.Paulo


O País luta bravamente para sair da pior crise de sua história, a administração está no osso, o governo se prepara para aumentar a meta fiscal e acena até com novo aumento de impostos. E é justamente nesse ambiente quase macabro que Suas Excelências votam no Congresso um fundo eleitoral de R$ 3,6 bilhões com dinheiro público, enquanto os meritíssimos juízes e os procuradores pressionam por aumento.

Quem paga o fundo para as campanhas eleitorais, depois que a lei foi alterada para proibir financiamento privado? Você, leitor e leitora. E quem pagaria pelo aumento do Judiciário e do MP, que afinal acabou fora do Orçamento do ano que vem? De novo, você, leitor e leitora.

A área econômica do governo já aumentou o PIS/Cofins sobre gasolina e flerta com o aumento do Imposto de Renda para cobrir os buracos herdados da presidente cassada Dilma Rousseff e mantidos pelo presidente Michel Temer e sua equipe. Conclusão: o setor público gasta, aumenta salários, pinta e borda, e os contribuintes e consumidores pagam a conta.

Esse debate foi parar no plenário do Supremo Tribunal Federal, que decidiu dar o exemplo e, por oito votos a três, não incluiu qualquer reajuste no salário dos próprios ministros na previsão de orçamento do Judiciário para 2017. Isso é muito importante, porque o salário deles, atualmente de R$ 33,7 mil, serve como teto do funcionalismo público, incluindo até o presidente da República. Aumenta salário de ministro do STF, aumenta o do Judiciário, do Executivo e do Legislativo. O chamado efeito cascata.


E esse “teto”, na verdade, vive despencando sob o peso de privilégios, penduricalhos, vantagens, auxílio-isso, auxílio-aquilo, uma verdadeira “bolsa privilégio”. Ao votar contra o reajuste dos salários do STF, o ministro Gilmar Mendes admitiu com toda a clareza: “Há juízes que ganham mais do que desembargadores e desembargadores que ganham mais do que ministro do STF”. E concluiu: “Não há teto mais furado do que esse”.

Furado só, não. Esburacado: 125 desembargadores, juízes e juízes substitutos de São Paulo receberam (atenção: líquidos) R$ 131.490.901,42 num único mês, janeiro deste ano. Desses, 57 – ou seja, praticamente metade – ganharam, líquido, mais do que o teto do STF e do funcionalismo, que é, repetindo, de R$ 33,7 mil brutos.

E mais: dos 57 que já estavam acima do teto, 26 receberam mais de R$ 70 mil líquidos no mês. Logo, os que julgam quem descumpre a lei também arranjam atalhos para descumprir a lei. Se já é assim em São Paulo, com imprensa crítica e filtros mais eficazes, imagine-se como será em outros Estados onde as elites parecem sempre acima de qualquer fiscalização e a salvo de qualquer punição? Furar o teto deve ser bem fácil. Quem pode pode!

A presidente Cármen Lúcia articulou a decisão contra o aumento dos ministros, pedindo “prudência e responsabilidade”, e foi acompanhada por Gilmar, Celso de Mello, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Do outro lado, a favor do aumento, ficaram Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Marco Aurélio Mello.

Diante da falta de previsão para o orçamento de 2018, restou ao Conselho Superior do MP recuar do aumento de 16%, que havia sido acatado pela nova procuradora-geral, Raquel Dodge, que assume em 18 de setembro. E à Frente Associativa da Magistratura e do MP (Frentas) reclamar da “decisão equivocada” e manifestar “profunda frustração”.

É justo que magistrados, procuradores e funcionários em geral tenham remuneração digna, mas, antes de pedir aumento em época de crise, é preciso cortar os excessos ilegais de sempre. Alô, alô, CNJ!


Estadão

FUNDAÇÃO INDIGO, DO PSL, ESFREGA EM NOSSA CARA O VERDADEIRO CUSTO BRASIL

A Fundação Indigo, ligada ao PSL e sob o comando de Diogo Costa, realizou um profundo estudo sobre discrepâncias entre o setor público e o privado, mostrando o enorme custo do nosso governo, que distribui privilégios à custa do progresso e da produção de riqueza. Eis alguns gráficos que falam por si só, sem necessidade de legenda:

Quem observa essas chocantes imagens e não se torna um liberal defensor da redução do estado e dos privilégios é porque realmente está blindado contra argumentos racionais ou então sofre de idolatria ao estado, é um estado-afetivo (talvez por fazer parte do grupo que recebe os privilégios, que consome nossos impostos).

Esses gráficos são um tapa na cara de todo brasileiro trabalhador. Deixam claro qual o principal problema do nosso país: o excesso de estado, o peso do setor público, os privilégios que o governo distribui à custa de quem produz riqueza e empregos. Até quando?

Rodrigo Constantino